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Inteligências artificiais entram em campo contra e a favor da desinformação 

Enunciado 4986551-1
Enunciado 4986551-2
Enunciado 4986551-3
Enunciado 4986551-4

A narrativa apresentada ao início, envolvendo a suposta morte de professores atribuída ao ChatGPT, tem como principal função no texto
 

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Inteligências artificiais entram em campo contra e a favor da desinformação 

Enunciado 4986550-1
Enunciado 4986550-2
Enunciado 4986550-3
Enunciado 4986550-4

De acordo com o texto, a facilidade de manipulação de modelos de IA generativa representa um perigo porque pode
 

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4053482 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CRM-PA
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fenômeno que explica por que iguanas estão despencando de árvores com onda de frio na Flórida
A Flórida tem enfrentado, nos últimos dias, uma onda de frio incomum para seus padrões climáticos. O estado norte-americano, conhecido como Estado do Sol e tradicionalmente associado a altas temperaturas, registrou no último fim de semana marcas térmicas que não eram observadas havia mais de uma década.
Nas cidades de Miami e Fort Lauderdale, principais centros urbanos do sul da Flórida, os termômetros chegaram a indicar mínimas próximas de zero grau centígrado, os níveis mais baixos desde 2010. Entre os animais mais afetados por esse fenômeno estão as iguanas.
As baixas temperaturas provocam nesses répteis uma condição de imobilidade, semelhante a um estado catatônico ou de paralisia temporária. Quando dormem nas árvores, as iguanas perdem a firmeza do corpo e caem no chão. Apesar da aparência inerte, elas permanecem vivas.
Outros répteis, como tartarugas marinhas e cobras, também sofrem episódios de hipotermia durante períodos de frio intenso. No caso específico das iguanas, a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida emitiu alertas sobre o risco de quedas desses animais das árvores em razão das temperaturas extremas registradas recentemente. 
Diante da situação, uma ordem executiva excepcional passou a permitir que cidadãos que presenciarem a queda de iguanas em suas propriedades possam removê-las e encaminhá-las às autoridades competentes. A comissão reforça que a iguana-verde é considerada uma espécie invasora, cuja presença causa impactos negativos aos ecossistemas locais.
As autoridades também reiteraram advertências já feitas em anos anteriores sobre os riscos de levar esses animais para dentro de casas ou veículos na tentativa de aquecê-los. Segundo a comissão, iguanas-verdes selvagens podem se recuperar rapidamente do estado de paralisia causado pelo frio e se tornar agressivas, utilizando caudas, dentes e garras afiadas como defesa.
A maioria das iguanas presentes no sul da Flórida tem origem em regiões mais quentes da América Central e do Sul, onde não há exposição a temperaturas tão baixas. Por serem animais de sangue frio, elas dependem do calor externo para regular a temperatura corporal.
Quando os termômetros caem abaixo de dez graus centígrados, algumas iguanas entram em um estado semelhante à hibernação, tornando-se letárgicas. Para sobreviver, reduzem ao mínimo seus processos corporais, como o fluxo sanguíneo e a frequência cardíaca, e chegam a mudar de coloração, passando do verde vivo para tons acinzentados. Com a elevação das temperaturas, porém, retomam gradualmente suas funções e aparência normais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3vegxl5e76o.adaptado.
Com a elevação das temperaturas, porém, retomam gradualmente suas funções e aparência normais.

Quanto à concordância nominal, é CORRETO afirmar que, nessa frase:
 

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4053481 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CRM-PA
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fenômeno que explica por que iguanas estão despencando de árvores com onda de frio na Flórida
A Flórida tem enfrentado, nos últimos dias, uma onda de frio incomum para seus padrões climáticos. O estado norte-americano, conhecido como Estado do Sol e tradicionalmente associado a altas temperaturas, registrou no último fim de semana marcas térmicas que não eram observadas havia mais de uma década.
Nas cidades de Miami e Fort Lauderdale, principais centros urbanos do sul da Flórida, os termômetros chegaram a indicar mínimas próximas de zero grau centígrado, os níveis mais baixos desde 2010. Entre os animais mais afetados por esse fenômeno estão as iguanas.
As baixas temperaturas provocam nesses répteis uma condição de imobilidade, semelhante a um estado catatônico ou de paralisia temporária. Quando dormem nas árvores, as iguanas perdem a firmeza do corpo e caem no chão. Apesar da aparência inerte, elas permanecem vivas.
Outros répteis, como tartarugas marinhas e cobras, também sofrem episódios de hipotermia durante períodos de frio intenso. No caso específico das iguanas, a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida emitiu alertas sobre o risco de quedas desses animais das árvores em razão das temperaturas extremas registradas recentemente. 
Diante da situação, uma ordem executiva excepcional passou a permitir que cidadãos que presenciarem a queda de iguanas em suas propriedades possam removê-las e encaminhá-las às autoridades competentes. A comissão reforça que a iguana-verde é considerada uma espécie invasora, cuja presença causa impactos negativos aos ecossistemas locais.
As autoridades também reiteraram advertências já feitas em anos anteriores sobre os riscos de levar esses animais para dentro de casas ou veículos na tentativa de aquecê-los. Segundo a comissão, iguanas-verdes selvagens podem se recuperar rapidamente do estado de paralisia causado pelo frio e se tornar agressivas, utilizando caudas, dentes e garras afiadas como defesa.
A maioria das iguanas presentes no sul da Flórida tem origem em regiões mais quentes da América Central e do Sul, onde não há exposição a temperaturas tão baixas. Por serem animais de sangue frio, elas dependem do calor externo para regular a temperatura corporal.
Quando os termômetros caem abaixo de dez graus centígrados, algumas iguanas entram em um estado semelhante à hibernação, tornando-se letárgicas. Para sobreviver, reduzem ao mínimo seus processos corporais, como o fluxo sanguíneo e a frequência cardíaca, e chegam a mudar de coloração, passando do verde vivo para tons acinzentados. Com a elevação das temperaturas, porém, retomam gradualmente suas funções e aparência normais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3vegxl5e76o.adaptado.
O estado norte-americano, conhecido como Estado do Sol e tradicionalmente associado a altas temperaturas, registrou no último fim de semana marcas térmicas que não eram observadas havia mais de uma década.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nesse período:
 

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4053480 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CRM-PA
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fenômeno que explica por que iguanas estão despencando de árvores com onda de frio na Flórida
A Flórida tem enfrentado, nos últimos dias, uma onda de frio incomum para seus padrões climáticos. O estado norte-americano, conhecido como Estado do Sol e tradicionalmente associado a altas temperaturas, registrou no último fim de semana marcas térmicas que não eram observadas havia mais de uma década.
Nas cidades de Miami e Fort Lauderdale, principais centros urbanos do sul da Flórida, os termômetros chegaram a indicar mínimas próximas de zero grau centígrado, os níveis mais baixos desde 2010. Entre os animais mais afetados por esse fenômeno estão as iguanas.
As baixas temperaturas provocam nesses répteis uma condição de imobilidade, semelhante a um estado catatônico ou de paralisia temporária. Quando dormem nas árvores, as iguanas perdem a firmeza do corpo e caem no chão. Apesar da aparência inerte, elas permanecem vivas.
Outros répteis, como tartarugas marinhas e cobras, também sofrem episódios de hipotermia durante períodos de frio intenso. No caso específico das iguanas, a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida emitiu alertas sobre o risco de quedas desses animais das árvores em razão das temperaturas extremas registradas recentemente. 
Diante da situação, uma ordem executiva excepcional passou a permitir que cidadãos que presenciarem a queda de iguanas em suas propriedades possam removê-las e encaminhá-las às autoridades competentes. A comissão reforça que a iguana-verde é considerada uma espécie invasora, cuja presença causa impactos negativos aos ecossistemas locais.
As autoridades também reiteraram advertências já feitas em anos anteriores sobre os riscos de levar esses animais para dentro de casas ou veículos na tentativa de aquecê-los. Segundo a comissão, iguanas-verdes selvagens podem se recuperar rapidamente do estado de paralisia causado pelo frio e se tornar agressivas, utilizando caudas, dentes e garras afiadas como defesa.
A maioria das iguanas presentes no sul da Flórida tem origem em regiões mais quentes da América Central e do Sul, onde não há exposição a temperaturas tão baixas. Por serem animais de sangue frio, elas dependem do calor externo para regular a temperatura corporal.
Quando os termômetros caem abaixo de dez graus centígrados, algumas iguanas entram em um estado semelhante à hibernação, tornando-se letárgicas. Para sobreviver, reduzem ao mínimo seus processos corporais, como o fluxo sanguíneo e a frequência cardíaca, e chegam a mudar de coloração, passando do verde vivo para tons acinzentados. Com a elevação das temperaturas, porém, retomam gradualmente suas funções e aparência normais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3vegxl5e76o.adaptado.
Diante da situação, uma ordem executiva excepcional passou a permitir que cidadãos que "presenciarem" a queda de iguanas em suas propriedades.

