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O que nós conhecemos como vida é apenas a camada superficial de um mundo desconhecido. A grande maioria dos seres vivos são bactérias e microrganismos. Os cientistas estimam que as espécies que só podem ser vistas com aparelhos especiais cheguem a 10 milhões. Ou, quem sabe, a 100 milhões. O biólogo norte-americano Craig Venter acredita que o código genético de microrganismos pode se transformar num excelente negócio no futuro. Esses seres microscópicos estão na base da cadeia alimentar e dão forma aos ciclos de carbono, nitrogênio e outros nutrientes que sustentam todo o ecossistema. Em teoria, o DNA deles pode conter a chave para gerar energia barata, desenvolver remédios e acertar as bagunças da natureza provocadas pelo avanço da civilização. Há bactérias que só vivem em locais onde existe petróleo. Quem identificá-las terá o mapa da mina para explorar o produto.
Veja. 25/8/2004, p. 64-5 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito da organização e das idéias do texto acima.
Para que o texto respeitasse completamente as normas da língua culta exigidas em um relatório, atestado ou ofício, o pronome átono em “identificá-las” deveria ser empregado antes do verbo: Quem as identificar.
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O que nós conhecemos como vida é apenas a camada superficial de um mundo desconhecido. A grande maioria dos seres vivos são bactérias e microrganismos. Os cientistas estimam que as espécies que só podem ser vistas com aparelhos especiais cheguem a 10 milhões. Ou, quem sabe, a 100 milhões. O biólogo norte-americano Craig Venter acredita que o código genético de microrganismos pode se transformar num excelente negócio no futuro. Esses seres microscópicos estão na base da cadeia alimentar e dão forma aos ciclos de carbono, nitrogênio e outros nutrientes que sustentam todo o ecossistema. Em teoria, o DNA deles pode conter a chave para gerar energia barata, desenvolver remédios e acertar as bagunças da natureza provocadas pelo avanço da civilização. Há bactérias que só vivem em locais onde existe petróleo. Quem identificá-las terá o mapa da mina para explorar o produto.
Veja. 25/8/2004, p. 64-5 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito da organização e das idéias do texto acima.
Por suas características gramaticais, o advérbio “só”, além de estar antes de “vivem”, poderia, sem que fosse prejudicada a argumentação do texto ou sua correção gramatical, ser deslocado para imediatamente antes de qualquer uma das seguintes expressões, todas na linha 15: “em locais”, “onde”, “existe”, “petróleo”.
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O que nós conhecemos como vida é apenas a camada superficial de um mundo desconhecido. A grande maioria dos seres vivos são bactérias e microrganismos. Os cientistas estimam que as espécies que só podem ser vistas com aparelhos especiais cheguem a 10 milhões. Ou, quem sabe, a 100 milhões. O biólogo norte-americano Craig Venter acredita que o código genético de microrganismos pode se transformar num excelente negócio no futuro. Esses seres microscópicos estão na base da cadeia alimentar e dão forma aos ciclos de carbono, nitrogênio e outros nutrientes que sustentam todo o ecossistema. Em teoria, o DNA deles pode conter a chave para gerar energia barata, desenvolver remédios e acertar as bagunças da natureza provocadas pelo avanço da civilização. Há bactérias que só vivem em locais onde existe petróleo. Quem identificá-las terá o mapa da mina para explorar o produto.
Veja. 25/8/2004, p. 64-5 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito da organização e das idéias do texto acima.
O pronome “deles” refere-se tanto a “seres microscópicos” quanto a “microrganismos” .
