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4070312 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

O jovem Frank

Às vezes eu me pergunto

que diabo de papel

estou fazendo aqui.

 

Não pedi para nascer,

não escolhi o meu nome,

e tenho um corpo montado

com pedaços de avós, fatias de pai

e amostras de mãe.

 

Nas reuniões de família

o esporte predileto

é dissecar Frankenstein:

 

"Os olhos são dos Arruda..."

"Os pés lembram os Botelho..."

"Tem as mãos do velho Braga!"

"... e o nariz é dos Fonseca!"

 

Certamente o resultado

de um tal esquartejamento

não pode ser coisa boa,

pois tantos retalhos colados

não inteiram uma pessoa.

Sendo assim... eu não sou eu.

Sou outra coisa qualquer:

um personagem perfeito

para um filme de terror,

um androide, um mutante,

um bicho extraterrestre,

um berro de puro pavor!

Graças a Deus meu espelho

não é daqueles que falam...

Diante dele, com cuidado,

posso até reconhecer

este rosto que é só meu

e sorrir aliviado:

 

Cheio de cravos e espinhas,

pode não ser um modelo

de perfeição ou beleza,

mas com certeza é alguém

e esse alguém... sou eu, sou eu!

TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.

Os termos “Nas reuniões de família” (l. 11) e “Diante dele” (l. 34) são locuções adverbiais que expressam a circunstância de:
 

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4070311 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

O jovem Frank

Às vezes eu me pergunto

que diabo de papel

estou fazendo aqui.

 

Não pedi para nascer,

não escolhi o meu nome,

e tenho um corpo montado

com pedaços de avós, fatias de pai

e amostras de mãe.

 

Nas reuniões de família

o esporte predileto

é dissecar Frankenstein:

 

"Os olhos são dos Arruda..."

"Os pés lembram os Botelho..."

"Tem as mãos do velho Braga!"

"... e o nariz é dos Fonseca!"

 

Certamente o resultado

de um tal esquartejamento

não pode ser coisa boa,

pois tantos retalhos colados

não inteiram uma pessoa.

Sendo assim... eu não sou eu.

Sou outra coisa qualquer:

um personagem perfeito

para um filme de terror,

um androide, um mutante,

um bicho extraterrestre,

um berro de puro pavor!

Graças a Deus meu espelho

não é daqueles que falam...

Diante dele, com cuidado,

posso até reconhecer

este rosto que é só meu

e sorrir aliviado:

 

Cheio de cravos e espinhas,

pode não ser um modelo

de perfeição ou beleza,

mas com certeza é alguém

e esse alguém... sou eu, sou eu!

TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.

No trecho “um berro de puro pavor” (l. 31), os dois substantivos se classificam como:
 

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4070310 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

O jovem Frank

Às vezes eu me pergunto

que diabo de papel

estou fazendo aqui.

 

Não pedi para nascer,

não escolhi o meu nome,

e tenho um corpo montado

com pedaços de avós, fatias de pai

e amostras de mãe.

 

Nas reuniões de família

o esporte predileto

é dissecar Frankenstein:

 

"Os olhos são dos Arruda..."

"Os pés lembram os Botelho..."

"Tem as mãos do velho Braga!"

"... e o nariz é dos Fonseca!"

 

Certamente o resultado

de um tal esquartejamento

não pode ser coisa boa,

pois tantos retalhos colados

não inteiram uma pessoa.

Sendo assim... eu não sou eu.

Sou outra coisa qualquer:

um personagem perfeito

para um filme de terror,

um androide, um mutante,

um bicho extraterrestre,

um berro de puro pavor!

Graças a Deus meu espelho

não é daqueles que falam...

Diante dele, com cuidado,

posso até reconhecer

este rosto que é só meu

e sorrir aliviado:

 

Cheio de cravos e espinhas,

pode não ser um modelo

de perfeição ou beleza,

mas com certeza é alguém

e esse alguém... sou eu, sou eu!

TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.

Em referência à flexão de número dos substantivos próprios “Arruda”, “Botelho” e “Fonseca” (l. 15, 16 e 18), constata-se a devida EXATIDÃO em qual opção?
 

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4070309 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

O jovem Frank

Às vezes eu me pergunto

que diabo de papel

estou fazendo aqui.

 

Não pedi para nascer,

não escolhi o meu nome,

e tenho um corpo montado

com pedaços de avós, fatias de pai

e amostras de mãe.

