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Foram encontradas 54.754 questões.

4027831 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Vitória Mearim-MA
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A diretriz da descentralização no SUS não se limita a um rearranjo burocrático de competências, mas expressa uma concepção política de gestão pública. Sob essa perspectiva, a descentralização caracteriza-se, predominantemente, por:
 

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4027830 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Vitória Mearim-MA
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Assinale a alternativa incorreta acerca dos fundamentos doutrinários e organizativos do Sistema Único de Saúde (SUS), tal como estruturados a partir da Constituição Federal e das Leis Orgânicas da Saúde:
 

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4027828 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Vitória Mearim-MA
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Ao analisar o processo histórico de constituição das políticas públicas de saúde no Brasil, especialmente a transição do modelo previdenciário excludente para o modelo universal consagrado na Constituição Federal de 1988, observa-se a influência decisiva de um movimento político-intelectual que questionou a mercantilização da saúde e defendeu a saúde como expressão concreta da cidadania. Esse processo histórico-político ficou conhecido como:
 

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Texto 01

Brasileiros na Finlândia desabafam sobre viver no país mais feliz do mundo: enfrentam solidão, desemprego, invernos escuros, frios, depressão e pensam até em voltar para casa mesmo com toda segurança, dinheiro e benefícios sociais garantidos
Há oito anos seguidos, a Finlândia ocupa o topo do ranking da ONU que mede a felicidade, combinando distribuição de renda, seguridade social, confiança nas instituições e serviços públicos robustos. Para muitos brasileiros na Finlândia, no entanto, o país mais feliz do mundo é também cenário de silêncio intenso, relações sociais raras, invernos longos e escuros e um tipo de solidão que se instala mesmo quando a conta bancária e a segurança parecem sob controle.
Desde 2022, por exemplo, Aim tenta se adaptar à vida em Tampere, no centro do país, enquanto enfrenta a falta de luz de novembro, o desemprego e a dependência de auxílios do Estado. Outros brasileiros na Finlândia, como Maria em Helsinque e Gabriela, que decidiu voltar ao Brasil após quatro anos e meio, relatam que a estabilidade material não impediu a chegada da tristeza, da depressão e da vontade de ir embora.
A narrativa oficial fala de um país com segurança, igualdade, saúde pública universal, educação gratuita e uma rede de proteção social forte, capaz de garantir uma vida simples, porém digna, em contato permanente com a natureza.
Os índices de felicidade medem essa satisfação média, baseada menos na euforia e mais na estabilidade emocional e social.
Para muitos brasileiros na Finlândia, contudo, essa base segura convive com um cotidiano de paisagens cinzentas, poucas pessoas na rua, silêncio quase absoluto e uma vida social contida, distante da sociabilidade ruidosa e espontânea do Brasil. O artista Rafael traduz esse contraste em telas de cores discretas, onde predominam branco, cinza e um pouco de azul, ao associar a beleza da natureza local à presença constante da solidão e da saudade de outras terras. A experiência do professor Babel, que chegou em 2016 com a família e se tornou referência para famílias brasileiras em Helsinque, ilustra o impacto do silêncio. Ele descreve percursos de um quilômetro encontrando apenas uma pessoa com cachorro, num ambiente frio, escuro e quase sem ruído, até perceber um zumbido interno, resultado de um nível de quietude ao qual não estava acostumado. Ao longo dos anos, Babel percebeu que a sociedade finlandesa parece exigir dos imigrantes uma espécie de versão suavizada de si mesmos, menos expansiva, menos ruidosa, mais contida. 
Muitos brasileiros na Finlândia relatam que passam a falar mais baixo, rir menos, evitar gestos que possam ser vistos como excessivos. Maria, que vive em Helsinque há três anos, teme perder justamente a sociabilidade que sempre considerou parte central de sua identidade, ao se ver rindo menos alto, fazendo menos piadas e calculando cada frase para não cometer gafes culturais. Essa adaptação constante, somada ao idioma difícil e ao clima, cria uma sensação de identidade em suspensão, como se uma parte da vida tivesse ficado congelada do lado de fora, no país de origem, enquanto o corpo tenta se encaixar em novas regras não ditas.
