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O estudo dos eixos introduz aspectos inovadores, como a visão integrada utilizada, ou seja, o desenvolvimento deve ser feito focando também aspectos sociais, meio ambiente e informação e conhecimento, além da infra-estrutura. E também por meio da integração entre as diversas regiões, destacando assim os efeitos multiplicadores e as externalidades geradas pelos investimentos. O objetivo inicial do trabalho foi a identificação de oportunidades de investimentos públicos e(ou) privados nas áreas de influência dos eixos em setores considerados essenciais para o desenvolvimento econômico e social, servindo também como uma orientação para investimentos futuros.
B. Nasser. Economia regional, desigualdade regional
no Brasil e o estudo dos eixos nacionais de integração e desenvolvimento. In: Revista do BNDES. Rio de Janeiro: BNDES, v. 7, n.º 14, p. 145-178, dez., 2000 (com adaptações).
As últimas gerações dos Planos Plurianuais de Investimento da União têm tido por base a noção de eixos nacionais de integração e desenvolvimento, resultantes de um estudo contratado pelo governo federal a um consórcio de consultores, sob a supervisão das equipes do BNDES e do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. A respeito do estudo dos eixos nacionais de integração e desenvolvimento e de sua implementação, e à luz do texto acima, julgue o item a seguir.
Na tarefa da elaboração do porta-fólio de investimentos públicos e(ou) privados em infra-estrutura econômica, desenvolvimento social, informação e conhecimento, foram realizadas as seguintes atividades: identificação de investimentos-candidatos; seleção de projetos-âncora; desenvolvimento de agrupamentos de investimentos; priorização dos agrupamentos e elaboração do porta-fólio.
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O estudo dos eixos introduz aspectos inovadores, como a visão integrada utilizada, ou seja, o desenvolvimento deve ser feito focando também aspectos sociais, meio ambiente e informação e conhecimento, além da infra-estrutura. E também por meio da integração entre as diversas regiões, destacando assim os efeitos multiplicadores e as externalidades geradas pelos investimentos. O objetivo inicial do trabalho foi a identificação de oportunidades de investimentos públicos e(ou) privados nas áreas de influência dos eixos em setores considerados essenciais para o desenvolvimento econômico e social, servindo também como uma orientação para investimentos futuros.
B. Nasser. Economia regional, desigualdade regional
no Brasil e o estudo dos eixos nacionais de integração e desenvolvimento. In: Revista do BNDES. Rio de Janeiro: BNDES, v. 7, n.º 14, p. 145-178, dez., 2000 (com adaptações).
As últimas gerações dos Planos Plurianuais de Investimento da União têm tido por base a noção de eixos nacionais de integração e desenvolvimento, resultantes de um estudo contratado pelo governo federal a um consórcio de consultores, sob a supervisão das equipes do BNDES e do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. A respeito do estudo dos eixos nacionais de integração e desenvolvimento e de sua implementação, e à luz do texto acima, julgue o item a seguir.
Terminada a fase da visão nacional, da tarefa da caracterização e análise dos eixos, passou-se para a construção da visão dos eixos, que se inicia, para cada um deles, com o estudo da evolução recente e da situação atual, segundo os diversos aspectos: econômicos (incluindo infra-estrutura econômica), sociais, de informação e conhecimento e ambientais, sendo que, na descrição da situação na infra-estrutura de transportes, em particular da logística de cadeias produtivas, os seguintes produtos foram selecionados: granéis agrícolas e fertilizantes; minérios e produtos siderúrgicos; madeira, papel e celulose; cimento e seus insumos.
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O estudo dos eixos introduz aspectos inovadores, como a visão integrada utilizada, ou seja, o desenvolvimento deve ser feito focando também aspectos sociais, meio ambiente e informação e conhecimento, além da infra-estrutura. E também por meio da integração entre as diversas regiões, destacando assim os efeitos multiplicadores e as externalidades geradas pelos investimentos. O objetivo inicial do trabalho foi a identificação de oportunidades de investimentos públicos e(ou) privados nas áreas de influência dos eixos em setores considerados essenciais para o desenvolvimento econômico e social, servindo também como uma orientação para investimentos futuros.
