Foram encontradas 49 questões.
Considere as seguintes premissas:
I. Se Fulano estudou para a prova, então ele foi aprovado.
II. Se Cicrano não estudou para a prova, então ele não foi aprovado.
III. Cicrano estudou para prova e Fulano não foi aprovado.
Uma conclusão válida das premissas apresentadas é:
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Para a correta redação de determinado documento para Câmara Municipal de certo município, faz-se necessária a negação lógica da seguinte afirmação feita por um vereador: se a ação é necessária, então a Câmara tem que se responsabilizar pelos custos dessa ação. Uma possibilidade para ser colocada no referido documento é a seguinte afirmação:
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Considere que José foi recentemente nomeado em cargo efetivo do Município de Taubaté e logo em seguida entrou em exercício, exercendo regularmente suas atribuições. Com base na situação hipotética e no disposto na Lei Complementar nº 401/2016, é correto afirmar que
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Em uma rodovia com extensão de 750 km, a cada 35 km há um telefone SOS disponível, sendo que o primeiro está localizado no quilômetro 23 dessa rodovia. Sendo assim, o último telefone SOS disponível nessa rodovia está, do final dela, a uma distância de
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Em um grupo com 132 servidores públicos, 60 deles já exerceram cargos na área de finanças e 84 deles já exerceram cargos na área da educação. Um gráfico de setores precisa ser construído, apresentando a distribuição dos servidores que já exerceram cargos em somente uma dessas duas áreas. Para tanto, o ângulo central do maior setor desse gráfico deverá medir
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Um comerciante trabalha com vários produtos, dentre eles os produtos A e B. Na primeira quinzena do mês anterior, ele vendeu 15 unidades do produto A e 10 unidades do produto B totalizando R$ 6.750,00 na venda desses produtos. Na segunda quinzena, ele colocou em promoção esses produtos, reduzindo em R$ 15,00 o preço unitário do produto A e R$ 20,00 o preço unitário do produto B, totalizando R$ 7.590,00 na venda de 18 unidades do produto A e 12 unidades do produto B. Na primeira quinzena, quem comprou 3 unidades do produto A e 2 unidades do produto B, pagou o total de
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A prefeitura de certo município precisa desapropriar determinada área, que corresponde a um terreno no formato retangular, com perímetro de 2 600 m, sendo o comprimento 100 m maior que a largura do terreno. Para tanto, o valor autorizado para a prefeitura indenizar o proprietário é o valor venal que consta do IPTU, o correspondente a R$ 80,00 por m2 do terreno. O proprietário do terreno entrou com ação, pedindo indenização de R$ 40 milhões pela desapropriação, que ainda será julgada pelo juiz. O valor pleiteado em ação, pelo proprietário, comparado ao valor total autorizado para a prefeitura indenizar o proprietário do terreno pela sua desapropriação, é maior em
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Todo ano, determinada secretaria municipal define os objetivos a serem atingidos no ano seguinte. Com relação aos 33 objetivos definidos, por essa secretaria, para serem atingidos no ano anterior, sabe-se que a razão entre o número de objetivos atingidos e o número de objetivos não atingidos foi !$ \dfrac{9}2 !$. Sendo assim, a diferença entre os números de objetivos atingidos e não atingidos é igual a
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Mídias sociais e o desafio de regulamentar sem ferir as
liberdades individuais
Nos últimos anos, houve um crescimento exponencial das mídias sociais por meio de aplicativos de conversação, postagens diversas e mensagens de texto. Tudo somado representa cerca de 10 bilhões de usuários no mundo, lembrando que um usuário pode estar em mais de um aplicativo. Com toda essa dimensão, o conteúdo dessas plataformas apresenta vários perfis de usuários, desde aqueles que sempre se submetem às regras do aplicativo até os que ignoram qualquer tipo de regra. A grande questão é como disciplinar o uso das plataformas, garantindo a todos o respeito ao princípio da liberdade de expressão e manifestação do pensamento, sem ferir outros princípios, como proteção da vida, da dignidade humana, da honra.