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O que nós conhecemos como vida é apenas a camada superficial de um mundo desconhecido. A grande maioria dos seres vivos são bactérias e microrganismos. Os cientistas estimam que as espécies que só podem ser vistas com aparelhos especiais cheguem a 10 milhões. Ou, quem sabe, a 100 milhões. O biólogo norte-americano Craig Venter acredita que o código genético de microrganismos pode se transformar num excelente negócio no futuro. Esses seres microscópicos estão na base da cadeia alimentar e dão forma aos ciclos de carbono, nitrogênio e outros nutrientes que sustentam todo o ecossistema. Em teoria, o DNA deles pode conter a chave para gerar energia barata, desenvolver remédios e acertar as bagunças da natureza provocadas pelo avanço da civilização. Há bactérias que só vivem em locais onde existe petróleo. Quem identificá-las terá o mapa da mina para explorar o produto.
Veja. 25/8/2004, p. 64-5 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito da organização e das idéias do texto acima.
Preservam-se a coerência textual e a correção gramatical do texto ao se substituir “Esses seres microscópicos” por Cada um desses seres microscópicos, desde que se substitua também “estão” por está, “dão” por dá e “sustentam” por sustenta.
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O que nós conhecemos como vida é apenas a camada superficial de um mundo desconhecido. A grande maioria dos seres vivos são bactérias e microrganismos. Os cientistas estimam que as espécies que só podem ser vistas com aparelhos especiais cheguem a 10 milhões. Ou, quem sabe, a 100 milhões. O biólogo norte-americano Craig Venter acredita que o código genético de microrganismos pode se transformar num excelente negócio no futuro. Esses seres microscópicos estão na base da cadeia alimentar e dão forma aos ciclos de carbono, nitrogênio e outros nutrientes que sustentam todo o ecossistema. Em teoria, o DNA deles pode conter a chave para gerar energia barata, desenvolver remédios e acertar as bagunças da natureza provocadas pelo avanço da civilização. Há bactérias que só vivem em locais onde existe petróleo. Quem identificá-las terá o mapa da mina para explorar o produto.
Veja. 25/8/2004, p. 64-5 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito da organização e das idéias do texto acima.
De acordo com os sentidos do texto, a troca da expressão verbal “pode se transformar” por pode vir a ser transformado mantém a correção gramatical e a voz passiva verbal.
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O que nós conhecemos como vida é apenas a camada superficial de um mundo desconhecido. A grande maioria dos seres vivos são bactérias e microrganismos. Os cientistas estimam que as espécies que só podem ser vistas com aparelhos especiais cheguem a 10 milhões. Ou, quem sabe, a 100 milhões. O biólogo norte-americano Craig Venter acredita que o código genético de microrganismos pode se transformar num excelente negócio no futuro. Esses seres microscópicos estão na base da cadeia alimentar e dão forma aos ciclos de carbono, nitrogênio e outros nutrientes que sustentam todo o ecossistema. Em teoria, o DNA deles pode conter a chave para gerar energia barata, desenvolver remédios e acertar as bagunças da natureza provocadas pelo avanço da civilização. Há bactérias que só vivem em locais onde existe petróleo. Quem identificá-las terá o mapa da mina para explorar o produto.
Veja. 25/8/2004, p. 64-5 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito da organização e das idéias do texto acima.
Com o emprego do adjetivo “superficial”, em sentido conotativo, a argumentação do texto reforça a idéia de que a ciência tem tratado de maneira muito pouco aprofundada os conhecimentos sobre a totalidade dos seres vivos do planeta.
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Texto para lo ítem.
Hantavirus
Clásicamente, la infección por Hantavirus ha sido descrita como un cuadro febril al que se asocian alteraciones renales y fenómenos hemorrágicos. Aunque el conocimiento científico de estos cuadros clínicos es relativamente reciente, existen algunas referencias previas que sugieren que estas enfermedades no son realmente nuevas, sino que han acompañado al hombre a lo largo de la historia.