B. Nasser. Economia regional, desigualdade regional
no Brasil e o estudo dos eixos nacionais de integração e desenvolvimento. In: Revista do BNDES. Rio de Janeiro: BNDES, v. 7, n.º 14, p. 145-178, dez., 2000 (com adaptações).
As últimas gerações dos Planos Plurianuais de Investimento da União têm tido por base a noção de eixos nacionais de integração e desenvolvimento, resultantes de um estudo contratado pelo governo federal a um consórcio de consultores, sob a supervisão das equipes do BNDES e do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. A respeito do estudo dos eixos nacionais de integração e desenvolvimento e de sua implementação, e à luz do texto acima, julgue o item a seguir.
Uma vez concluída a etapa da delimitação geográfica dos eixos, o estudo passou para a caracterização e análise dos eixos, tarefa essa que se iniciou com a construção de uma visão nacional a partir dos seguintes planos de análise: dinâmica econômica espacializada; infra-estrutura econômica (transportes, energia, comunicações); aspectos sociais (dinâmica social, dinâmica demográfica); informação e conhecimento e meio ambiente.
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O estudo dos eixos introduz aspectos inovadores, como a visão integrada utilizada, ou seja, o desenvolvimento deve ser feito focando também aspectos sociais, meio ambiente e informação e conhecimento, além da infra-estrutura. E também por meio da integração entre as diversas regiões, destacando assim os efeitos multiplicadores e as externalidades geradas pelos investimentos. O objetivo inicial do trabalho foi a identificação de oportunidades de investimentos públicos e(ou) privados nas áreas de influência dos eixos em setores considerados essenciais para o desenvolvimento econômico e social, servindo também como uma orientação para investimentos futuros.
B. Nasser. Economia regional, desigualdade regional
no Brasil e o estudo dos eixos nacionais de integração e desenvolvimento. In: Revista do BNDES. Rio de Janeiro: BNDES, v. 7, n.º 14, p. 145-178, dez., 2000 (com adaptações).
As últimas gerações dos Planos Plurianuais de Investimento da União têm tido por base a noção de eixos nacionais de integração e desenvolvimento, resultantes de um estudo contratado pelo governo federal a um consórcio de consultores, sob a supervisão das equipes do BNDES e do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. A respeito do estudo dos eixos nacionais de integração e desenvolvimento e de sua implementação, e à luz do texto acima, julgue o item a seguir.
Além das etapas do marco inicial e da síntese com recomendações para a implementação, o estudo dos eixos compreendeu as seguintes tarefas: delimitação geográfica dos eixos; caracterização e análise dos eixos; análise da integração nacional e internacional dos eixos; porta-fólio de investimentos públicos e(ou) privados; análise prospectiva e porta-fólio de investimentos privados complementares ou relacionados aos oito empreendimentos do Programa Brasil em Ação.
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O estudo dos eixos introduz aspectos inovadores, como a visão integrada utilizada, ou seja, o desenvolvimento deve ser feito focando também aspectos sociais, meio ambiente e informação e conhecimento, além da infra-estrutura. E também por meio da integração entre as diversas regiões, destacando assim os efeitos multiplicadores e as externalidades geradas pelos investimentos. O objetivo inicial do trabalho foi a identificação de oportunidades de investimentos públicos e(ou) privados nas áreas de influência dos eixos em setores considerados essenciais para o desenvolvimento econômico e social, servindo também como uma orientação para investimentos futuros.
B. Nasser. Economia regional, desigualdade regional
no Brasil e o estudo dos eixos nacionais de integração e desenvolvimento. In: Revista do BNDES. Rio de Janeiro: BNDES, v. 7, n.º 14, p. 145-178, dez., 2000 (com adaptações).
As últimas gerações dos Planos Plurianuais de Investimento da União têm tido por base a noção de eixos nacionais de integração e desenvolvimento, resultantes de um estudo contratado pelo governo federal a um consórcio de consultores, sob a supervisão das equipes do BNDES e do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. A respeito do estudo dos eixos nacionais de integração e desenvolvimento e de sua implementação, e à luz do texto acima, julgue o item a seguir.
