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4026104 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: SEJUSP-MG
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Amigos para o bem e para o mal

Vera Iaconelli – Psicanalista

Costumamos dizer que é na hora do perrengue que se conhece um verdadeiro amigo. Ele seria a pessoa que não larga nossa mão quando estamos por baixo. Concordo, desde que se leve em conta o outro lado: amigo suporta, igualmente, estar com a gente quando brilhamos. A amizade só se revela no intercâmbio de posições e em diferentes contextos.

Partimos da constatação freudiana de que não há relação isenta de ambivalência e que o amor e o ódio andam de mãos dadas. É através do amor que superamos nossa tendência a controlar ou destruir o outro por medo de que ele nos controle ou destrua antes. A paranoia diante da alteridade está sempre pronta a ser engatilhada; o amor a desarma.

Ele permite que a inveja dê lugar à admiração, sabendo que a primeira está sempre à espreita. Somos crianças egocêntricas que só aprendemos a dividir os brinquedos com prazer sob a condição de um insight: ser o dono da bola não é tão legal quanto ter alguém com quem jogar.

Inveja, ciúme, competição, raiva... as amizades vêm com a paleta completa de afetos humanos, acirrados pela proximidade, pelo convívio e pela longevidade das relações. O que as torna especiais é que nelas o cuidado, a empatia e a intimidade dão mais prazer do que nossa costumeira mesquinhez. Daí que ver o amigo brilhar, quando não consideramos nosso umbigo o centro do universo, pode ser fonte de um genuíno prazer.

Da mesma forma, vê-lo sofrer é dilacerante (e perdê-lo, impensável). A condição para ser um amigo digno do título é que o sadismo diante do sofrimento alheio não roube a cena. Reitero que não existe aqui nenhuma expectativa de que sejamos seres superiores, livres das limitações humanas, mas que o amadurecimento nos permite reconhecê-las, evitar que transbordem em atos danosos e, acima de tudo, desfrutar do prazer de amar e ser amado pelo outro.

O mesmo critério deveria servir para familiares, conhecidos e colegas. Mas estes têm que galgar muitos degraus para receber o especialíssimo título de amigo. A amizade é contingente e implica trocas íntimas e duradouras nas quais podemos nos fiar, quase sempre. Amigos também comem bola, mas ganham no saldo final e por insistência.

Nossos amigos não precisam ser as melhores pessoas do mundo. Basta que sejam as melhores pessoas do nosso mundo. Isso permite que mesmo os bizarros, os malas sem alça e os perdidos de plantão tenham direito a relações significativas na vida. (Considerando que todos somos um pouco bizarros, malas e perdidos, é bom que haja quem nos aguente.)

[...]

No fim das contas, amigo mesmo é aquele que sobrevive ao nosso lado na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, sem sadismo nem inveja demais, e com disponibilidade amorosa ao longo da vida.

Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vera-iaconelli/2025/10/amigos-para-o-bem-e-para-o-mal.shtml). Acesso em: 22 nov. 2025.

Em “Amigos para o bem e para o mal”, o termo em destaque
 

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4026103 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: SEJUSP-MG
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Amigos para o bem e para o mal

Vera Iaconelli – Psicanalista

Costumamos dizer que é na hora do perrengue que se conhece um verdadeiro amigo. Ele seria a pessoa que não larga nossa mão quando estamos por baixo. Concordo, desde que se leve em conta o outro lado: amigo suporta, igualmente, estar com a gente quando brilhamos. A amizade só se revela no intercâmbio de posições e em diferentes contextos.

Partimos da constatação freudiana de que não há relação isenta de ambivalência e que o amor e o ódio andam de mãos dadas. É através do amor que superamos nossa tendência a controlar ou destruir o outro por medo de que ele nos controle ou destrua antes. A paranoia diante da alteridade está sempre pronta a ser engatilhada; o amor a desarma.

Ele permite que a inveja dê lugar à admiração, sabendo que a primeira está sempre à espreita. Somos crianças egocêntricas que só aprendemos a dividir os brinquedos com prazer sob a condição de um insight: ser o dono da bola não é tão legal quanto ter alguém com quem jogar.

Inveja, ciúme, competição, raiva... as amizades vêm com a paleta completa de afetos humanos, acirrados pela proximidade, pelo convívio e pela longevidade das relações. O que as torna especiais é que nelas o cuidado, a empatia e a intimidade dão mais prazer do que nossa costumeira mesquinhez. Daí que ver o amigo brilhar, quando não consideramos nosso umbigo o centro do universo, pode ser fonte de um genuíno prazer.

