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Dom Casmurro, romance de Machado de Assis publicado em
1899, narra a história de Bentinho, que reflete sobre sua vida e
seu amor por Capitu. Quando se casam, Bentinho se torna
obcecado pela ideia de que Capitu o traiu com seu melhor amigo.
Essa paranoia consome Bentinho e o transforma num homem
isolado e amargurado.
Capitu é apresentada de maneira ambígua ao longo da narrativa. Enquanto Bentinho a vê como uma possível traidora, ela também pode ser vista como uma mulher forte e independente, presa em um casamento dominado pelas inseguranças de seu marido. No final, a dúvida sobre a lealdade de Capitu nunca é resolvida, refletindo temas como ciúmes, memória e a ambiguidade da verdade.
Ao tratar da personagem Capitu no romance de Machado de Assis, em parceria com docentes de Literatura, o professor de História elege como apropriado
Capitu é apresentada de maneira ambígua ao longo da narrativa. Enquanto Bentinho a vê como uma possível traidora, ela também pode ser vista como uma mulher forte e independente, presa em um casamento dominado pelas inseguranças de seu marido. No final, a dúvida sobre a lealdade de Capitu nunca é resolvida, refletindo temas como ciúmes, memória e a ambiguidade da verdade.
Ao tratar da personagem Capitu no romance de Machado de Assis, em parceria com docentes de Literatura, o professor de História elege como apropriado
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Uma das tendências da historiografia contemporânea é a
concepção da cultura como circular, ou seja, resultado da reunião
de elementos de naturezas diferentes na composição de saberes
culturais para contextos determinados.
Com o objetivo de colocar seus estudantes diante dessa concepção de circularidade cultural, uma professora de História desafiou seus estudantes a reunirem, em sustentação lógica, argumentos das mais diversas origens para produzir justificativas em defesa da ampliação dos espaços públicos para lazer infantil em sua cidade.
Com esse exercício, a docente preparou os estudantes a entrarem em contato com a concepção de história que embasam obras didáticas de
Com o objetivo de colocar seus estudantes diante dessa concepção de circularidade cultural, uma professora de História desafiou seus estudantes a reunirem, em sustentação lógica, argumentos das mais diversas origens para produzir justificativas em defesa da ampliação dos espaços públicos para lazer infantil em sua cidade.
Com esse exercício, a docente preparou os estudantes a entrarem em contato com a concepção de história que embasam obras didáticas de
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Um professor de História desenvolveu com seus estudantes uma
sequência didática sobre o nazismo alemão, na qual demonstrou
como essa ideologia política se utilizou amplamente dos mais
modernos meios tecnológicos da época (a fotografia, o rádio, o
cinema) para persuadir e seduzir a população alemã, a ponto de
convencê-la a matar e morrer numa guerra pela defesa da
“pátria” e da “raça ariana”, submetida a um líder autoritário e
inquestionável.
Pautados por essa compreensão, os estudantes devem analisar duas imagens retiradas de um clássico filme documentário produzido pelos nazistas como propaganda de sua ideologia:
Fonte O triunfo da vontade, filme em longa metragem dirigido por Leni Riefenstahl. Alemanha, 1935.
Diante de tal análise, e considerando o conhecimento pedagógico do conteúdo, deve-se destacar nessas duas imagens:
I. O caráter antigo das imagens em preto e branco mostrando as condições de produção da época e que ambas apresentam o povo e os soldados unidos pelos mesmos ideais que orientavam o nazismo (a adoração ao líder e a guerra como destino).
II. Na figura 1 o povo é retratado como unido pelo gesto de saudação adotado pelos nazistas. Na figura 2 o símbolo do partido nazista (a suástica) lidera a marcha ordenada dos jovens soldados.
III. Na figura 1 o povo se submete alegremente ao Estado (ou ao líder) e na figura 2 essa submissão é organizada na forma de um exército que marcha harmonicamente.
IV. Na figura 1 o povo representaria a autorização para a existência do regime e de seus planos. Na figura 2 esse povo se organiza como um exército que marcha em direção ao futuro, sob a imagem da suástica, para realizar as pretensões expansionistas e bélicas do regime.
Assinale a alternativa que contém as afirmações corretas.
Pautados por essa compreensão, os estudantes devem analisar duas imagens retiradas de um clássico filme documentário produzido pelos nazistas como propaganda de sua ideologia:
Fonte O triunfo da vontade, filme em longa metragem dirigido por Leni Riefenstahl. Alemanha, 1935.
