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4037449 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS

Em defesa do dicionário

Por William Campos da Cruz

Enunciado 4969611-1

(CRUZ, William Campos da. Tudo converge para o texto: gramática, escrita e leitura. 1ª ed. - Rio de Janeiro: Eleia Editora, 2024 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação ao trecho retirado do texto “Evidentemente, (1) supervisionando os alunos que faziam prova e, (2) por isso, (3) foi até a sua bolsa, (4) sacou um dicionário e deixou-o em minha carteira”, analise as motivações funcionais para o emprego das vírgulas:

I. A vírgula 1 foi utilizada para isolar adjunto adverbial deslocado, sendo, nesse caso, de uso facultativo.
II. As vírgulas 2 e 3 foram empregadas para isolar um termo de valor meramente explicativo.
III. A vírgula 4 foi empregada para separar orações coordenadas.

Quais estão corretas?
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Como a degradação da Amazônia aumenta o risco de novas pandemias.

    No segundo semestre de 2022, uma situação inusitada em Roraima chamou a atenção do cientista Felipe Naveca. Centenas de pessoas passaram a apresentar febre, dor no corpo, vermelhidão na pele e nos olhos, sintomas que sugerem um quadro de dengue, zika ou chikungunya. No entanto, uma grande proporção dos exames laboratoriais feitos nesses pacientes trazia um resultado negativo para essas três doenças, transmitidas pela picada do mosquito Aedes aegypti, "ou seja, eram muitos casos suspeitos e poucos confirmados", resume Naveca, que é pesquisador em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz).
    Uma análise mais detalhada revelou que o problema era outro. "Não era dengue. Era oropouche", informa o especialista. Esse vírus endêmico da Amazônia também é transmitido por mosquitos - e a infecção provoca incômodos similares aos observados na ação daqueles outros três patógenos mais conhecidos.
    Desde o episódio ocorrido em Roraima, algo parecido se repetiu em outras partes da Região Norte, como Acre, Amazonas e Rondônia. Além disso, o vírus conseguiu ultrapassar as barreiras da Amazônia e hoje causa surtos em locais como Bahia, Espírito Santo e Santa Catarina, além de já ter sido importado para outros países das Américas e da Europa.
    O oropouche é apenas um exemplo de como a Amazônia, o local mais biodiverso do mundo, é lar de milhares de vírus, bactérias e outros agentes microscópicos que podem eventualmente causar problemas de saúde em seres humanos. Mais que isso, pesquisas recentes têm demonstrado que a degradação desse bioma por meio do desmatamento, do garimpo e de outras atividades aumenta o risco de contato com esses patógenos e eventualmente pode se tornar o gatilho para futuras epidemias ou até pandemias.
    Em linhas gerais, vírus, fungos, bactérias, protozoários e outros agentes microscópicos vivem ciclos bem definidos na natureza, com animais hospedeiros, intermediários e outros elementos que determinam o equilíbrio dessa dinâmica. "Esses patógenos circulam de uma maneira saudável dentro do ecossistema onde atuam, sem causar problemas para os seres humanos", contextualiza o biólogo Joel Henrique Ellwanger, do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). "A ameaça só passa a existir quando acontece a interferência humana nesses sistemas", complementa ele.
    Nos últimos cinco anos, Ellwanger publicou alguns artigos científicos em que detalha como um processo desses poderia acontecer na Amazônia. A ideia dele é entender como esse spillover - conceito científico que descreve uma espécie de "pulo" ou "salto", um processo de transição no qual os patógenos passam a afetar os seres humanos, pode acontecer na prática, dentro do contexto específico deste bioma brasileiro. "Nem todo evento de spillover vai gerar uma epidemia. Isso vai depender do patógeno, de ele conseguir chegar até a população humana e encontrar ali as condições favoráveis para se disseminar", pondera o biólogo. Essas tais condições favoráveis envolvem aspectos biológicos e genéticos, como nossas células terem um receptor onde o vírus consegue se encaixar, por exemplo, até questões sociais, como a existência de um mosquito na região que pode servir de hospedeiro e perpetuador dos ciclos de transmissão.
    "Quando ocorre o desmatamento em alguma região, toda a fauna que habita aquele lugar vai se mover. Muitas vezes, o animal que servia de reservatório natural para aquele patógeno foge. E os vetores, que transmitem doenças como malária e leishmaniose, vão se alimentar de sangue disponível, como o de seres humanos", detalha Naveca.
    No entanto, quando pensamos na abundância amazônica, tudo isso ganha uma escala muito maior, o que faz as probabilidades também crescerem numa progressão geométrica. "Imagina a diversidade de plantas que existe ali e a gente sequer conhece. Se pensarmos que cada espécie de ser vivo possui um microbioma próprio, estamos muito longe de entender os potenciais ameaças", explica Ellwanger. "Nós conhecemos apenas uma gota de um imenso oceano microbiano que interage nesse ecossistema", complementa ele. 
Fonte:Biernath, A.. Como a degradação da Amazônia aumenta o risco de novas pandemias. BBC News Brasil 16/11/2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2vrn1rwggo. 
Com base no texto, resolva a questão.
Observe as palavras retiradas do texto:

