Uma tentativa de síntese sobre a ocupação pré-colonial no
Centro-Oeste brasileiro foi realizada em 1999-2000 por
Jorge Eremites de Oliveira e Sibeli Aparecida Viana. Nessa
síntese, os autores afirmam que:
As atividades educacionais patrimoniais deverão ser previstas, em áreas diretamente afetadas, conforme as normatizações recentes do IPHAN, presentes em um documento chamado “Projeto Integrado de Educação Patrimonial”. São itens obrigatórios, entre outros, que devem constar nesse projeto integrado:
De acordo com as novas determinações normativas do IPHAN (2015), foi estabelecido que, antes da licença de operação do empreendimento, é necessário que se apresente o Programa de Gestão do Patrimônio Arqueológico. A execução desse programa deverá ser descrita através de Relatório de Gestão do Patrimônio Arqueológico, o qual deverá conter, entre outras partes, os relatórios
No âmbito dos projetos de arqueologia preventiva, uma das definições aceitas é a da preservação denominada “in situ”. Esse tipo de preservação é definido como sendo
Nas últimas décadas, houve uma aproximação da arqueologia com o universo dos contratos no Brasil, na forma de acordos entre órgãos públicos e particulares em áreas impactadas por empreendimentos. Essa aproximação sustenta-se mais
De acordo com a perspectiva historiográfica de Jacques Le Goff (1996), a cidade pode ser considerada como um lugar rico em “monumentos”, mas, ainda, como um monumento em si mesma porque ela possui a
A partir do documento conhecido como Relatório de Bundtland, sobre sustentabilidade social, deve-se considerar, pelo menos, três aspectos a propósito da noção de patrimônio cultural e suas aplicações no contexto dos espaços urbanos contemporâneos. São eles: