Foram encontradas 3.554 questões.
Assinale a opção que apresenta corretamente um marco histórico da Museologia no Brasil.
Provas
Leia o trecho a seguir.
Primeiramente, havia os objetos materiais. Depois, os museus, ocupando o centro do ramo de conhecimentos e práticas específicos que foi chamado de museologia. Entre alguns outros pensadores pioneiros, e talvez o mais proeminente deles, Zbynek Zbyslav Stránský (1926-2016) foi responsável pela primeira tentativa contemporânea de dar alguma estrutura à recémnascida disciplina da segunda metade do século XX.
Fonte: Brulon, Bruno. “Provocando a Museologia: o pensamento geminal de Zbynˇek Z. Stránský e a Escola de Brno”. Anais do Museu Paulista. v.25. n.1. 2017, p. 404.
Com base na leitura do trecho e com a concepção contemporânea da disciplina, é correto afirmar que a museologia:
Provas
Leia, a seguir, a declaração da diretora do Museu Histórico Nacional do Chile.
A ideia de renovar o roteiro curatorial nasceu em 2013, após um diagnóstico que revelou os pontos fracos do museu: uma visão conservadora e parcial dos acontecimentos políticos e sociais, com pouca representação de mulheres, povos indígenas, regiões e movimentos sociais. Desde então, o museu tem se aberto ao debate público, convocando especialistas e intelectuais, líderes sociais e pessoas comuns para atender às demandas de uma nova narrativa histórica.
Adaptado de: https://www.latercera.com/culto/2019/12/21/ponce-leonlegitimacion-museo/
Com base na leitura do trecho, assinale a opção que indica corretamente a tendência museológica que influencia as renovações pelas quais o museu está passando.
Provas
Assinale a opção que apresenta corretamente diretrizes para a gestão de acervo museológico.
Provas
O patrimônio arqueológico faz parte do conjunto de bens culturais acautelados em âmbito federal e está dividido em duas categorias: os bens móveis e os bens imóveis. Os bens arqueológicos móveis são, como o próprio nome diz, caracterizados por sua mobilidade, e podem ser representados por peças avulsas, coleções e acervos.
Fonte: https://www.gov.br/iphan/pt-br/patrimonio-cultural/patrimonioarqueologico/diretrizes_preservacao_bens_arqueologicos_moveis.pdf
É correto afirmar que o processo de musealização dos bens arqueológicos móveis enfatiza o valor
Provas
Leia o trecho a seguir.
O século XIX viveu dos museus; ainda vivemos deles e esquecemos que impuseram ao espectador uma relação totalmente nova com a obra de arte. Contribuíram para libertar da sua função as obras de arte que reuniam, para transformar em quadros até mesmo os retratos. O museu suprime de quase todos os retratos, quase todos os modelos, ao mesmo tempo que extirpa a função às obras de arte; mas apenas imagens de coisas, diferentes das próprias coisas, e retirando desta diferença específica a sua razão de ser. O museu é um confronto de metamorfoses.
Adaptado de Malraux, André. O museu imaginário. Lisboa: Edições 70, 2011, pp. 9- 10.
Com base na leitura do trecho, assinale a opção que apresenta corretamente a função dos museus no que diz respeito às obras de arte.
Provas
Leia os seguintes depoimentos de moradores sobre suas relações com o Museu de Arqueologia de Itaipu, em Niterói, Rio de Janeiro.
I. A relação com o Museu era nenhuma, né? Era a pior possível. Porque o Museu nunca foi neutro aqui em Itaipu. O Museu sempre foi algo ruim em Itaipu. Em 1989, nós tentamos colocar luz em Itaipu. O Museu paralisou a obra, porque não queria luz aqui dentro, sendo que no Museu tinha luz. Quer dizer, além de ter derrubado as nossas casas para ser construído, o Museu ainda atrapalhava as melhorias pra Vila, como esse caso da iluminação.
Adaptado de: Araújo, Mirela de. As narrativas, o território e os pescadores artesanais: política e processos comunicacionais no Museu de Arqueologia de Itaipu. Dissertação, Universidade de São Paulo, 2015, p. 124.
II. Para a gente, que é pescador aqui, eu acredito que o Museu representa uma existência nossa. Na minha opinião, se não fosse o Museu, já teria entrado um movimento imobiliário aqui, e talvez a gente não estivesse mais aqui. Então, para a gente, ele é um bem tombado, e um bem que traz um bemestar. Para mim, o Museu representa um pai, uma mãe. Uma coisa minha. Uma coisa que se identifica comigo. O Museu para mim é uma história, uma vida e uma realidade.
Adaptado de Araújo, Mirela de. As narrativas, o território e os pescadores artesanais: política e processos comunicacionais no Museu de Arqueologia de Itaipu. Dissertação, Universidade de São Paulo, 2015, p. 129.
Assinale a opção que corresponde às relações entre comunidade local e museu expressas nos trechos acima.
Provas
I. percentual de oficinas realizadas conforme o cronograma previsto;
II. percentual de jovens egressos que ingressaram em cursos técnicos ou universidades da área cultural;
III. percentual de participantes que desenvolveram habilidades técnicas e criativas após a formação.
Com base na teoria de avaliação, os indicadores propostos podem ser classificados, respectivamente, como indicadores de:
Provas
(Disponível em: https://whc.unesco.org/archive/convention-pt.pdf)
Com base nesse trecho, analise as afirmativas a seguir, considerando V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s).
( ) O patrimônio cultural e natural é um bem de transmissão intergeracional; por isso, seu valor é excepcional e sua natureza é imaterial.
( ) Os Estados-parte possuem a responsabilidade de proteger os bens situados em seus territórios; por isso, devem instituir um órgão para protegê-los e valorizá-los.
( ) O património cultural e natural é local, mas seu valor é universal; por isso, estão previstos instrumentos de apoio e colaboração internacionais.
A sequência correta é:
Provas
“Primeiro terreiro tombado pelo Iphan, o Terreiro Casa Branca do Engenho Velho, localizado em Salvador (BA), foi reconhecido como Patrimônio Cultural Brasileiro e inscrito nos livros do Tombo Histórico e Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, em 1984. O tombamento inclui uma área de 6.800 metros quadrados com edificações, árvores e seus principais objetos sagrados. Segundo a tradição oral, por volta da primeira metade do século XIX, três africanas da nação Nagô fundaram um terreiro de Candomblé em uma roça nos fundos da Igreja da Barroquinha, em pleno centro da cidade.”
(Adaptado de http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1636/)
Considerando a Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais (Unesco, 2005), o histórico de tombamento dos terreiros de religião de matriz africana no Brasil revela:
Provas
Caderno Container