Foram encontradas 3.859 questões.
I. seus seguidores tentam relembrar o animal de seu totem ancestral em marcas que são feitas por todo o corpo por meio de cortes profundos. II. o objetivo da prática é marcar e lembrar a sua origem e delimitar algumas condutas sociais, entre elas o casamento, que só deve acontecer entre pessoas que sejam do mesmo animal totêmico. III. os feiticeiros que fazem as cerimônias ou cultos são pessoas respeitadas dentro do clã, pois consolidam a cultura religiosa por meio das cerimônias e dos ritos de cura, de passagem e de iniciação. V. segundo sua cultura, o totem confere força mágica ao homem.
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( ) Os budistas acreditam em um ciclo de reencarnação em que a pessoa morre e renasce até atingir a iluminação. Segundo essa crença, são os atos praticados por cada pessoa que vão determinar a vida que ela terá ou o que será quando reencarnar. As ilusões e os apegos fazem com que as pessoas permaneçam aprisionadas ao ciclo de nascimentos e mortes. ( ) Os cristãos acreditam no dia do juízo final, que seria um ajuste de contas de toda a humanidade. A doutrina dessa religião baseia-se na crença de que todo ser humano é eterno. A morte é uma passagem dessa vida para outra e, dependendo de seus atos em vida, o indivíduo alcançará o céu e, se for condenado, irá para o inferno. ( ) Os hindus acreditam que haverá o dia do juízo final, no qual as pessoas serão julgadas. Para eles, não existe a reencarnação e sim uma vida no paraíso para os fiéis, justos e esforçados. O corpo após a morte não significa mais nada, portanto a morte acontece quando a alma se separa do corpo e é levada por anjos da morte que ajudam a realizar essa tarefa. ( ) Os islâmicos acreditam na reencarnação, isto é, que a alma não morre com a pessoa, mas volta em outro corpo para pagar pelos erros acumulados em vidas passadas até purificar-se. A crença na reencarnação contém a ideia do karma que determina a sucessão de nascimentos e mortes pelos quais o ser humano tem que passar. ( ) Para os judeus, a vida é sagrada, a morte não é o final da vida, apenas o fim do corpo ou da matéria. Creem na ressurreição da carne no final dos tempos, mas também existe a possibilidade de reencarnação. Acreditam que existe outro mundo para onde as almas vão. No entanto, a alma pode voltar para a terra em outro corpo para completar a sua missão.
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I. Cada nação indígena possui a sua própria religião, com seus ritos, cantos, danças, acessórios, símbolos, indumentária, pinturas corporais, mitos e jeitos de celebrar os importantes momentos da vida. II. Nas comunidades indígenas, a religião é parte integrante do cotidiano. A vida gira em torno do sagrado. III. A estrutura das religiões indígenas não permite o equilíbrio do homem com o meio e a harmonia com a “Mãe Terra”. IV. A religiosidade indígena é marcada pela burocracia institucional, tudo gira em torno das experiências do sagrado e não em uma fundamentação teórica. V. As comunidades indígenas acreditam nas forças da natureza e nos espíritos dos antepassados.
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I. O termo “seita” foi utilizado como qualificação negativa dos grupos religiosos minoritários, oriundos do cristianismo ou de outras matrizes religiosas, por aqueles que zelavam pela legitimidade e hegemonia das grandes tradições religiosas ocidentais, de modo particular nas chamadas Igrejas históricas. II. Seita e igreja são conceitos utilizados sociologicamente como modos de organização religiosa que podem concretizar-se de duas maneiras. Primeiro, em grupos religiosos concretos, caracterizados predominantemente pelos aspectos sectários no seu modo de se organizar. Em segundo lugar, para caracterizar posturas religiosas que podem marcar grupos e indivíduos, mesmo que dentro de um grupo maior, que não tenham em seu conjunto traços sectários. III. As noções de igreja e seita são correlacionadas: uma é formulada em relação à outra. Por outro lado, pode ocorrer um gradiente entre os tipos bipolares seita-igreja, de forma que podemos detectar os comportamentos sectários que gradativamente vão adquirindo características eclesiais e vice-versa.
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Alguns pensadores modernos reivindicam a humanização e a racionalização do Sagrado pelo próprio homem. Nesse sentido, relacione as seguintes ideias aos seus respectivos autores e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
I. Sustenta que a emancipação humana se daria pela supressão da religião, entendida por ele como fator preponderante no processo da alienação humana. Segundo esse pensador, o homem cria a representação da perfeição em um ser Absoluto – Deus −, precisamente porque deseja a perfeição absoluta, mas tem consciência de que não poderá atingi-la. Assim, Deus passa a ser a única possibilidade de realização dos seus sonhos de perfeição inatingíveis.
II. Atribui à filosofia um papel de crítica ao Estado não democrático e à religião, os quais, segundo a sua concepção, são fontes da alienação. Argumenta também que a emancipação humana não se daria por meio da simples supressão da religião, mas pela consciência intelectual e política que passa pela superação do individualismo egoísta e pela conquista da cidadania, de membro ativo de uma comunidade.
III. Busca demonstrar a relação de mútua influência existente entre o sistema de crença e o sistema econômico, com desdobramentos no âmbito da estratificação social. Trabalha com a possibilidade de que a conduta religiosa influencia na transformação econômica das diversas sociedades.
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