Da mesma forma, vê-lo sofrer é dilacerante (e perdê-lo, impensável). A condição para ser um amigo digno do título é que o sadismo diante do sofrimento alheio não roube a cena. Reitero que não existe aqui nenhuma expectativa de que sejamos seres superiores, livres das limitações humanas, mas que o amadurecimento nos permite reconhecê-las, evitar que transbordem em atos danosos e, acima de tudo, desfrutar do prazer de amar e ser amado pelo outro.

O mesmo critério deveria servir para familiares, conhecidos e colegas. Mas estes têm que galgar muitos degraus para receber o especialíssimo título de amigo. A amizade é contingente e implica trocas íntimas e duradouras nas quais podemos nos fiar, quase sempre. Amigos também comem bola, mas ganham no saldo final e por insistência.

Nossos amigos não precisam ser as melhores pessoas do mundo. Basta que sejam as melhores pessoas do nosso mundo. Isso permite que mesmo os bizarros, os malas sem alça e os perdidos de plantão tenham direito a relações significativas na vida. (Considerando que todos somos um pouco bizarros, malas e perdidos, é bom que haja quem nos aguente.)

[...]

No fim das contas, amigo mesmo é aquele que sobrevive ao nosso lado na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, sem sadismo nem inveja demais, e com disponibilidade amorosa ao longo da vida.

Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vera-iaconelli/2025/10/amigos-para-o-bem-e-para-o-mal.shtml). Acesso em: 22 nov. 2025.

Assinale a alternativa em que o termo destacado, em um dos seguintes excertos retirados do texto, apresenta o mesmo sentido do termo destacado no seguinte exemplo: “Felicidade mesmo é poder estar perto de quem amamos”.
 

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4026102 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: SEJUSP-MG
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Amigos para o bem e para o mal

Vera Iaconelli – Psicanalista

Costumamos dizer que é na hora do perrengue que se conhece um verdadeiro amigo. Ele seria a pessoa que não larga nossa mão quando estamos por baixo. Concordo, desde que se leve em conta o outro lado: amigo suporta, igualmente, estar com a gente quando brilhamos. A amizade só se revela no intercâmbio de posições e em diferentes contextos.

Partimos da constatação freudiana de que não há relação isenta de ambivalência e que o amor e o ódio andam de mãos dadas. É através do amor que superamos nossa tendência a controlar ou destruir o outro por medo de que ele nos controle ou destrua antes. A paranoia diante da alteridade está sempre pronta a ser engatilhada; o amor a desarma.

Ele permite que a inveja dê lugar à admiração, sabendo que a primeira está sempre à espreita. Somos crianças egocêntricas que só aprendemos a dividir os brinquedos com prazer sob a condição de um insight: ser o dono da bola não é tão legal quanto ter alguém com quem jogar.

Inveja, ciúme, competição, raiva... as amizades vêm com a paleta completa de afetos humanos, acirrados pela proximidade, pelo convívio e pela longevidade das relações. O que as torna especiais é que nelas o cuidado, a empatia e a intimidade dão mais prazer do que nossa costumeira mesquinhez. Daí que ver o amigo brilhar, quando não consideramos nosso umbigo o centro do universo, pode ser fonte de um genuíno prazer.

Da mesma forma, vê-lo sofrer é dilacerante (e perdê-lo, impensável). A condição para ser um amigo digno do título é que o sadismo diante do sofrimento alheio não roube a cena. Reitero que não existe aqui nenhuma expectativa de que sejamos seres superiores, livres das limitações humanas, mas que o amadurecimento nos permite reconhecê-las, evitar que transbordem em atos danosos e, acima de tudo, desfrutar do prazer de amar e ser amado pelo outro.

O mesmo critério deveria servir para familiares, conhecidos e colegas. Mas estes têm que galgar muitos degraus para receber o especialíssimo título de amigo. A amizade é contingente e implica trocas íntimas e duradouras nas quais podemos nos fiar, quase sempre. Amigos também comem bola, mas ganham no saldo final e por insistência.

Nossos amigos não precisam ser as melhores pessoas do mundo. Basta que sejam as melhores pessoas do nosso mundo. Isso permite que mesmo os bizarros, os malas sem alça e os perdidos de plantão tenham direito a relações significativas na vida. (Considerando que todos somos um pouco bizarros, malas e perdidos, é bom que haja quem nos aguente.)

