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241956 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora

Suponha a seguinte situação: em 2007, a BR Distribuidora firmou contrato com empresa privada. Posteriormente, foi promulgada emenda constitucional que afetava obrigações assumidas pela BR Distribuidora relativas ao pagamento mensal dos valores acordados no contrato.

Considerando que a emenda constitucional nada dispõe sobre retroatividade, em tal caso, a emenda constitucional

 

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240089 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora

O Homem e o Universo
Somos criaturas espirituais num cosmo que só
mostra indiferença

Algo paradoxal ocorre quando nos deparamos com nossa “pequenez” perante a Natureza.

Por um lado, vemo-nos como seres especiais, superiores, capazes de construir tantas coisas, de criar o belo, de transformar o mundo através da manipulação de matéria-prima, da pedra bruta ao diamante, da terra inerte ao monumento cheio de significado, dos elementos químicos a plásticos, aviões, bolas e pontes. Somos artesãos, meio como as formigas, que constroem seus formigueiros aos poucos, trazendo coisas daqui e dali, erigindo seus abrigos contra as intempéries do mundo.

Por outro lado, vemos nossas obras destruídas em segundos por cataclismas naturais, prédios que desabam, cidades submersas por rios e oceanos ou por cinzas e lava, nossas criações arruinadas em segundos, feito os formigueiros que são achatados sob as sandálias de uma criança, causando pânico geral entre os insetos.

O paradoxo se intensifica mais quando olhamos para o céu e vemos a escuridão da noite ou o azul vago do dia, aparentemente estendendo-se ao infinito, uma casa sem paredes ou teto, sem uma fronteira demarcada. E se pensamos que cada estrela é um sol, e que tantas delas têm sua corte de planetas, fica difícil evitar a questão da nossa existência cósmica, se estamos aqui por algum motivo, se existem outros seres como nós – ou talvez muito diferentes – mas que, por pensar, também se inquietam com essas questões, buscando significado num cosmo que só mostra indiferença.

O que sabemos dos nossos vizinhos cósmicos, os outros planetas do Sistema Solar, não inspira muito calor humano. Vemos mundos belíssimos e hostis à vida, borbulhantes ou frígidos, cobertos por pedras inertes ou por moléculas que parecem traçar uma trilha interrompida, que ia a algum lugar mas, no meio do caminho, esqueceu o seu destino. Só aqui, na Terra, a trilha seguiu em frente, criou seres de formas diversas e exuberantes, compromissos entre as exigências ambientais e a química delicada da vida.

Se continuarmos nossa viagem para longe daqui, veremos nossa galáxia, soberana, casa de 300 bilhões de estrelas, número não tão diferente do total de neurônios no cérebro humano. A pequenez é ainda maior quando pensamos que a Terra, e mesmo o Sistema Solar inteiro, não passa de um ponto insignificante nessa espiral brilhante que se estende por 100 mil anos-luz. Porém, se o que vemos no Sistema Solar, a incrível diversidade de seus planetas e luas, é uma indicação, imagine que surpresas nos esperam em trilhões de outros mundos, cada um grão de areia numa praia.

Ao olhar para o Universo, o homem é nada. Ao olhar para o Universo, o homem é tudo. Esse é o paradoxo da nossa existência, sermos criaturas espirituais num mundo que não se presta a questionamentos profundos, um mundo que segue, resoluto, o seu curso, que procuramos entender com nossa ciência e, de forma distinta, com nossa arte.

Talvez esse paradoxo não tenha uma resolução.

Talvez seja melhor que não tenha. Pois é dessa inquietação do ser que criamos significado, conhecimento e aprendemos a lidar com o mundo e com nós mesmos. Se respondemos a uma pergunta, devemos estar prontos a fazer outra. Se nos perdemos na vastidão do cosmo, se sentimos o peso de sermos as únicas criaturas a questionar o porquê das coisas, devemos também celebrar a nossa existência breve. Ao que parece, somos a consciência cósmica, somos como o Universo pensa sobre si mesmo.

