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Foram encontradas 60 questões.

4024301 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: FGV
Orgão: AMAZUL
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Em projetos de arquitetura desenvolvidos no Autodesk AutoCAD, a correta utilização das Camadas (Layers) é essencial para a organização do trabalho. Um projetista está finalizando um projeto e precisa gerar três pranchas distintas:

I. Prancha do Pavimento Tipo: Apenas paredes, esquadrias (portas e janelas) e cotas.
II. Prancha de Instalações Elétricas: Apenas pontos de luz, tomadas e eletrodutos (com as paredes em segundo plano, mas sem cotas).
III. Prancha de Equipamentos e Mobiliário: Apenas equipamentos, móveis e textos de identificação (sem as instalações).


A principal função gerencial das Camadas (Layers), que permite ao projetista gerar essas três pranchas diferentes a partir de um único desenho, sem precisar copiar e apagar elementos, é
 

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4024300 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: FGV
Orgão: AMAZUL
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Os sistemas prediais de esgoto sanitário, conforme a NBR 8160 (Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário - Projeto e Execução), são projetados para operar sob pressão atmosférica. A ventilação é um componente crucial desse sistema, sendo responsável por conectar o sistema de esgoto à atmosfera.
Considerando o princípio de funcionamento hidráulico e a necessidade de proteger os dispositivos de vedação hídrica (sifões), a principal função da ventilação em um sistema predial de esgoto sanitário é
 

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4024299 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: FGV
Orgão: AMAZUL
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Durante o projeto de um sistema de aproveitamento de água de chuva, a equipe de arquitetura avaliou as condições da cobertura de um edifício e percebeu que parte dela é utilizada como área de convivência, onde há tráfego de pessoas e vegetação ornamental.
De acordo com a NBR 15527 (Aproveitamento de Água de Chuva de Coberturas para Fins não Potáveis - Requisitos), a conduta técnica mais adequada em relação à captação da água de chuva proveniente dessa cobertura é
 

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4024298 Ano: 2026
Disciplina: Engenharia Hidráulica
Banca: FGV
Orgão: AMAZUL
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Durante o dimensionamento de uma instalação hidráulica predial, foi constatado que, em determinados pontos de utilização, a pressão dinâmica residual apresentou valores negativos.
Assinale a opção que apresenta medidas corretivas que podem ser tecnicamente adotadas para garantir a pressão mínima exigida nos pontos de consumo, conforme os princípios de hidráulica predial.
 

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4024297 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: FGV
Orgão: AMAZUL
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Durante a elaboração de um projeto habitacional, a equipe de arquitetura precisa garantir que o edifício atenda aos requisitos mínimos de desempenho conforme a NBR 15575 (Edificações Habitacionais - Desempenho).
Considerando os princípios gerais da norma, analise os itens a seguir:

I. A “Habitabilidade” está associada ao conforto e à salubridade do ambiente, envolvendo fatores como desempenho térmico, acústico, lumínico e estanqueidade.

II. A “Sustentabilidade” abrange critérios relacionados à durabilidade, manutenibilidade e impacto ambiental ao longo da vida útil de projeto da edificação.

III. A “Segurança” aborda, exclusivamente, medidas de prevenção e combate a incêndios, como: o uso de extintores, sinalização e saídas de emergência, sistemas de sprinklers e hidrantes, plano de evacuação e treinamento dos ocupantes.

IV. A “Vida Útil de Projeto” (VUP) é o período durante o qual a edificação deve manter seu desempenho previsto, desde que atendidas as condições de uso e manutenção estabelecidas.


Com base nessas informações, está correto o que se afirma em
 

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4024296 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: FGV
Orgão: AMAZUL
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Em uma planta baixa de arquitetura, há três representações de elementos distintos que não estão diretamente visíveis no plano:

I. Um elemento físico oculto sob o piso (ex: uma viga baldrame).
II. Um elemento físico situado acima do plano (ex: a projeção de um beiral da cobertura).
III. Um elemento conceitual que não existe fisicamente, mas serve para organizar o desenho (ex: um eixo de simetria).

