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TEXTO
A crescente substituição do trabalho e da educação presencial pelo home office e ensino remoto tem contribuído para o adoecimento de trabalhadores e estudantes. O
fenômeno também tem impactado os direitos trabalhistas e
transformado a configuração de escolas e universidades.
Essas conclusões resultam de análises realizadas por pesquisadores do Núcleo de Estudos sobre as Transformações
no Mundo do Trabalho (TMT), vinculado ao Centro de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC),
que há 30 anos investiga as relações entre educação e trabalho.
As mudanças nas relações de trabalho e no contexto educacional associadas ao surgimento de novas tecnologias começaram a se manifestar na última década e se
intensificaram na pandemia. Segundo Célia Regina Vendramini, coordenadora do projeto, o prolongamento das jorna
das de trabalho e ensino não traz benefícios aos trabalha
dores e alunos. "Essa ampliação não significa mais conhecimento e formação, pois as reformas são orientadas a partir
daquilo que o mercado de trabalho precisa", adverte.
Soraya Franzoni Conde, pesquisadora do TMT,
destaca que a plataformização do trabalho prestação de
serviços de forma independente por meio de plataformas digitais - está desencadeando uma série de problemas de saúde em profissionais e estudantes. "Profissionais em trabalho remoto e alunos de escolas e universidades com ensino
à distância têm se queixado de doenças psicológicas", relata. Segundo ela, o trabalho plataformizado pode compro
meter tanto a saúde física como mental, uma vez que está
associado a longas jornadas de trabalho e a fatores como
exaustão e insegurança. "A plataformização transformou o
trabalhador em um sujeito sempre disponível para realizar
suas tarefas", afirma a pesquisadora. "Trabalhando em
casa, as pessoas incorporam a vida profissional à doméstica, flexibilizando seu tempo, mas aumentando suas responsabilidades.".
Adaptado Disponível em: . Acesso em: 14 de abril de 2025.
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TEXTO
A crescente substituição do trabalho e da educação presencial pelo home office e ensino remoto tem contribuído para o adoecimento de trabalhadores e estudantes. O
fenômeno também tem impactado os direitos trabalhistas e
transformado a configuração de escolas e universidades.
Essas conclusões resultam de análises realizadas por pesquisadores do Núcleo de Estudos sobre as Transformações
no Mundo do Trabalho (TMT), vinculado ao Centro de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC),
que há 30 anos investiga as relações entre educação e trabalho.
As mudanças nas relações de trabalho e no contexto educacional associadas ao surgimento de novas tecnologias começaram a se manifestar na última década e se
intensificaram na pandemia. Segundo Célia Regina Vendramini, coordenadora do projeto, o prolongamento das jorna
das de trabalho e ensino não traz benefícios aos trabalha
dores e alunos. "Essa ampliação não significa mais conhecimento e formação, pois as reformas são orientadas a partir
daquilo que o mercado de trabalho precisa", adverte.
Soraya Franzoni Conde, pesquisadora do TMT,
destaca que a plataformização do trabalho prestação de
serviços de forma independente por meio de plataformas digitais - está desencadeando uma série de problemas de saúde em profissionais e estudantes. "Profissionais em trabalho remoto e alunos de escolas e universidades com ensino
à distância têm se queixado de doenças psicológicas", relata. Segundo ela, o trabalho plataformizado pode compro
meter tanto a saúde física como mental, uma vez que está
associado a longas jornadas de trabalho e a fatores como
exaustão e insegurança. "A plataformização transformou o
trabalhador em um sujeito sempre disponível para realizar
suas tarefas", afirma a pesquisadora. "Trabalhando em
casa, as pessoas incorporam a vida profissional à doméstica, flexibilizando seu tempo, mas aumentando suas responsabilidades.".
Adaptado Disponível em: . Acesso em: 14 de abril de 2025.
Assinale a alternativa CORRETA conforme a leitura do texto.
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A crescente substituição do trabalho e da educação presencial pelo home office e ensino remoto tem contribuído para o adoecimento de trabalhadores e estudantes. O
fenômeno também tem impactado os direitos trabalhistas e
transformado a configuração de escolas e universidades.