Marcelo Gleiser, Folha de São Paulo, 31 de janeiro de 2010.

O texto “O Homem e o Universo” tem como cerne um paradoxo. O paradoxo de que trata o texto se dá entre

 

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239471 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora

O Homem e o Universo
Somos criaturas espirituais num cosmo que só
mostra indiferença

Algo paradoxal ocorre quando nos deparamos com nossa “pequenez” perante a Natureza.

Por um lado, vemo-nos como seres especiais, superiores, capazes de construir tantas coisas, de criar o belo, de transformar o mundo através da manipulação de matéria-prima, da pedra bruta ao diamante, da terra inerte ao monumento cheio de significado, dos elementos químicos a plásticos, aviões, bolas e pontes. Somos artesãos, meio como as formigas, que constroem seus formigueiros aos poucos, trazendo coisas daqui e dali, erigindo seus abrigos contra as intempéries do mundo.

Por outro lado, vemos nossas obras destruídas em segundos por cataclismas naturais, prédios que desabam, cidades submersas por rios e oceanos ou por cinzas e lava, nossas criações arruinadas em segundos, feito os formigueiros que são achatados sob as sandálias de uma criança, causando pânico geral entre os insetos.

O paradoxo se intensifica mais quando olhamos para o céu e vemos a escuridão da noite ou o azul vago do dia, aparentemente estendendo-se ao infinito, uma casa sem paredes ou teto, sem uma fronteira demarcada. E se pensamos que cada estrela é um sol, e que tantas delas têm sua corte de planetas, fica difícil evitar a questão da nossa existência cósmica, se estamos aqui por algum motivo, se existem outros seres como nós – ou talvez muito diferentes – mas que, por pensar, também se inquietam com essas questões, buscando significado num cosmo que só mostra indiferença.

O que sabemos dos nossos vizinhos cósmicos, os outros planetas do Sistema Solar, não inspira muito calor humano. Vemos mundos belíssimos e hostis à vida, borbulhantes ou frígidos, cobertos por pedras inertes ou por moléculas que parecem traçar uma trilha interrompida, que ia a algum lugar mas, no meio do caminho, esqueceu o seu destino. Só aqui, na Terra, a trilha seguiu em frente, criou seres de formas diversas e exuberantes, compromissos entre as exigências ambientais e a química delicada da vida.

Se continuarmos nossa viagem para longe daqui, veremos nossa galáxia, soberana, casa de 300 bilhões de estrelas, número não tão diferente do total de neurônios no cérebro humano. A pequenez é ainda maior quando pensamos que a Terra, e mesmo o Sistema Solar inteiro, não passa de um ponto insignificante nessa espiral brilhante que se estende por 100 mil anos-luz. Porém, se o que vemos no Sistema Solar, a incrível diversidade de seus planetas e luas, é uma indicação, imagine que surpresas nos esperam em trilhões de outros mundos, cada um grão de areia numa praia.

Ao olhar para o Universo, o homem é nada. Ao olhar para o Universo, o homem é tudo. Esse é o paradoxo da nossa existência, sermos criaturas espirituais num mundo que não se presta a questionamentos profundos, um mundo que segue, resoluto, o seu curso, que procuramos entender com nossa ciência e, de forma distinta, com nossa arte.

Talvez esse paradoxo não tenha uma resolução.

Talvez seja melhor que não tenha. Pois é dessa inquietação do ser que criamos significado, conhecimento e aprendemos a lidar com o mundo e com nós mesmos. Se respondemos a uma pergunta, devemos estar prontos a fazer outra. Se nos perdemos na vastidão do cosmo, se sentimos o peso de sermos as únicas criaturas a questionar o porquê das coisas, devemos também celebrar a nossa existência breve. Ao que parece, somos a consciência cósmica, somos como o Universo pensa sobre si mesmo.

Marcelo Gleiser, Folha de São Paulo, 31 de janeiro de 2010.

Observe as afirmativas feitas a partir do quarto parágrafo.

I - Para que haja vida, deve existir um equilíbrio entre as condições do ambiente e as ações e transformações dos elementos.