Las primeras referencias históricas que relacionan fiebres hemorrágicas y alteraciones renales aparecen en un antiquísimo texto de medicina chino que data de hace más de mil años (Whang Jae Kyung, año 960). En la guerra civil americana, se describieron aproximadamente 14.000 casos de una extraña enfermedad conocida como “nefritis de guerra”, enfermedad que por sus características podría tener relación con estos virus. Ya en nuestro siglo, durante la I Guerra Mundial, varios miles de soldados ingleses estacionados en Flandes presentaron una enfermedad de manifestaciones clínicas compatibles con la nefropatía epidémica (NE), una entidad causada por Hantavirus y descrita posteriormente en los países escandinavos. Posteriormente, en la II Guerra Mundial, se detectaron cerca de 16.000 casos de fiebre hemorrágica epidémica (FHE) entre las tropas alemanas estacionadas en Laplands (Finlandia) y en Yugoslavia. Todas estas situaciones, similares a las causadas por Hantavirus, aunque, evidentemente, no han podido ser verificadas, bien pudieran responder a la misma etiología.
Al margen de estos posibles antecedentes históricos, las primeras descripciones clínicas en las que se basa su conocimiento actual se deben a las observaciones realizadas por médicos soviéticos y japoneses entre los años 1930 y 1940. En 1932 se detectó en la cuenca baja del río Amur (un territorio de la antigua U.R.S.S. en la frontera con Manchuria) una enfermedad renal no conocida previamente. Poco tiempo después, la armada japonesa, estacionada en Manchuria, contabilizó alrededor de 12.000 casos de esta misma enfermedad entre un contingente de tropas de más de un millón de soldados. Investigadores de ambos países, soviéticos y japoneses, estudiaron esta entidad, concluyendo, simultáneamente y de forma independiente, que se trataba de una patología infecciosa de origen probablemente vírico. Durante estas investigaciones, tanto soviéticos (1939-1940) como japoneses (1936-1945) lograron provocar la aparición de enfermedad en voluntarios humanos, mediante inyecciones intravenosas e intramusculares de sangre y orina obtenidas de pacientes. A pesar de los resultados conseguidos en voluntarios humanos, no se consiguió reproducir inicialmente la enfermedad en animales de experimentación.
Pocos años después, durante la guerra de Corea (1951-54), más de 3.000 soldados de las Naciones Unidas se vieron afectados por un cuadro febril hemorrágico que evolucionaba rápidamente, con inestabilidad cardiovascular, shock y fracaso renal agudo. La aparición de esta nueva y rara enfermedad, y su gran severidad, ya que presentaba una mortalidad muy elevada (cercana al 10%), despertó el interés de la comunidad científica internacional. Para profundizar en el conocimiento de esta nueva entidad, denominada fiebre hemorrágica de Corea, se intentaron desarrollar modelos experimentales y, tratando de aislar el agente responsable, se ensayó su cultivo en diversas líneas celulares. Estos estudios, aunque más exhaustivos que los realizados previamente por rusos y japoneses, resultaron igualmente infructuosos. Tras el cese de las hostilidades, la enfermedad se detectó en las tropas coreanas que vigilaban la antigua zona de combate y en los granjeros, que, tras haber sido evacuados, regresaron a la misma. Posteriormente, se observaron casos clínicos similares en áreas urbanas localizadas al sur de la región donde se describió inicialmente la enfermedad.
Maria Beltrán Dubón et al. Hantavirus. Madrid, Universidad de Alcalá. Departamento de Microbiología y Parasitología (adaptado).
Basándose en el último párrafo del texto, es correcto afirmar que
los granjeros coreanos se desplazaron a las grandes urbes y el virus se expandió por todo el país.
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Texto para lo ítem.
Hantavirus
Clásicamente, la infección por Hantavirus ha sido descrita como un cuadro febril al que se asocian alteraciones renales y fenómenos hemorrágicos. Aunque el conocimiento científico de estos cuadros clínicos es relativamente reciente, existen algunas referencias previas que sugieren que estas enfermedades no son realmente nuevas, sino que han acompañado al hombre a lo largo de la historia.
Las primeras referencias históricas que relacionan fiebres hemorrágicas y alteraciones renales aparecen en un antiquísimo texto de medicina chino que data de hace más de mil años (Whang Jae Kyung, año 960). En la guerra civil americana, se describieron aproximadamente 14.000 casos de una extraña enfermedad conocida como “nefritis de guerra”, enfermedad que por sus características podría tener relación con estos virus. Ya en nuestro siglo, durante la I Guerra Mundial, varios miles de soldados ingleses estacionados en Flandes presentaron una enfermedad de manifestaciones clínicas compatibles con la nefropatía epidémica (NE), una entidad causada por Hantavirus y descrita posteriormente en los países escandinavos. Posteriormente, en la II Guerra Mundial, se detectaron cerca de 16.000 casos de fiebre hemorrágica epidémica (FHE) entre las tropas alemanas estacionadas en Laplands (Finlandia) y en Yugoslavia. Todas estas situaciones, similares a las causadas por Hantavirus, aunque, evidentemente, no han podido ser verificadas, bien pudieran responder a la misma etiología.
Al margen de estos posibles antecedentes históricos, las primeras descripciones clínicas en las que se basa su conocimiento actual se deben a las observaciones realizadas por médicos soviéticos y japoneses entre los años 1930 y 1940. En 1932 se detectó en la cuenca baja del río Amur (un territorio de la antigua U.R.S.S. en la frontera con Manchuria) una enfermedad renal no conocida previamente. Poco tiempo después, la armada japonesa, estacionada en Manchuria, contabilizó alrededor de 12.000 casos de esta misma enfermedad entre un contingente de tropas de más de un millón de soldados. Investigadores de ambos países, soviéticos y japoneses, estudiaron esta entidad, concluyendo, simultáneamente y de forma independiente, que se trataba de una patología infecciosa de origen probablemente vírico. Durante estas investigaciones, tanto soviéticos (1939-1940) como japoneses (1936-1945) lograron provocar la aparición de enfermedad en voluntarios humanos, mediante inyecciones intravenosas e intramusculares de sangre y orina obtenidas de pacientes. A pesar de los resultados conseguidos en voluntarios humanos, no se consiguió reproducir inicialmente la enfermedad en animales de experimentación.
Pocos años después, durante la guerra de Corea (1951-54), más de 3.000 soldados de las Naciones Unidas se vieron afectados por un cuadro febril hemorrágico que evolucionaba rápidamente, con inestabilidad cardiovascular, shock y fracaso renal agudo. La aparición de esta nueva y rara enfermedad, y su gran severidad, ya que presentaba una mortalidad muy elevada (cercana al 10%), despertó el interés de la comunidad científica internacional. Para profundizar en el conocimiento de esta nueva entidad, denominada fiebre hemorrágica de Corea, se intentaron desarrollar modelos experimentales y, tratando de aislar el agente responsable, se ensayó su cultivo en diversas líneas celulares. Estos estudios, aunque más exhaustivos que los realizados previamente por rusos y japoneses, resultaron igualmente infructuosos. Tras el cese de las hostilidades, la enfermedad se detectó en las tropas coreanas que vigilaban la antigua zona de combate y en los granjeros, que, tras haber sido evacuados, regresaron a la misma. Posteriormente, se observaron casos clínicos similares en áreas urbanas localizadas al sur de la región donde se describió inicialmente la enfermedad.
Maria Beltrán Dubón et al. Hantavirus. Madrid, Universidad de Alcalá. Departamento de Microbiología y Parasitología (adaptado).
Basándose en el último párrafo del texto, es correcto afirmar que
se trató de aislar al agente responsable en distintos cultivos, pero aún así los estudios no tuvieron el resultado deseado.
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Texto para lo ítem.
Hantavirus
Clásicamente, la infección por Hantavirus ha sido descrita como un cuadro febril al que se asocian alteraciones renales y fenómenos hemorrágicos. Aunque el conocimiento científico de estos cuadros clínicos es relativamente reciente, existen algunas referencias previas que sugieren que estas enfermedades no son realmente nuevas, sino que han acompañado al hombre a lo largo de la historia.