Por princípio, a liberdade de expressão é garantida, mas, como não é absoluta, encontra limites objetivos em condutas criminosas. Assim, quando se fala em regulamentar as mídias sociais, deve-se buscar um difícil equilíbrio. É preciso haver critérios objetivos sobre o que é vedado; não se pode permitir propagação do que é crime, como pedofilia, racismo, tráfico de drogas, enfim, tudo que se tipifica como conduta criminosa. Esta é a parte mais fácil, pois pode constar de forma objetiva numa regulamentação.
Mas, como lidar com mentiras, distorções dos fatos, fake news? É tarefa que não mostra facilidade objetiva e não pode ficar sujeita ao subjetivismo dos julgadores.
Como distinguir aquele que, de boa-fé, posta uma mentira daquele que posta a mentira com o objetivo de distorcer os fatos e provocar tumulto? A resposta mais próxima de uma solução parece ser esta: a avaliação pelo conjunto da obra de quem postou, monitorando o histórico de postagens.
Interessa que esse monitoramento se dê no âmbito privado, sem envolver o Estado. Ou seja, as plataformas devem se autorregulamentar e, ao receber uma denúncia ou capturar postagem inverídica, tomar as providências adequadas, que podem, no limite, sancionar o usuário com a suspensão ou o cancelamento do perfil.
E, caso nada se faça, devem tornar-se corresponsáveis pelo conteúdo, em todos os âmbitos. Atualmente, as plataformas não têm nenhuma responsabilidade e podem inclusive ignorar conteúdos inapropriados que muitas vezes geram maior engajamento e tráfego – o que gera maior lucro.
(Francisco Gomes Júnior.
Disponível em: https://gazetadopovo.com.br/opinião/artigos. Adaptado)
No último parágrafo do texto, o emprego do travessão sinaliza a introdução de
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Mídias sociais e o desafio de regulamentar sem ferir as
liberdades individuais
Nos últimos anos, houve um crescimento exponencial das mídias sociais por meio de aplicativos de conversação, postagens diversas e mensagens de texto. Tudo somado representa cerca de 10 bilhões de usuários no mundo, lembrando que um usuário pode estar em mais de um aplicativo. Com toda essa dimensão, o conteúdo dessas plataformas apresenta vários perfis de usuários, desde aqueles que sempre se submetem às regras do aplicativo até os que ignoram qualquer tipo de regra. A grande questão é como disciplinar o uso das plataformas, garantindo a todos o respeito ao princípio da liberdade de expressão e manifestação do pensamento, sem ferir outros princípios, como proteção da vida, da dignidade humana, da honra.
Por princípio, a liberdade de expressão é garantida, mas, como não é absoluta, encontra limites objetivos em condutas criminosas. Assim, quando se fala em regulamentar as mídias sociais, deve-se buscar um difícil equilíbrio. É preciso haver critérios objetivos sobre o que é vedado; não se pode permitir propagação do que é crime, como pedofilia, racismo, tráfico de drogas, enfim, tudo que se tipifica como conduta criminosa. Esta é a parte mais fácil, pois pode constar de forma objetiva numa regulamentação.
Mas, como lidar com mentiras, distorções dos fatos, fake news? É tarefa que não mostra facilidade objetiva e não pode ficar sujeita ao subjetivismo dos julgadores.
Como distinguir aquele que, de boa-fé, posta uma mentira daquele que posta a mentira com o objetivo de distorcer os fatos e provocar tumulto? A resposta mais próxima de uma solução parece ser esta: a avaliação pelo conjunto da obra de quem postou, monitorando o histórico de postagens.
Interessa que esse monitoramento se dê no âmbito privado, sem envolver o Estado. Ou seja, as plataformas devem se autorregulamentar e, ao receber uma denúncia ou capturar postagem inverídica, tomar as providências adequadas, que podem, no limite, sancionar o usuário com a suspensão ou o cancelamento do perfil.
E, caso nada se faça, devem tornar-se corresponsáveis pelo conteúdo, em todos os âmbitos. Atualmente, as plataformas não têm nenhuma responsabilidade e podem inclusive ignorar conteúdos inapropriados que muitas vezes geram maior engajamento e tráfego – o que gera maior lucro.
(Francisco Gomes Júnior.
Disponível em: https://gazetadopovo.com.br/opinião/artigos. Adaptado)
Como chegar que, de boa-fé, posta uma mentira e distingui-lo dos que visam publicar fatos distorcidos, dando mentira ares de verdade?
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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