Essas conclusões resultam de análises realizadas por pesquisadores do Núcleo de Estudos sobre as Transformações
no Mundo do Trabalho (TMT), vinculado ao Centro de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC),
que há 30 anos investiga as relações entre educação e trabalho.
As mudanças nas relações de trabalho e no contexto educacional associadas ao surgimento de novas tecnologias começaram a se manifestar na última década e se
intensificaram na pandemia. Segundo Célia Regina Vendramini, coordenadora do projeto, o prolongamento das jorna
das de trabalho e ensino não traz benefícios aos trabalha
dores e alunos. "Essa ampliação não significa mais conhecimento e formação, pois as reformas são orientadas a partir
daquilo que o mercado de trabalho precisa", adverte.
Soraya Franzoni Conde, pesquisadora do TMT,
destaca que a plataformização do trabalho prestação de
serviços de forma independente por meio de plataformas digitais - está desencadeando uma série de problemas de saúde em profissionais e estudantes. "Profissionais em trabalho remoto e alunos de escolas e universidades com ensino
à distância têm se queixado de doenças psicológicas", relata. Segundo ela, o trabalho plataformizado pode compro
meter tanto a saúde física como mental, uma vez que está
associado a longas jornadas de trabalho e a fatores como
exaustão e insegurança. "A plataformização transformou o
trabalhador em um sujeito sempre disponível para realizar
suas tarefas", afirma a pesquisadora. "Trabalhando em
casa, as pessoas incorporam a vida profissional à doméstica, flexibilizando seu tempo, mas aumentando suas responsabilidades.".
Adaptado Disponível em: . Acesso em: 14 de abril de 2025.
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TEXTO
A crescente substituição do trabalho e da educação presencial pelo home office e ensino remoto tem contribuído para o adoecimento de trabalhadores e estudantes. O
fenômeno também tem impactado os direitos trabalhistas e
transformado a configuração de escolas e universidades.
Essas conclusões resultam de análises realizadas por pesquisadores do Núcleo de Estudos sobre as Transformações
no Mundo do Trabalho (TMT), vinculado ao Centro de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC),
que há 30 anos investiga as relações entre educação e trabalho.
As mudanças nas relações de trabalho e no contexto educacional associadas ao surgimento de novas tecnologias começaram a se manifestar na última década e se
intensificaram na pandemia. Segundo Célia Regina Vendramini, coordenadora do projeto, o prolongamento das jorna
das de trabalho e ensino não traz benefícios aos trabalha
dores e alunos. "Essa ampliação não significa mais conhecimento e formação, pois as reformas são orientadas a partir
daquilo que o mercado de trabalho precisa", adverte.
Soraya Franzoni Conde, pesquisadora do TMT,
destaca que a plataformização do trabalho prestação de
serviços de forma independente por meio de plataformas digitais - está desencadeando uma série de problemas de saúde em profissionais e estudantes. "Profissionais em trabalho remoto e alunos de escolas e universidades com ensino
à distância têm se queixado de doenças psicológicas", relata. Segundo ela, o trabalho plataformizado pode compro
meter tanto a saúde física como mental, uma vez que está
associado a longas jornadas de trabalho e a fatores como
exaustão e insegurança. "A plataformização transformou o
trabalhador em um sujeito sempre disponível para realizar
suas tarefas", afirma a pesquisadora. "Trabalhando em
casa, as pessoas incorporam a vida profissional à doméstica, flexibilizando seu tempo, mas aumentando suas responsabilidades.".
Adaptado Disponível em: . Acesso em: 14 de abril de 2025.
I- O texto assume um posicionamento crítico em relação à plataformização do trabalho e da educação, evidenciando seus efeitos negativos sobre a saúde e os direitos dos trabalhadores e estudantes.
PORQUE
II-A argumentação se constrói a partir da apresentação de dados de pesquisa, citações de especialistas e exemplos que ilustram a V precarização das relações de trabalho e a intensificação das jornadas no contexto da plataformização.
Agora assinale a alternativa CORRETA.
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“A Era da Informação e o Paradoxo do Conhecimento"
Adaptado de Manuel Castells
"Vivemos na era da informação, um tempo em
que o conhecimento está acessível de maneira inédita.
Entretanto, o paradoxo do conhecimento é evidente:
quanto mais informações circulam, mais difícil se
torna distinguir o essencial do supérfluo. A
sobrecarga informacional pode levar à
superficialidade, ao invés de promover o
aprofundamento do saber. Nesse contexto, a
capacidade crítica e a mediação são fundamentais.
Precisamos não apenas acessar informações, mas
compreendê-las, analisá-las e contextualizá-las. A
construção do conhecimento exige mais do que
acúmulo de dados; requer reflexão e síntese,
elementos que muitas vezes se perdem na avalanche
informacional do mundo contemporâneo."
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“A Era da Informação e o Paradoxo do Conhecimento"
Adaptado de Manuel Castells
"Vivemos na era da informação, um tempo em
que o conhecimento está acessível de maneira inédita.
Entretanto, o paradoxo do conhecimento é evidente:
quanto mais informações circulam, mais difícil se
torna distinguir o essencial do supérfluo. A
sobrecarga informacional pode levar à
superficialidade, ao invés de promover o
aprofundamento do saber. Nesse contexto, a
capacidade crítica e a mediação são fundamentais.
Precisamos não apenas acessar informações, mas
compreendê-las, analisá-las e contextualizá-las. A
construção do conhecimento exige mais do que
acúmulo de dados; requer reflexão e síntese,
elementos que muitas vezes se perdem na avalanche
informacional do mundo contemporâneo."
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“A Era da Informação e o Paradoxo do Conhecimento"
Adaptado de Manuel Castells
"Vivemos na era da informação, um tempo em
que o conhecimento está acessível de maneira inédita.
Entretanto, o paradoxo do conhecimento é evidente:
quanto mais informações circulam, mais difícil se
torna distinguir o essencial do supérfluo. A
sobrecarga informacional pode levar à
superficialidade, ao invés de promover o
aprofundamento do saber. Nesse contexto, a
capacidade crítica e a mediação são fundamentais.
Precisamos não apenas acessar informações, mas
compreendê-las, analisá-las e contextualizá-las. A
construção do conhecimento exige mais do que
acúmulo de dados; requer reflexão e síntese,
elementos que muitas vezes se perdem na avalanche
informacional do mundo contemporâneo."
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“A Era da Informação e o Paradoxo do Conhecimento"
Adaptado de Manuel Castells
"Vivemos na era da informação, um tempo em
que o conhecimento está acessível de maneira inédita.
Entretanto, o paradoxo do conhecimento é evidente:
quanto mais informações circulam, mais difícil se
torna distinguir o essencial do supérfluo. A
sobrecarga informacional pode levar à
superficialidade, ao invés de promover o
aprofundamento do saber. Nesse contexto, a
capacidade crítica e a mediação são fundamentais.
Precisamos não apenas acessar informações, mas
compreendê-las, analisá-las e contextualizá-las. A
construção do conhecimento exige mais do que
acúmulo de dados; requer reflexão e síntese,
elementos que muitas vezes se perdem na avalanche
informacional do mundo contemporâneo."
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“A Era da Informação e o Paradoxo do Conhecimento"
Adaptado de Manuel Castells
"Vivemos na era da informação, um tempo em
que o conhecimento está acessível de maneira inédita.
Entretanto, o paradoxo do conhecimento é evidente:
quanto mais informações circulam, mais difícil se
torna distinguir o essencial do supérfluo. A
sobrecarga informacional pode levar à
superficialidade, ao invés de promover o
aprofundamento do saber. Nesse contexto, a
capacidade crítica e a mediação são fundamentais.
Precisamos não apenas acessar informações, mas
compreendê-las, analisá-las e contextualizá-las. A
construção do conhecimento exige mais do que
acúmulo de dados; requer reflexão e síntese,
elementos que muitas vezes se perdem na avalanche
informacional do mundo contemporâneo."
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FURTO DE FLOR
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do
edifício cochilava, e eu furtei a flor. Trouxe-a para
casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que
ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor
não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso e notei que ela me
agradecia, revelando melhor sua delicada
composição. Quantas novidades há numa flor se a
contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu
assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água
do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida.
Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para
o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte,
peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde
desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste
jardim!
(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis, 1985)
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Cadernos
Caderno Container