I. Amazônia.
II. interferência.
III. epidemias.
IV. pode.
V. bioma. 

Com base nas regras do sistema ortográfico vigente e da acentuação gráfica da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.
Questão Anulada

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No texto a seguir:

"O técnico informou que o backup se realizará automaticamente".

A colocação pronominal em "se realizará" está correta porque:
Questão Anulada

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4036489 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Paulista-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Quais os riscos econômicos se o Brasil declarar facções criminosas como terroristas

Parlamentares e governadores de oposição articulam leis para classificar facções criminosas, como o PCC e o Comando Vermelho, como grupos terroristas. A proposta ganhou força após operação no Rio de Janeiro que deixou mais de cem mortos. A Câmara dos Deputados deve votar projeto que amplia o conceito de terrorismo para incluir organizações criminosas e milícias.

De autoria do deputado Danilo Forte e relatado por Nikolas Ferreira, o texto altera a Lei Antiterrorismo para abranger grupos que cometam atos violentos e permitir o bloqueio de bens de investigados. O objetivo é fortalecer o combate às facções e ampliar o poder de investigação da Polícia Federal.

Especialistas, porém, alertam para riscos econômicos e diplomáticos. O pesquisador Roberto Uchôa, da Universidade de Coimbra, afirma que classificar facções como terroristas pode gerar sanções internacionais, pois países como os Estados Unidos tenderiam a adotar a mesma classificação. Isso permitiria congelar ativos de empresas e indivíduos brasileiros ligados a investigações sobre crime organizado.

Uchôa ressalta que o crime organizado está infiltrado na economia nacional, o que poderia levar à punição de empresas e instituições financeiras. A Polícia Federal estima que o PCC movimentou cerca de cinquenta bilhões de reais entre dois mil e vinte e dois mil e vinte e quatro, por meio de esquemas de lavagem envolvendo postos, fintechs e fundos de investimento.

O professor Rafael Alcadipani, da Fundação Getúlio Vargas, alerta que a designação de terrorismo permite aos EUA aplicar sanções severas, inclusive sobre o sistema bancário e empresas públicas. "Se considerarem que o Banco do Brasil ou o Pix têm ligações com facções, podem agir imediatamente", afirma.

Apesar de pressões externas, o governo brasileiro rejeitou o pedido americano para adotar a designação de terroristas ao PCC e ao CV, alegando que tais grupos não se enquadram na legislação nacional. Países vizinhos, como Argentina e Paraguai, já anunciaram que adotarão essa classificação. 

Para o relator da ONU, Ben Saul, ampliar o conceito de terrorismo pode abrir brechas para abusos, como ocorreu quando os EUA classificaram cartéis latino-americanos como terroristas, resultando em deportações e ações militares. Especialistas temem que medidas semelhantes tragam impactos econômicos e políticos graves ao Brasil, com sanções e perda de credibilidade internacional. 

Enunciado 4968158-1
O professor Rafael Alcadipani, da Fundação Getúlio Vargas, alerta que a designação de terrorismo permite aos EUA aplicar sanções severas, inclusive sobre o sistema bancário e empresas públicas. Assinale a alternativa correta quanto ao número de orações que compõem o período.
Questão Anulada

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4036483 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Paulista-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A comparação dos efeitos colaterais de diferentes antidepressivos, segundo pesquisa


Pesquisadores classificaram pela primeira vez os efeitos colaterais de diversos antidepressivos, revelando diferenças relevantes entre os medicamentos. O estudo avaliou pacientes nas primeiras oito semanas de tratamento e identificou variações de até dois quilos no peso e vinte e um batimentos por minuto na frequência cardíaca.