Entende-se como área de influência de um eixo a região complementar definida a partir das espacialidades das relações sociais, no sentido amplo, presentes nas imediações das vias de transporte e cuja lógica se reflete no conjunto de assentamentos humanos (cidades) e sua hierarquia peculiar.
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As infra-estruturas são comumente tidas como monopólios naturais. Isso é, elas raramente comportam competição aberta, dada sua estrutura de custos com forte presença de custos fixos e enterrados, seus decorrentes custos médios decrescentes e sua característica subaditividade de custos. Por isso, qualquer concorrência, além de ser ruinosa, implicaria custos de produção superiores aos que ocorreriam, se fosse mantida a estrutura com apenas um produtor.
De maneira geral, o Estado passa a controlar preços, o acesso à atividade ou até quantidades de produção, sobretudo nas infra-estruturas tidas como serviços públicos essenciais. Ou, inversamente, ele tenta quebrar a estrutura naturalmente monopolista, impondo separações entre diversos estágios do processo produtivo (política de unbundling). Em casos excepcionais, o Estado pode assumir uma atitude mais radical, como a produção direta de bens e serviços, sobretudo se não existe nenhum capital privado disposto a assumir a produção tida como essencial para a sociedade, nem em termos de monopólio natural e institucionalizado. Todos esses instrumentos, que aliás são extremamente variados e permitem diversas nuanças quanto ao grau de intervenção estatal, são resumidos pela economia da regulação como regulação econômica.
J. Dourado et al. Construindo modelos de relações
institucionais e reguladoras no transporte público urbano. In: Revista de Transporte Público. v. 94, 2002 (com adaptações).
Acerca do assunto do texto e no contexto da economia da regulação, julgue o item que se segue.
Em casos de bens públicos em que não há rivalidade no consumo, qualquer estabelecimento de um preço acima de zero implica uma ineficiência, pois o custo marginal provocado pelo consumidor adicional é nulo.
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As infra-estruturas são comumente tidas como monopólios naturais. Isso é, elas raramente comportam competição aberta, dada sua estrutura de custos com forte presença de custos fixos e enterrados, seus decorrentes custos médios decrescentes e sua característica subaditividade de custos. Por isso, qualquer concorrência, além de ser ruinosa, implicaria custos de produção superiores aos que ocorreriam, se fosse mantida a estrutura com apenas um produtor.
De maneira geral, o Estado passa a controlar preços, o acesso à atividade ou até quantidades de produção, sobretudo nas infra-estruturas tidas como serviços públicos essenciais. Ou, inversamente, ele tenta quebrar a estrutura naturalmente monopolista, impondo separações entre diversos estágios do processo produtivo (política de unbundling). Em casos excepcionais, o Estado pode assumir uma atitude mais radical, como a produção direta de bens e serviços, sobretudo se não existe nenhum capital privado disposto a assumir a produção tida como essencial para a sociedade, nem em termos de monopólio natural e institucionalizado. Todos esses instrumentos, que aliás são extremamente variados e permitem diversas nuanças quanto ao grau de intervenção estatal, são resumidos pela economia da regulação como regulação econômica.
J. Dourado et al. Construindo modelos de relações
institucionais e reguladoras no transporte público urbano. In: Revista de Transporte Público. v. 94, 2002 (com adaptações).
Acerca do assunto do texto e no contexto da economia da regulação, julgue o item que se segue.
Os monopólios multiprodutos se viabilizam em virtude da economia de escopo.
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As infra-estruturas são comumente tidas como monopólios naturais. Isso é, elas raramente comportam competição aberta, dada sua estrutura de custos com forte presença de custos fixos e enterrados, seus decorrentes custos médios decrescentes e sua característica subaditividade de custos. Por isso, qualquer concorrência, além de ser ruinosa, implicaria custos de produção superiores aos que ocorreriam, se fosse mantida a estrutura com apenas um produtor.