Com base na NBR 6492 (Representação de Projetos de Arquitetura), assinale a opção que descreve a correta aplicação de linhas para as situações mencionadas.
 

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4024295 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: FGV
Orgão: AMAZUL
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Segundo a NBR 6492 (Representação de Projetos de Arquitetura), o desenvolvimento de um projeto arquitetônico segue uma sequência de estágios, cada um com uma finalidade e um nível de detalhamento específicos, sendo estes: o Estudo Preliminar (EPARQ), o Anteprojeto (AP-ARQ), o Projeto para Licenciamento (PLARQ) e o Projeto Executivo (PE-ARQ).
Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir:

I. O Anteprojeto (AP-ARQ) é o estágio onde se define a solução técnica e construtiva do projeto, ideal para a compatibilização com os projetos complementares.
II. O Projeto para Licenciamento (PL-ARQ), por ser destinado à aprovação nos órgãos competentes, deve conter o mesmo nível de detalhamento do Projeto Executivo (PE-ARQ).
III. O Estudo Preliminar (EP-ARQ) tem como principal objetivo a concepção geral do projeto.


Está correto o que se afirma em
 

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4024294 Ano: 2026
Disciplina: Arquitetura
Banca: FGV
Orgão: AMAZUL
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A NBR 9050 (Acessibilidade a Edificações, Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos) estabelece dois tipos principais de sinalização tátil no piso para orientar pessoas com deficiência visual: o piso tátil de alerta e o piso tátil direcional. O piso de alerta tem a função de advertir sobre mudanças de direção, obstáculos ou situações de perigo, enquanto o piso direcional tem a função de guiar o percurso.
Considerando as diretrizes da NBR 9050, analise os itens que indicam a aplicação correta do tipo de piso tátil para cada uma das situações descritas a seguir:
I. No início e no fim de uma rampa. II. Ao longo de um corredor extenso e sem obstáculos laterais. III. Em frente a um elevador.

As afirmativas são, respectivamente,
 

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READ THE TEXT AND ANSWER THE FOLLOWING QUESTION


Social Dimensions of Climate Change


Extreme weather events are deeply intertwined with global patterns of inequality. The poorest and most vulnerable people bear the brunt of climate change impacts yet contribute the least to the crisis. As the impacts of climate change mount, millions of vulnerable people face disproportionate challenges in terms of loss of jobs; physical harm; disease; mental health effects; food insecurity; access to water; migration and forced displacement; loss of shelter, assets, and community ties, and other related risks.

Some people are more vulnerable to climate change than others. For example, workers in sectors such as agriculture, fishing, and tourism rely on natural resources that are particularly sensitive to increasingly unpredictable weather and seasonal patterns. Female-headed households, children, persons with disabilities, Indigenous Peoples and ethnic minorities, landless tenants, migrant workers, displaced persons, older people, and other socially marginalized groups often have fewer financial and other resources to cope with and recover from shocks which might threaten their wellbeing and the wellbeing of their families. The root causes of their vulnerability lie in a combination of their geographical locations; their financial, socio-economic, cultural, and social status; and their access to resources, services, and decision-making power.

The poor are often not just among the most vulnerable to climate change, but also disproportionately impacted by measures to address it. These impacts can include increased costs of living, loss of livelihoods, and limited access to resources and support systems, which exacerbate existing inequalities and poverty trends. In the absence of well-designed and citizen-centered policies, efforts to tackle climate change can have unintended consequences for the livelihoods of certain groups, including placing a higher financial burden on poor households […].