Apesar da boa fama do mercado de trabalho qualificado, o desemprego na Finlândia vive o maior patamar em 15 anos e atinge de forma mais dura os estrangeiros, segundo os relatos. Aim descobriu após a mudança que a ideia de conseguir emprego apenas com inglês não corresponde à realidade: mesmo na capital, Helsinque, encontrar um posto sem falar finlandês é muito difícil. Ela hoje está desempregada, vive com o auxílio estatal em torno de 500 a 600 euros, enquanto aprende o idioma e o marido cursa mestrado com uma bolsa menor que o benefício de desemprego. O casal consegue pagar as contas, mas vive com a perspectiva de que, se a sequência de trabalhos temporários e pedidos de auxílio se mantiver por dois, três ou cinco anos, talvez seja preciso deixar o país, mesmo gostando da segurança e da estrutura local.
Aos 42 anos, Maria também relata ter tido de se reinventar profissionalmente, voltando a estudar para poder trabalhar em outra área. Recomeçar a carreira após os 40, num mercado que valoriza a fluência em finlandês e exige requalificação completa, amplia a sensação de vulnerabilidade e de atraso de vida para alguns brasileiros na Finlândia.
Os relatos convergem em um ponto: o inverno. Meses com pouquíssima luz solar, temperaturas negativas, neve persistente e ruas vazias formam o cenário que muitos brasileiros associam à pior fase do ano. Em cidades pequenas no interior, como Kajaani, a paisagem é composta por florestas, poucos espaços urbanizados e uma sensação permanente de isolamento, com ruas vazias às 10h30 da manhã sob neve e sensação térmica abaixo de zero.
Gabriela, que viveu quatro anos e meio na Finlândia com o marido e a filha, decidiu voltar ao Brasil antes do Natal. Ela conta que nunca havia tido depressão no Brasil e entrou em um quadro depressivo profundo logo no primeiro inverno, repetido ano após ano com a combinação de frio intenso, escuridão prolongada e sensação de solidão extrema. Ao final, concluiu que insistir em ficar já não fazia sentido, apesar da boa qualidade de vida e da segurança. A mesma lógica aparece na fala de outra brasileira que migrou com duas filhas pequenas para uma cidade de 36 mil habitantes no centro do país. A principal preocupação, diz ela, era como garantir o básico para as crianças, mas a ausência de comunidade pesa: entre uma cidade e outra, na paisagem de floresta, as relações de vizinhança são escassas e muitos moradores evitam até cruzar com o vizinho no corredor para não ter de trocar cumprimentos, o oposto do que o brasileiro aprende desde cedo.
A experiência dos brasileiros na Finlândia se entrelaça a um fenômeno global. A Organização Mundial da Saúde classifica a solidão como um problema de saúde pública, estimando que uma em cada seis pessoas no mundo se considera solitária, com impactos diretos sobre doenças cardiovasculares, acidentes vasculares cerebrais e declínio cognitivo. Calcula-se cerca de 100 mortes por hora associadas ao isolamento, além de prejuízos amplos à saúde mental. Reino Unido e Japão já criaram políticas específicas para enfrentar a solidão. Na Finlândia, quase 60 por cento da população afirma se sentir só, pelo menos de vez em quando, com relatos mais frequentes entre pessoas de menor renda. Quase 47 por cento dos domicílios do país são formados por pessoas que moram sozinhas, proporção muito maior que a do Brasil, onde os lares unipessoais não chegam a 20 por cento. Viver sozinho não é sinônimo automático de solidão, mas indica uma sociedade na qual a vida individualizada se tornou padrão.
Especialistas lembram que os finlandeses, em média, conseguem manter níveis de satisfação altos mesmo morando sozinhos, enquanto brasileiros podem estar habituados a outro patamar de vida social, com mais convivência e proximidade, o que torna a adaptação mais difícil. A solidão, explicam, é um sentimento que vai e vem, como fome ou sono, e pode aparecer até em ambientes cheios de gente, mas se torna mais aguda quando não há rede de apoio local.
Nem todos os brasileiros na Finlândia vivem o país da mesma forma. Alguns, que chegaram ainda no ensino médio ou na faculdade, dizem ter conseguido construir redes de amizade com finlandeses, colegas e famílias locais, sentindo-se acolhidos em bairros mais diversos e em cidades maiores como Helsinque. Para esses, a solidão aparece em momentos específicos, mas não domina o cotidiano.
Outros seguem em dúvida. Há quem, como Aim, aceite a proteção do Estado e o tempo para aprender o idioma, mas projete uma possível saída caso a instabilidade no trabalho persista por mais alguns anos. Há quem, como Gabriela, encerre o ciclo, organize malas e volte ao Brasil com a sensação de que a vida não cabe nos invernos longos e silenciosos. E há ainda quem permaneça, tentando equilibrar o conforto material, a natureza presente e o peso da saudade.
No fim, o país mais feliz do mundo pode ser, para diferentes brasileiros na Finlândia, tanto um laboratório de bem-estar social quanto um espelho ampliado das próprias fragilidades emocionais, expectativas de vida e necessidades de pertencimento, obrigando cada um a medir se a felicidade estatística compensa o custo íntimo da solidão.
(Texto de autoria de Bruno Teles. Coluna Economia do Site Click Petróleo e Gás. Publicado em 16/12/2025).