Diante de tal análise, e considerando o conhecimento pedagógico do conteúdo, deve-se destacar nessas duas imagens:
I. O caráter antigo das imagens em preto e branco mostrando as condições de produção da época e que ambas apresentam o povo e os soldados unidos pelos mesmos ideais que orientavam o nazismo (a adoração ao líder e a guerra como destino).
II. Na figura 1 o povo é retratado como unido pelo gesto de saudação adotado pelos nazistas. Na figura 2 o símbolo do partido nazista (a suástica) lidera a marcha ordenada dos jovens soldados.
III. Na figura 1 o povo se submete alegremente ao Estado (ou ao líder) e na figura 2 essa submissão é organizada na forma de um exército que marcha harmonicamente.
IV. Na figura 1 o povo representaria a autorização para a existência do regime e de seus planos. Na figura 2 esse povo se organiza como um exército que marcha em direção ao futuro, sob a imagem da suástica, para realizar as pretensões expansionistas e bélicas do regime.
Assinale a alternativa que contém as afirmações corretas.
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O professor propôs que os estudantes se reunissem em grupos e
lessem o texto a seguir, a fim de atentar para a origem histórica
do termo América Latina.
“A denominação América Latina integra nosso vocabulário cotidiano. Mas sua historicidade precisa ser lembrada. Esse termo foi inventado no século XIX, carregando desde suas origens disputas de ordem política e ideológica. Os sentidos que lhe foram atribuídos estão vinculados às polêmicas que envolveram, de um lado, franceses e ingleses (século XIX) e, de outro, latinoamericanos e norte-americanos (séculos XIX e XX). A precisa origem do termo tem sido alvo de controvérsias. Para uma corrente, os franceses propuseram o nome como forma de justificar, por intermédio de uma pretensa identidade latina, as ambições da França sobre esta parte da América. Para outra, foram os próprios latino-americanos que cunharam a expressão para defender a ideia da unidade da região frente ao poder já anunciado dos Estados Unidos”.
PRADO, M. Ligia; PELLEGRINO, G. História da América Latina. São Paulo: editora Contexto, 2014.
Cada grupo deve compor um painel com as suas conclusões a partir da leitura do texto. Como se espera que a ideia de que o termo América Latina foi “inventado” seja apresentada pelos grupos em seus painéis.
“A denominação América Latina integra nosso vocabulário cotidiano. Mas sua historicidade precisa ser lembrada. Esse termo foi inventado no século XIX, carregando desde suas origens disputas de ordem política e ideológica. Os sentidos que lhe foram atribuídos estão vinculados às polêmicas que envolveram, de um lado, franceses e ingleses (século XIX) e, de outro, latinoamericanos e norte-americanos (séculos XIX e XX). A precisa origem do termo tem sido alvo de controvérsias. Para uma corrente, os franceses propuseram o nome como forma de justificar, por intermédio de uma pretensa identidade latina, as ambições da França sobre esta parte da América. Para outra, foram os próprios latino-americanos que cunharam a expressão para defender a ideia da unidade da região frente ao poder já anunciado dos Estados Unidos”.
PRADO, M. Ligia; PELLEGRINO, G. História da América Latina. São Paulo: editora Contexto, 2014.
Cada grupo deve compor um painel com as suas conclusões a partir da leitura do texto. Como se espera que a ideia de que o termo América Latina foi “inventado” seja apresentada pelos grupos em seus painéis.
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Numa aula sobre a configuração da sociedade colonial brasileira
o professor oferece aos estudantes um texto clássico do
historiador Caio Prado Jr.
“Esta massa de escravos, índios ou negros, constituía a maior parte da população colonial. (...). Ao lado de pequenos proprietários encontramos o tipo mais comum dos agregados. São estes os indivíduos – em geral escravos libertos ou mestiços espúrios - que vivem nos grandes domínios prestando aos senhores toda sorte de serviços: guarda da propriedade, mensageiro, etc. Entre eles figuram também os rendeiros, que pagam seus aluguéis em dinheiro ou mais comumente em produtos naturais ou em serviços. A situação destes rendeiros é a mais precária possível. Raramente se faziam contratos escritos, e mesmo não havia autoridades para os sancionar. Na propriedade quem domina incontrastavelmente é o senhor. Todos os que se fixam em suas terras cedem, em troca da gleba que cultivam para seu sustento e da proteção que lhes outorga o senhor contra outros mandões do sertão ou a própria Justiça, praticamente, toda a liberdade”.