[...]

No fim das contas, amigo mesmo é aquele que sobrevive ao nosso lado na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, sem sadismo nem inveja demais, e com disponibilidade amorosa ao longo da vida.

Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vera-iaconelli/2025/10/amigos-para-o-bem-e-para-o-mal.shtml). Acesso em: 22 nov. 2025.

Nos excertos “Amigos também comem bola [...]” e “[...] os malas sem alça e os perdidos de plantão [...]”, a linguagem empregada
 

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4026101 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: SEJUSP-MG
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Amigos para o bem e para o mal

Vera Iaconelli – Psicanalista

Costumamos dizer que é na hora do perrengue que se conhece um verdadeiro amigo. Ele seria a pessoa que não larga nossa mão quando estamos por baixo. Concordo, desde que se leve em conta o outro lado: amigo suporta, igualmente, estar com a gente quando brilhamos. A amizade só se revela no intercâmbio de posições e em diferentes contextos.

Partimos da constatação freudiana de que não há relação isenta de ambivalência e que o amor e o ódio andam de mãos dadas. É através do amor que superamos nossa tendência a controlar ou destruir o outro por medo de que ele nos controle ou destrua antes. A paranoia diante da alteridade está sempre pronta a ser engatilhada; o amor a desarma.

Ele permite que a inveja dê lugar à admiração, sabendo que a primeira está sempre à espreita. Somos crianças egocêntricas que só aprendemos a dividir os brinquedos com prazer sob a condição de um insight: ser o dono da bola não é tão legal quanto ter alguém com quem jogar.

Inveja, ciúme, competição, raiva... as amizades vêm com a paleta completa de afetos humanos, acirrados pela proximidade, pelo convívio e pela longevidade das relações. O que as torna especiais é que nelas o cuidado, a empatia e a intimidade dão mais prazer do que nossa costumeira mesquinhez. Daí que ver o amigo brilhar, quando não consideramos nosso umbigo o centro do universo, pode ser fonte de um genuíno prazer.

Da mesma forma, vê-lo sofrer é dilacerante (e perdê-lo, impensável). A condição para ser um amigo digno do título é que o sadismo diante do sofrimento alheio não roube a cena. Reitero que não existe aqui nenhuma expectativa de que sejamos seres superiores, livres das limitações humanas, mas que o amadurecimento nos permite reconhecê-las, evitar que transbordem em atos danosos e, acima de tudo, desfrutar do prazer de amar e ser amado pelo outro.

O mesmo critério deveria servir para familiares, conhecidos e colegas. Mas estes têm que galgar muitos degraus para receber o especialíssimo título de amigo. A amizade é contingente e implica trocas íntimas e duradouras nas quais podemos nos fiar, quase sempre. Amigos também comem bola, mas ganham no saldo final e por insistência.

Nossos amigos não precisam ser as melhores pessoas do mundo. Basta que sejam as melhores pessoas do nosso mundo. Isso permite que mesmo os bizarros, os malas sem alça e os perdidos de plantão tenham direito a relações significativas na vida. (Considerando que todos somos um pouco bizarros, malas e perdidos, é bom que haja quem nos aguente.)

[...]

No fim das contas, amigo mesmo é aquele que sobrevive ao nosso lado na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, sem sadismo nem inveja demais, e com disponibilidade amorosa ao longo da vida.

Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/vera-iaconelli/2025/10/amigos-para-o-bem-e-para-o-mal.shtml). Acesso em: 22 nov. 2025.

Em relação ao uso adequado da colocação pronominal, assinale a alternativa em que a reescrita proposta se mantém condizente com a norma-padrão.
 

