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Foram encontradas 39.905 questões.

3454947 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Analise a reprodução da obra Latas de Sopa Campbell, de Andy Warhol, produzida em 1962, e leia o excerto do livro Arte Pop, de David McCarthy.

Texto 1

Enunciado 3998100-1

(https://origins.osu.edu)

Texto 2

As declarações de artistas pop sugerem que eles estavam não só familiarizados, mas à vontade no mundo da produção e do consumo do pós-guerra. Embora o tema de sua arte reconhecesse diretamente a rápida disseminação de bens comerciais disponíveis em quantidades crescentes ao longo da década de 1950, o estilo dessa arte adotava o desenho chamativo da propaganda. O status da arte pop como produto é inseparável de seu apelo por consumo.

(Arte Pop, 2002. Adaptado.)

No período pós-Segunda Guerra, a estreita relação entre o movimento Pop Art e a estética da propaganda deve-se à

 

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3454946 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Texto 1

Enunciado 3998099-1

(Gerson Pastre de Oliveira (org.). Pesquisa em educação e educação matemática: um olhar sobre a metodologia, 2019. Adaptado.)

Texto 2

O conhecimento teórico da natureza — originariamente ligado à geometria — como visão ideal da perfeição harmoniosa do cosmo foi se desenvolvendo paralelamente à evolução da matemática, deixando, assim, de forma paulatina, de ser simples forma de contemplação da realidade, para adquirir o caráter de um instrumento de conhecimento da natureza.

(Milton Vargas. “História da matematização da natureza”. Estudos Avançados, 1996.)

A relação entre Filosofia e Matemática advém de um longo período da história da humanidade. Pode-se observar tal relação, a partir dos textos 1 e 2, pela

 

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3454945 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Não existe definição objetiva, nem muito menos neutra, daquilo que é ou não a ciência. Esta tanto pode ser uma procura metódica do saber quanto um modo de interpretar a realidade; tanto pode ser uma instituição, com seus grupos de pressão, seus preconceitos, suas recompensas oficiais, quanto uma atuação subordinada a instâncias administrativas, políticas ou ideológicas. Se perguntarmos sobre o modo de funcionamento da ciência, sobre seu papel social, sobre sua maneira de explicar os fenômenos e de compreender o ser humano no mundo, perceberemos facilmente que as condições reais em que são produzidos os conhecimentos objetivos e racionalizados estão banhadas por uma inegável atmosfera sócio-político-cultural.

(Hilton Japiassu. O mito da neutralidade científica, 1975. Adaptado.)

A consideração de Hilton Japiassu em relação à neutralidade da ciência destaca

 

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3454931 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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O verdadeiro horror dos campos de concentração e de extermínio reside no fato de os internados, mesmo que consigam manter-se vivos, estarem mais isolados do mundo dos vivos do que se tivessem morrido, porque o horror compele ao esquecimento. No mundo concentracionário, mata-se um homem tão impessoalmente como se mata um mosquito. Uma pessoa pode morrer em consequência de tortura ou de fome sistemática, ou porque o campo está superpovoado e há necessidade de liquidar o material humano supérfluo.

(Hannah Arendt. O sistema totalitário, 1978.)

Ao caracterizar a peculiaridade das ações nazistas nos campos de concentração e de extermínio, o excerto refere-se diretamente

 

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3454929 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Analise a imagem, que mostra a queima de café em Santos, SP, em 1931.

Enunciado 3998082-1

(https://epoca.oglobo.globo.com)

A cena, ocorrida durante o governo provisório de Getúlio Vargas, resulta

 

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3454928 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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A América independente, a América Latina, traz no íntimo a América pré-colombiana, que desponta por todos os seus poros, resistindo ao novo cerco, agora em forma de Estados nacionais que se estabeleceram violentando as linhas históricas de demarcação das diferentes culturas. Em muitos casos, os povos foram fragmentados pelas fronteiras nacionais, e seus fluxos, interrompidos ou entorpecidos.

(Ana Esther Ceceña. “Uma versão mesoamericana da América Latina”. In: Adauto Novaes (org.). Oito visões da América Latina, 2006.)

Com base no trecho, conclui-se que “a América independente, a América Latina, traz no íntimo a América pré- -colombiana”,

 

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3454927 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Observe as imagens. A da esquerda é intitulada “Plantas do Orquidário Moderno” (1845). A da direita intitula-se “Madame Professora” (1846).

Enunciado 3998080-1

(In: Peter Gay. A experiência burguesa da Rainha Vitória a Freud: a educação dos sentidos, 1988.)

As duas imagens referem-se a algumas sociedades europeias do século XIX e

 

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3454926 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Não reconhecendo nós outra soberania mais de que a soberania do povo, para ela apelamos. […]

Neste país, que se presume constitucional, e onde só deveriam ter ação poderes delegados, […] só há um poder ativo, […] poder sagrado inviolável e irresponsável.

O privilégio, em todas as suas relações com a sociedade — tal é, em síntese, a fórmula social e política do nosso país —, privilégio de religião, privilégio de raça, privilégio de sabedoria, privilégio de posição, isto é, todas as distinções arbitrárias e odiosas que criam no seio da sociedade civil e política a monstruosa superioridade de um sobre todos ou de alguns sobre muitos. […]

A autonomia das províncias é, pois, para nós mais do que um interesse imposto pela solidariedade dos direitos e das relações provinciais, é um princípio cardeal e solene que inscrevemos na nossa bandeira.

(“Manifesto Republicano de 1870”. In: Américo Brasiliense. Os programas dos partidos e o 2o Império, 1878.)

O trecho transcrito permite caracterizar o Manifesto Republicano como

 

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3454925 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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O que o Carnaval [na Idade Moderna] significava para o povo que participava dele? Num sentido, a pergunta é desnecessária. O Carnaval era um feriado, uma brincadeira, um fim em si mesmo, dispensando qualquer explicação ou justificativa. Era uma ocasião de êxtase e liberação. [...] Por que o povo usava máscaras com narigões, por que atiravam ovos? [...]

Havia três temas principais no Carnaval, reais e simbólicos: comida, sexo e violência.

(Peter Burke. Cultura popular na Idade Moderna, 1989.)

“O Carnaval sempre foi um ato político, ele está longe de ser uma festa da alienação [...]”, diz o historiador e professor Luiz Antonio Simas.

[...]

“O Carnaval quebra um padrão de normatividade que é regra durante todo o ano. É nesse momento que os grupos mais vulneráveis se sentem mais livres para exercer toda a sua diversidade”, diz Simas.

(Isabela Palhares. “Carnaval pós-restrições da pandemia é apoteose da folia, dizem historiadores”. www.folha.uol.com.br, 20.02.2023.)

Os excertos abordam o significado do Carnaval em dois períodos históricos bastante distintos e

 

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3454924 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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O espaço urbano é onde proliferavam a pobreza e certa autonomia dos desqualificados sociais, bastante incômoda para as autoridades. Era justamente este o espaço social das mulheres pobres, livres, forras e escravizadas. Circulavam pelas fontes públicas, tanques, lavadouros, pontes, ruas e praças da cidade, onde era jogado o lixo das casas e o mato crescia a ponto de ocultar escravizados fugidos: o seu espaço social era justamente o ponto de interseção onde se alternavam e se sobrepunham as áreas de convívio das vizinhanças e dos forasteiros; a do fisco municipal e a do pequeno comércio clandestino; as margens da escravidão e do trabalho livre, o espaço do trabalho doméstico e o de sua extensão ou comercialização pelas ruas…

(Maria Odila Leite da Silva Dias. “Mulheres sem história”. In: Revista de História, 1983. Adaptado.)

Ao tratar de São Paulo do século XVIII, o excerto estabelece um paralelo entre a condição das mulheres no espaço urbano e

 

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