II - Os outros planetas do Sistema Solar estão tão afastados que não produzem calor para os seres humanos.

III - Em algum planeta do Sistema Solar, existem elementos que poderiam se transformar em formas de vida.

Está correto APENAS o que se afirma em

 

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239068 Ano: 2010
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Happy 150th, Oil! So Long, and Thanks for Modern Civilization
By Alexis Madrigal
WIRED SCIENCE, August 27, 2009
One hundred and fifty years ago on Aug. 27, Colonel Edwin L. Drake sunk the very first commercial well that produced flowing petroleum. The discovery that large amounts of oil could be found underground marked the beginning of a time during which this convenient fossil fuel became America’s dominant energy source.
But what began 150 years ago won’t last another 150 years — or even another 50. The era of cheap oil is ending, and with another energy transition upon us, we’ve got to extract all the lessons we can from its remarkable history.
“I would see this as less of an anniversary to note for celebration and more of an anniversary to note how far we’ve come and the serious moment that we’re at right now,” said Brian Black, an energy historian at Pennsylvania State University. “Energy transitions happen and I argue that we’re in one right now. Thus, we need to aggressively look to the future to what’s going to happen after petroleum.”
When Drake and others sunk their wells, there were no cars, no plastics, no chemical industry. Water power was the dominant industrial energy source. Steam engines burning coal were on the rise, but the nation’s energy system — unlike Great Britain’s — still used fossil fuels sparingly. The original role for oil was as an illuminant, not a motor fuel, which would come decades later.
Oil, people later found, was uniquely convenient. To equal the amount of energy in a tank of gasoline, you need 200 pounds of wood. Pair that energy density with stability under most conditions and that, as a liquid, it was easy to transport, and you have the killer application for the infrastructure age.
In a world that only had a tiny fraction of the amount of heat, light, and power available that we do now, people came up with all kinds of ideas for what to do with oil’s energy: cars, tractors, airplanes, chemicals, fertilizer, and plastic.
The scale of the oil industry is astounding, but it’s becoming clear the world’s oil supply will peak soon, or perhaps has peaked already. People discuss about the details, but no one argues that oil will play a much different role in our energy system in 50 years than it did in 1959.
The search for alternatives is on. If that search goes poorly — as some Peak Oil analysts predict — human civilization will fall off an energy cliff. The amount of energy we get back from drilling oil wells in the middle of the Gulf of Mexico continues to drop, and alternative sources don’t provide usable energy for humans on the generous terms that oil long has.
Yet humans with an economic incentive to be optimistic become optimists, and the harder we look, the more possible alternatives we find. The big question now is whether the cure for our oil addiction will come with a heavy carbon side effect.
Over the next 20 years, synthetic fuels made from coal or shale oil could conceivably become the fuels of the future. On the other hand, so could advanced biofuels from cellulosic ethanol or algae. Or the era of fuel could end and electric vehicles could be deployed in mass, at least in rich countries.
With the massive injection of stimulus and venture capital money into alternative energy that’s occurred over the past few years, the solutions for replacing oil could already be circulating among the labs and office parks of the country. To paraphrase technology expert Clay Shirky talking about the media, nothing will work to replace oil, but everything might.
If history tells us anything, it’s that energy sources can change, never tomorrow, but always some day.
“What is required is to operate without fear and to take energy transitions on as a developmental opportunity,” Black said.
slightly adapted from: http://www.wired.com/wiredscience/
2009/08/oilat150/#ixzz0gW1mC0Zm, access on Feb. 10, 2010.
In paragraph 9 (lines 22-23), Alexis Madrigal shows concern for the
 

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238508 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora

O Homem e o Universo
Somos criaturas espirituais num cosmo que só
mostra indiferença

Algo paradoxal ocorre quando nos deparamos com nossa “pequenez” perante a Natureza.