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4026080 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Viseu-PA
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Os três sinais de pessoas com ansiedade
        A ansiedade, considerada um dos transtornos mentais mais comuns no mundo, pode influenciar diretamente a personalidade e criar padrões de comportamento, segundo a psicóloga espanhola Ángela Fernández. A especialista destacou três características frequentemente presentes em pessoas que sofrem com o problema.
        O primeiro traço é a alta responsabilidade, marcada por autoexigência, disciplina e busca constante pela perfeição.
        Embora socialmente valorizado, esse comportamento pode se transformar em rigidez mental, dificultando a flexibilidade necessária para lidar com situações adversas.
        Outro ponto recorrente é o excesso de amabilidade. Pessoas ansiosas tendem a ser generosas e cooperativas, mas podem ter dificuldades em estabelecer limites, priorizando os outros em detrimento do autocuidado. Fernández recomenda aprender a dizer não e praticar a definição de fronteiras pessoais.
         O terceiro traço citado é o neuroticismo, associado à instabilidade emocional, nervosismo e alta reatividade a situações cotidianas. Esse estado de alerta constante pode intensificar sentimentos de frustração e insegurança.
        Como estratégia, a psicóloga sugere adotar atividades que favoreçam serenidade e estabilidade emocional. Caso a sensação de ansiedade se torne um problema, é importante consultar-se com profissionais de saúde mental, como psiquiatras e psicólogos.
        De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os transtornos de ansiedade afetam 4,4% da população global. Entre as formas mais comuns estão a ansiedade generalizada, o transtorno do pânico e a ansiedade social.
        Apesar de impactarem a vida diária e aumentarem o risco de outras doenças, esses transtornos estão entre os problemas de saúde mental mais tratáveis.
(Yuri Ferreira. Disponível em www.msn.com/pt-br/saude/medicina/os-três-sinais-de-pessoas-com-ansiedade-segundo-esta-psicóloga/ar-AA1Nj7JB)
Considerando o trecho do texto: “Esse estado de alerta constante pode intensificar sentimentos de frustração e insegurança.” O pronome destacado pode ser corretamente classificado como:
 

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4026079 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Viseu-PA
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Os três sinais de pessoas com ansiedade
        A ansiedade, considerada um dos transtornos mentais mais comuns no mundo, pode influenciar diretamente a personalidade e criar padrões de comportamento, segundo a psicóloga espanhola Ángela Fernández. A especialista destacou três características frequentemente presentes em pessoas que sofrem com o problema.
        O primeiro traço é a alta responsabilidade, marcada por autoexigência, disciplina e busca constante pela perfeição.
        Embora socialmente valorizado, esse comportamento pode se transformar em rigidez mental, dificultando a flexibilidade necessária para lidar com situações adversas.
        Outro ponto recorrente é o excesso de amabilidade. Pessoas ansiosas tendem a ser generosas e cooperativas, mas podem ter dificuldades em estabelecer limites, priorizando os outros em detrimento do autocuidado. Fernández recomenda aprender a dizer não e praticar a definição de fronteiras pessoais.
         O terceiro traço citado é o neuroticismo, associado à instabilidade emocional, nervosismo e alta reatividade a situações cotidianas. Esse estado de alerta constante pode intensificar sentimentos de frustração e insegurança.
        Como estratégia, a psicóloga sugere adotar atividades que favoreçam serenidade e estabilidade emocional. Caso a sensação de ansiedade se torne um problema, é importante consultar-se com profissionais de saúde mental, como psiquiatras e psicólogos.
        De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os transtornos de ansiedade afetam 4,4% da população global. Entre as formas mais comuns estão a ansiedade generalizada, o transtorno do pânico e a ansiedade social.
        Apesar de impactarem a vida diária e aumentarem o risco de outras doenças, esses transtornos estão entre os problemas de saúde mental mais tratáveis.
(Yuri Ferreira. Disponível em www.msn.com/pt-br/saude/medicina/os-três-sinais-de-pessoas-com-ansiedade-segundo-esta-psicóloga/ar-AA1Nj7JB)
Leia o trecho retirado do texto: “Esse estado de alerta constante pode intensificar sentimentos de frustração e insegurança.” Sobre o verbo destacado e sua regência, assinale a alternativa correta.
 

