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Determinada empresa apresentou os indicadores a seguir.
• Liquidez imediata = 0,2.
• Liquidez corrente = 1,2.
• Liquidez geral = 1,12.
• Capital circulante líquido = R$ 15.000,00.
• Retorno sobre investimentos = 20%.
• Giro do ativo = 2,5 vezes.
• Ativo operacional médio (investimento) = R$ 200.000,00.
Com base nessas informações, julgue o item subsequente.
O lucro operacional líquido da empresa foi superior a R$ 50.000,00.Provas
Determinada empresa apresentou os indicadores a seguir.
• Liquidez imediata = 0,2.
• Liquidez corrente = 1,2.
• Liquidez geral = 1,12.
• Capital circulante líquido = R$ 15.000,00.
• Retorno sobre investimentos = 20%.
• Giro do ativo = 2,5 vezes.
• Ativo operacional médio (investimento) = R$ 200.000,00.
Com base nessas informações, julgue o item subsequente.
O valor dos ativos não circulantes, após terem sido deduzidos bens e direitos de caráter permanente, superou em mais de 20% o valor dos capitais de terceiros não circulantes.
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Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANTT
Com base na Lei n.º 10.871/2004 e suas alterações, julgue o próximo item, relativo à criação de carreiras e à organização de cargos efetivos das autarquias especiais denominadas agências reguladoras.
Caso um especialista em regulação preste serviço a empresa fiscalizada por sua agência reguladora, ainda que a prestação do serviço seja eventual, ele estará sujeito à pena de demissão ou de cassação de aposentadoria ou disponibilidade.
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Acerca das teorias de regulação, das boas práticas regulatórias e da regulação do setor de transportes terrestres no Brasil, julgue o item seguinte.
A proporcionalidade, no sentido de que o Estado só deve intervir quando se fizer necessário e de forma proporcional aos problemas existentes, constitui um valor que deve nortear a busca por uma maior qualidade regulatória.
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Acerca dos poderes da República e das funções essenciais à justiça, julgue o item subsequente.
Considere que um ente federativo tenha ajuizado ação civil pública tendo por objeto conduta lesiva ao meio ambiente. Nessa situação, a ação não será admitida, já que, segundo a CF, a competência para o ajuizamento da ação civil pública é privativa do Ministério Público.
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A expansão de vias é considerada um agravante do problema das cidades de hoje. Grandes investimentos são realizados para a duplicação de vias, construção de viadutos e estacionamentos, em detrimento da melhoria do transporte coletivo ou de formas alternativas de transporte. Tal política incentiva o uso de carro e, em consequência, o aumento do número de carros, o que demanda contínuas expansões. Como consequência, ocorrem problemas urbanísticos — congestionamentos, acidentes, diminuição e segregação do espaço público — e ambientais — poluição atmosférica e sonora, impermeabilização do solo.
Os impactos do transporte urbano sobre a pobreza podem ser compreendidos de duas formas: indireta e direta. Os impactos indiretos referem-se às externalidades do transporte urbano sobre a competitividade das cidades (as economias ou deseconomias urbanas) e seus efeitos sobre a atividade econômica. Os impactos diretos envolvem o acesso aos serviços e às atividades sociais básicas e às oportunidades de trabalho.
O transporte coletivo é a primeira opção em que se pensa ao se planejar o desestímulo ao uso do carro, mas, para curtas distâncias, a bicicleta tem um potencial maior. É interessante a combinação entre transporte coletivo para longas distâncias e bicicleta para curtas.
O baixo custo de aquisição e manutenção da bicicleta, assim como a facilidade de manuseio, faz que ela seja um instrumento acessível para as diversas rendas e idades. São vantagens do uso da bicicleta como transporte urbano a economia com o custo do tempo gasto e o custo no transporte em si, seja para o usuário, seja para a cidade e o Estado, além do baixo impacto ambiental causado pelo veículo e pela infraestrutura que demanda. A vulnerabilidade do ciclista perante os carros, por sua vez, é uma das maiores desvantagens do uso da bicicleta como meio de transporte.
Camila de Carvalho Pires. Potencialidades cicloviárias no Plano Piloto. Internet: <http://bdtd.bce.unb.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item subsequente.