Por um lado, vemo-nos como seres especiais, superiores, capazes de construir tantas coisas, de criar o belo, de transformar o mundo através da manipulação de matéria-prima, da pedra bruta ao diamante, da terra inerte ao monumento cheio de significado, dos elementos químicos a plásticos, aviões, bolas e pontes. Somos artesãos, meio como as formigas(a), que constroem seus formigueiros aos poucos, trazendo coisas daqui e dali, erigindo seus abrigos contra as intempéries do mundo.

Por outro lado, vemos nossas obras destruídas em segundos por cataclismas naturais(b), prédios que desabam, cidades submersas por rios e oceanos ou por cinzas e lava, nossas criações arruinadas em segundos, feito os formigueiros que são achatados sob as sandálias de uma criança, causando pânico geral entre os insetos.

O paradoxo se intensifica mais quando olhamos para o céu e vemos a escuridão da noite ou o azul vago do dia, aparentemente estendendo-se ao infinito, uma casa sem paredes ou teto, sem uma fronteira demarcada. E se pensamos que cada estrela é um sol, e que tantas delas têm sua corte de planetas, fica difícil evitar a questão da nossa existência cósmica(c), se estamos aqui por algum motivo, se existem outros seres como nós – ou talvez muito diferentes – mas que, por pensar, também se inquietam com essas questões, buscando significado num cosmo que só mostra indiferença.

O que sabemos dos nossos vizinhos cósmicos, os outros planetas do Sistema Solar, não inspira muito calor humano. Vemos mundos belíssimos e hostis à vida, borbulhantes ou frígidos, cobertos por pedras inertes ou por moléculas que parecem traçar uma trilha interrompida, que ia a algum lugar mas, no meio do caminho, esqueceu o seu destino. Só aqui, na Terra, a trilha seguiu em frente, criou seres de formas diversas e exuberantes, compromissos entre as exigências ambientais e a química delicada da vida.

Se continuarmos nossa viagem para longe daqui, veremos nossa galáxia, soberana, casa de 300 bilhões de estrelas, número não tão diferente do total de neurônios no cérebro humano. A pequenez é ainda maior quando pensamos que a Terra, e mesmo o Sistema Solar inteiro, não passa de um ponto insignificante nessa espiral brilhante que se estende por 100 mil anos-luz. Porém, se o que vemos no Sistema Solar, a incrível diversidade de seus planetas e luas, é uma indicação, imagine que surpresas nos esperam em trilhões de outros mundos, cada um grão de areia numa praia.

Ao olhar para o Universo, o homem é nada. Ao olhar para o Universo, o homem é tudo(d). Esse é o paradoxo da nossa existência, sermos criaturas espirituais num mundo que não se presta a questionamentos profundos, um mundo que segue, resoluto, o seu curso, que procuramos entender com nossa ciência e, de forma distinta, com nossa arte.

Talvez esse paradoxo não tenha uma resolução.

Talvez seja melhor que não tenha. Pois é dessa inquietação do ser que criamos significado, conhecimento e aprendemos a lidar com o mundo e com nós mesmos. Se respondemos a uma pergunta, devemos estar prontos a fazer outra. Se nos perdemos na vastidão do cosmo, se sentimos o peso de sermos as únicas criaturas a questionar o porquê das coisas, devemos também celebrar a nossa existência breve. Ao que parece, somos a consciência cósmica, somos como o Universo pensa sobre si mesmo(e).

Marcelo Gleiser, Folha de São Paulo, 31 de janeiro de 2010.

Antítese é uma figura de linguagem com a qual se salienta uma oposição de ideias por meio de sentenças ou palavras. O fragmento que contém uma antítese é:

 

