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A Igreja primitiva recordava oralmente as palavras de Jesus Cristo e o relato dos seus feitos. Devido à necessidade dos apóstolos de escreverem a certas comunidades, surgiram os textos do Novo Testamento. Qual conjunto desses textos foi colocado por primeiro em pé de igualdade com os escritos do Antigo Testamento e reconhecido como sendo canônico?
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Curdos, um povo à margem da história
A tragédia dos curdos é que se trata de um povo disperso entre cinco diferentes países: representam mais de 10% da população turca, 8% da população iraquiana, 6% da população síria, 4% da população e 1,3% da população armênia. Existem, além disso, 800 mil imigrantes na Europa, mais da metade ancorada na Alemanha. Povo de pastores, os curdos deixaram os seus primeiros rastros, por volta do século 14, entre dois impérios: o otomano e o persa.
Entre os curdos que vivem entre o Iraque, a Síria e Turquia, estão os yazidas ou "adoradores do Anjo Pavão Real". São menos de um milhão e agora são obrigados a fugir do avanço do Estado Islâmico (EI). É toda uma população sendo perseguida e dizimada no Oriente Médio pelos milicianos do EI. Os yazidas nascem membros de sua religião: ninguém "de fora" é aceito para fazer parte de sua crença. É uma seita de população curda que se entrelaça com o islã, o cristianismo e zoroastrismo. De acordo com historiadores da religião, algumas das suas concepções religiosas, como a crença no paraíso, na ressurreição, no juízo final e na vinda de um messias, viriam a influenciar o
judaísmo, o cristianismo e o islamismo.
Os extremistas do EI definem os yazidas como "seguidores do diabo". Seu nome, de fato, deriva de Yazid ibn Mauawiya, um odiado califa da dinastia Omíada. A verdade é que os yazidas não são classificados como anti-islâmico. São simplesmente autônomos e diferentes:
reverenciam tanto a Bíblia quanto o Alcorão, adoram o sol e respeitam os cultos da luz e da noite. Rezam cinco vezes ao dia, dividem o pão, como também, praticam ainda hoje, sacrifícios de animais e circuncisões.
A partir de seu deus Yasdan, emanam sete grandes espíritos, entre os quais o mais importante é o Anjo Pavão, o Malak Taus, que está entre os mais representados em seus templos e túmulos. O outro nome é Shaytan, que é semelhante à palavra árabe utilizada para o diabo, o
maligno: satã. E este é outro elemento que os leva a serem perseguidos pelos extremistas sunitas como sendo seguidores do diabo.
Fonte: Revista Mundo e Missão. 9/2015. pp. 16 e 17.
O texto menciona o cristianismo, o judaísmo e o islamismo. Na classificação das religiões quanto ao conteúdo, elas fazem parte das:
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MEC lança nova BCN
O documento divulgado no mês de novembro de 2015, denominado de Base Comum Nacional (BCN), é uma proposta organizada por equipes estabelecidas pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, e pretende propor os conhecimentos essenciais aos quais todos os estudantes brasileiros têm o direito de ter acesso e se apropriar durante sua trajetória na Educação Básica, ano a ano, desde o ingresso na Creche até o final do Ensino Médio. Com ela, os sistemas educacionais, as escolas e os professores terão um importante instrumento de gestão pedagógica e as famílias poderão participar e acompanhar mais de perto a vida escolar de seus filhos. Esta base será mais uma ferramenta que vai ajudar a orientar a construção do currículo nas escolas brasileiras em todo o território nacional, sejam elas públicas ou particulares. ( ... ).
Os objetivos gerais da Área de Ciências Humanas na Educação Básica passam a ser compreendidos como dimensão fundamental da realização dos princípios constantes das Diretrizes Curriculares Nacionais, entre os quais se destacam a valorização da atividade político- cidadã; a compreensão da importância do trabalho e de seu impacto sobre a vida social; a valorização da pesquisa e da ciência; a facilitação do diálogo com as especificidades das diferentes culturas, segundo critérios de faixa etária, classe social e região; o respeito a diferenças, diversidade étnica e liberdades individuais e a utilização racional das tecnologias e das práticas culturais próprias ao mundo
contemporâneo. Para isso, é necessária uma clara demarcação da progressão contínua e articulada do conhecimento em cada etapa, nível e modalidade da Educação Básica, relacionando sua herança cognitiva e conceitual com a preocupação na formação integral reflexiva cidadã.
