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59622 Ano: 2004
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANVISA

Construir slogans que atinjam com eficácia aquilo que se pretende, levando os consumidores a atitudes positivas em relação ao produto, serviço ou idéia anunciados, não é tarefa que requeira apenas o conhecimento técnico da feitura de frases. O publicitário é alguém que inscreve em sua criação os signos de uma comunidade, de uma cultura, de uma identidade social.

Luis Carlos Iasbeck. A arte dos slogans. São Paulo: Anablume, 2002, p. 124 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência, julgue o item subsequente.

O discurso publicitário é um espaço privilegiado por meio do qual grupos sociais se anunciam.

 

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59621 Ano: 2004
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANVISA

Criatividade em propaganda

a) Você parte de uma tese ampla, razoável — quase invariavelmente apresentada em termos retóricos — para demonstrar com ela as virtudes específicas de um produto. Parte do geral para o particular.

b) (...) em vez de apelar para o cérebro do consumidor, você vai apelar para o coração.

c) Assim como você pode partir de uma tese genérica para beneficiar um produto em particular, também pode partir de uma particularidade do produto, por mínima que seja, para beneficiá-lo como um todo.

d) As pessoas só compram o que conhecem. Melhor: as pessoas compram mais aquilo que chegam a conhecer mais e melhor. Pois vamos fazê-las conhecer mais e melhor.

e) Não se acanhe de mostrar ao consumidor todas as infelicidades e vicissitudes que se abaterão sobre ele, caso não use o produto que você anuncia.

f) Não pense nas pessoas como massa — ensina Claude Hopkins —, pense num indivíduo típico, homem ou mulher, que provavelmente irá querer aquilo que você vende. Pois há oportunidades em que você pode colocar adequadamente este homem típico numa posição tão crítica que ele se convencerá por si próprio.

g) Em qualquer situação, pense em todas as aplicações possíveis para o produto que você está anunciando. Não o venda nu: venda-o embalado em sugestões, em idéias.

h) Propaganda é uma forma de jornalismo — apenas jornalismo confessamente partidário — e a informação contida continua sendo a alma da propaganda. Nada, nada convence mais o consumidor do que fatos. (...) Sucede então às vezes que o poder dos fatos, da informação, é tão decisivo para a persuasão, tão esmagador, que a notícia é o anúncio.

i) Gente famosa de novela, que você conhece tanto (...), agora aparece de repente para você, querendo convencer, numa página inteira de revista.

j) Evidentemente, de um modo ou de outro, todo bom anúncio deve atrair a atenção, fisgar o leitor. Vezes há, contudo, em que toda sua força reside num título enigmático, paradoxal, absurdo, inexplicável por si só — que leva o leitor a procurar explicação dentro do texto.

k) Fazer humor com sucesso, em qualquer circunstância (...), é lançar mão de valores simultaneamente pessoais e culturais. E lançá-los na hora certa, com absoluta adequação, como elemento de persuasão, funciona.

l) As pessoas não se interessam apenas por sexo, lucro e outras vantagens materiais. Elas se interessam por qualquer coisa que seja interessante.

Roberto Menna Barreto. Criatividade em propaganda. 3.ª ed. São Paulo: Summus, 1982, p. 202-4 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue o item seguinte, a respeito de gêneros da redação publicitária.

Ao afirmar que “As pessoas não se interessam apenas por sexo, lucro e outras vantagens materiais” (alínea l), o autor sugere que esse tipo de apelo não seja utilizado no texto publicitário.

 

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59620 Ano: 2004
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANVISA

Criatividade em propaganda

a) Você parte de uma tese ampla, razoável — quase invariavelmente apresentada em termos retóricos — para demonstrar com ela as virtudes específicas de um produto. Parte do geral para o particular.

b) (...) em vez de apelar para o cérebro do consumidor, você vai apelar para o coração.

c) Assim como você pode partir de uma tese genérica para beneficiar um produto em particular, também pode partir de uma particularidade do produto, por mínima que seja, para beneficiá-lo como um todo.

d) As pessoas só compram o que conhecem. Melhor: as pessoas compram mais aquilo que chegam a conhecer mais e melhor. Pois vamos fazê-las conhecer mais e melhor.

e) Não se acanhe de mostrar ao consumidor todas as infelicidades e vicissitudes que se abaterão sobre ele, caso não use o produto que você anuncia.

f) Não pense nas pessoas como massa — ensina Claude Hopkins —, pense num indivíduo típico, homem ou mulher, que provavelmente irá querer aquilo que você vende. Pois há oportunidades em que você pode colocar adequadamente este homem típico numa posição tão crítica que ele se convencerá por si próprio.