A questao refere-se ao texto 01
A incorporação de dados da Organização Mundial da Saúde e de exemplos internacionais, como políticas adotadas no Reino Unido e no Japão, permite inferir que o autor pretende:
 

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4023053 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Cerro Negro-SC
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A Justiça Restaurativa tem sido incorporada como política pública no âmbito institucional, especialmente no sistema de justiça. Considerando seus fundamentos, objetivos e diretrizes, analise as assertivas a seguir.

I. A Justiça Restaurativa constitui uma abordagem sistêmica que busca compreender e transformar os fatores relacionais, institucionais e sociais associados aos conflitos e às violências.

II. A consolidação da Justiça Restaurativa como política pública nacional visa assegurar a integridade de suas práticas, evitando sua banalização ou desvirtuamento no âmbito institucional.

III. A atuação institucional em Justiça Restaurativa fundamenta-se na responsabilização ativa, na escuta qualificada e na reconstrução de vínculos, promovendo uma cultura de diálogo e corresponsabilidade.

Está(ão) CORRETA(S):

 

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4023049 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Cerro Negro-SC
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Os Círculos de Construção de Paz são práticas restaurativas aplicadas em diferentes contextos sociais, comunitários e institucionais. Considerando seus fundamentos e características, analise as assertivas a seguir.

I. Os círculos de construção de paz fundamentam-se na horizontalidade das relações, assegurando igual valor e possibilidade de fala a todos os participantes.

II. A metodologia dos círculos de construção de paz foi sistematizada a partir de práticas ancestrais de povos indígenas, especialmente relacionadas à tomada coletiva de decisões e à resolução de conflitos.

III. Os processos circulares podem ser utilizados tanto em situações conflituosas quanto não conflituosas, com objetivos como fortalecimento de vínculos, construção de senso comunitário e restauração de relações.

Está(ão) CORRETA(S):

 

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4023047 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Cerro Negro-SC
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Uma escola identifica que determinado estudante apresenta oscilações na frequência, dificuldades no acompanhamento das atividades e redução progressiva do vínculo com o espaço escolar. Não há registro de evasão formal, mas observa-se fragilização da participação da família no cotidiano escolar. Diante dessa situação, assinale a alternativa que melhor expressa a atuação adequada do Orientador Social.
 

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4023046 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Cerro Negro-SC
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Na organização dos serviços socioassistenciais destinados a pessoas que necessitam de acolhimento integral fora do convívio familiar, são classificados como Proteção Social Especial de Alta Complexidade os serviços de:
 

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4023045 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Cerro Negro-SC
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No âmbito da atuação do Orientador Social, a promoção da cidadania está diretamente relacionada ao fortalecimento da convivência coletiva. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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4023043 Ano: 2026
Disciplina: Serviço Social
Banca: Fênix
Orgão: Pref. Cerro Negro-SC
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No contexto das relações institucionais e do trabalho socioeducativo, a Comunicação Não Violenta constitui uma abordagem voltada à qualificação do diálogo e à prevenção de conflitos. Considerando seus princípios e aplicações práticas, analise as assertivas a seguir.

I. A Comunicação Não Violenta propõe a separação entre observações e julgamentos, favorecendo a compreensão objetiva das situações antes da expressão de sentimentos e necessidades.

II. A utilização da Comunicação Não Violenta implica evitar a expressão de sentimentos negativos, priorizando a neutralidade emocional para reduzir tensões nos conflitos.

III. A formulação de pedidos claros e possíveis, em substituição a exigências ou acusações, integra a lógica da Comunicação Não Violenta e contribui para relações mais cooperativas.

Está(ão) CORRETA(S):

 

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