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4017771 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: Pref. Marmeleiro-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como um professor de escola pública e uma parlamentar negra criaram o Dia do Professor há quase oitenta anos


Na sala dos professores do Ginásio Caetano de Campos, o Caetaninho, surgia uma inquietação: o segundo semestre precisava de uma pausa que aliviasse o desgaste docente. Foi nesse contexto que o piracicabano Salomão Becker (1922−2006) lembrou-se de uma tradição de sua cidade natal, em que alunos celebravam um dia de confraternização com os mestres. Da junção dessa memória com a necessidade escolar, propôs criar o Dia do Professor, posteriormente fixado em quinze de outubro — data que coincide com a Lei Imperial de 1827, marco inaugural da educação pública primária no Brasil.

Em 1947, o Caetaninho adotou a comemoração e, no ano seguinte, ela virou lei paulista. A proposta nasceu da experiência concreta do magistério: um gesto simples e humano de oferecer descanso, reflexão e troca entre professores. Segundo o pesquisador Rinaldo Allara Filho, Becker não almejava um feriado nacional, mas sim fortalecer a comunidade docente e valorizar sua saúde mental.

Na mesma época, em Santa Catarina, Antonieta de Barros (1901−1952), professora e deputada estadual — a primeira mulher negra eleita para um cargo público no país — instituiu o Dia do Professor como feriado escolar. Embora independentes, as iniciativas expressavam o mesmo espírito do tempo: a urgência de valorizar o magistério em um país em redemocratização. Para Allara e para o educador Italo Curcio, Becker representava a valorização pela vivência cotidiana da sala de aula, enquanto Antonieta simbolizava o reconhecimento político e social — duas vias complementares de afirmação da docência.

A força dessas ações culminou no decreto de 1963, que oficializou o Dia do Professor em todo o território nacional. A trajetória de Becker, filósofo formado pela USP, professor de história e geografia por quase meio século e mais tarde docente de direito internacional, revela sua dedicação à profissão, apesar de poucas informações biográficas disponíveis. Sua iniciativa basta para firmá-lo como referência na valorização do magistério.

Antonieta de Barros, cuja história vem sendo resgatada nas últimas décadas, cresceu em meio à pobreza, alfabetizou-se graças ao convívio com estudantes que se hospedavam na pensão mantida por sua mãe e construiu carreira como professora, jornalista, líder do magistério e parlamentar. Para Allara, seu legado ressignifica a data ao vinculá-la à busca por justiça social e pela centralidade da educação na democracia.

O linguista Vicente de Paula da Silva Martins destaca o significado simbólico e jurídico do quinze de outubro, que remete à Lei Imperial de 1827 — marco fundador da educação pública brasileira. Essa legislação definiu funções docentes, estabeleceu hierarquias e determinou conteúdos essenciais, além de prever remuneração para professores que, se atualizada de forma correta ainda hoje, corresponderia a valores entre R$ 5.733 e R$ 14.336. Apesar de refletir desigualdades de gênero e prestígio, a lei representou tentativa pioneira de universalizar o ensino e consolidar a educação como responsabilidade do Estado.

Hoje, especialistas reconhecem que o Dia do Professor continua relevante, ainda que com menor solenidade do que no passado. Para Allara, há um descompasso entre o apreço afetivo da data e a falta de políticas efetivas de valorização profissional. A celebração homenageia o professor, mas evidencia que a sociedade ainda precisa avançar para consolidar o magistério como pilar estratégico na formação cidadã. Mesmo assim, como conclui Curcio, o professor segue sendo figura respeitada e celebrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8r0xpnm0xlo.adaptado.
Na sala dos professores do Ginásio Caetano de Campos, o Caetaninho, surgia uma inquietação.

Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4017770 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: Pref. Marmeleiro-PR
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como um professor de escola pública e uma parlamentar negra criaram o Dia do Professor há quase oitenta anos


Na sala dos professores do Ginásio Caetano de Campos, o Caetaninho, surgia uma inquietação: o segundo semestre precisava de uma pausa que aliviasse o desgaste docente. Foi nesse contexto que o piracicabano Salomão Becker (1922−2006) lembrou-se de uma tradição de sua cidade natal, em que alunos celebravam um dia de confraternização com os mestres. Da junção dessa memória com a necessidade escolar, propôs criar o Dia do Professor, posteriormente fixado em quinze de outubro — data que coincide com a Lei Imperial de 1827, marco inaugural da educação pública primária no Brasil.

Em 1947, o Caetaninho adotou a comemoração e, no ano seguinte, ela virou lei paulista. A proposta nasceu da experiência concreta do magistério: um gesto simples e humano de oferecer descanso, reflexão e troca entre professores. Segundo o pesquisador Rinaldo Allara Filho, Becker não almejava um feriado nacional, mas sim fortalecer a comunidade docente e valorizar sua saúde mental.

Na mesma época, em Santa Catarina, Antonieta de Barros (1901−1952), professora e deputada estadual — a primeira mulher negra eleita para um cargo público no país — instituiu o Dia do Professor como feriado escolar. Embora independentes, as iniciativas expressavam o mesmo espírito do tempo: a urgência de valorizar o magistério em um país em redemocratização. Para Allara e para o educador Italo Curcio, Becker representava a valorização pela vivência cotidiana da sala de aula, enquanto Antonieta simbolizava o reconhecimento político e social — duas vias complementares de afirmação da docência.

A força dessas ações culminou no decreto de 1963, que oficializou o Dia do Professor em todo o território nacional. A trajetória de Becker, filósofo formado pela USP, professor de história e geografia por quase meio século e mais tarde docente de direito internacional, revela sua dedicação à profissão, apesar de poucas informações biográficas disponíveis. Sua iniciativa basta para firmá-lo como referência na valorização do magistério.

Antonieta de Barros, cuja história vem sendo resgatada nas últimas décadas, cresceu em meio à pobreza, alfabetizou-se graças ao convívio com estudantes que se hospedavam na pensão mantida por sua mãe e construiu carreira como professora, jornalista, líder do magistério e parlamentar. Para Allara, seu legado ressignifica a data ao vinculá-la à busca por justiça social e pela centralidade da educação na democracia.

O linguista Vicente de Paula da Silva Martins destaca o significado simbólico e jurídico do quinze de outubro, que remete à Lei Imperial de 1827 — marco fundador da educação pública brasileira. Essa legislação definiu funções docentes, estabeleceu hierarquias e determinou conteúdos essenciais, além de prever remuneração para professores que, se atualizada de forma correta ainda hoje, corresponderia a valores entre R$ 5.733 e R$ 14.336. Apesar de refletir desigualdades de gênero e prestígio, a lei representou tentativa pioneira de universalizar o ensino e consolidar a educação como responsabilidade do Estado.

Hoje, especialistas reconhecem que o Dia do Professor continua relevante, ainda que com menor solenidade do que no passado. Para Allara, há um descompasso entre o apreço afetivo da data e a falta de políticas efetivas de valorização profissional. A celebração homenageia o professor, mas evidencia que a sociedade ainda precisa avançar para consolidar o magistério como pilar estratégico na formação cidadã. Mesmo assim, como conclui Curcio, o professor segue sendo figura respeitada e celebrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8r0xpnm0xlo.adaptado.
As discussões sobre práticas discursivas apresentadas no texto-base permitem identificar escolhas estruturais que articulam informação, análise e relato histórico para construir uma leitura consistente sobre a valorização do magistério no Brasil.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4017769 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: Pref. Marmeleiro-PR
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Como um professor de escola pública e uma parlamentar negra criaram o Dia do Professor há quase oitenta anos


Na sala dos professores do Ginásio Caetano de Campos, o Caetaninho, surgia uma inquietação: o segundo semestre precisava de uma pausa que aliviasse o desgaste docente. Foi nesse contexto que o piracicabano Salomão Becker (1922−2006) lembrou-se de uma tradição de sua cidade natal, em que alunos celebravam um dia de confraternização com os mestres. Da junção dessa memória com a necessidade escolar, propôs criar o Dia do Professor, posteriormente fixado em quinze de outubro — data que coincide com a Lei Imperial de 1827, marco inaugural da educação pública primária no Brasil.