A Organização Mundial da Saúde estima que seis por cento dos brasileiros — cerca de onze milhões de pessoas — sofram de depressão. Os especialistas alertam que diferenças nos efeitos colaterais comprometem a saúde e a adesão ao tratamento, recomendando ajustes individualizados conforme cada caso.


Realizado pelo King's College London e pela Universidade de Oxford, o estudo analisou cento e cinquenta e um trabalhos sobre trinta medicamentos, com mais de cinquenta e oito mil pacientes. Publicado na revista The Lancet, o estudo revelou que a agomelatina reduziu o peso em dois quilos, enquanto a maprotilina causou ganho de quase dois. Houve ainda diferenças expressivas na frequência cardíaca e na pressão arterial entre certos fármacos.


Os pesquisadores destacaram que pacientes com o mesmo diagnóstico podem reagir de modo distinto, conforme suas condições de saúde. Em exemplos práticos, Sarah, de trinta e dois anos, deve evitar medicamentos que causam ganho de peso; John, de quarenta e quatro, os que elevam a pressão; e Jane, de cinquenta e seis, os que afetam o colesterol.


Os cientistas reforçam que não há antidepressivos bons ou ruins. Alguns, como a amitriptilina, geram aumento de peso e pressão, mas ajudam no sono e na dor. Em geral, paroxetina, citalopram, escitalopram e sertralina produzem menos efeitos físicos.


A fluoxetina foi associada à perda de peso e à elevação da pressão arterial. Segundo o professor Andrea Cipriani, oitenta por cento das prescrições no Reino Unido concentram-se em três genéricos: citalopram, sertralina e fluoxetina.


Os pesquisadores desenvolvem uma ferramenta digital para ajudar na escolha do antidepressivo mais adequado, mas reconhecem que a mudança exigirá nova cultura no sistema de saúde. O professor Prasad Nishtala classificou o estudo como inovador e alertou que o uso prolongado pode aumentar riscos, sobretudo em casos de depressão crônica.


Enunciado 4968104-1

A fluoxetina foi associada à perda de peso e "à" elevação da pressão arterial. Assinale a alternativa CORRETA quanto ao uso do acento indicativo de crase na expressão destacada.
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4035973 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Jequié-BA
Assinale a opção em que o uso do acento grave no fenômeno da crase está correto.
Questão Anulada

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4033171 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Jequitaí-MG
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?


A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil tem gerado chuvas intensas e vendavais pelo país, provocando estragos em diversas regiões, principalmente no Centro-Sul.

Três mortes foram registradas na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, que nas últimas 24 horas registrou um acúmulo de chuva de 137 mm, de acordo com o MetSul.

Fortes ventos também atingem os Estados de Minas Gerais e São Paulo - situados em uma região ainda periférica em relação ao centro do ciclone.

Segundo a concessionária de energia Enel, 36% dos clientes da Região Metropolitana de São Paulo estavam sem energia por volta das 16h, somando mais de 2,3 milhões de pessoas com o abastecimento interrompido. 

A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora.

Na capital, mais de 514 chamados para queda de árvores foram registrados até às 14h.

Meteorologistas consideram o ciclone de "altíssimo risco", com previsão de rajadas de vento que podem chegar a 120km/h. 

Para climatologistas ouvidos pela BBC News Brasil, por mais que a ocorrência de ciclones seja comum no hemisfério sul, não há como negar o impacto das mudanças climáticas em eventos intensos como esse.
"Não é incomum ter um ciclone nesta época do ano, o que é incomum é a intensidade que estamos vendo. E os estudos indicam que esse cenário é uma tendência do aquecimento global", afirma o climatologista José Marengo, que coordena o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).  

Nos últimos anos, diversos ciclones foram registrados no Brasil, muitos com chuvas intensas, rajadas de vento, principalmente na região sul.

O mais recente foi registrado em novembro, ocasionando a formação de um tornado que atingiu o Paraná e destruiu 90% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no interior do estado.

Seis pessoas morreram e mais de mil moradores ficaram desalojados. Os ventos chegaram a 250km/h. 

Segundo Franscisco Aquino, climatologista e professor da UFRGS, nem todo evento meteorológico é resultado das mudanças do clima, mas a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais aumentou nas últimas décadas no hemisfério sul.