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237393 Ano: 2010
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Happy 150th, Oil! So Long, and Thanks for Modern Civilization
By Alexis Madrigal
WIRED SCIENCE, August 27, 2009
One hundred and fifty years ago on Aug. 27, Colonel Edwin L. Drake sunk the very first commercial well that produced flowing petroleum. The discovery that large amounts of oil could be found underground marked the beginning of a time during which this convenient fossil fuel became America’s dominant energy source.
But what began 150 years ago(a) won’t last another 150 years — or even another 50. The era of cheap oil is ending, and with another energy transition upon us, we’ve got to extract all the lessons we can from its remarkable history.
“I would see this as less of an anniversary to note for celebration and more of an anniversary to note how far we’ve come and the serious moment that we’re at right now,” said Brian Black, an energy historian at Pennsylvania State University. “Energy transitions happen and I argue that we’re in one right now. Thus, we need to aggressively look to the future(b) to what’s going to happen after petroleum.”
When Drake and others sunk their wells, there were no cars, no plastics, no chemical industry. Water power was the dominant industrial energy source. Steam engines burning coal were on the rise, but the nation’s energy system — unlike Great Britain’s — still used fossil fuels sparingly. The original role for oil was as an illuminant, not a motor fuel, which would come decades later.
Oil, people later found, was uniquely convenient. To equal the amount of energy in a tank of gasoline, you need 200 pounds of wood. Pair that energy density with stability under most conditions and that, as a liquid, it was easy to transport, and you have the killer application for the infrastructure age.
In a world that only had a tiny fraction of the amount of heat, light, and power available that we do now, people came up with all kinds of ideas for what to do with oil’s energy: cars, tractors, airplanes, chemicals, fertilizer, and plastic.
The scale of the oil industry is astounding, but it’s becoming clear the world’s oil supply will peak soon, or perhaps has peaked already. People discuss about the details, but no one argues that oil will play a much different role in our energy system in 50 years than it did in 1959.
The search for alternatives is on. If that search goes poorly(c) — as some Peak Oil analysts predict — human civilization will fall off an energy cliff. The amount of energy we get back from drilling oil wells in the middle of the Gulf of Mexico continues to drop, and alternative sources don’t provide usable energy for humans on the generous terms that oil long has.
Yet humans with an economic incentive to be optimistic become optimists(d), and the harder we look, the more possible alternatives we find. The big question now is whether the cure for our oil addiction will come with a heavy carbon side effect.
Over the next 20 years, synthetic fuels made from coal or shale oil could conceivably become the fuels of the future. On the other hand, so could advanced biofuels(e) from cellulosic ethanol or algae. Or the era of fuel could end and electric vehicles could be deployed in mass, at least in rich countries.
With the massive injection of stimulus and venture capital money into alternative energy that’s occurred over the past few years, the solutions for replacing oil could already be circulating among the labs and office parks of the country. To paraphrase technology expert Clay Shirky talking about the media, nothing will work to replace oil, but everything might.
If history tells us anything, it’s that energy sources can change, never tomorrow, but always some day.
“What is required is to operate without fear and to take energy transitions on as a developmental opportunity,” Black said.
slightly adapted from: http://www.wired.com/wiredscience/
2009/08/oilat150/#ixzz0gW1mC0Zm, access on Feb. 10, 2010.
The expression in bold type introduces a consequence in
 

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231270 Ano: 2010
Disciplina: Direito Tributário
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
A contribuição social pode ser cobrada pela
 

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223020 Ano: 2010
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora

Considere as afirmações a seguir acerca das normas ambientais brasileiras.

I - As pessoas jurídicas podem ser responsabilizadas administrativa, civil e penalmente por danos ambientais, sendo que, para a reparação destes, prescinde-se da existência de culpa.

II - O meio ambiente é um bem de uso comum do povo, que deve ser preservado para as presentes e futuras gerações, e o Ministério Público tem legitimidade para ajuizar Ação Civil Pública para apurar responsabilidade civil por danos causados ao meio ambiente.

III - A União, os estados e os municípios possuem competência comum para proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas, devendo ser editada lei complementar que estabeleça normas para cooperação entre os entes federativos.

IV - Em que pese destacar sua importância para a sadia qualidade de vida da coletividade, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado não é um direito de terceira geração.

V - A inversão do ônus da prova em ação civil pública de responsabilidade por danos causados ao meio ambiente foi refutada recentemente pelo STJ.

