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RN do sexo feminino, 2 dias de vida, nascida a termo por
parto pélvico, é avaliada no berçário. O médico, com a
RN em decúbito dorsal sobre uma superfície firme, com
quadris e joelhos fletidos a 90 graus, e pés voltados para
si, procede à realização da seguinte manobra semiológica: com o polegar posicionado na face interna da coxa
(trocânter menor) e os dedos na face externa (trocânter
maior), o médico realiza um movimento de adução forçada e pressão posterior (para trás) sobre o fêmur direito.
Nesse momento, sente-se uma sensação de deslizamento da cabeça femoral para fora do acetábulo, acompanhada pela percepção de um discreto estalido.
Assinale a alternativa correta sobre essa manobra.
Assinale a alternativa correta sobre essa manobra.
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RN de 12 dias de vida, a termo, nascido de parto vaginal, é levado à consulta de puericultura. A mãe relata que
o bebê está “muito amarelinho” desde o 5o
dia de vida.
O bebê mama exclusivamente no seio materno, com boa
pega, suga vigorosamente por 15 a 20 minutos em cada
mama, 8 a 10 vezes ao dia, e a mãe não refere dor ou
dificuldades na amamentação. Ganhou 400 g em comparação ao peso de nascimento, que foi 3.200 g, tendo chegado ao peso mínimo de 3.050 g no terceiro dia de vida.
Molha de 6 a 8 fraldas por dia, com evacuações amareladas, pastosas e abundantes. Ao exame físico, o RN
está ativo, alerta, bem hidratado e ictérico (++/4+), sem
hepatoesplenomegalia. Exames laboratoriais revelam
bilirrubina total de 15 mg/dL (bilirrubina indireta 14 mg/dL),
TSH neonatal normal e Coombs direto negativo.
Qual é a conduta mais correta para esse lactente?
Qual é a conduta mais correta para esse lactente?
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Recém-nascido de termo, com 3 dias de vida, pesando 3.200 g, é avaliado em maternidade. A mãe, de
28 anos de idade, teve sífilis primária diagnosticada
no 1o
trimestre (VDRL 1:64) e foi tratada com 3 doses
semanais de penicilina benzatina 2,4 milhões UI IM.
No prontuário, consta que a última dose da mãe foi
administrada 20 dias antes do parto. O RN teve Apgar
9/10, está em aleitamento materno exclusivo, ativo, com
exame físico completamente normal. O VDRL sérico do
RN é 1:8, e o hemograma com plaquetas, bem como a
radiografia de ossos longos, são normais. O líquor
(LCR) ainda não foi coletado, por problemas no laboratório da maternidade.
Considerando o quadro clínico materno e neonatal e as diretrizes atuais de manejo da sífilis congênita, qual é a conduta correta para esse RN?
Considerando o quadro clínico materno e neonatal e as diretrizes atuais de manejo da sífilis congênita, qual é a conduta correta para esse RN?
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Lactente de 5 meses e 4 dias, nascido a termo com peso
de nascimento de 2.790 g, em aleitamento materno exclusivo e sem histórico de fatores de risco para anemia significativo, é trazido à consulta de puericultura. O médico
percebe que o bebê está se desenvolvendo bem e tem
bom ganho ponderal. Os pais perguntam sobre a necessidade de introdução de novos alimentos ou suplementos,
pois acham o seu filho muito “clarinho”.
Considerando as diretrizes de prevenção da anemia ferropriva na infância, qual é a conduta mais adequada para esse lactente?
Considerando as diretrizes de prevenção da anemia ferropriva na infância, qual é a conduta mais adequada para esse lactente?
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RN a termo, com 39 semanas, nascido por cesariana
eletiva, apresenta-se em apneia e hipotonia generalizada ao nascer. Após os passos iniciais de estabilização
(secagem vigorosa, aquecimento e posicionamento) realizados em 30 segundos, a frequência cardíaca (FC) é
de 60 bpm. Uma ventilação com pressão positiva (VPP)
via máscara facial com ar ambiente é prontamente iniciada. Após 60 segundos de VPP, com a equipe confirmando boa vedação da máscara e elevação torácica
bilateral adequada, a FC persiste em 58 bpm. Oximetria
de pulso e eletrodos de monitorização cardíaca já estão
posicionados, mostrando SpO2
de 70%.
Diante desse cenário, qual é a conduta mais adequada e imperativa para o pediatra neste momento, segundo as diretrizes atuais da Sociedade Brasileira de Pediatria?
Diante desse cenário, qual é a conduta mais adequada e imperativa para o pediatra neste momento, segundo as diretrizes atuais da Sociedade Brasileira de Pediatria?