Las primeras referencias históricas que relacionan fiebres hemorrágicas y alteraciones renales aparecen en un antiquísimo texto de medicina chino que data de hace más de mil años (Whang Jae Kyung, año 960). En la guerra civil americana, se describieron aproximadamente 14.000 casos de una extraña enfermedad conocida como “nefritis de guerra”, enfermedad que por sus características podría tener relación con estos virus. Ya en nuestro siglo, durante la I Guerra Mundial, varios miles de soldados ingleses estacionados en Flandes presentaron una enfermedad de manifestaciones clínicas compatibles con la nefropatía epidémica (NE), una entidad causada por Hantavirus y descrita posteriormente en los países escandinavos. Posteriormente, en la II Guerra Mundial, se detectaron cerca de 16.000 casos de fiebre hemorrágica epidémica (FHE) entre las tropas alemanas estacionadas en Laplands (Finlandia) y en Yugoslavia. Todas estas situaciones, similares a las causadas por Hantavirus, aunque, evidentemente, no han podido ser verificadas, bien pudieran responder a la misma etiología.
Al margen de estos posibles antecedentes históricos, las primeras descripciones clínicas en las que se basa su conocimiento actual se deben a las observaciones realizadas por médicos soviéticos y japoneses entre los años 1930 y 1940. En 1932 se detectó en la cuenca baja del río Amur (un territorio de la antigua U.R.S.S. en la frontera con Manchuria) una enfermedad renal no conocida previamente. Poco tiempo después, la armada japonesa, estacionada en Manchuria, contabilizó alrededor de 12.000 casos de esta misma enfermedad entre un contingente de tropas de más de un millón de soldados. Investigadores de ambos países, soviéticos y japoneses, estudiaron esta entidad, concluyendo, simultáneamente y de forma independiente, que se trataba de una patología infecciosa de origen probablemente vírico. Durante estas investigaciones, tanto soviéticos (1939-1940) como japoneses (1936-1945) lograron provocar la aparición de enfermedad en voluntarios humanos, mediante inyecciones intravenosas e intramusculares de sangre y orina obtenidas de pacientes. A pesar de los resultados conseguidos en voluntarios humanos, no se consiguió reproducir inicialmente la enfermedad en animales de experimentación.
Pocos años después, durante la guerra de Corea (1951-54), más de 3.000 soldados de las Naciones Unidas se vieron afectados por un cuadro febril hemorrágico que evolucionaba rápidamente, con inestabilidad cardiovascular, shock y fracaso renal agudo. La aparición de esta nueva y rara enfermedad, y su gran severidad, ya que presentaba una mortalidad muy elevada (cercana al 10%), despertó el interés de la comunidad científica internacional. Para profundizar en el conocimiento de esta nueva entidad, denominada fiebre hemorrágica de Corea, se intentaron desarrollar modelos experimentales y, tratando de aislar el agente responsable, se ensayó su cultivo en diversas líneas celulares. Estos estudios, aunque más exhaustivos que los realizados previamente por rusos y japoneses, resultaron igualmente infructuosos. Tras el cese de las hostilidades, la enfermedad se detectó en las tropas coreanas que vigilaban la antigua zona de combate y en los granjeros, que, tras haber sido evacuados, regresaron a la misma. Posteriormente, se observaron casos clínicos similares en áreas urbanas localizadas al sur de la región donde se describió inicialmente la enfermedad.
Maria Beltrán Dubón et al. Hantavirus. Madrid, Universidad de Alcalá. Departamento de Microbiología y Parasitología (adaptado).
Basándose en el último párrafo del texto, es correcto afirmar que
se desarrollaron modelos experimentales utilizando cobayas humanas y animales.
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Texto para lo ítem.
Hantavirus
Clásicamente, la infección por Hantavirus ha sido descrita como un cuadro febril al que se asocian alteraciones renales y fenómenos hemorrágicos. Aunque el conocimiento científico de estos cuadros clínicos es relativamente reciente, existen algunas referencias previas que sugieren que estas enfermedades no son realmente nuevas, sino que han acompañado al hombre a lo largo de la historia.
