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Leia o texto abaixo para responder a questão.
O Papel da IA na Triagem e Diagnóstico de Câncer
A aplicação da Inteligência Artificial (IA) em programas de triagem e diagnóstico de câncer tem mostrado um impacto positivo significativo na eficiência e precisão desses processos, especialmente no contexto de programas de saúde
pública voltados à detecção precoce de doenças. A IA é particularmente útil na análise de imagens médicas, como mamografias, pois algoritmos avançados conseguem detectar anomalias que indicam a presença de células cancerígenas ou outras
condições suspeitas com alto grau de precisão. Estudos indicam que, em programas de triagem de câncer de mama, como o
na Austrália, a implementação de IA poderia agilizar o fluxo de trabalho e reduzir a carga de trabalho dos radiologistas, mantendo altos níveis de precisão e reduzindo o número de exames analisados repetidamente por profissionais humanos. Isso
ajuda a evitar o cansaço dos profissionais e melhora a eficiência geral do processo de diagnóstico.
No entanto, apesar das vantagens potenciais da IA, os profissionais de saúde expressam preocupações em relação à
responsabilidade e à autonomia, especialmente em cenários em que a IA pode operar de maneira mais autônoma. Radiologistas e outros especialistas geralmente preferem que a IA atue como uma ferramenta de apoio ao diagnóstico, em vez de
substituir completamente o julgamento humano. Essa cautela reflete preocupações com a “desqualificação profissional” –
ou seja, a possibilidade de que a automação excessiva possa levar à perda de habilidades críticas entre os profissionais ao
longo do tempo. Para minimizar esses riscos, uma abordagem gradual de integração de IA, na qual o algoritmo auxilia o
profissional sem eliminar sua participação no processo, é considerada uma prática mais segura e aceitável.
Além disso, o uso da IA como apoio ao diagnóstico na triagem de câncer demonstra que, mesmo sem substituir os
profissionais, essa tecnologia pode facilitar o processo de tomada de decisão. Em estudos recentes, radiologistas indicaram
que se sentem mais confortáveis com a utilização da IA para pré-selecionar imagens que exibem maior probabilidade de
normalidade, permitindo que esses casos sejam examinados com menos intervenção humana direta. Dessa forma, a IA
contribui para a identificação mais rápida de casos complexos, que demandam maior atenção dos profissionais, melhorando
a alocação de recursos humanos no setor de saúde.
Essa integração planejada da IA no diagnóstico médico não apenas melhora o atendimento ao paciente, mas também promove um ambiente de trabalho mais sustentável para os radiologistas, ao reduzir a carga de trabalho repetitiva, e
permitir que eles concentrem seu tempo e habilidades em casos mais críticos. A experiência australiana no uso da IA em
programas de triagem de câncer pode servir como um modelo para outras nações que consideram adotar essas tecnologias
em larga escala.
(BARTHOLOMEU. André Brandolin. A revolução da inteligência artificial na saúde: impacto, oportunidades e desafios pelo mundo. Revista Qualidade HC.
Ribeirão Preto.Disponível em:
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O Papel da IA na Triagem e Diagnóstico de Câncer
A aplicação da Inteligência Artificial (IA) em programas de triagem e diagnóstico de câncer tem mostrado um impacto positivo significativo na eficiência e precisão desses processos, especialmente no contexto de programas de saúde
pública voltados à detecção precoce de doenças. A IA é particularmente útil na análise de imagens médicas, como mamografias, pois algoritmos avançados conseguem detectar anomalias que indicam a presença de células cancerígenas ou outras
condições suspeitas com alto grau de precisão. Estudos indicam que, em programas de triagem de câncer de mama, como o
na Austrália, a implementação de IA poderia agilizar o fluxo de trabalho e reduzir a carga de trabalho dos radiologistas, mantendo altos níveis de precisão e reduzindo o número de exames analisados repetidamente por profissionais humanos. Isso
ajuda a evitar o cansaço dos profissionais e melhora a eficiência geral do processo de diagnóstico.
No entanto, apesar das vantagens potenciais da IA, os profissionais de saúde expressam preocupações em relação à
responsabilidade e à autonomia, especialmente em cenários em que a IA pode operar de maneira mais autônoma. Radiologistas e outros especialistas geralmente preferem que a IA atue como uma ferramenta de apoio ao diagnóstico, em vez de
substituir completamente o julgamento humano. Essa cautela reflete preocupações com a “desqualificação profissional” –
ou seja, a possibilidade de que a automação excessiva possa levar à perda de habilidades críticas entre os profissionais ao
longo do tempo. Para minimizar esses riscos, uma abordagem gradual de integração de IA, na qual o algoritmo auxilia o
profissional sem eliminar sua participação no processo, é considerada uma prática mais segura e aceitável.
