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Mulher de 29 anos, assintomática, enfermeira de unidade hospitalar, realizou rastreamento ocupacional e apresentou IGRA positivo. A radiografia de tórax é normal e não há história prévia de tratamento para tuberculose. Segundo o Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil, qual é a conduta mais adequada?
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Homem de 41 anos, usuário de álcool, procura atendimento por tosse há 6 semanas, emagrecimento e febre vespertina. A radiografia de tórax mostra infiltrado cavitário em lobo superior direito. A baciloscopia de escarro é negativa em duas amostras, porém o teste rápido molecular para tuberculose (TRM-TB) é positivo para Mycobacterium tuberculosis, sem resistência à rifampicina. Segundo o Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil (2024), é correto afirmar que:
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Homem, 32 anos, apresenta quadro agudo de febre baixa, dor e edema em ambos os tornozelos, associado ao surgimento de lesões nodulares eritematosas e dolorosas em região pré-tibial. A radiografia de tórax revela linfonodomegalia hilar bilateral e paratraqueal direita, de aspecto simétrico, sem evidências de infiltrado parenquimatoso. O exame físico não demonstra linfonodomegalias periféricas ou uveíte. Diante da principal hipótese diagnóstica de síndrome de Löfgren, qual é a conduta preconizada pelo guideline da American Thoracic Society (ATS) de 2020?
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Mulher de 62 anos, com diagnóstico de bronquiectasias cilíndricas em lobos médios e inferiores, apresenta fadiga, perda ponderal de 4 kg e tosse purulenta há 4 meses. Duas culturas de escarro (coletadas em intervalos de 2 semanas) foram positivas para Mycobacterium avium complex (MAC). A TCAR de tórax demonstra nódulos centrolobulares com padrão de “árvore em brotamento” e novas áreas de consolidação cavitada. Com base no guideline da ATS/ERS/IDSA e da British Thoracic Society (BTS), qual é a estratégia terapêutica inicial correta?
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Um homem de 66 anos, tabagista ativo (40 anos-maço) e portador de enfisema centrolobular, realiza uma tomografia de coerência óptica (ou TC de tórax convencional por outro motivo clínico) que identifica, incidentalmente, um nódulo sólido periférico, de bordos lisos, medindo 7 mm em seu maior eixo, localizado no lobo inferior esquerdo. O paciente não apresenta histórico de neoplasias prévias. Com base nas diretrizes da Fleischner Society (2017) para nódulos incidentais, qual é a conduta mais adequada?
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Homem, 55 anos, portador de bronquiectasias não fibrocísticas idiopáticas, apresenta quadro de tosse produtiva crônica e três exacerbações infecciosas nos últimos 12 meses. O paciente realiza fisioterapia respiratória regular e higiene brônquica com solução salina hipertônica. Exames recentes de escarro revelaram o primeiro isolamento de Pseudomonas aeruginosa (amostra colhida em estado de estabilidade). De acordo com as diretrizes da European Respiratory Society (ERS) e o Consenso Brasileiro de Bronquiectasias da SBPT, qual é a conduta mais adequada?
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Um paciente de 62 anos, ex-tabagista, apresenta nódulo pulmonar sólido de 18 mm em lobo superior direito, espiculado. O PET-CT mostra captação com SUV de 6.4 no nódulo e ausência de captação linfonodal mediastinal. De acordo com os critérios de estadiamento e conduta da SBPT e do TNM 8ª edição, qual é a conduta seguinte mais adequada para o estadiamento linfonodal, considerando que o tumor é central?
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Mulher de 58 anos apresenta dispneia progressiva e tosse seca há 2 anos. TCAR de tórax mostra padrão de pneumonia intersticial usual (UIP): reticulação subpleural, gradiente ápico-basal e faveolamento evidente, sem características sugestivas de causas secundárias. Espirometria com distúrbio restritivo leve. Sobre o manejo do caso, com base no guideline ATS/ERS/JRS/ALAT (2022), é correto afirmar que:
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No que diz respeito à avaliação de risco cirúrgico em pacientes pneumopatas candidatos à ressecção pulmonar por neoplasia, assinale a alternativa que descreve corretamente os limiares de funcionalidade segundo as diretrizes da ERS/ESTS e SBPT.
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No manejo da insuficiência respiratória crônica na DPOC, qual é a estratégia terapêutica que demonstrou, em ensaios clínicos randomizados de larga escala (nível de evidência A), redução na mortalidade ou aumento no tempo para re-hospitalização em perfis específicos de pacientes?
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