PRADO JR., Caio. Evolução política do Brasil e outros estudos. São Paulo: Editora Brasiliense, 1953 (texto adaptado).
A partir da leitura do excerto desse historiador, os estudantes devem ser instados a interpretarem a estrutura de classes que compunha a sociedade colonial e suas interrelações de dependência. Dessa atividade, resulta a compreensão de que
“Esta massa de escravos, índios ou negros, constituía a maior parte da população colonial. (...). Ao lado de pequenos proprietários encontramos o tipo mais comum dos agregados. São estes os indivíduos – em geral escravos libertos ou mestiços espúrios - que vivem nos grandes domínios prestando aos senhores toda sorte de serviços: guarda da propriedade, mensageiro, etc. Entre eles figuram também os rendeiros, que pagam seus aluguéis em dinheiro ou mais comumente em produtos naturais ou em serviços. A situação destes rendeiros é a mais precária possível. Raramente se faziam contratos escritos, e mesmo não havia autoridades para os sancionar. Na propriedade quem domina incontrastavelmente é o senhor. Todos os que se fixam em suas terras cedem, em troca da gleba que cultivam para seu sustento e da proteção que lhes outorga o senhor contra outros mandões do sertão ou a própria Justiça, praticamente, toda a liberdade”.
PRADO JR., Caio. Evolução política do Brasil e outros estudos. São Paulo: Editora Brasiliense, 1953 (texto adaptado).
A partir da leitura do excerto desse historiador, os estudantes devem ser instados a interpretarem a estrutura de classes que compunha a sociedade colonial e suas interrelações de dependência. Dessa atividade, resulta a compreensão de que
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Leia o texto.
“O ciclo da fronteira agrícola pode ser descrito em quatro fases interconectadas no tempo. Na primeira, a ocupação está sendo concebida por meio de programas e projetos de ____________. Na segunda, se inicia a organização ____________ com as cidades, serviços, estradas etc. Na terceira fase, dita de consolidação, a fronteira perde a ____________ no espaço e adquire uma dinâmica ____________ própria. Na última fase, a fronteira integra-se ao espaço ____________ e ____________.”
WEIHS, Marla; SAYAGO, Doris; TOURRAND, Jean-François. Dinâmica da fronteira agrícola do Mato Grosso e implicações para a saúde. Estudos Avançados, 31 (89), 2017. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/DhyCPcX6j9ypfThszpyzcdb/. Acesso em: 17 abril 2025. Adaptado.
Em sequência, as palavras que completam corretamente essas lacunas são:
“O ciclo da fronteira agrícola pode ser descrito em quatro fases interconectadas no tempo. Na primeira, a ocupação está sendo concebida por meio de programas e projetos de ____________. Na segunda, se inicia a organização ____________ com as cidades, serviços, estradas etc. Na terceira fase, dita de consolidação, a fronteira perde a ____________ no espaço e adquire uma dinâmica ____________ própria. Na última fase, a fronteira integra-se ao espaço ____________ e ____________.”
WEIHS, Marla; SAYAGO, Doris; TOURRAND, Jean-François. Dinâmica da fronteira agrícola do Mato Grosso e implicações para a saúde. Estudos Avançados, 31 (89), 2017. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/DhyCPcX6j9ypfThszpyzcdb/. Acesso em: 17 abril 2025. Adaptado.
Em sequência, as palavras que completam corretamente essas lacunas são:
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De acordo com a historiografia mato-grossense e sul-matogrossense, qual foi a importância do término da Guerra do
Paraguai (1864-1870) para a região?
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O hino do município de Xanxerê exalta suas
características e história. Dentre os versos apresentados
abaixo, qual deles NÃO faz parte da composição oficial do
hino?
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Assinale a alternativa que apresenta uma interpretação
INCORRETA de um dos elementos ou cores presentes no
brasão do Município de Xanxerê.
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O Brasão de Armas de Xanxerê possui diversos
elementos com significados heráldicos específicos.
Analisando a descrição e a interpretação simbólica apresentadas, qual das seguintes afirmações sobre o brasão NÃO corresponde à verdade?
Analisando a descrição e a interpretação simbólica apresentadas, qual das seguintes afirmações sobre o brasão NÃO corresponde à verdade?
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