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4026078 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Viseu-PA
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Os três sinais de pessoas com ansiedade
        A ansiedade, considerada um dos transtornos mentais mais comuns no mundo, pode influenciar diretamente a personalidade e criar padrões de comportamento, segundo a psicóloga espanhola Ángela Fernández. A especialista destacou três características frequentemente presentes em pessoas que sofrem com o problema.
        O primeiro traço é a alta responsabilidade, marcada por autoexigência, disciplina e busca constante pela perfeição.
        Embora socialmente valorizado, esse comportamento pode se transformar em rigidez mental, dificultando a flexibilidade necessária para lidar com situações adversas.
        Outro ponto recorrente é o excesso de amabilidade. Pessoas ansiosas tendem a ser generosas e cooperativas, mas podem ter dificuldades em estabelecer limites, priorizando os outros em detrimento do autocuidado. Fernández recomenda aprender a dizer não e praticar a definição de fronteiras pessoais.
         O terceiro traço citado é o neuroticismo, associado à instabilidade emocional, nervosismo e alta reatividade a situações cotidianas. Esse estado de alerta constante pode intensificar sentimentos de frustração e insegurança.
        Como estratégia, a psicóloga sugere adotar atividades que favoreçam serenidade e estabilidade emocional. Caso a sensação de ansiedade se torne um problema, é importante consultar-se com profissionais de saúde mental, como psiquiatras e psicólogos.
        De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os transtornos de ansiedade afetam 4,4% da população global. Entre as formas mais comuns estão a ansiedade generalizada, o transtorno do pânico e a ansiedade social.
        Apesar de impactarem a vida diária e aumentarem o risco de outras doenças, esses transtornos estão entre os problemas de saúde mental mais tratáveis.
(Yuri Ferreira. Disponível em www.msn.com/pt-br/saude/medicina/os-três-sinais-de-pessoas-com-ansiedade-segundo-esta-psicóloga/ar-AA1Nj7JB)
No texto sobre sinais de ansiedade, alguns parágrafos se iniciam com conectores discursivos que estabelecem relações lógicas entre as ideias. Assinale a alternativa que identifica corretamente a função desses conectores no início dos parágrafos.
 

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4026077 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Viseu-PA
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Os três sinais de pessoas com ansiedade
        A ansiedade, considerada um dos transtornos mentais mais comuns no mundo, pode influenciar diretamente a personalidade e criar padrões de comportamento, segundo a psicóloga espanhola Ángela Fernández. A especialista destacou três características frequentemente presentes em pessoas que sofrem com o problema.
        O primeiro traço é a alta responsabilidade, marcada por autoexigência, disciplina e busca constante pela perfeição.
        Embora socialmente valorizado, esse comportamento pode se transformar em rigidez mental, dificultando a flexibilidade necessária para lidar com situações adversas.
        Outro ponto recorrente é o excesso de amabilidade. Pessoas ansiosas tendem a ser generosas e cooperativas, mas podem ter dificuldades em estabelecer limites, priorizando os outros em detrimento do autocuidado. Fernández recomenda aprender a dizer não e praticar a definição de fronteiras pessoais.
         O terceiro traço citado é o neuroticismo, associado à instabilidade emocional, nervosismo e alta reatividade a situações cotidianas. Esse estado de alerta constante pode intensificar sentimentos de frustração e insegurança.
        Como estratégia, a psicóloga sugere adotar atividades que favoreçam serenidade e estabilidade emocional. Caso a sensação de ansiedade se torne um problema, é importante consultar-se com profissionais de saúde mental, como psiquiatras e psicólogos.
        De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os transtornos de ansiedade afetam 4,4% da população global. Entre as formas mais comuns estão a ansiedade generalizada, o transtorno do pânico e a ansiedade social.
        Apesar de impactarem a vida diária e aumentarem o risco de outras doenças, esses transtornos estão entre os problemas de saúde mental mais tratáveis.
(Yuri Ferreira. Disponível em www.msn.com/pt-br/saude/medicina/os-três-sinais-de-pessoas-com-ansiedade-segundo-esta-psicóloga/ar-AA1Nj7JB)
Considerando as características apresentadas no texto sobre sinais de ansiedade, qual tipologia textual predomina?
 

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4026076 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Viseu-PA
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Os três sinais de pessoas com ansiedade
        A ansiedade, considerada um dos transtornos mentais mais comuns no mundo, pode influenciar diretamente a personalidade e criar padrões de comportamento, segundo a psicóloga espanhola Ángela Fernández. A especialista destacou três características frequentemente presentes em pessoas que sofrem com o problema.
        O primeiro traço é a alta responsabilidade, marcada por autoexigência, disciplina e busca constante pela perfeição.
        Embora socialmente valorizado, esse comportamento pode se transformar em rigidez mental, dificultando a flexibilidade necessária para lidar com situações adversas.
        Outro ponto recorrente é o excesso de amabilidade. Pessoas ansiosas tendem a ser generosas e cooperativas, mas podem ter dificuldades em estabelecer limites, priorizando os outros em detrimento do autocuidado. Fernández recomenda aprender a dizer não e praticar a definição de fronteiras pessoais.
         O terceiro traço citado é o neuroticismo, associado à instabilidade emocional, nervosismo e alta reatividade a situações cotidianas. Esse estado de alerta constante pode intensificar sentimentos de frustração e insegurança.
        Como estratégia, a psicóloga sugere adotar atividades que favoreçam serenidade e estabilidade emocional. Caso a sensação de ansiedade se torne um problema, é importante consultar-se com profissionais de saúde mental, como psiquiatras e psicólogos.
        De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), os transtornos de ansiedade afetam 4,4% da população global. Entre as formas mais comuns estão a ansiedade generalizada, o transtorno do pânico e a ansiedade social.
        Apesar de impactarem a vida diária e aumentarem o risco de outras doenças, esses transtornos estão entre os problemas de saúde mental mais tratáveis.
(Yuri Ferreira. Disponível em www.msn.com/pt-br/saude/medicina/os-três-sinais-de-pessoas-com-ansiedade-segundo-esta-psicóloga/ar-AA1Nj7JB)
Com base no texto, qual das ações abaixo representa uma forma adequada de um leigo apoiar alguém que apresenta sinais de ansiedade?
 

