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Nos documentos oficiais, anteriormente, havia tipos de expedientes que se diferenciavam antes pela finalidade do que pela forma. Com o objetivo de uniformizá-los, passou-se a adotar nomenclatura e diagramação únicas, que seguem o que chamamos de padrão:
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Quanto ao emprego dos vocativos nas correspondências oficiais, deve-se utilizar em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder, a expressão:
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Segundo as normas de correspondências oficiais, assinale a alternativa em que se estabelece a correta indicação acerca do emprego dos vocativos.
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Disciplina: Redação Oficial
Banca: Instituto JK
Orgão: Pref. São João Paraíso-MG
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Disciplina: Redação Oficial
Banca: Instituto JK
Orgão: Pref. São João Paraíso-MG
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
Texto 1
Como cuidar da saúde do coração?
Por Sabin – Diagnóstico e Saúde
As doenças cardíacas se referem a um grupo de doenças que afetam a saúde do coração. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardíacas são a principal causa de morte no mundo, representando um grave problema de saúde pública. Doenças do coração são consideradas multifatoriais, pois diversos fatores podem influenciar o seu desenvolvimento. Esses fatores incluem predisposição genética, obesidade, fatores ambientais e questões relacionadas a hábitos de vida e alimentação.
O sedentarismo e o consumo de alimentos ricos em gorduras são um dos principais vilões para a saúde do coração. Dessa forma, fica evidente que cultivar uma rotina de vida saudável, incluindo atividades físicas e uma alimentação equilibrada, pode ajudar na prevenção de doenças cardíacas. É essencial conscientizar a população acerca dos riscos das doenças cardiovasculares.
[...]
As doenças cardíacas englobam um grupo de distúrbios, como os ataques cardíacos (infarto), que podem afetar o funcionamento do coração e dos vasos sanguíneos que o irrigam. No entanto, existem outros tipos de doenças cardíacas.
[...]
Mais conhecido como ataque cardíaco, o infarto agudo do miocárdio é causado pela falta ou redução da irrigação sanguínea em partes do músculo cardíaco. Isso compromete a chegada de nutrientes e oxigênio para as células do coração, levando à morte dessas células e danificando o tecido cardíaco.
A causa mais comum do infarto é a doença arterial coronariana, ocasionada pelo bloqueio dos vasos sanguíneos que irrigam o coração, devido à formação e acúmulo de placas gordurosas nas paredes dos vasos, impedindo o fluxo sanguíneo. Essas placas são formadas a partir de vários fatores de risco cardiovascular, que “agridem” as paredes (endotélio) das artérias, iniciando um grandioso processo inflamatório de disfunção endotelial. As placas de “entupimento” são formadas, principalmente, por colesterol, e o acúmulo delas faz com que o interior das artérias se estreite ao longo do tempo, o que pode bloquear parcial ou totalmente o fluxo sanguíneo, em um processo chamado aterosclerose.
Outros eventos também podem desencadear um infarto, como o deslocamento de coágulos (ou trombos) pela circulação. Os principais sintomas do infarto são: dor intensa no peito (também conhecida como angina); sensação de fraqueza, tontura ou desmaio; dor ou desconforto no braço esquerdo (ou ambos), ombros ou mandíbula. Além disso, podem ocorrer: cansaço súbito, falta de ar (dispneia), náuseas, vômitos ou dor na altura do estômago (epigástrio).
Em casos de infarto, é muito importante reconhecer os sintomas e encaminhar o paciente o mais rápido possível para um serviço de saúde de emergência. O atraso (perda de tempo) pode resultar em maior perda de músculo cardíaco!
[...]
Adaptado de: https://blog.sabin.com.br/saude/como-cuidar-da-saude-do-coracao/. Acesso em: 30 jul. 2024.
Texto 2
Por Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)

Adaptado de: https://iris.paho.org/bitstream/handle/10665.2/55091/OPASNMHMH210032_por.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 30 jul. 2024.
No que tange às comunicações oficiais, especificamente o e-mail, assinale a alternativa que apresenta uma forma de escrita correta para o vocativo e o fecho, respectivamente, considerando a autoria do Texto 2 e as orientações do Manual de Redação da Presidência da República.
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Fonte: BRASIL. Manual de Redação da Presidência da República. Presidência da República. 3. ed., rev., atual. e ampl. – Brasília: Presidência da República, 2018.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisAspectos Gerais da Redação Oficial
Na era da inteligência artificial, como fica a segurança de dados?
Pesquisadores explicam que as novas técnicas de computação abrem novas possibilidades para golpes e invasões cibernéticas
1 As empresas de computação em nuvem chocaram o mundo com as inteligências artificiais lançadas no ano de 2023. Muitos se maravilharam com o mundo de possibilidades que esses programas inteligentes abriram. Já outros se chocaram com as implicações na área da segurança, direito autoral e na capacidade de distorção da realidade factual que as ferramentas novas proporcionam, e o debate pela regulamentação do uso segue em curso nas casas legislativas de diversos países.
2 Conforme explica um professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, as ferramentas de inteligência artificial abrem novos perigos na área de segurança de dados em dois fronts diferentes. O primeiro deles está na encriptação e na desencriptação dos dados.
3 “Existe de fato uma briga entre os que querem guardar informação sigilosa de forma segura e os que querem abrir essa informação para decifrar. Existem algoritmos clássicos que fazem isso e que podem ser melhorados com técnicas de inteligência artificial. Em particular, técnicas de aprendizado de máquina, aquelas que usam observações, experimentos, experiências para melhorar o desempenho de algoritmos”, explica o professor.
4 A outra batalha é travada no meio da engenharia social, ou seja, os usuários mal-intencionados exploram as vulnerabilidades humanas de outros usuários para obter materiais confidenciais, como senhas bancárias, dados de navegação e outras informações de cunho particular.
5 “As vulnerabilidades podem acontecer na medida em que você tem sistemas artificiais interagindo com os seres humanos. Você pode ter sistemas que, na interação com o usuário, obtêm dados inadvertidamente. Aí, o usuário é levado a revelá-los. Pode haver sistemas que também são feitos para interagir com o usuário de forma adequada, mas têm alguma falha. O usuário pode ser enganado e revelar essas informações para um outro agente inadequado”, conta ele.
6 “A inteligência artificial consegue, com as velhas técnicas, simular situações da vida real. E, nesse sentido, a coisa ficou feia, um cidadão não consegue mais distinguir entre o artificial e o natural e pode ser enganado pela imagem e pela voz. Tudo que é simulado passa a ser quase natural para um cidadão comum.”
7 Técnicas de autenticação de imagens e documentos podem auxiliar os usuários a não serem enganados com o uso da inteligência artificial. Algumas empresas, por exemplo, já colocam marcas d’água em todos os vídeos que a ferramenta produz, outra maneira de impedir o uso malicioso da IA generativa. E, é claro, crimes cibernéticos também são crimes, e também é papel da Justiça agir nesses casos para punir os criminosos: “Os crimes de falsificação ficam mais fáceis com esses processadores mais potentes. É simulada alguma coisa verdadeira, mas quem é que programa esses simuladores? São pessoas hábeis, com talento para programar, mas é sempre um ser humano por trás”, conclui o professor.
PEROSSI, J. Na era da inteligência artificial, como fica a segurança de dados? Jornal da USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/ radio-usp/na-era-da-inteligencia-artificial-como-fica-a-seguranca- -de-dados/. Acesso em: 8 maio 2024. Adaptado.
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, para alcançar a objetividade em um texto oficial, é necessário
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A Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso do Sul precisa escrever uma série de documentos oficiais aplicando os princípios linguísticos que regem a redação oficial. Tendo isso em vista, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. O hífen é usado para ligar os elementos de palavras compostas, para unir pronomes átonos a verbos e para indicar a separação das sílabas de uma palavra em duas partes.
II. Não se usa hífen em formações que contêm os prefixos “des-” e “in-” nas quais o segundo elemento perdeu o “h” inicial.
III. Emprega-se itálico em: a) títulos de publicações (livros, revistas, jornais, periódicos etc.) ou títulos de congressos, conferências, slogans, lemas sem o uso de aspas.
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