Neste novo cenário, o Ensino Religioso por estar contemplado na Constituição (Art. 210), na LDB (Art. 33) e nas Diretrizes foi abordado na BCN, nas Ciências Humanas que compõem um campo cognitivo dedicado aos estudos da existência humana e das intervenções sobre a vida, problematizando as relações sociais e de poder, os conhecimentos produzidos, as culturas e suas normas, as políticas e leis, as sociedades nos movimentos de seus diversos grupos, os tempos históricos, os espaços e as relações com a natureza. Essa área reúne estudos de ações, de relações e de experiências coletivas e individuais que refletem conhecimentos sobre a própria pessoa e sobre o mundo em diferentes manifestações naturais e sociais. Ainda que sujeita a diferentes correntes e vertentes teóricas, o pressuposto fundamental da área considera o ser humano como protagonista de sua existência.
No presente documento, o Ensino Religioso, de caráter notadamente não confessional, é apresentado junto à área das Ciências Humanas, o que, de maneira alguma, compromete sua identidade pedagógica como componente curricular da Educação Básica. Essa integração se deve à proximidade e às conexões existentes com as especificidades da História, Geografia, Sociologia e Filosofia, de modo a estabelecer e a ampliar diálogos e abordagens teórico-metodológicas que transcendam as fronteiras disciplinares.
Na Educação Básica, o Ensino Religioso não confessional assume a responsabilidade de oportunizar o acesso aos saberes e aos conhecimentos produzidos pelas diferentes culturas, cosmovisões e tradições religiosas, sem proselitismo. O estudo dos conhecimentos religiosos na escola laica, a partir de pressupostos científicos, estéticos, éticos, culturais e linguísticos, visa à formação de cidadãos e cidadãs capazes de compreender as diferentes vivências, percepções e elaborações relacionadas ao religioso e ao não religioso, que integram e estabelecem interfaces com o substrato cultural da humanidade.
Os conhecimentos religiosos fundamentam, articulam e expressam maneiras próprias de como cada pessoa ou grupo capta, interpreta, aprende e elucida os acontecimentos da vida. Embasam crenças, comportamentos, atitudes, valores, símbolos, significados e referenciais utilizados para realizar escolhas e dar sentido à vida.
O Ensino Religioso, cujo objeto de estudo é o conhecimento religioso, assume o diálogo como um princípio metodológico orientador dos processos de observação, de análise, de apropriação de ressignificação dos saberes, organizando-se, na Educação Básica, a partir de eixos, a saber:
- SER HUMANO, considerando as corporeidades, as alteridades, as identidades, as imanência-transcendência, os valores e os limites éticos, os direitos humanos, a dignidade (ETHOS).
- CONHECIMENTOS RELIGIOSOS, considerando os mitos, os ritos, os símbolos, as ideias de divindades, as crenças, os textos sagrados orais e escritos, as filosofias devida, as ideologias e as doutrinas religiosas (TEXTOS E RITOS).
- PRÁTICAS RELIGIOSAS E NÃO RELIGIOSAS, considerando suas manifestações nos diferentes espaços, os territórios sagrados e as territorialidades, as experiências religiosas e não religiosas, as lideranças religiosas, o ethos, as espiritualidades, as diversidades, a política, a ecologia.
Na perspectiva da diversidade cultural, religiosa e dos direitos humanos, o Ensino Religioso não pode ser concebido como ensino de uma religião ou das religiões na escola. Busca desconstruir significados e experiências colonialistas, reconstruindo atitudes de valoração e respeito às diversidades, ao mesmo tempo em que instiga a problematização das relações de saberes e poderes de caráter religioso, presentes na sociedade e respectivamente no cotidiano escolar.
O estudo dos conhecimentos religiosos constitui um dos elementos da formação integral e objetivo de aprendizagem dos/as estudantes, tendo em vista uma melhor compreensão da sociedade e do mundo, no sentido de salvaguardar a liberdade de expressão religiosa e não religiosa, tais como o materialismo, o ateísmo, o ceticismo e o agnosticismo, entre outras, e de assegurar a promoção e a defesa da dignidade humana.
