Após a constatação do fracasso do oralismo resultado do
congresso de Milão (1880) e das legislações vigentes no Brasil,
atualmente a educação de surdos é balizada pela abordagem
denominada de:
Os parâmetros são unidades mínimas que compõem a
Libras, são um conjunto de especificidades que possibilitam a
sistematização da língua. Um desses parâmetros é o Ponto de
Articulação (PA), que é a localização onde o sinal é realizado,
os sinais podem ser articulados em espaço neutro ou em
contato com o corpo. É um exemplo de sinal que é realizado no
espaço neutro:
De acordo com a Federação Brasileira das Associações
dos Profissionais Tradutores e Intérpretes e Guias-Intérpretes de
Língua de Sinais (Febrapils), o código de conduta e ética é um
instrumento que busca alcançar um padrão de profissionalismo e
conduta ética entre os tradutores e intérpretes e guias-intérpretes
de Língua de Sinais. Segundo o documento, é vedado ao TILS:
Mesmo que sua atuação tenha sido iniciada no ambiente
religioso e tenha havido grande expansão em sua atuação no
ambiente educacional, a profissão do tradutor intérprete de Libras
somente foi reconhecida pela:
O essencial é entendermos que a cultura surda é como algo
que penetra na pele do povo surdo que participa das comunidades
surdas, que compartilha algo que tem em comum, seu conjunto
de normas, valores e de comportamentos (Strobel, 2009, p. 25).
A autora aponta que há 8 artefatos culturais da comunidade surda.
Dois exemplos deles são artefato:
O tradutor intérprete de Libras é um profissional que somente
foi reconhecido no Brasil no ano de 2010. No entanto, essa
profissão já vem sendo desempenhada desde a década de 1990,
principalmente:
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) constituí papel
fundamental na formação identitária da pessoa surda.
Considerando sua importância constituinte, a Libras:
Os sinais em Libras podem ser realizados com uma mão,
com duas mãos iguais ou com duas mãos diferentes. É exemplo
de um sinal de configuração de mão monomanual assimétrico:
No ano de 1880, em Milão, ocorreu o Congresso de
Educação de surdos que definiu a primeira abordagem de
educação de surdos, que foi definida como “holocausto linguístico,
cognitivo e cultural que viveram os surdos” (Skliar, 2016, p. 16). Essa
abordagem é o(a):