De maneira geral, o Estado passa a controlar preços, o acesso à atividade ou até quantidades de produção, sobretudo nas infra-estruturas tidas como serviços públicos essenciais. Ou, inversamente, ele tenta quebrar a estrutura naturalmente monopolista, impondo separações entre diversos estágios do processo produtivo (política de unbundling). Em casos excepcionais, o Estado pode assumir uma atitude mais radical, como a produção direta de bens e serviços, sobretudo se não existe nenhum capital privado disposto a assumir a produção tida como essencial para a sociedade, nem em termos de monopólio natural e institucionalizado. Todos esses instrumentos, que aliás são extremamente variados e permitem diversas nuanças quanto ao grau de intervenção estatal, são resumidos pela economia da regulação como regulação econômica.
J. Dourado et al. Construindo modelos de relações
institucionais e reguladoras no transporte público urbano. In: Revista de Transporte Público. v. 94, 2002 (com adaptações).
Acerca do assunto do texto e no contexto da economia da regulação, julgue o item que se segue.
Um exemplo de tarifação pelo custo marginal é a planilha tarifária adotada no transporte público coletivo urbano, tal como recomendado pelo manual de cálculo tarifário elaborado pelo GEIPOT.
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As infra-estruturas são comumente tidas como monopólios naturais. Isso é, elas raramente comportam competição aberta, dada sua estrutura de custos com forte presença de custos fixos e enterrados, seus decorrentes custos médios decrescentes e sua característica subaditividade de custos. Por isso, qualquer concorrência, além de ser ruinosa, implicaria custos de produção superiores aos que ocorreriam, se fosse mantida a estrutura com apenas um produtor.
De maneira geral, o Estado passa a controlar preços, o acesso à atividade ou até quantidades de produção, sobretudo nas infra-estruturas tidas como serviços públicos essenciais. Ou, inversamente, ele tenta quebrar a estrutura naturalmente monopolista, impondo separações entre diversos estágios do processo produtivo (política de unbundling). Em casos excepcionais, o Estado pode assumir uma atitude mais radical, como a produção direta de bens e serviços, sobretudo se não existe nenhum capital privado disposto a assumir a produção tida como essencial para a sociedade, nem em termos de monopólio natural e institucionalizado. Todos esses instrumentos, que aliás são extremamente variados e permitem diversas nuanças quanto ao grau de intervenção estatal, são resumidos pela economia da regulação como regulação econômica.
J. Dourado et al. Construindo modelos de relações
institucionais e reguladoras no transporte público urbano. In: Revista de Transporte Público. v. 94, 2002 (com adaptações).
Acerca do assunto do texto e no contexto da economia da regulação, julgue o item que se segue.
Os monopólios naturais temporais podem se desfazer quando uma inovação tecnológica provoca um rebaixamento na curva dos custos médios ao ponto de essa cruzar a curva da demanda fora de sua fase descendente, ou quando há um deslocamento da curva de demanda para cima, ao ponto de ela cruzar a curva dos custos médios fora da fase descendente.
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As infra-estruturas são comumente tidas como monopólios naturais. Isso é, elas raramente comportam competição aberta, dada sua estrutura de custos com forte presença de custos fixos e enterrados, seus decorrentes custos médios decrescentes e sua característica subaditividade de custos. Por isso, qualquer concorrência, além de ser ruinosa, implicaria custos de produção superiores aos que ocorreriam, se fosse mantida a estrutura com apenas um produtor.
De maneira geral, o Estado passa a controlar preços, o acesso à atividade ou até quantidades de produção, sobretudo nas infra-estruturas tidas como serviços públicos essenciais. Ou, inversamente, ele tenta quebrar a estrutura naturalmente monopolista, impondo separações entre diversos estágios do processo produtivo (política de unbundling). Em casos excepcionais, o Estado pode assumir uma atitude mais radical, como a produção direta de bens e serviços, sobretudo se não existe nenhum capital privado disposto a assumir a produção tida como essencial para a sociedade, nem em termos de monopólio natural e institucionalizado. Todos esses instrumentos, que aliás são extremamente variados e permitem diversas nuanças quanto ao grau de intervenção estatal, são resumidos pela economia da regulação como regulação econômica.
J. Dourado et al. Construindo modelos de relações
institucionais e reguladoras no transporte público urbano. In: Revista de Transporte Público. v. 94, 2002 (com adaptações).
Acerca do assunto do texto e no contexto da economia da regulação, julgue o item que se segue.
Do ponto de vista da economia de regulação, os bens públicos não constituem falhas de mercado.
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