g) Em qualquer situação, pense em todas as aplicações possíveis para o produto que você está anunciando. Não o venda nu: venda-o embalado em sugestões, em idéias.

h) Propaganda é uma forma de jornalismo — apenas jornalismo confessamente partidário — e a informação contida continua sendo a alma da propaganda. Nada, nada convence mais o consumidor do que fatos. (...) Sucede então às vezes que o poder dos fatos, da informação, é tão decisivo para a persuasão, tão esmagador, que a notícia é o anúncio.

i) Gente famosa de novela, que você conhece tanto (...), agora aparece de repente para você, querendo convencer, numa página inteira de revista.

j) Evidentemente, de um modo ou de outro, todo bom anúncio deve atrair a atenção, fisgar o leitor. Vezes há, contudo, em que toda sua força reside num título enigmático, paradoxal, absurdo, inexplicável por si só — que leva o leitor a procurar explicação dentro do texto.

k) Fazer humor com sucesso, em qualquer circunstância (...), é lançar mão de valores simultaneamente pessoais e culturais. E lançá-los na hora certa, com absoluta adequação, como elemento de persuasão, funciona.

l) As pessoas não se interessam apenas por sexo, lucro e outras vantagens materiais. Elas se interessam por qualquer coisa que seja interessante.

Roberto Menna Barreto. Criatividade em propaganda. 3.ª ed. São Paulo: Summus, 1982, p. 202-4 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue o item seguinte, a respeito de gêneros da redação publicitária.

O gênero testemunhal é descrito, em sua essência, na alínea i.

 

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59619 Ano: 2004
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANVISA

Criatividade em propaganda

a) Você parte de uma tese ampla, razoável — quase invariavelmente apresentada em termos retóricos — para demonstrar com ela as virtudes específicas de um produto. Parte do geral para o particular.

b) (...) em vez de apelar para o cérebro do consumidor, você vai apelar para o coração.

c) Assim como você pode partir de uma tese genérica para beneficiar um produto em particular, também pode partir de uma particularidade do produto, por mínima que seja, para beneficiá-lo como um todo.

d) As pessoas só compram o que conhecem. Melhor: as pessoas compram mais aquilo que chegam a conhecer mais e melhor. Pois vamos fazê-las conhecer mais e melhor.

e) Não se acanhe de mostrar ao consumidor todas as infelicidades e vicissitudes que se abaterão sobre ele, caso não use o produto que você anuncia.

f) Não pense nas pessoas como massa — ensina Claude Hopkins —, pense num indivíduo típico, homem ou mulher, que provavelmente irá querer aquilo que você vende. Pois há oportunidades em que você pode colocar adequadamente este homem típico numa posição tão crítica que ele se convencerá por si próprio.

g) Em qualquer situação, pense em todas as aplicações possíveis para o produto que você está anunciando. Não o venda nu: venda-o embalado em sugestões, em idéias.

h) Propaganda é uma forma de jornalismo — apenas jornalismo confessamente partidário — e a informação contida continua sendo a alma da propaganda. Nada, nada convence mais o consumidor do que fatos. (...) Sucede então às vezes que o poder dos fatos, da informação, é tão decisivo para a persuasão, tão esmagador, que a notícia é o anúncio.

i) Gente famosa de novela, que você conhece tanto (...), agora aparece de repente para você, querendo convencer, numa página inteira de revista.

j) Evidentemente, de um modo ou de outro, todo bom anúncio deve atrair a atenção, fisgar o leitor. Vezes há, contudo, em que toda sua força reside num título enigmático, paradoxal, absurdo, inexplicável por si só — que leva o leitor a procurar explicação dentro do texto.

k) Fazer humor com sucesso, em qualquer circunstância (...), é lançar mão de valores simultaneamente pessoais e culturais. E lançá-los na hora certa, com absoluta adequação, como elemento de persuasão, funciona.

l) As pessoas não se interessam apenas por sexo, lucro e outras vantagens materiais. Elas se interessam por qualquer coisa que seja interessante.

Roberto Menna Barreto. Criatividade em propaganda. 3.ª ed. São Paulo: Summus, 1982, p. 202-4 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue o item seguinte, a respeito de gêneros da redação publicitária.

A “informação contida continua sendo a alma da propaganda” (alínea h), desde que trabalhada em benefício do produto que se está vendendo.