A diversidade cultural religiosa presente nos espaços escolares exige atenção e esforços conjuntos no sentido de erradicar práticas e relações de poder que buscam homogeneizar os diferentes, anulando suas diferenças. Tais processos, muitas vezes, ocorrem no próprio contexto escolar, por meio de invisibilizações, silenciamentos e discriminações, relacionados às diferentes identidades e a valores de caráter religioso e não religioso.
Fonte: Grupo de Pesquisa Educação e Religião (GPER). pp. 1 a 4.
Marque alternativa incorreta sobre os eixos propostos pela BCN para o ensino religioso.
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Assinale a alternativa que completa adequadamente a lacuna abaixo.
Por meio do , a totalidade dos fiéis não pode se enganar em matéria de fé e de costumes. Pela ação do Espírito Santo, desde os bispos até o mais simples dos fiéis, sob a direção do magistério da Igreja, os fiéis têm essa capacidade de um sentir sobrenatural que faz avançar a Igreja pelos caminhos da história.
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Assinale a alternativa que completa adequadamente as lacunas abaixo.
O que chegou ao Brasil no século XVI foi marcado pelas ordens religiosas e pelas irmandades de fiéis, em que as e o(a) os(as) aos santos tinham grande importância. Com algumas medidas tomadas pelo Império, esse tipo de catolicismo sofreu um grande abalo em meados do século XIX. A , naquele momento, passou a ser a única instância institucional no país.
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Analise os itens que podem ser considerados problemas antropológicos e que dificultam a relação dos preceitos do Antigo Testamento com os dias de hoje. A seguir, assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
I. Não se pode fazer paralelos entre os Estados Teocrático e Monárquico do Antigo Testamento e os sistemas da maioria dos Estados contemporâneos, onde o sistema de leis submete tanto os governantes quanto o povo a um pacto social laico e não a uma regula religiosa, nem tampouco elegendo pessoas tabu (ungidas por Deus).
II. É difícil relacionar o modelo vetero-testamentário tanto da versão javista quanto sacerdotal da criação com a exigência atual de igualdade entre os sexos.
III. No Antigo Testamento a questão da individualidade não tinha tanto valor quanto na dualidade. Diferente dos tempos atuais, nos quais o vínculo familiar e o senso de coletividade parecem não possuir tanta importância na identificação e situação social do indivíduo.
IV. Os paralelos entre o contexto político e as relações dos homens da polis vetero-testamentária com os dias de hoje são de valia plena, posto que o homem continua o mesmo, independente do ambiente em que vive.
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Assinale a alternativa que completa adequadamente a lacuna abaixo.
“ O acontecimento único e totalmente singular da não significa que Jesus Cristo seja em parte Deus e em parte homem, nem que ele seja o resultado da mescla confusa entre o divino e o humano. Ele se fez verdadeiramente homem permanecendo verdadeiro Deus”.
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Assinale a alternativa que completa adequadamente as lacunas abaixo.
“ redescobrira Paulo para o século V; Lutero o fez para o século XVI. E, para ele, o cerne da teologia paulina se encontrava em Romanos 1. 16, onde se descreve o evangelho como ‘o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê’ [...] Seus estudos teológicos e sua estada haviam instilado nele a convicção de que deveria aplacar um Deus irado por meio da e da incessante prática de boas obras. Somente anos mais tarde ele compreendeu que a justiça de Deus não significava a punição e a ira justas de Deus, mas sua dádiva de e misericórdia.”
(BOSCH, David. Missão Transformadora: mudanças de paradigma na teologia da missão. São Leopoldo: Sinodal, 2002. p. 294)
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Podemos afirmar sobre as estruturas políticas de poder, familiares e religiosas de Judá durante o período Persa:
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Analise a afirmativa: “No decurso dos primeiros séculos, a Igreja procurou formular mais explicitamente sua fé trinitária, tanto para aprofundar sua própria compreensão da fé como para defendê-la de erros que a estavam deformando. Isso foi obra dos Concílios antigos, ajudados pelo trabalho teológico dos Padres da Igreja e apoiados pelo senso da fé do povo cristão”. Coloque entre parênteses a letra V, quando se tratar de afirmativa verdadeira, e a letra F, quando se tratar de afirmativa falsa. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Na verdade, o Concílio de Constantinopla tratou do batismo de Jesus unicamente.
( ) Os Padres não puderam concluir os trabalhos de reflexão porque foram massacrados.
( ) Foi em Constantinopla que o Dogma Trinitário foi proclamado.
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