O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
 

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4053479 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CRM-PA
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fenômeno que explica por que iguanas estão despencando de árvores com onda de frio na Flórida
A Flórida tem enfrentado, nos últimos dias, uma onda de frio incomum para seus padrões climáticos. O estado norte-americano, conhecido como Estado do Sol e tradicionalmente associado a altas temperaturas, registrou no último fim de semana marcas térmicas que não eram observadas havia mais de uma década.
Nas cidades de Miami e Fort Lauderdale, principais centros urbanos do sul da Flórida, os termômetros chegaram a indicar mínimas próximas de zero grau centígrado, os níveis mais baixos desde 2010. Entre os animais mais afetados por esse fenômeno estão as iguanas.
As baixas temperaturas provocam nesses répteis uma condição de imobilidade, semelhante a um estado catatônico ou de paralisia temporária. Quando dormem nas árvores, as iguanas perdem a firmeza do corpo e caem no chão. Apesar da aparência inerte, elas permanecem vivas.
Outros répteis, como tartarugas marinhas e cobras, também sofrem episódios de hipotermia durante períodos de frio intenso. No caso específico das iguanas, a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida emitiu alertas sobre o risco de quedas desses animais das árvores em razão das temperaturas extremas registradas recentemente. 
Diante da situação, uma ordem executiva excepcional passou a permitir que cidadãos que presenciarem a queda de iguanas em suas propriedades possam removê-las e encaminhá-las às autoridades competentes. A comissão reforça que a iguana-verde é considerada uma espécie invasora, cuja presença causa impactos negativos aos ecossistemas locais.
As autoridades também reiteraram advertências já feitas em anos anteriores sobre os riscos de levar esses animais para dentro de casas ou veículos na tentativa de aquecê-los. Segundo a comissão, iguanas-verdes selvagens podem se recuperar rapidamente do estado de paralisia causado pelo frio e se tornar agressivas, utilizando caudas, dentes e garras afiadas como defesa.
A maioria das iguanas presentes no sul da Flórida tem origem em regiões mais quentes da América Central e do Sul, onde não há exposição a temperaturas tão baixas. Por serem animais de sangue frio, elas dependem do calor externo para regular a temperatura corporal.
Quando os termômetros caem abaixo de dez graus centígrados, algumas iguanas entram em um estado semelhante à hibernação, tornando-se letárgicas. Para sobreviver, reduzem ao mínimo seus processos corporais, como o fluxo sanguíneo e a frequência cardíaca, e chegam a mudar de coloração, passando do verde vivo para tons acinzentados. Com a elevação das temperaturas, porém, retomam gradualmente suas funções e aparência normais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3vegxl5e76o.adaptado.
O texto apresenta os efeitos de uma onda de frio incomum na Flórida e descreve, de forma articulada, as consequências fisiológicas para as iguanas e as medidas adotadas pelas autoridades.