O texto argumenta a favor do uso da bicicleta como meio de transporte urbano coletivo prioritário.
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A expansão de vias é considerada um agravante do problema das cidades de hoje. Grandes investimentos são realizados para a duplicação de vias, construção de viadutos e estacionamentos, em detrimento da melhoria do transporte coletivo ou de formas alternativas de transporte. Tal política incentiva o uso de carro e, em consequência, o aumento do número de carros, o que demanda contínuas expansões. Como consequência, ocorrem problemas urbanísticos — congestionamentos, acidentes, diminuição e segregação do espaço público — e ambientais — poluição atmosférica e sonora, impermeabilização do solo.
Os impactos do transporte urbano sobre a pobreza podem ser compreendidos de duas formas: indireta e direta. Os impactos indiretos referem-se às externalidades do transporte urbano sobre a competitividade das cidades (as economias ou deseconomias urbanas) e seus efeitos sobre a atividade econômica. Os impactos diretos envolvem o acesso aos serviços e às atividades sociais básicas e às oportunidades de trabalho.
O transporte coletivo é a primeira opção em que se pensa ao se planejar o desestímulo ao uso do carro, mas, para curtas distâncias, a bicicleta tem um potencial maior. É interessante a combinação entre transporte coletivo para longas distâncias e bicicleta para curtas.
O baixo custo de aquisição e manutenção da bicicleta, assim como a facilidade de manuseio, faz que ela seja um instrumento acessível para as diversas rendas e idades. São vantagens do uso da bicicleta como transporte urbano a economia com o custo do tempo gasto e o custo no transporte em si, seja para o usuário, seja para a cidade e o Estado, além do baixo impacto ambiental causado pelo veículo e pela infraestrutura que demanda. A vulnerabilidade do ciclista perante os carros, por sua vez, é uma das maiores desvantagens do uso da bicicleta como meio de transporte.
Camila de Carvalho Pires. Potencialidades cicloviárias no Plano Piloto. Internet: <http://bdtd.bce.unb.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item subsequente.
No texto, o uso do conectivo “ou” entre as palavras “economias” e “deseconomias” indica alternância entre elas.
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A expansão de vias é considerada um agravante do problema das cidades de hoje. Grandes investimentos são realizados para a duplicação de vias, construção de viadutos e estacionamentos, em detrimento da melhoria do transporte coletivo ou de formas alternativas de transporte. Tal política incentiva o uso de carro e, em consequência, o aumento do número de carros, o que demanda contínuas expansões. Como consequência, ocorrem problemas urbanísticos — congestionamentos, acidentes, diminuição e segregação do espaço público — e ambientais — poluição atmosférica e sonora, impermeabilização do solo.
Os impactos do transporte urbano sobre a pobreza podem ser compreendidos de duas formas: indireta e direta. Os impactos indiretos referem-se às externalidades do transporte urbano sobre a competitividade das cidades (as economias ou deseconomias urbanas) e seus efeitos sobre a atividade econômica. Os impactos diretos envolvem o acesso aos serviços e às atividades sociais básicas e às oportunidades de trabalho.
O transporte coletivo é a primeira opção em que se pensa ao se planejar o desestímulo ao uso do carro, mas, para curtas distâncias, a bicicleta tem um potencial maior. É interessante a combinação entre transporte coletivo para longas distâncias e bicicleta para curtas.
O baixo custo de aquisição e manutenção da bicicleta, assim como a facilidade de manuseio, faz que ela seja um instrumento acessível para as diversas rendas e idades. São vantagens do uso da bicicleta como transporte urbano a economia com o custo do tempo gasto e o custo no transporte em si, seja para o usuário, seja para a cidade e o Estado, além do baixo impacto ambiental causado pelo veículo e pela infraestrutura que demanda. A vulnerabilidade do ciclista perante os carros, por sua vez, é uma das maiores desvantagens do uso da bicicleta como meio de transporte.
Camila de Carvalho Pires. Potencialidades cicloviárias no Plano Piloto. Internet: <http://bdtd.bce.unb.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item subsequente.