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4026075 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Viseu-PA
Leia o texto abaixo para responder a questão.

O Papel da IA na Triagem e Diagnóstico de Câncer
        A aplicação da Inteligência Artificial (IA) em programas de triagem e diagnóstico de câncer tem mostrado um impacto positivo significativo na eficiência e precisão desses processos, especialmente no contexto de programas de saúde pública voltados à detecção precoce de doenças. A IA é particularmente útil na análise de imagens médicas, como mamografias, pois algoritmos avançados conseguem detectar anomalias que indicam a presença de células cancerígenas ou outras condições suspeitas com alto grau de precisão. Estudos indicam que, em programas de triagem de câncer de mama, como o na Austrália, a implementação de IA poderia agilizar o fluxo de trabalho e reduzir a carga de trabalho dos radiologistas, mantendo altos níveis de precisão e reduzindo o número de exames analisados repetidamente por profissionais humanos. Isso ajuda a evitar o cansaço dos profissionais e melhora a eficiência geral do processo de diagnóstico.
        No entanto, apesar das vantagens potenciais da IA, os profissionais de saúde expressam preocupações em relação à responsabilidade e à autonomia, especialmente em cenários em que a IA pode operar de maneira mais autônoma. Radiologistas e outros especialistas geralmente preferem que a IA atue como uma ferramenta de apoio ao diagnóstico, em vez de substituir completamente o julgamento humano. Essa cautela reflete preocupações com a “desqualificação profissional” – ou seja, a possibilidade de que a automação excessiva possa levar à perda de habilidades críticas entre os profissionais ao longo do tempo. Para minimizar esses riscos, uma abordagem gradual de integração de IA, na qual o algoritmo auxilia o profissional sem eliminar sua participação no processo, é considerada uma prática mais segura e aceitável.
        Além disso, o uso da IA como apoio ao diagnóstico na triagem de câncer demonstra que, mesmo sem substituir os profissionais, essa tecnologia pode facilitar o processo de tomada de decisão. Em estudos recentes, radiologistas indicaram que se sentem mais confortáveis com a utilização da IA para pré-selecionar imagens que exibem maior probabilidade de normalidade, permitindo que esses casos sejam examinados com menos intervenção humana direta. Dessa forma, a IA contribui para a identificação mais rápida de casos complexos, que demandam maior atenção dos profissionais, melhorando a alocação de recursos humanos no setor de saúde.
        Essa integração planejada da IA no diagnóstico médico não apenas melhora o atendimento ao paciente, mas também promove um ambiente de trabalho mais sustentável para os radiologistas, ao reduzir a carga de trabalho repetitiva, e permitir que eles concentrem seu tempo e habilidades em casos mais críticos. A experiência australiana no uso da IA em programas de triagem de câncer pode servir como um modelo para outras nações que consideram adotar essas tecnologias em larga escala.

(BARTHOLOMEU. André Brandolin. A revolução da inteligência artificial na saúde: impacto, oportunidades e desafios pelo mundo. Revista Qualidade HC. Ribeirão Preto.Disponível em: www.hcrp.usp.br/revistaqualidade/uploads/Artigos/509/509.pdf)

No texto, identificam-se termos relacionados ao uso da Inteligência Artificial na triagem e no diagnóstico do câncer, pertencentes tanto ao campo da Medicina quanto ao da Tecnologia. Assinale a alternativa cujos termos fazem referência semântica a essas duas áreas.
 

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