 

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59618 Ano: 2004
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANVISA

Criatividade em propaganda

a) Você parte de uma tese ampla, razoável — quase invariavelmente apresentada em termos retóricos — para demonstrar com ela as virtudes específicas de um produto. Parte do geral para o particular.

b) (...) em vez de apelar para o cérebro do consumidor, você vai apelar para o coração.

c) Assim como você pode partir de uma tese genérica para beneficiar um produto em particular, também pode partir de uma particularidade do produto, por mínima que seja, para beneficiá-lo como um todo.

d) As pessoas só compram o que conhecem. Melhor: as pessoas compram mais aquilo que chegam a conhecer mais e melhor. Pois vamos fazê-las conhecer mais e melhor.

e) Não se acanhe de mostrar ao consumidor todas as infelicidades e vicissitudes que se abaterão sobre ele, caso não use o produto que você anuncia.

f) Não pense nas pessoas como massa — ensina Claude Hopkins —, pense num indivíduo típico, homem ou mulher, que provavelmente irá querer aquilo que você vende. Pois há oportunidades em que você pode colocar adequadamente este homem típico numa posição tão crítica que ele se convencerá por si próprio.

g) Em qualquer situação, pense em todas as aplicações possíveis para o produto que você está anunciando. Não o venda nu: venda-o embalado em sugestões, em idéias.

h) Propaganda é uma forma de jornalismo — apenas jornalismo confessamente partidário — e a informação contida continua sendo a alma da propaganda. Nada, nada convence mais o consumidor do que fatos. (...) Sucede então às vezes que o poder dos fatos, da informação, é tão decisivo para a persuasão, tão esmagador, que a notícia é o anúncio.

i) Gente famosa de novela, que você conhece tanto (...), agora aparece de repente para você, querendo convencer, numa página inteira de revista.

j) Evidentemente, de um modo ou de outro, todo bom anúncio deve atrair a atenção, fisgar o leitor. Vezes há, contudo, em que toda sua força reside num título enigmático, paradoxal, absurdo, inexplicável por si só — que leva o leitor a procurar explicação dentro do texto.

k) Fazer humor com sucesso, em qualquer circunstância (...), é lançar mão de valores simultaneamente pessoais e culturais. E lançá-los na hora certa, com absoluta adequação, como elemento de persuasão, funciona.

l) As pessoas não se interessam apenas por sexo, lucro e outras vantagens materiais. Elas se interessam por qualquer coisa que seja interessante.

Roberto Menna Barreto. Criatividade em propaganda. 3.ª ed. São Paulo: Summus, 1982, p. 202-4 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue o item seguinte, a respeito de gêneros da redação publicitária.

Fazer o consumidor viver o drama (como se infere da alínea f) é um gênero de redação publicitária extremamente difícil, mas, quando bem executado, é muito eficiente.

 

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59617 Ano: 2004
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANVISA

Criatividade em propaganda

a) Você parte de uma tese ampla, razoável — quase invariavelmente apresentada em termos retóricos — para demonstrar com ela as virtudes específicas de um produto. Parte do geral para o particular.

b) (...) em vez de apelar para o cérebro do consumidor, você vai apelar para o coração.

c) Assim como você pode partir de uma tese genérica para beneficiar um produto em particular, também pode partir de uma particularidade do produto, por mínima que seja, para beneficiá-lo como um todo.

d) As pessoas só compram o que conhecem. Melhor: as pessoas compram mais aquilo que chegam a conhecer mais e melhor. Pois vamos fazê-las conhecer mais e melhor.

e) Não se acanhe de mostrar ao consumidor todas as infelicidades e vicissitudes que se abaterão sobre ele, caso não use o produto que você anuncia.

f) Não pense nas pessoas como massa — ensina Claude Hopkins —, pense num indivíduo típico, homem ou mulher, que provavelmente irá querer aquilo que você vende. Pois há oportunidades em que você pode colocar adequadamente este homem típico numa posição tão crítica que ele se convencerá por si próprio.

g) Em qualquer situação, pense em todas as aplicações possíveis para o produto que você está anunciando. Não o venda nu: venda-o embalado em sugestões, em idéias.

h) Propaganda é uma forma de jornalismo — apenas jornalismo confessamente partidário — e a informação contida continua sendo a alma da propaganda. Nada, nada convence mais o consumidor do que fatos. (...) Sucede então às vezes que o poder dos fatos, da informação, é tão decisivo para a persuasão, tão esmagador, que a notícia é o anúncio.

i) Gente famosa de novela, que você conhece tanto (...), agora aparece de repente para você, querendo convencer, numa página inteira de revista.

j) Evidentemente, de um modo ou de outro, todo bom anúncio deve atrair a atenção, fisgar o leitor. Vezes há, contudo, em que toda sua força reside num título enigmático, paradoxal, absurdo, inexplicável por si só — que leva o leitor a procurar explicação dentro do texto.

k) Fazer humor com sucesso, em qualquer circunstância (...), é lançar mão de valores simultaneamente pessoais e culturais. E lançá-los na hora certa, com absoluta adequação, como elemento de persuasão, funciona.

l) As pessoas não se interessam apenas por sexo, lucro e outras vantagens materiais. Elas se interessam por qualquer coisa que seja interessante.