De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
 

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4053478 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CRM-PA
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O fenômeno que explica por que iguanas estão despencando de árvores com onda de frio na Flórida
A Flórida tem enfrentado, nos últimos dias, uma onda de frio incomum para seus padrões climáticos. O estado norte-americano, conhecido como Estado do Sol e tradicionalmente associado a altas temperaturas, registrou no último fim de semana marcas térmicas que não eram observadas havia mais de uma década.
Nas cidades de Miami e Fort Lauderdale, principais centros urbanos do sul da Flórida, os termômetros chegaram a indicar mínimas próximas de zero grau centígrado, os níveis mais baixos desde 2010. Entre os animais mais afetados por esse fenômeno estão as iguanas.
As baixas temperaturas provocam nesses répteis uma condição de imobilidade, semelhante a um estado catatônico ou de paralisia temporária. Quando dormem nas árvores, as iguanas perdem a firmeza do corpo e caem no chão. Apesar da aparência inerte, elas permanecem vivas.
Outros répteis, como tartarugas marinhas e cobras, também sofrem episódios de hipotermia durante períodos de frio intenso. No caso específico das iguanas, a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida emitiu alertas sobre o risco de quedas desses animais das árvores em razão das temperaturas extremas registradas recentemente. 
Diante da situação, uma ordem executiva excepcional passou a permitir que cidadãos que presenciarem a queda de iguanas em suas propriedades possam removê-las e encaminhá-las às autoridades competentes. A comissão reforça que a iguana-verde é considerada uma espécie invasora, cuja presença causa impactos negativos aos ecossistemas locais.
As autoridades também reiteraram advertências já feitas em anos anteriores sobre os riscos de levar esses animais para dentro de casas ou veículos na tentativa de aquecê-los. Segundo a comissão, iguanas-verdes selvagens podem se recuperar rapidamente do estado de paralisia causado pelo frio e se tornar agressivas, utilizando caudas, dentes e garras afiadas como defesa.
A maioria das iguanas presentes no sul da Flórida tem origem em regiões mais quentes da América Central e do Sul, onde não há exposição a temperaturas tão baixas. Por serem animais de sangue frio, elas dependem do calor externo para regular a temperatura corporal.
Quando os termômetros caem abaixo de dez graus centígrados, algumas iguanas entram em um estado semelhante à hibernação, tornando-se letárgicas. Para sobreviver, reduzem ao mínimo seus processos corporais, como o fluxo sanguíneo e a frequência cardíaca, e chegam a mudar de coloração, passando do verde vivo para tons acinzentados. Com a elevação das temperaturas, porém, retomam gradualmente suas funções e aparência normais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3vegxl5e76o.adaptado.
Outros répteis, como tartarugas marinhas e cobras, também sofrem episódios de "hipotermia" durante períodos de frio intenso.

Quanto à formação da palavra destacada, é correto afirmar que:
 

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4053403 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CRM-PA
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No caso do Purpureocillium atlanticum, os pesquisadores localizaram no chão da floresta uma estrutura visível do fungo.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:
 

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4053402 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CRM-PA
Provas:
Novo fungo zumbi é descoberto na Mata Atlântica do Rio de Janeiro
Cientistas identificaram uma nova espécie de fungo durante uma expedição científica realizada em uma reserva florestal de Nova Friburgo, na região serrana do Rio de Janeiro. O organismo recebeu o nome de Purpureocillium atlanticum, em referência à coloração arroxeada de suas estruturas e ao bioma da Mata Atlântica, onde foi encontrado.
A descoberta ganhou destaque internacional ao ser incluída entre as descrições mais relevantes de novas espécies vegetais e fúngicas do ano. O fungo apresenta um comportamento altamente especializado: ele infecta aranhas de alçapão, artrópodes que vivem no solo e constroem armadilhas subterrâneas para capturar presas.
O termo fungo zumbi é usado para descrever organismos capazes de invadir o corpo de seus hospedeiros e controlar processos vitais até a morte. No caso do Purpureocillium atlanticum, os pesquisadores localizaram no chão da floresta uma estrutura visível do fungo, chamada corpo de frutificação, responsável pela liberação dos esporos. Ao escavar o local, verificaram que o organismo havia se desenvolvido a partir de uma aranha já morta.
Os esporos do fungo penetram o exoesqueleto do hospedeiro e alcançam a hemolinfa, onde passam a se reproduzir rapidamente. Durante esse processo, o fungo libera substâncias que neutralizam o sistema de defesa da aranha, levando-a à morte e permitindo a completa colonização do corpo.
Espécies semelhantes já haviam sido registradas em outros países, mas análises genéticas mais detalhadas mostraram que elas não pertenciam a uma única espécie, como se pensava anteriormente. O que existia, na verdade, era um conjunto de espécies distintas, reunidas sob uma mesma classificação. A nova espécie brasileira faz parte desse grupo, agora reconhecido como um complexo mais diverso do que se imaginava.
A identificação só foi possível graças ao uso de tecnologias portáteis de sequenciamento genético, que permitem analisar o material ainda fresco no próprio local da coleta, aumentando a precisão dos estudos.
A descoberta reforça o quanto ainda se conhece pouco sobre o universo dos fungos. Estimativas indicam que existam milhões de espécies no planeta, das quais apenas uma pequena parcela foi descrita. Conhecer essa diversidade é estratégico, especialmente pelo potencial desses organismos na produção de substâncias de interesse médico.
Segundo os pesquisadores, muitos fungos precisam competir com bactérias e outros microrganismos para sobreviver, o que os leva a produzir compostos com possível ação antibiótica. Em um cenário de mudanças climáticas e desafios sanitários, compreender melhor esse grupo pode abrir caminhos para soluções mais sustentáveis e inovadoras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o.adaptado
o organismo recebeu o nome de Purpureocillium atlanticum, em referência à coloração arroxeada de suas estruturas e ao bioma da Mata Atlântica.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase,
 

