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Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de
calor.
O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com
temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário
fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
emitisse um alerta vermelho.
O alerta vermelho, que é válido até a próxima
segunda-feira (29/12), é o maior grau entre os três avisos
emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial;
laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo.
Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão
totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região
norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e
Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba,
Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul,
incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área
de Cachoeiro de Itapemirim.
Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12) , a
cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês
de dezembro ao atingir 36,2ºC.
O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias,
mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal
por conta do calor em postos de saúde. Somente na
capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos
entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a
Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.
Embora algumas regiões do Brasil frequentemente
experimentem altas temperaturas e os brasileiros
estejam geralmente mais adaptados ao calor em
comparação com populações de países europeus, a
situação é particularmente perigosa devido à sua
extrema intensidade.
Estar exposto — especialmente nos horários de pico do
calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no
organismo que oferecem risco à saúde, principalmente
para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos,
pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.
Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é
exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma
série de adaptações fisiológicas para regular a
temperatura interna.
No caso da exposição ao calor, primeira reação do
organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação
dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para
o ambiente.
No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente
quando também está úmido, o mecanismo de
resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao
superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos
aos órgãos.
"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A
frequência cardíaca aumenta como um mecanismo
compensatório, assim como a pressão arterial", explica
Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica
médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em
ciências médicas.
Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao
aumento da sudorese.
A depender da temperatura, complementa o médico
Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de
eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga.
"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou
vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não
conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para
choque térmico, com confusão mental, convulsões, e
seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito",
explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina
de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em
Porto Alegre.
De acordo com um relatório publicado na revista
científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da
mortalidade relacionado com o calor excessivo em
pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.
Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes
atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de
2022, segundo uma análise recente publicada na Nature
Medicine.
Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades,
pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde
fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo
em formação), trabalhadores que precisam se expor ao
sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem
uso de medicações que por algum motivo os tornem
mais vulneráveis ao calor.
"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos,
por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e
precisam de cuidado extra com hidratação", aponta
Daudt.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
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Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de
calor.
O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com
temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário
fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
emitisse um alerta vermelho.
O alerta vermelho, que é válido até a próxima
segunda-feira (29/12), é o maior grau entre os três avisos
emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial;
laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo.
Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão
totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região
norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e
Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba,
Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul,
incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área
de Cachoeiro de Itapemirim.
Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12) , a
cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês
de dezembro ao atingir 36,2ºC.
O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias,
mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal
por conta do calor em postos de saúde. Somente na
capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos
entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a
Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.
Embora algumas regiões do Brasil frequentemente
experimentem altas temperaturas e os brasileiros
estejam geralmente mais adaptados ao calor em
comparação com populações de países europeus, a
situação é particularmente perigosa devido à sua
extrema intensidade.
Estar exposto — especialmente nos horários de pico do
calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no
organismo que oferecem risco à saúde, principalmente
para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos,
pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.
Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é
exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma
série de adaptações fisiológicas para regular a
temperatura interna.
No caso da exposição ao calor, primeira reação do
organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação
dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para
o ambiente.
No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente
quando também está úmido, o mecanismo de
resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao
superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos
aos órgãos.
"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A
frequência cardíaca aumenta como um mecanismo
compensatório, assim como a pressão arterial", explica
Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica
médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em
ciências médicas.
Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao
aumento da sudorese.
A depender da temperatura, complementa o médico
Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de
eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga.
"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou
vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não
conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para
choque térmico, com confusão mental, convulsões, e
seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito",
explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina
de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em
Porto Alegre.
De acordo com um relatório publicado na revista
científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da
mortalidade relacionado com o calor excessivo em
pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.
Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes
atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de
2022, segundo uma análise recente publicada na Nature
Medicine.
Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades,
pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde
fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo
em formação), trabalhadores que precisam se expor ao
sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem
uso de medicações que por algum motivo os tornem
mais vulneráveis ao calor.
"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos,
por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e
precisam de cuidado extra com hidratação", aponta
Daudt.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
O vocábulo "ineficaz" está grafado corretamente com a terminação em "z". Identifique a alternativa que apresenta uma palavra escrita de forma INCORRETA com a letra "z":
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calor.
O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com
temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário
fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
emitisse um alerta vermelho.
O alerta vermelho, que é válido até a próxima
segunda-feira (29/12), é o maior grau entre os três avisos
emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial;
laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo.
Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão
totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região
norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e
Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba,
Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul,
incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área
de Cachoeiro de Itapemirim.
Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12) , a
cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês
de dezembro ao atingir 36,2ºC.
O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias,
mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal
por conta do calor em postos de saúde. Somente na
capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos
entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a
Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.
Embora algumas regiões do Brasil frequentemente
experimentem altas temperaturas e os brasileiros
estejam geralmente mais adaptados ao calor em
comparação com populações de países europeus, a
situação é particularmente perigosa devido à sua
extrema intensidade.
Estar exposto — especialmente nos horários de pico do
calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no
organismo que oferecem risco à saúde, principalmente
para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos,
pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.
Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é
exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma
série de adaptações fisiológicas para regular a
temperatura interna.
No caso da exposição ao calor, primeira reação do
organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação
dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para
o ambiente.
No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente
quando também está úmido, o mecanismo de
resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao
superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos
aos órgãos.
"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A
frequência cardíaca aumenta como um mecanismo
compensatório, assim como a pressão arterial", explica
Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica
médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em
ciências médicas.
Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao
aumento da sudorese.
A depender da temperatura, complementa o médico
Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de
eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga.
"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou
vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não
conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para
choque térmico, com confusão mental, convulsões, e
seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito",
explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina
de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em
Porto Alegre.
De acordo com um relatório publicado na revista
científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da
mortalidade relacionado com o calor excessivo em
pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.
Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes
atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de
2022, segundo uma análise recente publicada na Nature
Medicine.
Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades,
pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde
fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo
em formação), trabalhadores que precisam se expor ao
sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem
uso de medicações que por algum motivo os tornem
mais vulneráveis ao calor.
"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos,
por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e
precisam de cuidado extra com hidratação", aponta
Daudt.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
I.O calor intenso atual representa risco até para pessoas que já estão adaptadas.
II.O calor brasileiro é constantemente mais forte do que o europeu.
III.Comparações entre Brasil e Europa destacam diferenças climáticas e de impacto sobre a população.
IV.A intensidade do calor é um fator crítico que aumenta a perigosidade da situação.
É correto o que se afirma em:
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Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de
calor.
O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com
temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário
fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
emitisse um alerta vermelho.
O alerta vermelho, que é válido até a próxima
segunda-feira (29/12), é o maior grau entre os três avisos
emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial;
laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo.
Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão
totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região
norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e
Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba,
Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul,
incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área
de Cachoeiro de Itapemirim.
Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12) , a
cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês
de dezembro ao atingir 36,2ºC.
O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias,
mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal
por conta do calor em postos de saúde. Somente na
capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos
entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a
Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.
Embora algumas regiões do Brasil frequentemente
experimentem altas temperaturas e os brasileiros
estejam geralmente mais adaptados ao calor em
comparação com populações de países europeus, a
situação é particularmente perigosa devido à sua
extrema intensidade.
Estar exposto — especialmente nos horários de pico do
calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no
organismo que oferecem risco à saúde, principalmente
para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos,
pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.
Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é
exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma
série de adaptações fisiológicas para regular a
temperatura interna.
No caso da exposição ao calor, primeira reação do
organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação
dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para
o ambiente.
No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente
quando também está úmido, o mecanismo de
resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao
superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos
aos órgãos.
"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A
frequência cardíaca aumenta como um mecanismo
compensatório, assim como a pressão arterial", explica
Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica
médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em
ciências médicas.
Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao
aumento da sudorese.
A depender da temperatura, complementa o médico
Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de
eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga.
"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou
vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não
conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para
choque térmico, com confusão mental, convulsões, e
seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito",
explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina
de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em
Porto Alegre.
De acordo com um relatório publicado na revista
científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da
mortalidade relacionado com o calor excessivo em
pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.
Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes
atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de
2022, segundo uma análise recente publicada na Nature
Medicine.
Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades,
pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde
fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo
em formação), trabalhadores que precisam se expor ao
sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem
uso de medicações que por algum motivo os tornem
mais vulneráveis ao calor.
"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos,
por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e
precisam de cuidado extra com hidratação", aponta
Daudt.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
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calor.
O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com
temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário
fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
emitisse um alerta vermelho.
O alerta vermelho, que é válido até a próxima
segunda-feira (29/12), é o maior grau entre os três avisos
emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial;
laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo.
Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão
totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região
norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e
Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba,
Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul,
incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área
de Cachoeiro de Itapemirim.
Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12) , a
cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês
de dezembro ao atingir 36,2ºC.
O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias,
mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal
por conta do calor em postos de saúde. Somente na
capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos
entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a
Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.
Embora algumas regiões do Brasil frequentemente
experimentem altas temperaturas e os brasileiros
estejam geralmente mais adaptados ao calor em
comparação com populações de países europeus, a
situação é particularmente perigosa devido à sua
extrema intensidade.
Estar exposto — especialmente nos horários de pico do
calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no
organismo que oferecem risco à saúde, principalmente
para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos,
pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.
Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é
exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma
série de adaptações fisiológicas para regular a
temperatura interna.
No caso da exposição ao calor, primeira reação do
organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação
dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para
o ambiente.
No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente
quando também está úmido, o mecanismo de
resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao
superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos
aos órgãos.
"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A
frequência cardíaca aumenta como um mecanismo
compensatório, assim como a pressão arterial", explica
Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica
médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em
ciências médicas.
Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao
aumento da sudorese.
A depender da temperatura, complementa o médico
Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de
eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga.
"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou
vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não
conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para
choque térmico, com confusão mental, convulsões, e
seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito",
explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina
de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em
Porto Alegre.
De acordo com um relatório publicado na revista
científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da
mortalidade relacionado com o calor excessivo em
pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.
Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes
atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de
2022, segundo uma análise recente publicada na Nature
Medicine.
Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades,
pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde
fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo
em formação), trabalhadores que precisam se expor ao
sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem
uso de medicações que por algum motivo os tornem
mais vulneráveis ao calor.
"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos,
por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e
precisam de cuidado extra com hidratação", aponta
Daudt.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
Com base no emprego do sinal indicativo de crase no enunciado acima, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__)O emprego de crase na expressão 'à sua extrema intensidade' é facultativo, pois antes de pronomes possessivos pode ocorrer ou não o uso desse sinal.
(__)O vocábulo 'devido' rege a preposição 'a', o que justifica o emprego da crase de forma correta, uma vez que 'extrema' é um substantivo que admite artigo feminino.
(__)Se o vocábulo 'calor' fosse substituído por 'temperaturas', como em 'à temperaturas', a crase seria obrigatória, uma vez que se trata de uma palavra feminina que admite artigo.
(__)A crase foi empregada de forma incorreta, pois diante de pronomes não ocorre crase.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
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Questão presente nas seguintes provas
In the context of teaching English through the lens of
African American Vernacular English (AAVE) or Ebonics,
sociolinguist William Labov provided crucial insights.
Analyze the following statements concerning the linguistic
legitimacy of AAVE and its role in education.
I.AAVE is a systematic, rule-governed variety of English with its own complex grammar (e.g., habitual "be", copula deletion), and not a collection of random errors or "broken" English.
II.The "Bridge Approach" suggests using AAVE as a bridge to learning Standard English, validating the student's home language while teaching code-switching skills explicitly.
III.Teachers should correct every instance of AAVE in oral communication immediately to prevent fossilization, as acknowledging non-standard dialects in the classroom legitimizes incorrect grammar.
Is/Are correct the statement(s):
I.AAVE is a systematic, rule-governed variety of English with its own complex grammar (e.g., habitual "be", copula deletion), and not a collection of random errors or "broken" English.
II.The "Bridge Approach" suggests using AAVE as a bridge to learning Standard English, validating the student's home language while teaching code-switching skills explicitly.
III.Teachers should correct every instance of AAVE in oral communication immediately to prevent fossilization, as acknowledging non-standard dialects in the classroom legitimizes incorrect grammar.
Is/Are correct the statement(s):
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Questão presente nas seguintes provas
A consolidação do português como língua oficial resultou
de processos históricos que articularam poder político,
práticas administrativas e circulação cultural. A
centralização régia, a expansão ultramarina e a
necessidade de unificação documental contribuíram para
transformar o idioma em instrumento de identidade
estatal, reforçando sua função normativa e administrativa
nos territórios sob domínio lusitano (COUTINHO, 2012.
Adaptado.).