Além disso, o uso da IA como apoio ao diagnóstico na triagem de câncer demonstra que, mesmo sem substituir os
profissionais, essa tecnologia pode facilitar o processo de tomada de decisão. Em estudos recentes, radiologistas indicaram
que se sentem mais confortáveis com a utilização da IA para pré-selecionar imagens que exibem maior probabilidade de
normalidade, permitindo que esses casos sejam examinados com menos intervenção humana direta. Dessa forma, a IA
contribui para a identificação mais rápida de casos complexos, que demandam maior atenção dos profissionais, melhorando
a alocação de recursos humanos no setor de saúde.
Essa integração planejada da IA no diagnóstico médico não apenas melhora o atendimento ao paciente, mas também promove um ambiente de trabalho mais sustentável para os radiologistas, ao reduzir a carga de trabalho repetitiva, e
permitir que eles concentrem seu tempo e habilidades em casos mais críticos. A experiência australiana no uso da IA em
programas de triagem de câncer pode servir como um modelo para outras nações que consideram adotar essas tecnologias
em larga escala.
(BARTHOLOMEU. André Brandolin. A revolução da inteligência artificial na saúde: impacto, oportunidades e desafios pelo mundo. Revista Qualidade HC.
Ribeirão Preto.Disponível em:
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Analise o enunciado a seguir e assinale a alternativa correta quanto à análise sintática da oração destacada: "O professor
afirmou que os alunos devem revisar todo o conteúdo antes da prova."
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
Tal pai, tal pet
Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família
O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir
se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um
filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para
ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram
seus animais de estimação como membros da família.
Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que
na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de
rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38%
das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.
O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde
mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou
rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.
“Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele
dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu
Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.
Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos
bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta
de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar
ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.
Opiniões profissionais
Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez
que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão
cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles,
não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.
Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos
oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como
ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .
Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados
a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas
não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.
(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024.
Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
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Tal pai, tal pet
Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família
O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir
se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um
filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para
ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram
seus animais de estimação como membros da família.
Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que
na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de
rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38%
das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.
O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde
mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou
rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.
“Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele
dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu
Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.
Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos
bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta
de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar
ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.
Opiniões profissionais
Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez
que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão
cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles,
não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.
Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos
oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como
ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .
Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados
a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas
não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.
(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024.
Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
I. xodó – a sílaba tônica está na última sílaba.
II. família – a sílaba tônica está na penúltima sílaba;
III. higiene – a sílaba tônica está na última sílaba;
IV. cães – monossílabo tônico.
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Tal pai, tal pet
Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família
O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir
se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um
filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para
ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram
seus animais de estimação como membros da família.
Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que
na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de
rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38%
das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.
O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde
mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou
rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.
“Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele
dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu
Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.
Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos
bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta
de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar
ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.
Opiniões profissionais
Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez
que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão
cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles,
não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.
Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos
oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como
ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .
Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados
a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas
não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.
(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024.
Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
“Fabiano Morais, médico veterinário¹, vê essa tendência² como algo positivo para os animais de estimação, uma vez que, segundo³ ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. ‘Para a gente é ótimo, pois4 estão cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom.’”
1. Aposto explicativo.
2. Objeto direto.
3. Conjunção com ideia de conformidade.
4. Conjunção com ideia de justificação.
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Tal pai, tal pet
Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família
O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir
se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um
filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para
ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram
seus animais de estimação como membros da família.
Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que
na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de
rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38%
das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.
O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde
mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou
rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.
“Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele
dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu
Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.
Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos
bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta
de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar
ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.
Opiniões profissionais
Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez
que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão
cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles,
não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.
Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos
oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como
ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .
Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados
a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas
não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.
(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024.
Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
I. ele acabou virando o "xodó" da casa – palavra com X.
II. Na "hora" não pensei que a tampa seria 60 quilos – palavra com H.
III. carinho e "bem-estar" – palavra com hífen.
IV. voltados a esse "nicho" – palavra com dígrafo.
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Tal pai, tal pet
Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família
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se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um
filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para
ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram
seus animais de estimação como membros da família.
Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que
na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de
rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38%
das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.
O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde
mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou
rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.
“Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele
dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu
Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.
Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos
bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta
de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar
ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.
Opiniões profissionais
Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez
que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão
cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles,
não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.
Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos
oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como
ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .
Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados
a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas
não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.
(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024.
Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
Tal pai, tal pet
Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família
O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir
se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um
filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para
ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram
seus animais de estimação como membros da família.
Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que
na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de
rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38%
das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.
O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde
mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou
rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.
“Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele
dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu
Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.
Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos
bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta
de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar
ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.
Opiniões profissionais
Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez
que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão
cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles,
não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.
Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos
oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como
ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .
Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados
a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas
não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.
(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024.
Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
Tal pai, tal pet
Segundo pesquisa realizada pela a empresa Petz, 88% dos entrevistados consideram seus pets como membros da família
O tema “pais de pet” é algo que está em evidência atualmente nas redes sociais, propondo debates para descobrir
se os tutores podem ou não serem considerados pais, afinal, cuidar de um animalzinho não seria o mesmo que cuidar de um
filho humano. No entanto, Leonardo Costa, jornalista e pai do gato Dudenildo e do cachorro Theobaldo, discorda disso. Para
ele, os amores são semelhantes, já que ser tutor requer dar amor, carinho, cuidados com saúde, higiene, educação e alimentação. De acordo com a pesquisa realizada pela Petz, com 753 pessoas foram ouvidas, 88% dessas pessoas consideram
seus animais de estimação como membros da família.
Leonardo conta que decidiu ser pai de pet após passar a conviver com Theobaldo, o cachorrinho de sua esposa, que
na época era apenas namorada, e acabou se vendo convencido a adotar um gato, o Gruguenildo, que estava em situação de
rua. “Depois da doação, ele acabou virando o xodó da casa”. A Petz destaca que, de acordo com o levantamento feito, 38%
das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida.
O jornalista explicou que, tempos depois, Gruguenildo havia sido atacado por um grupo de cães da região onde
mora, que conseguiu tirar o gato do meio dos cachorros, mas que assustado, ele acabou se escondendo em um bueiro próximo de onde estavam. Em uma tentativa desesperada de resgatar seu pet, Leonardo levantou a tampa do bueiro e acabou
rompendo o tendão do bíceps. “Na hora não pensei que a tampa seria 60 quilos. Ele foi para o veterinário e eu para o hospital, ele quebrou a pata e eu rompi o tendão. Infelizmente ele veio a falecer dois dias depois”.
“Foi o primeiro gato que tive e foi uma paixão muito forte, nunca pensei que fosse gostar tanto de um gato. Ele
dormia na minha cama, ele escutava eu chegando e já ia para a porta, então é um verdadeiro filho… é um filho” definiu
Leonardo ao ser questionado sobre o amor por seu animal de estimação. Tempos depois, o jornalista adotou o gato Dudenildo.
Rosana Baiocô, servidora pública, mãe de sete gatos e simpatizante das causas animais, revela que seu amor pelos
bichinhos é algo que veio de família, uma vez que, desde pequena, ela era acostumada a criar gatos. Ela explica que gosta
de contribuir para algumas ONGs independentes que possuem projetos de custeio de castração, já que ajudam a evitar
ninhadas e reduzir o abandono, ou de reciclagem para montar casinhas de animais em situação de rua.
Opiniões profissionais
Fabiano Morais, médico veterinário, vê essa tendência como algo positivo para os animais de estimação, uma vez
que, segundo ele, antes as pessoas não se preocupavam tanto com o bem-estar de pets. “Para a gente é ótimo, pois estão
cuidando mais de seus bichinhos em relação a exames, raio-X, ultrassom. Assumir essa responsabilidade de cuidar deles,
não apenas ter, mas cuidar também, acho isso excelente”.
Cleber Pires, psicólogo clínico, explica que os seres humanos buscam uma vida reforçada positivamente com prazeres e satisfação e isso pode ser através dos pets, já que os mesmos, por convivência, são capazes de despertar em seus tutores sentimentos de amor, carinho e bem-estar, a ponto de serem tratados como filhos humanos, “Sem contar que eles nos
oferecem lealdade, segurança, contribuindo, assim, para que tenhamos comportamentos psicologicamente saudáveis como
ajudando a combater a ansiedade, estresse, depressão e nos fazem companhia” .
Para Aline Nerissa, estagiária de um pet shop há mais de um ano, a tendência é benéfica para os negócios voltados
a esse nicho, já que são procurados por pessoas que querem cuidar da saúde de seu animal, comprar brinquedos, roupinhas, e vários outros mimos. “Creio que pet shop, hospitais veterinários etc. se mantêm por conta disso, pois se as pessoas
não tivessem tanto apego pelos bichinhos e não os considerassem ‘filhos`, não cuidariam tanto deles”, opinou sobre o assunto.
(ADAPTADO. Maria Eduarda Antunes, postado em 22/05/2024.
Disponível em: https://jornalismo.iesb.br/destaque3/tal-pai-tal-pet/)
I. O fato de 88% dos entrevistados considerarem seus pets como membros da família permite inferir que a relação afetiva entre tutores e animais está se tornando mais valorizada socialmente.
II. Se 38% das pessoas consideram seus animais como uma das coisas mais importantes da vida, é possível deduzir que, para essa parcela, os pets ocupam papel central no bem-estar emocional.
III. Como a pesquisa ouviu 753 pessoas, é possível afirmar que toda a sociedade brasileira pensa da mesma forma em relação aos pets.
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