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4053401 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: CRM-PA
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Novo fungo zumbi é descoberto na Mata Atlântica do Rio de Janeiro
Cientistas identificaram uma nova espécie de fungo durante uma expedição científica realizada em uma reserva florestal de Nova Friburgo, na região serrana do Rio de Janeiro. O organismo recebeu o nome de Purpureocillium atlanticum, em referência à coloração arroxeada de suas estruturas e ao bioma da Mata Atlântica, onde foi encontrado.
A descoberta ganhou destaque internacional ao ser incluída entre as descrições mais relevantes de novas espécies vegetais e fúngicas do ano. O fungo apresenta um comportamento altamente especializado: ele infecta aranhas de alçapão, artrópodes que vivem no solo e constroem armadilhas subterrâneas para capturar presas.
O termo fungo zumbi é usado para descrever organismos capazes de invadir o corpo de seus hospedeiros e controlar processos vitais até a morte. No caso do Purpureocillium atlanticum, os pesquisadores localizaram no chão da floresta uma estrutura visível do fungo, chamada corpo de frutificação, responsável pela liberação dos esporos. Ao escavar o local, verificaram que o organismo havia se desenvolvido a partir de uma aranha já morta.
Os esporos do fungo penetram o exoesqueleto do hospedeiro e alcançam a hemolinfa, onde passam a se reproduzir rapidamente. Durante esse processo, o fungo libera substâncias que neutralizam o sistema de defesa da aranha, levando-a à morte e permitindo a completa colonização do corpo.
Espécies semelhantes já haviam sido registradas em outros países, mas análises genéticas mais detalhadas mostraram que elas não pertenciam a uma única espécie, como se pensava anteriormente. O que existia, na verdade, era um conjunto de espécies distintas, reunidas sob uma mesma classificação. A nova espécie brasileira faz parte desse grupo, agora reconhecido como um complexo mais diverso do que se imaginava.
A identificação só foi possível graças ao uso de tecnologias portáteis de sequenciamento genético, que permitem analisar o material ainda fresco no próprio local da coleta, aumentando a precisão dos estudos.
A descoberta reforça o quanto ainda se conhece pouco sobre o universo dos fungos. Estimativas indicam que existam milhões de espécies no planeta, das quais apenas uma pequena parcela foi descrita. Conhecer essa diversidade é estratégico, especialmente pelo potencial desses organismos na produção de substâncias de interesse médico.
Segundo os pesquisadores, muitos fungos precisam competir com bactérias e outros microrganismos para sobreviver, o que os leva a produzir compostos com possível ação antibiótica. Em um cenário de mudanças climáticas e desafios sanitários, compreender melhor esse grupo pode abrir caminhos para soluções mais sustentáveis e inovadoras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o.adaptado
Segundo os pesquisadores, muitos fungos precisam competir com bactérias e outros microrganismos para sobreviver, o que os "leva" a produzir compostos com possível ação antibiótica.
De acordo com as regras de regência verbal, é correto afirmar que, na frase apresentada:
 

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