Em 1947, o Caetaninho adotou a comemoração e, no ano seguinte, ela virou lei paulista. A proposta nasceu da experiência concreta do magistério: um gesto simples e humano de oferecer descanso, reflexão e troca entre professores. Segundo o pesquisador Rinaldo Allara Filho, Becker não almejava um feriado nacional, mas sim fortalecer a comunidade docente e valorizar sua saúde mental.

Na mesma época, em Santa Catarina, Antonieta de Barros (1901−1952), professora e deputada estadual — a primeira mulher negra eleita para um cargo público no país — instituiu o Dia do Professor como feriado escolar. Embora independentes, as iniciativas expressavam o mesmo espírito do tempo: a urgência de valorizar o magistério em um país em redemocratização. Para Allara e para o educador Italo Curcio, Becker representava a valorização pela vivência cotidiana da sala de aula, enquanto Antonieta simbolizava o reconhecimento político e social — duas vias complementares de afirmação da docência.

A força dessas ações culminou no decreto de 1963, que oficializou o Dia do Professor em todo o território nacional. A trajetória de Becker, filósofo formado pela USP, professor de história e geografia por quase meio século e mais tarde docente de direito internacional, revela sua dedicação à profissão, apesar de poucas informações biográficas disponíveis. Sua iniciativa basta para firmá-lo como referência na valorização do magistério.

Antonieta de Barros, cuja história vem sendo resgatada nas últimas décadas, cresceu em meio à pobreza, alfabetizou-se graças ao convívio com estudantes que se hospedavam na pensão mantida por sua mãe e construiu carreira como professora, jornalista, líder do magistério e parlamentar. Para Allara, seu legado ressignifica a data ao vinculá-la à busca por justiça social e pela centralidade da educação na democracia.

O linguista Vicente de Paula da Silva Martins destaca o significado simbólico e jurídico do quinze de outubro, que remete à Lei Imperial de 1827 — marco fundador da educação pública brasileira. Essa legislação definiu funções docentes, estabeleceu hierarquias e determinou conteúdos essenciais, além de prever remuneração para professores que, se atualizada de forma correta ainda hoje, corresponderia a valores entre R$ 5.733 e R$ 14.336. Apesar de refletir desigualdades de gênero e prestígio, a lei representou tentativa pioneira de universalizar o ensino e consolidar a educação como responsabilidade do Estado.

Hoje, especialistas reconhecem que o Dia do Professor continua relevante, ainda que com menor solenidade do que no passado. Para Allara, há um descompasso entre o apreço afetivo da data e a falta de políticas efetivas de valorização profissional. A celebração homenageia o professor, mas evidencia que a sociedade ainda precisa avançar para consolidar o magistério como pilar estratégico na formação cidadã. Mesmo assim, como conclui Curcio, o professor segue sendo figura respeitada e celebrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8r0xpnm0xlo.adaptado.
Antonieta de Barros cresceu em meio à pobreza, alfabetizou-se graças ao convívio com estudantes "que se hospedavam na pensão mantida por sua mãe". Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4017768 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
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Como um professor de escola pública e uma parlamentar negra criaram o Dia do Professor há quase oitenta anos


Na sala dos professores do Ginásio Caetano de Campos, o Caetaninho, surgia uma inquietação: o segundo semestre precisava de uma pausa que aliviasse o desgaste docente. Foi nesse contexto que o piracicabano Salomão Becker (1922−2006) lembrou-se de uma tradição de sua cidade natal, em que alunos celebravam um dia de confraternização com os mestres. Da junção dessa memória com a necessidade escolar, propôs criar o Dia do Professor, posteriormente fixado em quinze de outubro — data que coincide com a Lei Imperial de 1827, marco inaugural da educação pública primária no Brasil.