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
O ensino da leitura envolve a articulação entre práticas
pedagógicas e processos cognitivos que permitem ao
leitor construir sentidos a partir do texto. A compreensão depende da ativação de conhecimentos prévios, da
identificação de relações internas da estrutura textual e
do desenvolvimento de estratégias que favorecem a
interação entre leitor e enunciado (SOARES, 2014.
Adaptado.).
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRE
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRE
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Questão presente nas seguintes provas
A psicolinguística investiga os processos mentais
envolvidos na produção, compreensão e aquisição da
linguagem, articulando conhecimentos da linguística, da
psicologia cognitiva e das neurociências. Seu foco recai
sobre os mecanismos que permitem ao indivíduo
interpretar enunciados, formular estruturas linguísticas e
desenvolver competências comunicativas ao longo da
vida (LEVELT, 1999. Adaptado.).
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como um professor de escola pública e uma
parlamentar negra criaram o Dia do Professor há
quase oitenta anos
Na sala dos professores do Ginásio Caetano de
Campos, o Caetaninho, surgia uma inquietação: o
segundo semestre precisava de uma pausa que aliviasse
o desgaste docente. Foi nesse contexto que o
piracicabano Salomão Becker (1922−2006) lembrou-se
de uma tradição de sua cidade natal, em que alunos
celebravam um dia de confraternização com os mestres.
Da junção dessa memória com a necessidade escolar,
propôs criar o Dia do Professor, posteriormente fixado
em quinze de outubro — data que coincide com a Lei
Imperial de 1827, marco inaugural da educação pública
primária no Brasil.
Em 1947, o Caetaninho adotou a comemoração e, no
ano seguinte, ela virou lei paulista. A proposta nasceu da
experiência concreta do magistério: um gesto simples e
humano de oferecer descanso, reflexão e troca entre
professores. Segundo o pesquisador Rinaldo Allara
Filho, Becker não almejava um feriado nacional, mas sim
fortalecer a comunidade docente e valorizar sua saúde
mental.
Na mesma época, em Santa Catarina, Antonieta de
Barros (1901−1952), professora e deputada estadual —
a primeira mulher negra eleita para um cargo público no
país — instituiu o Dia do Professor como feriado escolar.
Embora independentes, as iniciativas expressavam o
mesmo espírito do tempo: a urgência de valorizar o
magistério em um país em redemocratização. Para Allara
e para o educador Italo Curcio, Becker representava a
valorização pela vivência cotidiana da sala de aula,
enquanto Antonieta simbolizava o reconhecimento
político e social — duas vias complementares de
afirmação da docência.
A força dessas ações culminou no decreto de 1963, que
oficializou o Dia do Professor em todo o território
nacional. A trajetória de Becker, filósofo formado pela
USP, professor de história e geografia por quase meio
século e mais tarde docente de direito internacional,
revela sua dedicação à profissão, apesar de poucas
informações biográficas disponíveis. Sua iniciativa basta
para firmá-lo como referência na valorização do
magistério.
Antonieta de Barros, cuja história vem sendo resgatada
nas últimas décadas, cresceu em meio à pobreza,
alfabetizou-se graças ao convívio com estudantes que se
hospedavam na pensão mantida por sua mãe e
construiu carreira como professora, jornalista, líder do
magistério e parlamentar. Para Allara, seu legado
ressignifica a data ao vinculá-la à busca por justiça social
e pela centralidade da educação na democracia.
O linguista Vicente de Paula da Silva Martins destaca o
significado simbólico e jurídico do quinze de outubro, que
remete à Lei Imperial de 1827 — marco fundador da
educação pública brasileira. Essa legislação definiu
funções docentes, estabeleceu hierarquias e determinou
conteúdos essenciais, além de prever remuneração para
professores que, se atualizada de forma correta ainda
hoje, corresponderia a valores entre R$ 5.733 e R$
14.336. Apesar de refletir desigualdades de gênero e
prestígio, a lei representou tentativa pioneira de
universalizar o ensino e consolidar a educação como
responsabilidade do Estado.
Hoje, especialistas reconhecem que o Dia do Professor
continua relevante, ainda que com menor solenidade do
que no passado. Para Allara, há um descompasso entre
o apreço afetivo da data e a falta de políticas efetivas de
valorização profissional. A celebração homenageia o
professor, mas evidencia que a sociedade ainda precisa
avançar para consolidar o magistério como pilar
estratégico na formação cidadã. Mesmo assim, como
conclui Curcio, o professor segue sendo figura
respeitada e celebrada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8r0xpnm0xlo.adaptado.
Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
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