Roberto Menna Barreto. Criatividade em propaganda. 3.ª ed. São Paulo: Summus, 1982, p. 202-4 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue o item seguinte, a respeito de gêneros da redação publicitária.

“partir de uma particularidade do produto, por mínima que seja” (alínea c), acaba resultando em um texto que desvaloriza as vantagens do produto.

 

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59616 Ano: 2004
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANVISA

Criatividade em propaganda

a) Você parte de uma tese ampla, razoável — quase invariavelmente apresentada em termos retóricos — para demonstrar com ela as virtudes específicas de um produto. Parte do geral para o particular.

b) (...) em vez de apelar para o cérebro do consumidor, você vai apelar para o coração.

c) Assim como você pode partir de uma tese genérica para beneficiar um produto em particular, também pode partir de uma particularidade do produto, por mínima que seja, para beneficiá-lo como um todo.

d) As pessoas só compram o que conhecem. Melhor: as pessoas compram mais aquilo que chegam a conhecer mais e melhor. Pois vamos fazê-las conhecer mais e melhor.

e) Não se acanhe de mostrar ao consumidor todas as infelicidades e vicissitudes que se abaterão sobre ele, caso não use o produto que você anuncia.

f) Não pense nas pessoas como massa — ensina Claude Hopkins —, pense num indivíduo típico, homem ou mulher, que provavelmente irá querer aquilo que você vende. Pois há oportunidades em que você pode colocar adequadamente este homem típico numa posição tão crítica que ele se convencerá por si próprio.

g) Em qualquer situação, pense em todas as aplicações possíveis para o produto que você está anunciando. Não o venda nu: venda-o embalado em sugestões, em idéias.

h) Propaganda é uma forma de jornalismo — apenas jornalismo confessamente partidário — e a informação contida continua sendo a alma da propaganda. Nada, nada convence mais o consumidor do que fatos. (...) Sucede então às vezes que o poder dos fatos, da informação, é tão decisivo para a persuasão, tão esmagador, que a notícia é o anúncio.

i) Gente famosa de novela, que você conhece tanto (...), agora aparece de repente para você, querendo convencer, numa página inteira de revista.

j) Evidentemente, de um modo ou de outro, todo bom anúncio deve atrair a atenção, fisgar o leitor. Vezes há, contudo, em que toda sua força reside num título enigmático, paradoxal, absurdo, inexplicável por si só — que leva o leitor a procurar explicação dentro do texto.

k) Fazer humor com sucesso, em qualquer circunstância (...), é lançar mão de valores simultaneamente pessoais e culturais. E lançá-los na hora certa, com absoluta adequação, como elemento de persuasão, funciona.

l) As pessoas não se interessam apenas por sexo, lucro e outras vantagens materiais. Elas se interessam por qualquer coisa que seja interessante.

Roberto Menna Barreto. Criatividade em propaganda. 3.ª ed. São Paulo: Summus, 1982, p. 202-4 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue o item seguinte, a respeito de gêneros da redação publicitária.

O apelo emocional, abordado na alínea b) e também chamado de humanização, é uma estratégia frágil, pois atinge somente pessoas emotivas.

 

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Questão presente nas seguintes provas
59615 Ano: 2004
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANVISA

Criatividade em propaganda

a) Você parte de uma tese ampla, razoável — quase invariavelmente apresentada em termos retóricos — para demonstrar com ela as virtudes específicas de um produto. Parte do geral para o particular.

b) (...) em vez de apelar para o cérebro do consumidor, você vai apelar para o coração.

c) Assim como você pode partir de uma tese genérica para beneficiar um produto em particular, também pode partir de uma particularidade do produto, por mínima que seja, para beneficiá-lo como um todo.

d) As pessoas só compram o que conhecem. Melhor: as pessoas compram mais aquilo que chegam a conhecer mais e melhor. Pois vamos fazê-las conhecer mais e melhor.

e) Não se acanhe de mostrar ao consumidor todas as infelicidades e vicissitudes que se abaterão sobre ele, caso não use o produto que você anuncia.

f) Não pense nas pessoas como massa — ensina Claude Hopkins —, pense num indivíduo típico, homem ou mulher, que provavelmente irá querer aquilo que você vende. Pois há oportunidades em que você pode colocar adequadamente este homem típico numa posição tão crítica que ele se convencerá por si próprio.