Em 1947, o Caetaninho adotou a comemoração e, no ano seguinte, ela virou lei paulista. A proposta nasceu da experiência concreta do magistério: um gesto simples e humano de oferecer descanso, reflexão e troca entre professores. Segundo o pesquisador Rinaldo Allara Filho, Becker não almejava um feriado nacional, mas sim fortalecer a comunidade docente e valorizar sua saúde mental.

Na mesma época, em Santa Catarina, Antonieta de Barros (1901−1952), professora e deputada estadual — a primeira mulher negra eleita para um cargo público no país — instituiu o Dia do Professor como feriado escolar. Embora independentes, as iniciativas expressavam o mesmo espírito do tempo: a urgência de valorizar o magistério em um país em redemocratização. Para Allara e para o educador Italo Curcio, Becker representava a valorização pela vivência cotidiana da sala de aula, enquanto Antonieta simbolizava o reconhecimento político e social — duas vias complementares de afirmação da docência.

A força dessas ações culminou no decreto de 1963, que oficializou o Dia do Professor em todo o território nacional. A trajetória de Becker, filósofo formado pela USP, professor de história e geografia por quase meio século e mais tarde docente de direito internacional, revela sua dedicação à profissão, apesar de poucas informações biográficas disponíveis. Sua iniciativa basta para firmá-lo como referência na valorização do magistério.

Antonieta de Barros, cuja história vem sendo resgatada nas últimas décadas, cresceu em meio à pobreza, alfabetizou-se graças ao convívio com estudantes que se hospedavam na pensão mantida por sua mãe e construiu carreira como professora, jornalista, líder do magistério e parlamentar. Para Allara, seu legado ressignifica a data ao vinculá-la à busca por justiça social e pela centralidade da educação na democracia.

O linguista Vicente de Paula da Silva Martins destaca o significado simbólico e jurídico do quinze de outubro, que remete à Lei Imperial de 1827 — marco fundador da educação pública brasileira. Essa legislação definiu funções docentes, estabeleceu hierarquias e determinou conteúdos essenciais, além de prever remuneração para professores que, se atualizada de forma correta ainda hoje, corresponderia a valores entre R$ 5.733 e R$ 14.336. Apesar de refletir desigualdades de gênero e prestígio, a lei representou tentativa pioneira de universalizar o ensino e consolidar a educação como responsabilidade do Estado.

Hoje, especialistas reconhecem que o Dia do Professor continua relevante, ainda que com menor solenidade do que no passado. Para Allara, há um descompasso entre o apreço afetivo da data e a falta de políticas efetivas de valorização profissional. A celebração homenageia o professor, mas evidencia que a sociedade ainda precisa avançar para consolidar o magistério como pilar estratégico na formação cidadã. Mesmo assim, como conclui Curcio, o professor segue sendo figura respeitada e celebrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8r0xpnm0xlo.adaptado.
As discussões apresentadas no texto-base revelam intencionalidades comunicativas voltadas à exposição de informações históricas e análises que fundamentam a compreensão da valorização do magistério no país.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4017767 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: Pref. Marmeleiro-PR
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Como um professor de escola pública e uma parlamentar negra criaram o Dia do Professor há quase oitenta anos


Na sala dos professores do Ginásio Caetano de Campos, o Caetaninho, surgia uma inquietação: o segundo semestre precisava de uma pausa que aliviasse o desgaste docente. Foi nesse contexto que o piracicabano Salomão Becker (1922−2006) lembrou-se de uma tradição de sua cidade natal, em que alunos celebravam um dia de confraternização com os mestres. Da junção dessa memória com a necessidade escolar, propôs criar o Dia do Professor, posteriormente fixado em quinze de outubro — data que coincide com a Lei Imperial de 1827, marco inaugural da educação pública primária no Brasil.

Em 1947, o Caetaninho adotou a comemoração e, no ano seguinte, ela virou lei paulista. A proposta nasceu da experiência concreta do magistério: um gesto simples e humano de oferecer descanso, reflexão e troca entre professores. Segundo o pesquisador Rinaldo Allara Filho, Becker não almejava um feriado nacional, mas sim fortalecer a comunidade docente e valorizar sua saúde mental.

