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A partir de meados da década de 1980, começa a surgir uma nova configuração do espaço rural no Brasil, similar ao que já era observado há algum tempo em nações desenvolvidas.
Essa nova configuração foi descrita por Graziano da Silva (2002) como “Novo Rural”. Ela pode ser sintetizada na seguinte característica
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No artigo “A vocação atual da Sociologia Rural”, Marcel Jollivet (1998) discute a posição da Sociologia Rural em relação às demais ciências sociais que abordam o rural e à Sociologia em geral. Além disso, ele apresenta os principais desafios e questões que a Sociologia Rural enfrenta, sobretudo no contexto das transformações agrícolas e das mudanças sociais no campo.
Com base nos argumentos do autor, qual seria, precisamente, a perspectiva atual da Sociologia Rural a respeito do mundo rural, da agricultura e dos agricultores?
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Leia o fragmento abaixo:
Flavia Biroli (2018) mostra que as posições de gênero, em suas conexões com outros eixos das identidades e das opressões, passaram a ser levadas em conta de modo mais sistemático nas pesquisas, no debate internacional e nas Ciências Sociais brasileiras. Ela oferece, pelo menos, duas premissas oriundas do campo das teorias feministas que apontam os limites da democracia formal.
(BIROLI, Flavia. Gênero e Desigualdades: limites da democracia no Brasil. São Paulo: Boitempo, 2018, p. 09 e 10.)
Com base no pensamento de Biroli (2018), avalie as seguintes asserções:
I. A neutralidade das teorias democráticas em relação à divisão público-privado impede uma compreensão ampla das desigualdades de gênero e raça, pois não abarca a dimensão das relações domésticas.
PORQUE
II. A inclusão das experiências cotidianas do mundo privado, condicionadas pela divisão sexual do trabalho, implica um enquadramento limitado dos direitos universais, o que reforça hierarquias sociais e políticas.
Após análise feita, é correto afirmar que
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Leia o fragmento a seguir:
“Exatamente porque a expressão ____________ em seu significado oitocentista e hodierno nasceu da contraposição (ignorada pela tradição) entre uma esfera política e uma esfera não política, é mais fácil dela encontrar uma definição negativa do que uma positiva, tanto mais porque nos tratados de direito público e de doutrina geral do Estado (...) nunca está ausente uma definição positiva do Estado: ____________ como conjunto de relações não reguladas pelo Estado, e portanto como tudo aquilo que sobra uma vez bem delimitado a âmbito no qual se exerce o poder estatal”.
(BOBBIO, Norberto. Estado, Governo, Sociedade: Para uma teoria geral da política. 10. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003 - p. 34.)
As expressões que completam corretamente as lacunas são, respectivamente:
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Uma das principais contribuições de Max Weber para a compreensão do ordenamento político e jurídico das sociedades modernas situa-se em suas análises da correlação entre indivíduos e Estado, atribuindo ênfase à violência física praticável por este. Nesse sentido, analise as afirmativas a seguir:
I. Segundo Weber, à exceção de períodos de beligerância, o Estado não possui legitimidade para fazer uso de violência física.
II. Weber considera que, embora possuindo suporte legal, a violência física utilizada pelo Estado carece invariavelmente de legitimidade.
III. Para Weber, o Estado é a única instituição de direito apta a utilizar a violência física nos marcos da legalidade.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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A obra O Príncipe, de Nicolau Maquiavel, rompeu com a filosofia política medieval e clássica ao instituir as bases de uma nova forma de análise política.
(MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Prefácio de Fernando Henrique Cardoso. Companhia das Letras, 2010).
Em que aspecto Maquiavel se distancia das análises políticas anteriores?
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Leia o fragmento a seguir:
“Racismo? No Brasil? Quem foi que disse? Isso é coisa de americano. Aqui não tem diferença porque todo mundo é brasileiro acima de tudo, graças a Deus. Preto aqui é bem tratado, tem o mesmo direito que a gente tem. Tanto é que, quando se esforça, ele sobe na vida como qualquer um. Conheço um que é médico; educadíssimo, culto, elegante e com umas feições tão finas… Nem parece preto”.
(GONZALEZ, Lélia. Por um Feminismo Afro-Latino-Americano. Ensaios, Intervenções e Diálogos. Rio de Janeiro, Zahar, 2020 - p. 69.)
No fragmento apresentado acima, a autora
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Abdias do Nascimento, ao analisar um processo histórico que atravessa diversos séculos, destaca o “mascaramento” como característica inerente ao racismo praticado no Brasil.
Conforme Nascimento, destaca(m)-se como causa(s) desse “mascaramento”
I. o empenho da Igreja Católica no combate à escravidão de africanos durante o período colonial.
II. o chamado “mito do senhor benevolente”, difundido enquanto falsificação da história do país.
III. as denúncias presentes nas obras de Gilberto Freyre quanto ao exacerbado racismo do colonizador português.
IV. a mistificação da sobrevivência cultural africana, a despeito dos condicionamentos impostos pela escravidão.
Estão corretas as afirmativas
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Caio Prado Júnior analisou a formação do Brasil focalizando o movimento de expansão marítima de Portugal e os primeiros séculos de ocupação do território brasileiro.
Tendo como referência as análises de Caio Prado Júnior, analise as afirmativas abaixo e classifique V, para as sentenças verdadeiras, e F, para as falsas.
( ) O excedente populacional concentrado em Portugal no final do século XV implicou a procura por novas terras para o estabelecimento de colônias de povoamento.
( ) A economia colonial brasileira dividiu-se em dois setores, estando o principal deles voltado para a produção e exportação de gêneros agrícolas, com vistas ao mercado europeu.
( ) A colonização portuguesa na América apenas é compreensível enquanto parte de um processo mais abrangente de expansão e consolidação do capitalismo.
( ) A colonização portuguesa na América, pautada pelo aventureirismo, configura um fato isolado em perspectiva da expansão marítima da Europa.
A sequência correta, de cima para baixo, é
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Sérgio Buarque de Holanda afirma que um traço distintivo da sociedade brasileira consiste em nossa incapacidade para estabelecer formas de convívio impessoais, isentas de emocionalidade.
Em razão desse traço, segundo Holanda, a identidade nacional brasileira assenta-se na/no
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