Ele avalia que há uma relação direta entre os efeitos dessas mudanças, sobretudo na Antártica, e o aumento de ciclones que atingiram o Brasil desde setembro. 

Aquino explica que, neste ano, a Antártica registrou baixa extensão de gelo marinho, tanto no verão quanto no inverno.
Essa redução de gelo coloca a oscilação Antártica em fase negativa, empurrando o cinturão de ciclones extratropicais para o sul do Brasil, o que explica essa sequência incomum de tempestades e eventos extremos.
"Como a atmosfera está mais quente, e o planeta segue em mudança climática, não tem como entender que não há uma combinação desses fatores, nesse caso reduzindo o gelo marinho, deixando a fase negativa no sul, e permitindo a formação de ciclones mais intensos", afirma.  


Fonte: (https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo) 
"A Defesa Civil de São Paulo registra quedas de árvore, destelhamentos e alagamentos em diversos municípios. Ventos na Lapa, Zona Oeste da capital, chegaram a 98 km por hora."

Considerando os aspectos fonológicos dos vocábulos presentes no trecho, identifique a alternativa que apresenta uma informação INCORRETA.
Questão Anulada

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4028258 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Vitória Mearim-MA
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente acentuadas:
Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
4028257 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Vitória Mearim-MA
Assinale a frase em que o termo destacado está empregado corretamente:
Questão Anulada

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EDUCAÇÃO BRASILEIRA EM FOCO: OS DESAFIOS DA INCLUSÃOE DA QUALIDADE A educação brasileira, um tema de importância inquestionável, encontra-se em umperene processo de discussões e revisões, especialmente no que tange à sua capacidade de ser equânime e de qualidade para todos. As estatísticas e os relatos do cotidiano escolar frequentemente apontam para uma realidade complexa, onde avanços coexistem com desafios estruturais persistentes. A inclusão, por exemplo, embora consolidada como um pilar legal e moral, ainda enfrenta barreiras significativas na prática. Escolas que carecem de infraestrutura adequada, formação continuada insuficiente para os educadores e a ausência de materiais didáticos adaptados são apenas alguns dos entraves que dificultam a plena participação de estudantes com necessidades educacionais especiais. A alfabetização de adultos, outro gargalo histórico, revela por sua vez a persistência de um contingente expressivo da população que não teve acesso à educação formal na idade apropriada. Programas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) são cruciais, mas a adesão e a permanência refletem não só a qualidade da oferta, mas também as condições socioeconômicas dos matriculados, que frequentemente precisam conciliar o estudo com o trabalho e as responsabilidades familiares. O abandono escolar, neste contexto, é um fenômeno multifacetado, que exige soluções integradas e políticas públicas robustas. As bibliotecas públicas, embora frequentemente subutilizadas e carentes de investimentos, desempenham um papel vital no fomento da leitura e no acesso à informação, podendo ser espaços catalisadores de aprendizado continuado, principalmente em comunidades mais vulneráveis. Contudo, a modernização de seus acervos e a ampliação de seu alcance digital e físico são imperativos para que cumpram seu potencial em um mundo cada vez mais conectado. O ensino técnico, por sua vez, é frequentemente apontado como uma rota estratégica para o desenvolvimento econômico e a inserção no mercado de trabalho. No entanto, a desarticulação entre as demandas do setor produtivo e a oferta formativa, bem como a precarização das condições de ensino, são desafios que merecem atenção urgente. Finalmente, a formação de professores emerge como a espinha dorsal de qualquer sistema educacional robusto. A valorização da carreira docente, a formação inicial e continuada de excelência, e a oferta de condições de trabalho dignas são fatores determinantes para a qualidade do ensino. Sem professores bem preparados e motivados, a implementação de currículos inovadores e a superação dos desafios educacionais permanecem uma quimera. A educação brasileira é, portanto, um organismo vivo, que demanda atenção constante e investimento estratégico em todas as suas frentes.
(Adaptado de Gazeta do Povo, nov. 2024)
Com base no texto acima, julgue o item a seguir. 
No segmento 'A alfabetização de adultos, outro gargalo histórico, revela por sua vez a persistência de um contingente expressivo', o uso do travessão isola um aposto explicativo que poderia ser substituído por vírgulas sem prejuízo do sentido ou da correção gramatical.
Questão Anulada

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