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O sujeito da oração “Construímos uma casa bacana” é:
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Assinale a alternativa CORRETA. São fases do processo administrativo:
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Não li e concordo
No começo de 2005, Doug Heckman resolveu ler um contrato. No meio das cláusulas, encontrou algo estranho – um prêmio de mil dólares. Entrou em contato com a empresa de softwares PC Pitstop, responsável pelos termos, e recebeu o prêmio. O problema: foram precisos 5 meses e 3 mil cadastros para que alguém percebesse a brincadeira. Anos depois, em abril de 2010, a loja de jogos Game Station foi ainda mais longe: escondeu uma cláusula que fazia o usuário ceder os direitos da própria alma à empresa. Enquanto mil pessoas identificaram a brincadeira, 7 mil concordaram.
Assim como a maioria das pessoas nesses dois casos, você, provavelmente, não lê termos de uso e políticas de privacidade na internet. São 97%, segundo pesquisa da Universidade Stanford, os usuários que pulam direto para o “concordo”. Ou seja, de cada 100 cadastrados, apenas 3 sabem o que podem e o que não podem fazer dentro de redes sociais, sistemas de busca e ferramentas de postagem.
Deveriam tomar cuidado: Rebecca Jeschke, ativista da Electronic Frontier Foundation (EFF), conta que os abusos são comuns. A EFF defende o direito do consumidor na era da internet: fica de olho nos contratos, registra mudanças e denuncia abusos. E não são poucos: desde empresas que vendem informações pessoais para anunciantes até companhias que proíbem que o usuário abra uma ação judicial, passando por aquelas que não respeitam nem os próprios termos.
“Por influência de americanos e britânicos, os contratos estão ficando cada vez mais detalhados”, conta Paulo Sá Elias, especialista em direito da informática. E contratos longos, apesar de protegerem empresa e usuário de forma mais completa, são desafiadores para quem só quer finalizar um cadastro. Além disso, segundo Elias, “são tão complexos que, no final, ninguém sabe o que está assinando”.
Os cadastros poderiam ser menores e mais simples, como prova o Google, que tem apenas uma política para mais de 60 serviços. O texto é fácil e rápido de ler. Outro jeito, mais complexo e mais efetivo, seria incorporar pedaços da política de uso na interface dos serviços. Por exemplo, ao compartilhar algo publicamente no Facebook, uma janela explicaria que aquela informação pode ser enviada a anunciantes. “Dessa forma, em vez de obrigar o usuário a decifrar os jargões, você explica as regras caso a caso”, conta Rebecca Jeschke, da EFF. Por último, outra solução, muito mais simples: você. Crie o hábito de ler os termos de uso, assim mesmo, como eles estão. Apesar de difíceis, é possível tirar algum sentido deles. E, depois, você poderá decidir se quer correr o risco de se cadastrar ou não.
Texto adaptado. ROMERO, Luiz. Revista
Superinteressante. Ed.307. Ago, 2012.
Analise o sintagma nominal grifado nesta oração: “(...) escondeu uma cláusula que fazia o usuário ceder os direitos da própria alma à empresa” (1º parágrafo).
Trata-se de:
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De acordo com o Código Civil Brasileiro, no que se refere às pessoas naturais, assinale a alternativa INCORRETA:
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“Nasce o sol, e não dura mais que um dia. Depois de luz, se segue a noite escura, em tristes sombras morre a formosura, em contínuas tristezas, a alegria (Gregório de Matos). Os termos destacados ilustram uma figura de linguagem denominada:
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Sobre contratos administrativos, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
I. O contrato administrativo, como qualquer contrato, deve ser executado fielmente, exercendo cada parte seus direitos e obrigações.
II. Executar o contrato é cumprir suas cláusulas segundo a comum intenção das partes no momento de sua celebração.
III. Prorrogação do contrato é o prolongamento de sua vigência além do prazo inicial, com o mesmo contratado e nas mesmas condições anteriores.
IV. Contrato de fornecimento é o ajuste administrativo pelo qual a administração adquire coisas móveis (materiais, produtos
industrializados, gêneros alimentícios etc.) necessárias à realização de suas obras ou à manutenção de seus serviços.
V. Extinção do contrato é a cessação do vínculo obrigacional entre as partes pelo integral cumprimento de suas cláusulas ou pelo seu rompimento, por meio da rescisão ou da anulação.
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No que se refere a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (dispõe sobre o regime jurídico dos servidores civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais), assinale a alternativa INCORRETA:
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Não li e concordo
No começo de 2005, Doug Heckman resolveu ler um contrato. No meio das cláusulas, encontrou algo estranho – um prêmio de mil dólares. Entrou em contato com a empresa de softwares PC Pitstop, responsável pelos termos, e recebeu o prêmio. O problema: foram precisos 5 meses e 3 mil cadastros para que alguém percebesse a brincadeira. Anos depois, em abril de 2010, a loja de jogos Game Station foi ainda mais longe: escondeu uma cláusula que fazia o usuário ceder os direitos da própria alma à empresa. Enquanto mil pessoas identificaram a brincadeira, 7 mil concordaram.
Assim como a maioria das pessoas nesses dois casos, você, provavelmente, não lê termos de uso e políticas de privacidade na internet. São 97%, segundo pesquisa da Universidade Stanford, os usuários que pulam direto para o “concordo”. Ou seja, de cada 100 cadastrados, apenas 3 sabem o que podem e o que não podem fazer dentro de redes sociais, sistemas de busca e ferramentas de postagem.
Deveriam tomar cuidado: Rebecca Jeschke, ativista da Electronic Frontier Foundation (EFF), conta que os abusos são comuns. A EFF defende o direito do consumidor na era da internet: fica de olho nos contratos, registra mudanças e denuncia abusos. E não são poucos: desde empresas que vendem informações pessoais para anunciantes até companhias que proíbem que o usuário abra uma ação judicial, passando por aquelas que não respeitam nem os próprios termos.
“Por influência de americanos e britânicos, os contratos estão ficando cada vez mais detalhados”, conta Paulo Sá Elias, especialista em direito da informática. E contratos longos, apesar de protegerem empresa e usuário de forma mais completa, são desafiadores para quem só quer finalizar um cadastro. Além disso, segundo Elias, “são tão complexos que, no final, ninguém sabe o que está assinando”.
Os cadastros poderiam ser menores e mais simples, como prova o Google, que tem apenas uma política para mais de 60 serviços. O texto é fácil e rápido de ler. Outro jeito, mais complexo e mais efetivo, seria incorporar pedaços da política de uso na interface dos serviços. Por exemplo, ao compartilhar algo publicamente no Facebook, uma janela explicaria que aquela informação pode ser enviada a anunciantes. “Dessa forma, em vez de obrigar o usuário a decifrar os jargões, você explica as regras caso a caso”, conta Rebecca Jeschke, da EFF. Por último, outra solução, muito mais simples: você. Crie o hábito de ler os termos de uso, assim mesmo, como eles estão. Apesar de difíceis, é possível tirar algum sentido deles. E, depois, você poderá decidir se quer correr o risco de se cadastrar ou não.
Texto adaptado. ROMERO, Luiz. Revista
Superinteressante. Ed.307. Ago, 2012.
Em, “São 97%, segundo pesquisa da Universidade Stanford, os usuários que pulam direto para o ‘concordo’” (2º parágrafo), o verbo “pular” confere uma metáfora à frase. “Pular” significa que:
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Educação: além das verbas
Comprometedoras tanto do crescimento quanto da sustentabilidade da economia, as fragilidades do país começam a ser atacadas de maneira mais sistêmica, a exemplo do recente anúncio do plano para atrair investimentos privados para modernizar e expandir a precária rede nacional de transporte. Objetivo louvável, mas não suficiente para eliminar, da herança a ser legada às novas gerações, o saldo acumulado de séculos de desigualdades.
Dono da sexta economia mundial, o Brasil entrou em 2012 com sinais de relativa imunidade à crise internacional: PIB de US$ 2,7 trilhões, apreciáveis reservas em dólares, sistema financeiro sólido, baixas taxas de desemprego, inflação sobre controle, bom nível de consumo interno.
Esse é um dos lados da moeda. O outro: a 84ª posição no IDH, entre 187 países, e 53º lugar no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) entre 65 países.
Esses contrastes, entre outros, marcam o perfil do Brasil de hoje e constituem obstáculos ao aproveitamento das vantagens comparativas raras no cenário internacional, tais como rica biodiversidade, potencial hídrico suficiente para gerar energia e assegurar o abastecimento de água a uma população acima dos 200 milhões, terras e clima propícios à produção agrícola em volumes capazes de atender ao mercado interno e gerar excedentes para exportação.
Entre os gargalos, sempre tem destaque a deficiência educacional. É o maior abismo que o país deve vencer, pois não é possível ingressar num ciclo de desenvolvimento social e econômico sustentável quando 30% dos alunos chegam à universidade com conhecimentos insuficientes de português e matemática.
Ou quando, dos 4 milhões que iniciam o ensino básico, 1,8 milhão desistirão da escola antes de concluir o nível médio. Gradualmente, em que pese entusiasmos oficiais, se fortalece a conclusão de que a solução para a (sem exagero) tragédia do ensino não está só no acesso aos três níveis de aprendizado. Até porque matrícula ou diploma de faculdade nunca terão o poder de sanar deficiências de conhecimentos acumuladas em doze anos de ensino básico de má qualidade.
Texto adaptado. SILVA, Ruy Martins Altenfelder.
Disponível em: www1.folha.uol.com.br/opiniao
Na frase, “É o maior abismo que o país deve vencer” (5º parágrafo), a locução verbal em destaque é composta, respectivamente, pelo verbo “dever” no ____________________ e pelo verbo “vencer” no _____________.
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Com relação à nova ortografia, assinale a alternativa INCORRETA quanto ao emprego do hífen:
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