São corretas APENAS as afirmativas

 

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220820 Ano: 2010
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Happy 150th, Oil! So Long, and Thanks for Modern Civilization
By Alexis Madrigal
WIRED SCIENCE, August 27, 2009
One hundred and fifty years ago on Aug. 27, Colonel Edwin L. Drake sunk the very first commercial well that produced flowing petroleum. The discovery that large amounts of oil could be found underground marked the beginning of a time during which this convenient fossil fuel became America’s dominant energy source.
But what began 150 years ago won’t last another 150 years — or even another 50. The era of cheap oil is ending, and with another energy transition upon us, we’ve got to extract all the lessons we can from its remarkable history.
“I would see this as less of an anniversary to note for celebration and more of an anniversary to note how far we’ve come and the serious moment that we’re at right now,” said Brian Black, an energy historian at Pennsylvania State University. “Energy transitions happen and I argue that we’re in one right now. Thus, we need to aggressively look to the future to what’s going to happen after petroleum.”
When Drake and others sunk their wells, there were no cars, no plastics, no chemical industry. Water power was the dominant industrial energy source. Steam engines burning coal were on the rise, but the nation’s energy system — unlike Great Britain’s — still used fossil fuels sparingly. The original role for oil was as an illuminant, not a motor fuel, which would come decades later.
Oil, people later found, was uniquely convenient. To equal the amount of energy in a tank of gasoline, you need 200 pounds of wood. Pair that energy density with stability under most conditions and that, as a liquid, it was easy to transport, and you have the killer application for the infrastructure age.
In a world that only had a tiny fraction of the amount of heat, light, and power available that we do now, people came up with all kinds of ideas for what to do with oil’s energy: cars, tractors, airplanes, chemicals, fertilizer, and plastic.
The scale of the oil industry is astounding, but it’s becoming clear the world’s oil supply will peak soon, or perhaps has peaked already. People discuss about the details, but no one argues that oil will play a much different role in our energy system in 50 years than it did in 1959.
The search for alternatives is on. If that search goes poorly — as some Peak Oil analysts predict — human civilization will fall off an energy cliff. The amount of energy we get back from drilling oil wells in the middle of the Gulf of Mexico continues to drop, and alternative sources don’t provide usable energy for humans on the generous terms that oil long has.
Yet humans with an economic incentive to be optimistic become optimists, and the harder we look, the more possible alternatives we find. The big question now is whether the cure for our oil addiction will come with a heavy carbon side effect.
Over the next 20 years, synthetic fuels made from coal or shale oil could conceivably become the fuels of the future. On the other hand, so could advanced biofuels from cellulosic ethanol or algae. Or the era of fuel could end and electric vehicles could be deployed in mass, at least in rich countries.
With the massive injection of stimulus and venture capital money into alternative energy that’s occurred over the past few years, the solutions for replacing oil could already be circulating among the labs and office parks of the country. To paraphrase technology expert Clay Shirky talking about the media, nothing will work to replace oil, but everything might.
If history tells us anything, it’s that energy sources can change, never tomorrow, but always some day.
“What is required is to operate without fear and to take energy transitions on as a developmental opportunity,” Black said.
slightly adapted from: http://www.wired.com/wiredscience/
2009/08/oilat150/#ixzz0gW1mC0Zm, access on Feb. 10, 2010.
In the fragments “…people came up with all kinds of ideas for what to do with oil’s energy…” (lines 15-16) and “The amount of energy we get back from drilling oil wells…” (line 20), the phrases “came up with” and “get back”, can be replaced without change in meaning by, respectively,
 

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214902 Ano: 2010
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Caio, Gerente comercial da Empresa X – estatal de economia mista, após os trâmites de estilo, subscreve, como representante legal da empresa, contrato de prestação de serviços com a Empresa Y, especialista na manutenção de cabos elétricos. Durante o período de dez meses, o serviço transcorre normalmente. No décimo-primeiro mês, a empresa Y falha, seguidamente, na prestação dos serviços avençados, sofrendo multa prevista no contrato. Inconformada, a empresa contratada impetra mandado de segurança contra o ato do Gerente comercial da Empresa X. No desenvolvimento da análise desse caso, constatou-se que
 

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