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O médico está revisando os resultados da triagem neonatal de um recém-nascido (RN) que nasceu a termo e
está com 10 dias de vida. A mãe é primípara, sem histórico familiar de doenças genéticas conhecidas. O RN está
em aleitamento materno exclusivo, com ganho ponderal
de cerca de 25 g/dia, e o exame físico atual não tem
anormalidades. Alguns dos resultados das triagens neonatais biológicas (coleta com 49 horas de vida) e clínicas
foram os seguintes:
Teste do Pezinho:
TSH: 7 mUI/L (valor de corte para RN a termo: < 10 mUI/L)
Dosagem de tripsina imunorreativa: valor discretamente aumentado, pelos valores de referência
Triagem para Hemoglobinopatias: Padrão FA (Hemoglobina F e Hemoglobina A presentes)
Teste da Orelhinha com Emissões Otoacústicas Evocadas – falha à direita
Teste do Olhinho – reflexo vermelho ausente em olho direito
Considerando a urgência e a especificidade de cada achado da triagem neonatal, qual a conduta mais crítica e imediata a ser tomada pelo pediatra para esse RN?
Teste do Pezinho:
TSH: 7 mUI/L (valor de corte para RN a termo: < 10 mUI/L)
Dosagem de tripsina imunorreativa: valor discretamente aumentado, pelos valores de referência
Triagem para Hemoglobinopatias: Padrão FA (Hemoglobina F e Hemoglobina A presentes)
Teste da Orelhinha com Emissões Otoacústicas Evocadas – falha à direita
Teste do Olhinho – reflexo vermelho ausente em olho direito
Considerando a urgência e a especificidade de cada achado da triagem neonatal, qual a conduta mais crítica e imediata a ser tomada pelo pediatra para esse RN?
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Sobre as estratégias de vigilância para neoplasias colorretais, é correto afirmar que
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Paciente do sexo feminino, 42 anos, foi submetida à
derivação gástrica em Y-de-Roux há 2 anos, com excelente resposta ponderal (perda de 48 kg). Nos últimos
8 meses, apresenta episódios recorrentes de dor abdominal em cólica, associada à distensão abdominal e
náuseas, com resolução espontânea em poucas horas.
No último mês, houve piora progressiva do quadro, com
crises diárias e maior duração. Refere alívio parcial dos
sintomas ao adotar a posição fetal. Uma tomografia computadorizada de abdome realizada previamente, durante
período assintomático, foi relatada como normal.
Considerando a apresentação clínica e o antecedente cirúrgico, qual é a investigação complementar mais adequada para confirmar a hipótese diagnóstica mais provável?
Considerando a apresentação clínica e o antecedente cirúrgico, qual é a investigação complementar mais adequada para confirmar a hipótese diagnóstica mais provável?
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Paciente do sexo feminino, 45 anos, com histórico de
bypass gástrico em Y de Roux para tratamento de obesidade realizado há 2 anos, comparece ao pronto-socorro
relatando dor no hipocôndrio direito e icterícia há 48 horas. A paciente nega febre ou calafrios. Exames laboratoriais: bilirrubina total: 4,5 mg/dL (VR: < 1,2); bilirrubina
direta: 3,8 mg/dL (VR: < 0,3); fosfatase alcalina: 350 U/L
(VR: 35–104); gama-glutamil transferase (GGT): 280 U/L
(VR: 5–36); TGO: 68 U/L (VR: < 31); TGP: 72 U/L (VR: < 31).
Hemograma: leucócitos: 8.500/µL (VR: 4.000–11.000),
sem desvio à esquerda. A colangiorressonância magnética demonstra dilatação do colédoco (11 mm) com imagem arredondada, medindo 7 mm no terço distal, compatível com coledocolitíase. Vesícula biliar alitiásica.
Considerando o antecedente cirúrgico e o quadro atual de coledocolitíase não complicada, qual é a conduta de escolha para o tratamento dessa paciente?
Considerando o antecedente cirúrgico e o quadro atual de coledocolitíase não complicada, qual é a conduta de escolha para o tratamento dessa paciente?
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Um paciente de 72 anos, com histórico de tabagismo,
procura o pronto-socorro com queixa de hematúria macroscópica (urina com sangue) indolor há dois dias. Exames iniciais de triagem (urina tipo 1/EAS e creatinina)
foram realizados e descartaram infecção urinária e alteração renal grave.
Qual o conjunto de exames de investigação mais essencial a ser solicitado a seguir para excluir malignidade do trato urinário nesse paciente com alto risco?
Qual o conjunto de exames de investigação mais essencial a ser solicitado a seguir para excluir malignidade do trato urinário nesse paciente com alto risco?
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