g) Em qualquer situação, pense em todas as aplicações possíveis para o produto que você está anunciando. Não o venda nu: venda-o embalado em sugestões, em idéias.

h) Propaganda é uma forma de jornalismo — apenas jornalismo confessamente partidário — e a informação contida continua sendo a alma da propaganda. Nada, nada convence mais o consumidor do que fatos. (...) Sucede então às vezes que o poder dos fatos, da informação, é tão decisivo para a persuasão, tão esmagador, que a notícia é o anúncio.

i) Gente famosa de novela, que você conhece tanto (...), agora aparece de repente para você, querendo convencer, numa página inteira de revista.

j) Evidentemente, de um modo ou de outro, todo bom anúncio deve atrair a atenção, fisgar o leitor. Vezes há, contudo, em que toda sua força reside num título enigmático, paradoxal, absurdo, inexplicável por si só — que leva o leitor a procurar explicação dentro do texto.

k) Fazer humor com sucesso, em qualquer circunstância (...), é lançar mão de valores simultaneamente pessoais e culturais. E lançá-los na hora certa, com absoluta adequação, como elemento de persuasão, funciona.

l) As pessoas não se interessam apenas por sexo, lucro e outras vantagens materiais. Elas se interessam por qualquer coisa que seja interessante.

Roberto Menna Barreto. Criatividade em propaganda. 3.ª ed. São Paulo: Summus, 1982, p. 202-4 (com adaptações).

A partir do texto acima, julgue o item seguinte, a respeito de gêneros da redação publicitária.

Partir de “uma tese ampla, razoável — quase invariavelmente apresentada em termos retóricos” (alínea a), apesar de ser uma estratégia para a redação publicitária, é uma opção ruim, pois generaliza o produto.

 

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Questão presente nas seguintes provas
59614 Ano: 2004
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANVISA

Uma das primeiras ações do planejamento de mídia é decidir se a concentração será em todos os usuários ou em uma categoria mais restrita com relação ao uso do produto. Tudo dependerá de quem o anunciante quer alcançar. Essa é uma decisão tanto de marketing quanto de mídia e de criação. O mais provável é que os profissionais de criação e o gerente de contas da agência façam as recomendações sobre os segmentos que acreditam que podem ser convencidos a comprar o produto. Às vezes, o objetivo é convencer os consumidores a mudar para nossa marca. Outras vezes, será o de convencer novas pessoas, não- consumidoras do produto, a experimentá-lo. Mas, uma vez que se tenha decidido pela categoria de compra (um planejador pode escolher uma combinação, como heavy e medium users, ou medium e light users), o alvo será encontrado pelo estudo dos dados sociais dos segmentos. O uso de indicadores numéricos ajudará o planejador a tomar a decisão final sobre o público-alvo.

Jack Zanville Sissors. Planejamento de mídia. São Paulo: Nobel, 2001, p. 204 (com adaptações).

No que se refere ao planejamento de mídia e a verba de marketing, julgue o item a seguir.

O montante de verba recomendado por um planejador de mídia não pode ser reduzido pelo cliente após este ter examinado os objetivos e a estratégia de marketing/mídia.

 

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Questão presente nas seguintes provas
59613 Ano: 2004
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ANVISA

Uma das primeiras ações do planejamento de mídia é decidir se a concentração será em todos os usuários ou em uma categoria mais restrita com relação ao uso do produto. Tudo dependerá de quem o anunciante quer alcançar. Essa é uma decisão tanto de marketing quanto de mídia e de criação. O mais provável é que os profissionais de criação e o gerente de contas da agência façam as recomendações sobre os segmentos que acreditam que podem ser convencidos a comprar o produto. Às vezes, o objetivo é convencer os consumidores a mudar para nossa marca. Outras vezes, será o de convencer novas pessoas, não- consumidoras do produto, a experimentá-lo. Mas, uma vez que se tenha decidido pela categoria de compra (um planejador pode escolher uma combinação, como heavy e medium users, ou medium e light users), o alvo será encontrado pelo estudo dos dados sociais dos segmentos. O uso de indicadores numéricos ajudará o planejador a tomar a decisão final sobre o público-alvo.

Jack Zanville Sissors. Planejamento de mídia. São Paulo: Nobel, 2001, p. 204 (com adaptações).

No que se refere ao planejamento de mídia e a verba de marketing, julgue o item a seguir.

A verba é um dos fatores que determina uma série de prioridades de marketing/mídia, inclusive decisões sobre quais as metas mais urgentes e quais as metas secundárias.

 

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