Na mesma época, em Santa Catarina, Antonieta de Barros (1901−1952), professora e deputada estadual — a primeira mulher negra eleita para um cargo público no país — instituiu o Dia do Professor como feriado escolar. Embora independentes, as iniciativas expressavam o mesmo espírito do tempo: a urgência de valorizar o magistério em um país em redemocratização. Para Allara e para o educador Italo Curcio, Becker representava a valorização pela vivência cotidiana da sala de aula, enquanto Antonieta simbolizava o reconhecimento político e social — duas vias complementares de afirmação da docência.

A força dessas ações culminou no decreto de 1963, que oficializou o Dia do Professor em todo o território nacional. A trajetória de Becker, filósofo formado pela USP, professor de história e geografia por quase meio século e mais tarde docente de direito internacional, revela sua dedicação à profissão, apesar de poucas informações biográficas disponíveis. Sua iniciativa basta para firmá-lo como referência na valorização do magistério.

Antonieta de Barros, cuja história vem sendo resgatada nas últimas décadas, cresceu em meio à pobreza, alfabetizou-se graças ao convívio com estudantes que se hospedavam na pensão mantida por sua mãe e construiu carreira como professora, jornalista, líder do magistério e parlamentar. Para Allara, seu legado ressignifica a data ao vinculá-la à busca por justiça social e pela centralidade da educação na democracia.

O linguista Vicente de Paula da Silva Martins destaca o significado simbólico e jurídico do quinze de outubro, que remete à Lei Imperial de 1827 — marco fundador da educação pública brasileira. Essa legislação definiu funções docentes, estabeleceu hierarquias e determinou conteúdos essenciais, além de prever remuneração para professores que, se atualizada de forma correta ainda hoje, corresponderia a valores entre R$ 5.733 e R$ 14.336. Apesar de refletir desigualdades de gênero e prestígio, a lei representou tentativa pioneira de universalizar o ensino e consolidar a educação como responsabilidade do Estado.

Hoje, especialistas reconhecem que o Dia do Professor continua relevante, ainda que com menor solenidade do que no passado. Para Allara, há um descompasso entre o apreço afetivo da data e a falta de políticas efetivas de valorização profissional. A celebração homenageia o professor, mas evidencia que a sociedade ainda precisa avançar para consolidar o magistério como pilar estratégico na formação cidadã. Mesmo assim, como conclui Curcio, o professor segue sendo figura respeitada e celebrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8r0xpnm0xlo.adaptado.
As relações entre memória histórica e valorização profissional, mencionadas no texto-base, evidenciam como diferentes iniciativas individuais contribuíram para fortalecer práticas simbólicas de reconhecimento docente ao longo do tempo.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4017707 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: Pref. Marmeleiro-PR
Pais que permitem ser submetidos aos caprichos dos filhos estão lhes ensinando a ser assim também com outras pessoas: empregadas, professores etc. Esse filho lança o desafio: "Se até meus pais, que podem mandar em mim, não o fazem, quem são vocês para mandar em mim?". Sente-se, então, o todopoderoso.
Fonte: TIBA, Içami. Disciplina: limite na medida certa. 1. ed. São Paulo: Editora Gente, 1996.

De acordo com o texto, assinale a alternativa CORRETA.
 