 

Nas reuniões de família

o esporte predileto

é dissecar Frankenstein:

 

"Os olhos são dos Arruda..."

"Os pés lembram os Botelho..."

"Tem as mãos do velho Braga!"

"... e o nariz é dos Fonseca!"

 

Certamente o resultado

de um tal esquartejamento

não pode ser coisa boa,

pois tantos retalhos colados

não inteiram uma pessoa.

Sendo assim... eu não sou eu.

Sou outra coisa qualquer:

um personagem perfeito

para um filme de terror,

um androide, um mutante,

um bicho extraterrestre,

um berro de puro pavor!

Graças a Deus meu espelho

não é daqueles que falam...

Diante dele, com cuidado,

posso até reconhecer

este rosto que é só meu

e sorrir aliviado:

 

Cheio de cravos e espinhas,

pode não ser um modelo

de perfeição ou beleza,

mas com certeza é alguém

e esse alguém... sou eu, sou eu!

TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.

Em “Às vezes eu me pergunto que diabo de papel estou fazendo aqui” (l. 01, 02 e 03), há exatamente:
 

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4070308 Ano: 2025
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Às vezes eu me pergunto

que diabo de papel

estou fazendo aqui.

 

Não pedi para nascer,

não escolhi o meu nome,

e tenho um corpo montado

com pedaços de avós, fatias de pai

e amostras de mãe.

 

Nas reuniões de família

o esporte predileto

é dissecar Frankenstein:

 

"Os olhos são dos Arruda..."

"Os pés lembram os Botelho..."

"Tem as mãos do velho Braga!"

"... e o nariz é dos Fonseca!"

 

Certamente o resultado

de um tal esquartejamento

não pode ser coisa boa,

pois tantos retalhos colados

não inteiram uma pessoa.

Sendo assim... eu não sou eu.

Sou outra coisa qualquer:

um personagem perfeito

para um filme de terror,

um androide, um mutante,

um bicho extraterrestre,

um berro de puro pavor!

Graças a Deus meu espelho

não é daqueles que falam...

Diante dele, com cuidado,

posso até reconhecer

este rosto que é só meu

e sorrir aliviado:

 

Cheio de cravos e espinhas,

pode não ser um modelo

de perfeição ou beleza,

mas com certeza é alguém

e esse alguém... sou eu, sou eu!

TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.

No fragmento textual, entre a l. 15 e a l. 18, as aspas foram empregadas, para:
 

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4070307 Ano: 2025
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O jovem Frank

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que diabo de papel

estou fazendo aqui.

 

Não pedi para nascer,

não escolhi o meu nome,

e tenho um corpo montado

com pedaços de avós, fatias de pai

e amostras de mãe.

 

Nas reuniões de família

o esporte predileto

é dissecar Frankenstein:

 

"Os olhos são dos Arruda..."

"Os pés lembram os Botelho..."

"Tem as mãos do velho Braga!"

"... e o nariz é dos Fonseca!"

 

Certamente o resultado

de um tal esquartejamento

não pode ser coisa boa,

pois tantos retalhos colados

não inteiram uma pessoa.

Sendo assim... eu não sou eu.

Sou outra coisa qualquer:

um personagem perfeito

para um filme de terror,

um androide, um mutante,

um bicho extraterrestre,

um berro de puro pavor!

Graças a Deus meu espelho

não é daqueles que falam...

Diante dele, com cuidado,

posso até reconhecer

este rosto que é só meu

e sorrir aliviado:

 

Cheio de cravos e espinhas,

pode não ser um modelo

de perfeição ou beleza,

mas com certeza é alguém

e esse alguém... sou eu, sou eu!

TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.

Tomando como base as regras referentes à ortografia oficial (AOLP 1990), qual alternativa está CERTA?
 

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4070306 Ano: 2025
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O jovem Frank

Às vezes eu me pergunto

que diabo de papel

estou fazendo aqui.

 

Não pedi para nascer,

não escolhi o meu nome,

e tenho um corpo montado

com pedaços de avós, fatias de pai

e amostras de mãe.

 

Nas reuniões de família

o esporte predileto

é dissecar Frankenstein:

 

"Os olhos são dos Arruda..."

"Os pés lembram os Botelho..."

"Tem as mãos do velho Braga!"

"... e o nariz é dos Fonseca!"

 

Certamente o resultado

de um tal esquartejamento

não pode ser coisa boa,

pois tantos retalhos colados

não inteiram uma pessoa.