While much progress has been made on the science and the types of policies needed to support a transition to low carbon, climateresilient development, a challenge facing many countries is engaging citizens who are concerned that they will be unfairly impacted by climate policies. Citizen-centered programs play a vital role in ensuring that resources are used efficiently. Engaging people in shaping climate action is equally critical for achieving lasting impact. This means ensuring transparency, access to information, and active citizen engagement on climate risks and green growth. Such involvement can help build public support to reduce climate impacts, overcome behavioral and political barriers to decarbonization, as well as foster both new ideas and a sense of ownership over solutions.
Moreover, communities bring unique perspectives, skills, and a wealth of knowledge to the challenge of strengthening resilience and addressing climate change. They should be engaged as partners in resilience-building rather than being regarded merely as beneficiaries. Research and experience show that community leaders can successfully set priorities, influence ownership, as well as design and implement investment programs that are responsive to their community’s own needs. A 2022 report by the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) recognizes the value of diverse forms of knowledge — such as scientific, Indigenous, and local knowledge — in building climate resilience. Innovations in the architecture of climate finance can connect communities and marginalized groups to the policy, technical, and financial assistance that they need for locally relevant and effective development outcomes.
From: https://www.worldbank.org/en/topic/social-dimensions-of-climate-change 
The modal verb in “They should be engaged as partners” (5th paragraph) indicates a(n):
 

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READ THE TEXT AND ANSWER THE FOLLOWING QUESTION


Social Dimensions of Climate Change


Extreme weather events are deeply intertwined with global patterns of inequality. The poorest and most vulnerable people bear the brunt of climate change impacts yet contribute the least to the crisis. As the impacts of climate change mount, millions of vulnerable people face disproportionate challenges in terms of loss of jobs; physical harm; disease; mental health effects; food insecurity; access to water; migration and forced displacement; loss of shelter, assets, and community ties, and other related risks.

Some people are more vulnerable to climate change than others. For example, workers in sectors such as agriculture, fishing, and tourism rely on natural resources that are particularly sensitive to increasingly unpredictable weather and seasonal patterns. Female-headed households, children, persons with disabilities, Indigenous Peoples and ethnic minorities, landless tenants, migrant workers, displaced persons, older people, and other socially marginalized groups often have fewer financial and other resources to cope with and recover from shocks which might threaten their wellbeing and the wellbeing of their families. The root causes of their vulnerability lie in a combination of their geographical locations; their financial, socio-economic, cultural, and social status; and their access to resources, services, and decision-making power.

The poor are often not just among the most vulnerable to climate change, but also disproportionately impacted by measures to address it. These impacts can include increased costs of living, loss of livelihoods, and limited access to resources and support systems, which exacerbate existing inequalities and poverty trends. In the absence of well-designed and citizen-centered policies, efforts to tackle climate change can have unintended consequences for the livelihoods of certain groups, including placing a higher financial burden on poor households […].

While much progress has been made on the science and the types of policies needed to support a transition to low carbon, climateresilient development, a challenge facing many countries is engaging citizens who are concerned that they will be unfairly impacted by climate policies. Citizen-centered programs play a vital role in ensuring that resources are used efficiently. Engaging people in shaping climate action is equally critical for achieving lasting impact. This means ensuring transparency, access to information, and active citizen engagement on climate risks and green growth. Such involvement can help build public support to reduce climate impacts, overcome behavioral and political barriers to decarbonization, as well as foster both new ideas and a sense of ownership over solutions.
Moreover, communities bring unique perspectives, skills, and a wealth of knowledge to the challenge of strengthening resilience and addressing climate change. They should be engaged as partners in resilience-building rather than being regarded merely as beneficiaries. Research and experience show that community leaders can successfully set priorities, influence ownership, as well as design and implement investment programs that are responsive to their community’s own needs. A 2022 report by the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) recognizes the value of diverse forms of knowledge — such as scientific, Indigenous, and local knowledge — in building climate resilience. Innovations in the architecture of climate finance can connect communities and marginalized groups to the policy, technical, and financial assistance that they need for locally relevant and effective development outcomes.
From: https://www.worldbank.org/en/topic/social-dimensions-of-climate-change 
The verb in “efforts to tackle climate change” (3rd paragraph) is semantically equivalent to:
 

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