Um paciente de 50 anos apresentou inicialmente os seguintes
sintomas: sensação de exploração, preocupação com a lealdade
ou confiança de amigos e frequentes interpretações de
comentários como ameaças. O comportamento não era
evidentemente bizarro ou estranho. Passou a ter problemas
conjugais, pois estava convencido de que seu cônjuge o estava
traindo. Essa convicção era baseada em interpretações incorretas
apoiadas em evidências duvidosas. Foi descartado o transtorno
por uso de substâncias, porque não havia relato do uso de drogas
ou álcool.
Uma paciente de 47 anos relata preocupação constante com a
sua saúde, tendo receio de que algo ruim aconteça. Quando está
pior, relata dor precordial, que atribui ao coração “disparado”, e
tem sensações de “morte iminente”, tonteira e parestesias.
Geralmente esses sintomas duram apenas alguns minutos, mas
são bastante desconfortáveis. A paciente já compareceu várias
vezes à unidade de pronto atendimento durante as crises mais
graves. Em geral é liberada para casa com a justificativa de que
não apresentava nenhuma doença. Nega outras patologias ou o
uso de drogas.
Um paciente de 20 anos, estudante universitário, reside com os
pais. Não tem histórico de problemas clínicos ou neurológicos
significativos. É tabagista e faz uso eventual de bebidas alcoólicas.
Nega uso de drogas ilícitas. Seus pais começaram a ficar
preocupados com ele, especialmente nos últimos 6 meses,
quando começou a ter comportamentos estranhos. Dizia que
estava sendo seguido por agentes secretos e começou a passar
cada vez mais tempo sozinho, fechado no seu quarto. Perguntado
sobre o que lhe estava ocorrendo, disse que ouvia vozes
comentando seus atos ou o insultando. Disse também que seus
professores da universidade estavam conspirando para prejudicar
sua carreira.
O diagnóstico mais provável e o tratamento mais adequado são,
respectivamente:
Com queixa de dor de cabeça, Jéssica, 37 anos, diarista, vai pela
primeira vez à unidade básica de saúde. Ela reporta: “Doutor,
sinto essa dor há mais de 2 meses, desde que precisamos sair da
nossa casa porque não dava mais para pagar o aluguel depois que
meu marido foi demitido do emprego. Na minha casa somos eu,
meu marido e três filhas de 4, 6 e 14 anos”.
É exemplo de crise acidental do ciclo de vida familiar da família
de Jéssica:
Em matéria do dia 13 de maio de 2024, o jornal
Brasil de Fato, informou que Psicólogos e Psiquiatras
estão prestando socorro aos flagelados e voluntários no
Rio Grande do Sul. Segundo a matéria “A Sociedade
Brasileira de Psicanálise de Porto Alegre, por exemplo,
está disponibilizando serviço de atendimento on line e
gratuito para as vítimas das enchentes, para os
profissionais envolvidos no resgate das vítimas e os
voluntários.” Além disso, expõe o alerta feito pelo
psiquiatra e professor da Medicina da Fundação Federal
de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Mauro Terra,
acerca dos efeitos psicológicos de uma situação
traumática, que “são a ansiedade, insônia, tristeza,
desesperança, sensação de impotência, insegurança,
medo do que está por vir, dificuldade de concentração,
sentimentos de culpa por achar que deveria estar
ajudando mais, abuso de álcool e outras drogas. Ante o
exposto, consubstanciando-se nas “Referências Técnicas
para Atuação de Psicólogas (os) na Gestão Integral de
Riscos, Emergências e Desastres”, as ações voltadas para
esta população, que foi/está sendo exposta a estressores
severos durante o desastre, precisam ter uma
perspectiva:
Procedimento em que a mulher é totalmente
participativa e consciente da realização de seu parto;
acompanhada pelo companheiro e família (ou alguém de
sua confiança) se assim desejar; pode ser realizado em
casa ou em hospitais especializados, com toda a equipe
de prontidão e dando assistência à mulher” (Silva et. al.,
2019, p. 97). Este procedimento denomina-se:
Ainda tratando dos conceitos e teorias que
fundamentam a Psicologia Educacional, pode-se afirmar
que Henri Paul Hyacinthe Wallon defendeu que os
primeiros contatos entre o sujeito e o ambiente são de
ordem:
À luz da teoria vigotskiana, conforme define Alexei
Nikolaevich Leontiev, o portador da primeira verdadeira
abstração consciente e racional, da primeira
generalização consciente e racional é
À luz do pensamento de Vigotski é correto afirmar
que o indivíduo não pode dominar a verdade sobre a sua
personalidade e, também, não pode dominar sua própria
personalidade, enquanto: