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A palavra Motivação, do latim movere, portanto, relacionada à palavra mover, tem sido uma grande preocupação da gestão estratégica de pessoas: “como potencializar o impulso interno que leva à ação?” A motivação é um dos assuntos mais pesquisados no estudo do comportamento organizacional e, desde a década de 1950, tem sido compreendida a partir de diferentes teorias.
Considerando esse contexto, relacione o modelo teórico sobre motivação, na coluna da esquerda, com o conceito, na coluna da direita.
| (I) Modelo bifatorial de Herzberg. | (A) O processo de motivação é explicado em função dos esforços a serem realizados para alcançar um determinado objetivo, ou uma meta, e o valor subjetivo a ele atribuído. A intensidade desses esforços dependerá de três fatores cognitivos: força de atração ou repulsão sentida ou percebida; relação causal entre os resultados desejados e a potencialidade de desempenho e da representação antecipada da decisão a ser tomada. |
| (II) Modelo da expectativa de Victor Vroom. | (B) Centraliza sua atenção nas necessidades humanas e as classifica conforme uma escala ascendente. O aspecto fundamental desta teoria baseia-se na suposição de que cada tipo de necessidade deve ser satisfeito suficientemente antes dos outros colocados nos níveis mais altos na escala proposta. |
| (III) Modelo da hierarquia de Maslow. | (C) Identifica algumas características que tendem a se relacionar de forma consistente com a satisfação no trabalho e outras, com a insatisfação. Defende duas categorias motivacionais, isto é, aquelas intrínsecas ou inerentes à pessoa e aquelas que dizem respeito ao ambiente de trabalho, como a supervisão, o conforto, o salário e os benefícios. |
| (IV) Modelo ERG de Alderfer. | (D) Derivada diretamente das ideias de Maslow, mas prevê a coexistência e a ação simultânea de duas ou mais das categorias de necessidades propostas. O pesquisador acredita que a motivação pode dar-se também em sentido regressivo, descendente, isto é, de frustração-regressão e não unicamente na direção de satisfação-progressão. |
Assinale a alternativa que contém a associação correta.
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639794
Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, recurso ou dispêndio extraorçamentário.
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639771
Ano: 2016
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a técnica de detecção de intrusão que se baseia em regras que detectam o desvio dos padrões de uso anteriores.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Pode parecer à primeira vista que exposição oral, dada a natureza espontânea da linguagem falada, deva ser um improviso, em sentido absoluto, para causar uma boa impressão no auditório. E, com efeito, é fácil perceber como a sensação do improviso é estimulante e capta uma simpatia geral para o orador. Ao contrário, o discurso lido, ou evidentemente decorado, tem a vencer, de início, uma instintiva má vontade; e só é bem aceito em casos muito definidos em que a convenção social o impõe.
A linguagem falada está de tal modo integrada no ambiente de uma situação concreta, que nos comprazemos em imaginar a exposição ideal como sendo aquela que espontaneamente emerge da situação em que se manifesta.
Esse sentimento do auditório deve ser levado cuidadosamente em conta pelos expositores, mas nunca desgarrá-los a ponto de se pautarem literalmente por ele. Nenhum grande orador jamais procedeu de tal forma, desde a Antiguidade Clássica, quando a fala em público tinha primacial importância para o político na ágora e para o general no campo de batalha; do gênio da oratória grega, que foi Demóstenes, se disse, ainda em seu tempo, que todos os seus discursos cheiravam a azeite de candeia, e ele próprio admitiu o que aí se insinuava, retrucando ao crítico malevolente, que tinha fama de ladrão: “Para coisa muito diversa te serve a luz da candeia”.
A rigor, o improviso deve restringir-se à formulação verbal dos pensamentos. À frase de antemão preparada, em todos os seus detalhes, falta o calor e a vida que queremos sentir na enunciação oral. Para ter uma e outra é preciso que ela seja um produto do momento, determinada pelo estímulo da atenção e do interesse que o expositor apreende em volta de si e orientada pelas reações dos indivíduos em cujo meio ele se acha. Há um processo de elaboração formal condicionada pela receptividade mais ou menos cambiante que se entremostra nos ouvintes, e só assim a exposição se torna impressiva e eficiente. É o que não se verifica no discurso lido, e esta circunstância é uma das várias inconveniências que ele oferece.
Já no âmbito da composição, isto é, do plano em que a exposição se vai desenvolver, o improviso só pode ser desastroso. Temos de saber, de antemão, o pensamento central que vamos expor e temos de construir, de antemão, esse pensamento num todo orgânico e lógico.
Daí decorre a necessidade de um cuidadoso trabalho mental preliminar, que podemos dividir em dois itens:
1º) determinar o que vamos dizer e consolidar o nosso conhecimento a respeito, através de reflexões e pesquisas;
2º) organizar a distribuição do assunto da maneira que nos parece mais interessante, clara e impressiva.
O primeiro item abrange uma série de atividades, que constituem os prolegômenos da exposição; o segundo é a afincada “vigília à luz da candeia”, que se atribuiu a Demóstenes, a fim de ficar nitidamente elaborado um roteiro e prevista a marcha a seguir.
(CÂMARA JÚNIOR, Joaquim Mattoso. A exposição oral. Cap.V. In:
Manual de Expressão Oral e Escrita. 16.ed. Petrópolis: Vozes, 1998. p.45-46.)
Observe o trecho a seguir, extraído do 3º parágrafo.
“e ele próprio admitiu o que aí se insinuava, retrucando ao crítico malevolente, que tinha fama de ladrão”
Assinale a alternativa que contém a correta explicação para os elementos coesivos sublinhados.
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Um investidor aplica um certo capital em um investimento que rende, mensalmente, em regime de juros simples. No primeiro mês, o investidor nota que sua aplicação rendeu R$ 768,00, em relação ao capital inicial. No terceiro mês da aplicação, o montante total encontrado pelo investidor é de R$ 7.424,00. Após um período de tempo t, contado em meses, o investidor decide olhar novamente sua aplicação e encontra um rendimento, em relação ao capital inicial, de R$ 9.216,00.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o valor do montante total no mês t.
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Considere que a organização em que trabalha como relações públicas está passando por uma severa crise de imagem decorrente de um escândalo público.
Sobre o relacionamento com a imprensa, considere as afirmativas a seguir.
I. As políticas de transparência e portas-abertas devem ser aplicadas nesse contexto de crise de imagem junto à imprensa.
II. Interesses mercadológicos e particulares devem ser priorizados nas relações com os meios de comunicação.
III. É função de relações públicas organizar coletivas de imprensa com veículos que se comprometam a não questionar ações da organização.
IV. O comportamento ético do profissional de relações públicas prevalece nas relações com os diversos meios de comunicação.
Assinale a alternativa correta.
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Identidade, imagem e reputação são conceitos fundamentais para o planejamento de relações públicas, com implicação direta no estabelecimento de objetivos organizacionais.
Sobre esses conceitos, considere as afirmativas a seguir.
I. A imagem de uma organização é formada nos públicos, a partir das experiências que esses têm com sua comunicação.
II. A reputação é mais instantânea e fugaz, em comparação com a imagem, e nasce na organização.
III. A missão e os valores incidem diretamente na reputação de uma organização.
IV. A identidade é formada pelas iniciativas da organização em diversos aspectos, como a identidade visual.
Assinale a alternativa correta.
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367161
Ano: 2016
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: COPS-UEL
Orgão: Câm. Londrina-PR
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Em relação à gerência de projetos de software, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Juíza diz que trabalhadores resgatados da escravidão são “viciados”
“Os trabalhadores são, em sua maioria, viciados em álcool e em drogas ilícitas, de modo que gastam todo o dinheiro do salário, perdem seus documentos e não voltam para o trabalho, quando não muitos praticam crimes.”
O comentário acima parece ter sido feito há mais de 100 anos, nos primórdios do mercado de trabalho assalariado no Brasil, mas foi proferido por uma juíza do Trabalho em Santa Catarina, neste ano. A juíza Herika Machado da Silveira Fischborn se referia a 156 trabalhadores que não recebiam salários há pelo menos dois meses e tiveram seus documentos retidos pelos donos da fazenda onde colhiam A), B), C) maçãs, em abril de 2010. Por lei, o empregador é obrigado a devolver a carteira de trabalho de um funcionário em até 48 horas após a assinatura do documento. Porém, segundo a juíza, a infração resultou em um suposto “benefício à sociedade”. Sem dinheiro, documentos e transporte, os trabalhadores não conseguiam voltar para suas casas no interior do Rio Grande do Sul, de onde haviam saído D), E) com promessas de emprego. Eles sequer conseguiam chegar à cidade mais próxima, São Joaquim, a 40 quilômetros da fazenda onde trabalhavam, por estrada de chão. Diante do caso, auditores fiscais do trabalho constataram o cerceamento de liberdade, suficiente para caracterizar trabalho análogo ao escravo, como define o Art. 149 do Código Penal. A juíza, porém, anulou parte dos autos de infração registrados pelos auditores. Segundo a magistrada, eles agiram “de forma cruel” ao permitir que os trabalhadores voltassem “ao ciclo vicioso de trabalho inadequado, vício, bebida, drogas, crack, crime e Estado passando a mão na cabeça”.
Juíza pede que Polícia Federal investigue auditores fiscais
A magistrada não só anulou parte da operação dos auditores fiscais do trabalho, mas também pediu que a Polícia Federal os investigasse. Segundo Fischborn, eles “praticaram crime” porque “forçaram, inventaram e criaram fatos inexistentes”. Ao negar os problemas encontrados no local, a juíza citou o procurador Marcelo D’Ambroso, que, durante a fiscalização, questionou a existência de trabalho escravo na fazenda. O procurador, hoje juiz do trabalho, teria dito que “não foi constatada a presença de barracos de lona ou choupanas para acomodação dos trabalhadores, uma das características típicas do trabalho escravo contemporâneo”. As cenas descritas pelos auditores fiscais e as fotografias tiradas na fazenda, porém, mostram que os alojamentos não se encaixam nos padrões mínimos determinados pelo Ministério do Trabalho, que devem nortear o trabalho dos auditores nessas fiscalizações.
Colchões não tinham cobertores e pregos estavam aparentes
Em uma das regiões mais frias do Brasil, os trabalhadores da fazenda moravam em um barracão de alvenaria, em camas com pregos expostos, sem lençóis ou cobertores, e em colchões de espumas desgastadas. Segundo a descrição feita à época, “os banheiros não possuíam portas e eram integrados aos quartos, fazendo com que a água do banho escorresse por debaixo das camas e aumentasse a umidade do local.” Ali, também não existiam sequer vassouras e outros equipamentos de limpeza. Lilian Rezende, a auditora fiscal que coordenou a ação, diz que não inventou fatos e que sequer foi ouvida pela juíza, que teria extrapolado as suas funções. “É um processo que desde o início me condena de pronto, sem permitir minha defesa.” Neste mês de setembro, a auditora levou o caso – cuja sentença foi proferida em março – ao Conselho Nacional da Justiça, responsável pela supervisão dos juízes em todo o país, e à Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), vinculada à Secretaria de Direitos Humanos do Ministério da Justiça.
Outra juíza já havia derrubado autos de infração
A decisão de Herika não é a primeira a favor do empregador. O trabalho de fiscalização já havia sido derrubado por outra juíza do trabalho de Santa Catarina, em 2012. Na ocasião, a magistrada anulou a caracterização de trabalho análogo ao de escravo. O caso chegou ao Tribunal Superior do Trabalho, que devolveu o processo novamente para as instâncias inferiores, em Santa Catarina. O tribunal pediu que os 24 problemas encontrados pelos auditores fossem analisados separadamente, e que os juízes não entrassem no mérito do que definia ou não o trabalho escravo. Diante dessa sequência de decisões judiciais, o empregador não responderá na Justiça pelo crime de redução de pessoas a trabalho análogo ao de escravo. Já os auditores fiscais são os únicos que continuam a ter que se defender nesse caso.
(Adaptado de: LOCATELLI, P. Carta Capital. 19 set. 2016. Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/
sociedade/juiza-diz-que-trabalhadores-resgatados-da-escravidao-sao-201cviciados201d>. Acesso em: 16 nov. 2016.)
Quanto à concordância das formas verbais “colhiam” e “haviam saído”, assinale a alternativa correta.
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A rotação do pessoal nas diferentes funções das unidades de informação contribui para facilitar eventuais substituições e alterações no quadro de pessoal. Contudo, essa prática contraria um dos princípios gerais da administração propostos por Fayol.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, esse princípio.
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