Las primeras referencias históricas que relacionan fiebres hemorrágicas y alteraciones renales aparecen en un antiquísimo texto de medicina chino que data de hace más de mil años (Whang Jae Kyung, año 960). En la guerra civil americana, se describieron aproximadamente 14.000 casos de una extraña enfermedad conocida como “nefritis de guerra”, enfermedad que por sus características podría tener relación con estos virus. Ya en nuestro siglo, durante la I Guerra Mundial, varios miles de soldados ingleses estacionados en Flandes presentaron una enfermedad de manifestaciones clínicas compatibles con la nefropatía epidémica (NE), una entidad causada por Hantavirus y descrita posteriormente en los países escandinavos. Posteriormente, en la II Guerra Mundial, se detectaron cerca de 16.000 casos de fiebre hemorrágica epidémica (FHE) entre las tropas alemanas estacionadas en Laplands (Finlandia) y en Yugoslavia. Todas estas situaciones, similares a las causadas por Hantavirus, aunque, evidentemente, no han podido ser verificadas, bien pudieran responder a la misma etiología.
Al margen de estos posibles antecedentes históricos, las primeras descripciones clínicas en las que se basa su conocimiento actual se deben a las observaciones realizadas por médicos soviéticos y japoneses entre los años 1930 y 1940. En 1932 se detectó en la cuenca baja del río Amur (un territorio de la antigua U.R.S.S. en la frontera con Manchuria) una enfermedad renal no conocida previamente. Poco tiempo después, la armada japonesa, estacionada en Manchuria, contabilizó alrededor de 12.000 casos de esta misma enfermedad entre un contingente de tropas de más de un millón de soldados. Investigadores de ambos países, soviéticos y japoneses, estudiaron esta entidad, concluyendo, simultáneamente y de forma independiente, que se trataba de una patología infecciosa de origen probablemente vírico. Durante estas investigaciones, tanto soviéticos (1939-1940) como japoneses (1936-1945) lograron provocar la aparición de enfermedad en voluntarios humanos, mediante inyecciones intravenosas e intramusculares de sangre y orina obtenidas de pacientes. A pesar de los resultados conseguidos en voluntarios humanos, no se consiguió reproducir inicialmente la enfermedad en animales de experimentación.
Pocos años después, durante la guerra de Corea (1951-54), más de 3.000 soldados de las Naciones Unidas se vieron afectados por un cuadro febril hemorrágico que evolucionaba rápidamente, con inestabilidad cardiovascular, shock y fracaso renal agudo. La aparición de esta nueva y rara enfermedad, y su gran severidad, ya que presentaba una mortalidad muy elevada (cercana al 10%), despertó el interés de la comunidad científica internacional. Para profundizar en el conocimiento de esta nueva entidad, denominada fiebre hemorrágica de Corea, se intentaron desarrollar modelos experimentales y, tratando de aislar el agente responsable, se ensayó su cultivo en diversas líneas celulares. Estos estudios, aunque más exhaustivos que los realizados previamente por rusos y japoneses, resultaron igualmente infructuosos. Tras el cese de las hostilidades, la enfermedad se detectó en las tropas coreanas que vigilaban la antigua zona de combate y en los granjeros, que, tras haber sido evacuados, regresaron a la misma. Posteriormente, se observaron casos clínicos similares en áreas urbanas localizadas al sur de la región donde se describió inicialmente la enfermedad.
Maria Beltrán Dubón et al. Hantavirus. Madrid, Universidad de Alcalá. Departamento de Microbiología y Parasitología (adaptado).
Con respecto a las estructuras e ideas del texto, juzgue lo siguiente ítem.
En la primera mitad del siglo XX, se detectaron los efectos de la infección por Hantavirus en la cuenca baja del río Amur.
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