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3475050 Ano: 2024
Disciplina: Psicologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STJ

Texto 17A1

Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:

“Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].

E continuou:

“Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic].

Considerando o caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue os itens a seguir.

Por se tratar de uma avaliação inicial multidisciplinar que já contempla a escuta de um psicólogo, é vedada a participação ou intervenção de outro psicólogo na prestação de serviços psicológicos no atendimento ou na proposta de trabalho multidisciplinar com Lívia e sua família.

 

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3475048 Ano: 2024
Disciplina: Psicologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STJ

Texto 17A1

Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:

“Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].

E continuou:

“Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic].

Considerando o caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue os itens a seguir.

De acordo com as contribuições da psicanálise, Lívia apresenta alterações quanto à percepção do próprio corpo, cuja origem está relacionada a perturbações e conflitos na esfera do desejo e em suas formas de expressão.

 

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3475046 Ano: 2024
Disciplina: Psicologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: STJ

Texto 17A1

Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:

“Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].

E continuou:

“Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic].

Considerando o caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue os itens a seguir.

De acordo com a teoria freudiana, Lívia estaria utilizando a forclusão como defesa da castração.

 

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3474025 Ano: 2024
Disciplina: Psicologia
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MG

Assédio moral é definido por Maria Helena Diniz em "Assédio Moral no Trabalho: A Violação da Dignidade da Pessoa Humana" (2009), como uma conduta sistemática e repetitiva que visa desqualificar e desestabilizar o trabalhador, provocando sofrimento psicológico e emocional. Embasado pela autora, podemos afirmar que

 

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3474024 Ano: 2024
Disciplina: Psicologia
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MG

Os transtornos mentais relacionados ao trabalho, como o Burnout e o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), são condições que podem surgir em resposta a fatores estressantes ou traumáticos no ambiente de trabalho. O livro "Saúde Mental no Trabalho - da Teoria à Prática”, de Glina e Rocha (2010), também aborda diversos aspectos relacionados à saúde mental no ambiente de trabalho, incluindo a discussão sobre Burnout (|) e TEPT (ll). Seguindo os autores, identifique a alternativa que descreve corretamente, os critérios diagnósticos destes transtornos respectivamente.

 

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3474023 Ano: 2024
Disciplina: Psicologia
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MG

A Vigilância em Saúde Mental e Trabalho (VISAT) é um tema central na obra de T. M. Araújo e seus co-autores. Eles abordam a intersecção entre a saúde mental e o ambiente de trabalho, enfatizando a importância de uma abordagem sistemática e integrada para monitorar e promover a saúde mental dos trabalhadores. Conforme discutido por Araújo e seus colegas, a VISAT deve seguir diretrizes claras. Marque a alternativa que descreve adequadamente a diretriz.

 

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3474022 Ano: 2024
Disciplina: Psicologia
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MG

A construção e utilização de instrumentos de avaliação psicológica em contextos de trabalho são fundamentais para entender e melhorar o desempenho, o bem-estar e as dinâmicas organizacionais. Esse campo envolve a criação de ferramentas que ajudam a medir características como personalidade, habilidades, inteligência emocional, e outros fatores que afetam o ambiente de trabalho e a eficácia organizacional. Neste contexto, identifique a alternativa correta.

 

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3474021 Ano: 2024
Disciplina: Psicologia
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MG

O absenteísmo por problemas de saúde é realmente uma questão crítica em ambientes de trabalho modernos. Os autores Richard S. Lazarus e Susan Folkman, em seu "Modelo de Reação ao Estresse” (1984), enfatizam a importância da avaliação cognitiva no processo de estresse. A forma como os indivíduos percebem e avaliam o estresse influencia suas reações e mecanismos de enfrentamento. Se um funcionário percebe uma situação como estressante e não tem estratégias eficazes de enfrentamento, isso pode resultar em problemas de saúde que levam ao absenteísmo. Segundo esta teoria, marque a alternativa certa.

 

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3474020 Ano: 2024
Disciplina: Psicologia
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MG

"O trabalho, por meio de seu duplo caráter, realiza também um movimento duplo no processo de construção social de identidade do sujeito: conforma um campo objetivo de condições de produção-reprodução e permite O jogo simbólico, a inscrição de significado humano ao mundo. Ao mesmo tempo que o trabalho é estruturador, sendo via de construção de identidade, satisfação e prazer, pode, sob determinadas condições, constituir-se em elemento patogênico. Portanto, aspectos relacionados ao ambiente e ao conteúdo do trabalho, condições organizacionais, necessidades e competências do trabalhador, associados aos aspectos do contexto cultural e social no qual os indivíduos estão inseridos e características pessoais são fatores que podem interferir na saúde do trabalhador, repercutindo negativamente em seu equilíbrio psíquico. O monitoramento das características do trabalho é fundamental para a estruturação de condições capazes de fortalecer o polo do trabalho como via de construção identitária e prazerosa."

Araújo, T. M., Palma, T. F., Araújo, N. GC. (2017). "Vigilância em Saúde Mental e Trabalho no Brasil: características, dificuldades e desafios”.

Embasado por esta obra, sobre as Dificuldades e Desafios, aponte o item correto.

 

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3474019 Ano: 2024
Disciplina: Psicologia
Banca: IDECAN
Orgão: CBM-MG

No artigo "Vigilância em Saúde Mental e Trabalho no Brasil: características, dificuldades e desafios” de Araújo, T. M., Palma, T. F. e Araújo, N. C. (2017), publicado na revista 'Ciência & Saúde Coletiva', os autores discutem a importância da vigilância em saúde mental no contexto do trabalho e abordam alguns aspectos relacionados aos riscos psicossociais. Neste contexto, é correto afirmar que

 

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