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Assinale a opção em que o adjetivo não corresponde semanticamente ao substantivo.
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Considerando as regras de acentuação gráfica e tônica dos vocábulos presentes no trecho e no texto, identifique a afirmativa INCORRETA
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I.Narrador em primeira pessoa, relatando acontecimentos de forma pessoal e humorística.
II.Presença de enredo cronológico, com sequência de acontecimentos.
III.Uso de linguagem coloquial e simples.
IV.Exagero literário, típico da crônica: "verdadeiro pesadelo de Kafka"; "ballet grotesco".
É correto o que se afirma em:
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Das palavras a seguir somente uma está separada corretamente.
Qual?
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O jovem Frank
Às vezes eu me pergunto
que diabo de papel
estou fazendo aqui.
Não pedi para nascer,
não escolhi o meu nome,
e tenho um corpo montado
com pedaços de avós, fatias de pai
e amostras de mãe.
Nas reuniões de família
o esporte predileto
é dissecar Frankenstein:
"Os olhos são dos Arruda..."
"Os pés lembram os Botelho..."
"Tem as mãos do velho Braga!"
"... e o nariz é dos Fonseca!"
Certamente o resultado
de um tal esquartejamento
não pode ser coisa boa,
pois tantos retalhos colados
não inteiram uma pessoa.
Sendo assim... eu não sou eu.
Sou outra coisa qualquer:
um personagem perfeito
para um filme de terror,
um androide, um mutante,
um bicho extraterrestre,
um berro de puro pavor!
Graças a Deus meu espelho
não é daqueles que falam...
Diante dele, com cuidado,
posso até reconhecer
este rosto que é só meu
e sorrir aliviado:
Cheio de cravos e espinhas,
pode não ser um modelo
de perfeição ou beleza,
mas com certeza é alguém
e esse alguém... sou eu, sou eu!
TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.
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O jovem Frank
Às vezes eu me pergunto
que diabo de papel
estou fazendo aqui.
Não pedi para nascer,
não escolhi o meu nome,
e tenho um corpo montado
com pedaços de avós, fatias de pai
e amostras de mãe.
Nas reuniões de família
o esporte predileto
é dissecar Frankenstein:
"Os olhos são dos Arruda..."
"Os pés lembram os Botelho..."
"Tem as mãos do velho Braga!"
"... e o nariz é dos Fonseca!"
Certamente o resultado
de um tal esquartejamento
não pode ser coisa boa,
pois tantos retalhos colados
não inteiram uma pessoa.
Sendo assim... eu não sou eu.
Sou outra coisa qualquer:
um personagem perfeito
para um filme de terror,
um androide, um mutante,
um bicho extraterrestre,
um berro de puro pavor!
Graças a Deus meu espelho
não é daqueles que falam...
Diante dele, com cuidado,
posso até reconhecer
este rosto que é só meu
e sorrir aliviado:
Cheio de cravos e espinhas,
pode não ser um modelo
de perfeição ou beleza,
mas com certeza é alguém
e esse alguém... sou eu, sou eu!
TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.
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O jovem Frank
Às vezes eu me pergunto
que diabo de papel
estou fazendo aqui.
Não pedi para nascer,
não escolhi o meu nome,
e tenho um corpo montado
com pedaços de avós, fatias de pai
e amostras de mãe.
Nas reuniões de família
o esporte predileto
é dissecar Frankenstein:
"Os olhos são dos Arruda..."
"Os pés lembram os Botelho..."
"Tem as mãos do velho Braga!"
"... e o nariz é dos Fonseca!"
Certamente o resultado
de um tal esquartejamento
não pode ser coisa boa,
pois tantos retalhos colados
não inteiram uma pessoa.
Sendo assim... eu não sou eu.
Sou outra coisa qualquer:
um personagem perfeito
para um filme de terror,
um androide, um mutante,
um bicho extraterrestre,
um berro de puro pavor!
Graças a Deus meu espelho
não é daqueles que falam...
Diante dele, com cuidado,
posso até reconhecer
este rosto que é só meu
e sorrir aliviado:
Cheio de cravos e espinhas,
pode não ser um modelo
de perfeição ou beleza,
mas com certeza é alguém
e esse alguém... sou eu, sou eu!
TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.
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O jovem Frank
Às vezes eu me pergunto
que diabo de papel
estou fazendo aqui.
Não pedi para nascer,
não escolhi o meu nome,
e tenho um corpo montado
com pedaços de avós, fatias de pai
e amostras de mãe.
Nas reuniões de família
o esporte predileto
é dissecar Frankenstein:
"Os olhos são dos Arruda..."
"Os pés lembram os Botelho..."
"Tem as mãos do velho Braga!"
"... e o nariz é dos Fonseca!"
Certamente o resultado
de um tal esquartejamento
não pode ser coisa boa,
pois tantos retalhos colados
não inteiram uma pessoa.
Sendo assim... eu não sou eu.
Sou outra coisa qualquer:
um personagem perfeito
para um filme de terror,
um androide, um mutante,
um bicho extraterrestre,
um berro de puro pavor!
Graças a Deus meu espelho
não é daqueles que falam...
Diante dele, com cuidado,
posso até reconhecer
este rosto que é só meu
e sorrir aliviado:
Cheio de cravos e espinhas,
pode não ser um modelo
de perfeição ou beleza,
mas com certeza é alguém
e esse alguém... sou eu, sou eu!
TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.
1 – “me” (l. 01)
2 – “de família” (l. 11)
3 – “uma pessoa” (l. 24)
4 – “com cuidado” (l. 34)
5 – “de cravos e espinhas” (l. 39)
6 – “esse alguém” (l. 43)
(_) adjunto adnominal
(_) adjunto adverbial
(_) complemento nominal
(_) objeto direto
(_) objeto indireto
(_) sujeito
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O jovem Frank
Às vezes eu me pergunto
que diabo de papel
estou fazendo aqui.
Não pedi para nascer,
não escolhi o meu nome,
e tenho um corpo montado
com pedaços de avós, fatias de pai
e amostras de mãe.
Nas reuniões de família
o esporte predileto
é dissecar Frankenstein:
"Os olhos são dos Arruda..."
"Os pés lembram os Botelho..."
"Tem as mãos do velho Braga!"
"... e o nariz é dos Fonseca!"
Certamente o resultado
de um tal esquartejamento
não pode ser coisa boa,
pois tantos retalhos colados
não inteiram uma pessoa.
Sendo assim... eu não sou eu.
Sou outra coisa qualquer:
um personagem perfeito
para um filme de terror,
um androide, um mutante,
um bicho extraterrestre,
um berro de puro pavor!
Graças a Deus meu espelho
não é daqueles que falam...
Diante dele, com cuidado,
posso até reconhecer
este rosto que é só meu
e sorrir aliviado:
Cheio de cravos e espinhas,
pode não ser um modelo
de perfeição ou beleza,
mas com certeza é alguém
e esse alguém... sou eu, sou eu!
TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.
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O jovem Frank
Às vezes eu me pergunto
que diabo de papel
estou fazendo aqui.
Não pedi para nascer,
não escolhi o meu nome,
e tenho um corpo montado
com pedaços de avós, fatias de pai
e amostras de mãe.
Nas reuniões de família
o esporte predileto
é dissecar Frankenstein:
"Os olhos são dos Arruda..."
"Os pés lembram os Botelho..."
"Tem as mãos do velho Braga!"
"... e o nariz é dos Fonseca!"
Certamente o resultado
de um tal esquartejamento
não pode ser coisa boa,
pois tantos retalhos colados
não inteiram uma pessoa.
Sendo assim... eu não sou eu.
Sou outra coisa qualquer:
um personagem perfeito
para um filme de terror,
um androide, um mutante,
um bicho extraterrestre,
um berro de puro pavor!
Graças a Deus meu espelho
não é daqueles que falam...
Diante dele, com cuidado,
posso até reconhecer
este rosto que é só meu
e sorrir aliviado:
Cheio de cravos e espinhas,
pode não ser um modelo
de perfeição ou beleza,
mas com certeza é alguém
e esse alguém... sou eu, sou eu!
TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.
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