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As 10 cidades mais quentes do Brasil em meio à onda de calor com alerta de 'grande perigo'
Segue válido até as 18h desta terça-feira (30/12) um alerta de "grande perigo" do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a onda de calor que tem atingido especialmente o centro-sul do Brasil.
O alerta - em vigor para áreas de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo - significa que os termômetros podem marcar 5ºC acima da média para dezembro durante cinco dias ou mais nessas regiões.
A onda de calor começou no dia 22 de dezembro diante da combinação de fatores atmosféricos típicos do verão, mas intensificada neste fim de mês.
O fenômeno é classificado assim pelos meteorologistas quando as temperaturas ficam significativamente acima da média por vários dias consecutivos.
O que chama atenção neste episódio não é apenas o calor pontual de uma tarde específica, mas a sua continuidade.
Diferentemente de picos isolados, comuns no verão, a atual configuração atmosférica favorece dias sucessivos de temperaturas altas, inclusive durante a noite e a madrugada, o que dificulta a recuperação do corpo humano e aumenta o desconforto térmico.
Segundo os dados consolidados do Inmet no domingo (28/12), das 10 cidades mais quentes do Brasil, quatro estão na faixa do alerta de "grande perigo" no Sudeste do Brasil. As outras seis são cidades do sertão do Nordeste, região tradicionalmente quente nessa época do ano.
A 125 km do Rio de Janeiro, Três Rios tem cerca de 80 mil habitantes. A cidade fica numa área de vale, o que dificulta a circulação de ventos e faz o ar quente "ficar preso". Já Caicó está no coração do semiárido potiguar, longe do mar, com muito sol e pouca chuva.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c14v4r3gn1po
"Segue válido até as 18h desta terça-feira (30/12) um alerta de "grande perigo" do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a onda de calor que tem atingido especialmente o centro-sul do Brasil."
Considerando as regras de emprego do sinal indicativo de crase em indicação de horas, analise a afirmativa CORRETA.
 

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As 10 cidades mais quentes do Brasil em meio à onda de calor com alerta de 'grande perigo'
Segue válido até as 18h desta terça-feira (30/12) um alerta de "grande perigo" do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a onda de calor que tem atingido especialmente o centro-sul do Brasil.
O alerta - em vigor para áreas de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo - significa que os termômetros podem marcar 5ºC acima da média para dezembro durante cinco dias ou mais nessas regiões.
A onda de calor começou no dia 22 de dezembro diante da combinação de fatores atmosféricos típicos do verão, mas intensificada neste fim de mês.
O fenômeno é classificado assim pelos meteorologistas quando as temperaturas ficam significativamente acima da média por vários dias consecutivos.
O que chama atenção neste episódio não é apenas o calor pontual de uma tarde específica, mas a sua continuidade.
Diferentemente de picos isolados, comuns no verão, a atual configuração atmosférica favorece dias sucessivos de temperaturas altas, inclusive durante a noite e a madrugada, o que dificulta a recuperação do corpo humano e aumenta o desconforto térmico.
Segundo os dados consolidados do Inmet no domingo (28/12), das 10 cidades mais quentes do Brasil, quatro estão na faixa do alerta de "grande perigo" no Sudeste do Brasil. As outras seis são cidades do sertão do Nordeste, região tradicionalmente quente nessa época do ano.
A 125 km do Rio de Janeiro, Três Rios tem cerca de 80 mil habitantes. A cidade fica numa área de vale, o que dificulta a circulação de ventos e faz o ar quente "ficar preso". Já Caicó está no coração do semiárido potiguar, longe do mar, com muito sol e pouca chuva.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c14v4r3gn1po
"Segue válido até as 18h desta terça-feira (30/12) um alerta de 'grande perigo' do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a onda de calor que tem atingido especialmente o centro-sul do Brasil."
O vocábulo 'centro-sul' está grafado corretamente. Identifique a alternativa que apresenta um vocábulo composto escrito de forma INCORRETA.
 