O trecho “faz que ela seja” poderia ser corretamente substituído por faz dela.
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A expansão de vias é considerada um agravante do problema das cidades de hoje. Grandes investimentos são realizados para a duplicação de vias, construção de viadutos e estacionamentos, em detrimento da melhoria do transporte coletivo ou de formas alternativas de transporte. Tal política incentiva o uso de carro e, em consequência, o aumento do número de carros, o que demanda contínuas expansões. Como consequência, ocorrem problemas urbanísticos — congestionamentos, acidentes, diminuição e segregação do espaço público — e ambientais — poluição atmosférica e sonora, impermeabilização do solo.
Os impactos do transporte urbano sobre a pobreza podem ser compreendidos de duas formas: indireta e direta. Os impactos indiretos referem-se às externalidades do transporte urbano sobre a competitividade das cidades (as economias ou deseconomias urbanas) e seus efeitos sobre a atividade econômica. Os impactos diretos envolvem o acesso aos serviços e às atividades sociais básicas e às oportunidades de trabalho.
O transporte coletivo é a primeira opção em que se pensa ao se planejar o desestímulo ao uso do carro, mas, para curtas distâncias, a bicicleta tem um potencial maior. É interessante a combinação entre transporte coletivo para longas distâncias e bicicleta para curtas.
O baixo custo de aquisição e manutenção da bicicleta, assim como a facilidade de manuseio, faz que ela seja um instrumento acessível para as diversas rendas e idades. São vantagens do uso da bicicleta como transporte urbano a economia com o custo do tempo gasto e o custo no transporte em si, seja para o usuário, seja para a cidade e o Estado, além do baixo impacto ambiental causado pelo veículo e pela infraestrutura que demanda. A vulnerabilidade do ciclista perante os carros, por sua vez, é uma das maiores desvantagens do uso da bicicleta como meio de transporte.
Camila de Carvalho Pires. Potencialidades cicloviárias no Plano Piloto. Internet: <http://bdtd.bce.unb.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item subsequente.
O emprego do acento gráfico em “política”, “veículo” e “público” deve-se à mesma regra de acentuação gráfica.
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A expansão de vias é considerada um agravante do problema das cidades de hoje. Grandes investimentos são realizados para a duplicação de vias, construção de viadutos e estacionamentos, em detrimento da melhoria do transporte coletivo ou de formas alternativas de transporte. Tal política incentiva o uso de carro e, em consequência, o aumento do número de carros, o que demanda contínuas expansões. Como consequência, ocorrem problemas urbanísticos — congestionamentos, acidentes, diminuição e segregação do espaço público — e ambientais — poluição atmosférica e sonora, impermeabilização do solo.
Os impactos do transporte urbano sobre a pobreza podem ser compreendidos de duas formas: indireta e direta. Os impactos indiretos referem-se às externalidades do transporte urbano sobre a competitividade das cidades (as economias ou deseconomias urbanas) e seus efeitos sobre a atividade econômica. Os impactos diretos envolvem o acesso aos serviços e às atividades sociais básicas e às oportunidades de trabalho.
O transporte coletivo é a primeira opção em que se pensa ao se planejar o desestímulo ao uso do carro, mas, para curtas distâncias, a bicicleta tem um potencial maior. É interessante a combinação entre transporte coletivo para longas distâncias e bicicleta para curtas.
O baixo custo de aquisição e manutenção da bicicleta, assim como a facilidade de manuseio, faz que ela seja um instrumento acessível para as diversas rendas e idades. São vantagens do uso da bicicleta como transporte urbano a economia com o custo do tempo gasto e o custo no transporte em si, seja para o usuário, seja para a cidade e o Estado, além do baixo impacto ambiental causado pelo veículo e pela infraestrutura que demanda. A vulnerabilidade do ciclista perante os carros, por sua vez, é uma das maiores desvantagens do uso da bicicleta como meio de transporte.
Camila de Carvalho Pires. Potencialidades cicloviárias no Plano Piloto. Internet: <http://bdtd.bce.unb.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item subsequente.
A oração “ao se planejar o desestímulo ao uso do carro” exprime ideia de tempo em relação à oração que a antecede.
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