Sendo assim... eu não sou eu.

Sou outra coisa qualquer:

um personagem perfeito

para um filme de terror,

um androide, um mutante,

um bicho extraterrestre,

um berro de puro pavor!

Graças a Deus meu espelho

não é daqueles que falam...

Diante dele, com cuidado,

posso até reconhecer

este rosto que é só meu

e sorrir aliviado:

 

Cheio de cravos e espinhas,

pode não ser um modelo

de perfeição ou beleza,

mas com certeza é alguém

e esse alguém... sou eu, sou eu!

TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.

Quanto às características do texto em estudo, assinale a afirmação CORRETA.
 

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Questão presente nas seguintes provas
4070305 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
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O jovem Frank

Às vezes eu me pergunto

que diabo de papel

estou fazendo aqui.

 

Não pedi para nascer,

não escolhi o meu nome,

e tenho um corpo montado

com pedaços de avós, fatias de pai

e amostras de mãe.

 

Nas reuniões de família

o esporte predileto

é dissecar Frankenstein:

 

"Os olhos são dos Arruda..."

"Os pés lembram os Botelho..."

"Tem as mãos do velho Braga!"

"... e o nariz é dos Fonseca!"

 

Certamente o resultado

de um tal esquartejamento

não pode ser coisa boa,

pois tantos retalhos colados

não inteiram uma pessoa.

Sendo assim... eu não sou eu.

Sou outra coisa qualquer:

um personagem perfeito

para um filme de terror,

um androide, um mutante,

um bicho extraterrestre,

um berro de puro pavor!

Graças a Deus meu espelho

não é daqueles que falam...

Diante dele, com cuidado,

posso até reconhecer

este rosto que é só meu

e sorrir aliviado:

 

Cheio de cravos e espinhas,

pode não ser um modelo

de perfeição ou beleza,

mas com certeza é alguém

e esse alguém... sou eu, sou eu!

TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.

Ao final do texto, o “jovem Frank”, finalmente, consegue:
 

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4070304 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

O jovem Frank

Às vezes eu me pergunto

que diabo de papel

estou fazendo aqui.

 

Não pedi para nascer,

não escolhi o meu nome,

e tenho um corpo montado

com pedaços de avós, fatias de pai

e amostras de mãe.

 

Nas reuniões de família

o esporte predileto

é dissecar Frankenstein:

 

"Os olhos são dos Arruda..."

"Os pés lembram os Botelho..."

"Tem as mãos do velho Braga!"

"... e o nariz é dos Fonseca!"

 

Certamente o resultado

de um tal esquartejamento

não pode ser coisa boa,

pois tantos retalhos colados

não inteiram uma pessoa.

Sendo assim... eu não sou eu.

Sou outra coisa qualquer:

um personagem perfeito

para um filme de terror,

um androide, um mutante,

um bicho extraterrestre,

um berro de puro pavor!

Graças a Deus meu espelho

não é daqueles que falam...

Diante dele, com cuidado,

posso até reconhecer

este rosto que é só meu

e sorrir aliviado:

 

Cheio de cravos e espinhas,

pode não ser um modelo

de perfeição ou beleza,

mas com certeza é alguém

e esse alguém... sou eu, sou eu!

TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.

Da l. 01 à l. 09, o narrador expressa, de forma clara, o sentimento de:
 

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4006407 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBED
Orgão: Pref. Ipiranga Piauí-PI
O papel da tecnologia na educação
A tecnologia tem transformado profundamente todos os aspectos da sociedade, incluindo a educação. Ferramentas como computadores, tablets e aplicativos educacionais têm proporcionado novas formas de aprendizagem e acesso ao conhecimento. No entanto, é fundamental lembrar que a tecnologia, por si só, não é suficiente para transformar o processo educativo. Ela deve ser usada de forma integrada aos métodos tradicionais de ensino, enriquecendo o aprendizado e tornando-o mais dinâmico e acessível.
        Além disso, a tecnologia permite que os estudantes aprendam no seu próprio ritmo, com recursos que atendem às suas necessidades individuais. Contudo, a utilização excessiva de dispositivos eletrônicos pode trazer prejuízos à saúde e ao desenvolvimento social dos jovens, caso não haja equilíbrio no uso dessas ferramentas.
(Domínio Público)
Na oração "A aluna informou o professor sobre a mudança no cronograma", a regência do verbo "informar" está correta.
 

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