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As 10 cidades mais quentes do Brasil em meio à onda de calor com alerta de 'grande perigo'
Segue válido até as 18h desta terça-feira (30/12) um alerta de "grande perigo" do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a onda de calor que tem atingido especialmente o centro-sul do Brasil.
O alerta - em vigor para áreas de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo - significa que os termômetros podem marcar 5ºC acima da média para dezembro durante cinco dias ou mais nessas regiões.
A onda de calor começou no dia 22 de dezembro diante da combinação de fatores atmosféricos típicos do verão, mas intensificada neste fim de mês.
O fenômeno é classificado assim pelos meteorologistas quando as temperaturas ficam significativamente acima da média por vários dias consecutivos.
O que chama atenção neste episódio não é apenas o calor pontual de uma tarde específica, mas a sua continuidade.
Diferentemente de picos isolados, comuns no verão, a atual configuração atmosférica favorece dias sucessivos de temperaturas altas, inclusive durante a noite e a madrugada, o que dificulta a recuperação do corpo humano e aumenta o desconforto térmico.
Segundo os dados consolidados do Inmet no domingo (28/12), das 10 cidades mais quentes do Brasil, quatro estão na faixa do alerta de "grande perigo" no Sudeste do Brasil. As outras seis são cidades do sertão do Nordeste, região tradicionalmente quente nessa época do ano.
A 125 km do Rio de Janeiro, Três Rios tem cerca de 80 mil habitantes. A cidade fica numa área de vale, o que dificulta a circulação de ventos e faz o ar quente "ficar preso". Já Caicó está no coração do semiárido potiguar, longe do mar, com muito sol e pouca chuva.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c14v4r3gn1po
"O alerta - em vigor para áreas de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo - significa que os termômetros podem marcar 5ºC acima da média para dezembro durante cinco dias ou mais nessas regiões."
Considerando as regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir:

I.A palavra 'Goiás' recebe acento por apresentar vogal tônica que forma hiato com a vogal anterior.
II.A palavra 'Espírito ' segue a mesma regra de acentuação do vocábulo 'termômetro'.
III.A palavra 'semiárido' segue regra distinta de acentuação de 'Goiás', embora ambas apresentem o 'a' como vogal tônica.
IV.As palavras 'já' e 'sol' são monossílabos tônicos, embora apresentem diferenças quanto à acentuação gráfica.

É correto o que se afirma em:
 

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As 10 cidades mais quentes do Brasil em meio à onda de calor com alerta de 'grande perigo'
Segue válido até as 18h desta terça-feira (30/12) um alerta de "grande perigo" do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a onda de calor que tem atingido especialmente o centro-sul do Brasil.
O alerta - em vigor para áreas de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo - significa que os termômetros podem marcar 5ºC acima da média para dezembro durante cinco dias ou mais nessas regiões.
A onda de calor começou no dia 22 de dezembro diante da combinação de fatores atmosféricos típicos do verão, mas intensificada neste fim de mês.
O fenômeno é classificado assim pelos meteorologistas quando as temperaturas ficam significativamente acima da média por vários dias consecutivos.
O que chama atenção neste episódio não é apenas o calor pontual de uma tarde específica, mas a sua continuidade.
Diferentemente de picos isolados, comuns no verão, a atual configuração atmosférica favorece dias sucessivos de temperaturas altas, inclusive durante a noite e a madrugada, o que dificulta a recuperação do corpo humano e aumenta o desconforto térmico.
Segundo os dados consolidados do Inmet no domingo (28/12), das 10 cidades mais quentes do Brasil, quatro estão na faixa do alerta de "grande perigo" no Sudeste do Brasil. As outras seis são cidades do sertão do Nordeste, região tradicionalmente quente nessa época do ano.
A 125 km do Rio de Janeiro, Três Rios tem cerca de 80 mil habitantes. A cidade fica numa área de vale, o que dificulta a circulação de ventos e faz o ar quente "ficar preso". Já Caicó está no coração do semiárido potiguar, longe do mar, com muito sol e pouca chuva.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c14v4r3gn1po
Com base no texto "As 10 cidades mais quentes do Brasil em meio à onda de calor com alerta de 'grande perigo'", analise as afirmativas a seguir:

I.A onda de calor é considerada perigosa somente quando ocorrem picos de temperatura isolados ao longo do dia.
II.Quando as altas temperaturas persistem, inclusive durante a noite, o desconforto térmico aumenta e a recuperação do corpo humano se torna mais difícil.
III.Regiões afastadas do mar ou localizadas em vales podem sofrer maior acúmulo de calor.
IV.Apenas cidades do Nordeste estão entre as mais quentes do Brasil, segundo o Inmet.

É correto o que se afirma em:
 

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