Foram encontradas 145 questões.
732208
Ano: 2015
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Em relação à prova no processo civil, analise as assertivas a seguir:
I. Não dependem de prova os fatos admitidos, no processo, como incontroversos.
II. A parte não pode deixar de prestar depoimento de fatos a cujo respeito, por estado ou profissão, deva guardar sigilo.
III. O juiz poderá determinar que a parte que alegue direito municipal, prove-lhe o teor e a vigência.
Quais estão corretas?
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730351
Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Segundo a referida Lei, a fiscalização financeira e orçamentária do Município é exercida mediante controle externo da Câmara Municipal, com o auxílio
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Os registros contábeis devem ser efetuados de forma analítica, refletindo a transação constante em documento hábil, em consonância com os Princípios de Contabilidade. Assinale a alternativa que NÃO contempla um elemento essencial do registro contábil.
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A ciência da mentira
“Mudando para a Geico (empresa americana de seguros), você realmente economiza 15% ou mais em seguros automotivos? Abraham Lincoln foi sincero?”. Assim pergunta o comercial da Geico, seguido por uma gravação em falso vintage de Mary Lincoln perguntando a seu marido: “Esse vestido deixa meus quadris grandes?”. O sincero Abraham examina o vestido, então exitam e, com seu indicador e polegar separados por um centímetro, finalmente murmura “Talvez um pouquinho”, fazendo sua mulher sair da sala, furiosa.
O humor funciona porque nós reconhecemos a pergunta de Mary como um pedido de elogio desfarçado, ou como um teste de nosso amor e fidelidade. De acordo com o livro Lying (Four Elephants Press, sem edição em português), publicado em 2013 pelo neurocientista Sam Harris, nós deveríamos dizer a verdade mesmo nessa situação: “Ao mentir, nós negamos a nossos amigos o acesso à realidade – e a ignorância resultante do ato frequentemente pode prejudicá-los de maneiras que não previmos.”
Nossos amigos podem agir com base em nossa falsidade ou fracassar em problemas que poderiam ter sido resolvidos com base em boas informações. Talvez o alfaiate de Mary fosse incompetente, ou talvez Mary realmente precisasse perder peso, o que a tornaria mais saudável e feliz. Além disso, de acordo com Harris, mentiras inocentes frequentemente levam a mentiras perigosas: “Em pouco tempo você poderá se comportar como a maioria das pessoas faz, sem muito esforço: obscurecendo a verdade, ou até mentindo diretamente, sem sequer pensar sobre isso. O preço é muito alto”. Uma solução prática é pensar em uma maneira de dizer a verdade com sensibilidade. Como Harris aponta, pesquisas mostram que “todas as formas de mentira – incluindo mentiras inocentes para poupar os sentimentos alheios – são associadas com relacionamentos de baixa qualidade”.
A maioria das pessoas não conta mentiras hitlerianas, mas quase todos nós obscurecemos a verdade apenas o suficiente para fazer os outros, ou nós mesmos, se sentirem melhor. Quanto nós mentimos? Cerca de 10%, de acordo com o economista comportamental Dan Ariely em seu livro A Mais Pura Verdade Sobre a Desonestidade (Campus Elsevier, 2012). Em um experimento em que os participantes resolvem quantas matrizes conseguirem em um período limitado de tempo, e são pagos por cada resposta correta, os que entregaram seus resultados ao experimentador na sala obtiveram uma média de quatro em 20. Na segunda condição, em que participantes contavam suas respostas corretas, destruíam a folha de respostas e diziam ao experimentador em outra sala quantas tinham acertado, a média foi de seis em 20 – um aumento de 10%. E o efeito persistiu mesmo quando a quantia paga por resposta correta foi aumentada de 25 centavos para 50, e depois para US$1, US$2 e até US$5. De maneira reveladora, quando o valor atingiu US$10 por resposta correta, a quantidade de mentiras diminuiu. A mentira, de acordo com Ariely, não é resultado de uma análise de custo-benefício. Ao contrário, é uma forma de auto-ilusão em que pequenas mentiras nos permitem melhorar nossa auto-imagem e ainda manter a percepção de sermos pessoas honestas. Mentiras grandes não são assim.
Os psicólogos Shaul Shalvi, Ori Eldar e Yoella Bereby-Meyer testaram a hipótese de que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando podem justificar a mentira para si mesmas. O resultado foi um artigo intitulado “Honesty Requires Time (and Lack of Justifications)” [A Sinceridade Exige Tempo (E Falta de Desculpas)], publicado em 2013 em Psychological Science. Os participantes rolaram um dado três vezes em uma situação que impedia o experimentador de ver o resultado, e foram instruídos a relatar o número obtido na primeira rolagem (Quanto maior o número, mais dinheiro eles recebiam). Ver o resultado do segundo e do terceiro rolamento dava aos participantes a oportunidade de justificar o relato de apenas o maior dos três números; como aquele número realmente tinha aparecido, era uma mentira justificada.
Alguns participantes tiveram que relatar sua resposta em 20 segundos, enquanto outros não tinham limite de tempo. Ainda que os dois grupos tenham mentido, os participantes que receberam menos tempo tinham uma tendência maior a fazê-lo. Em outro experimento, participantes rolaram o dado uma vez e relataram o resultado. Os que tinham pouco tempo, mentiam; os que tinham tempo para pensar, diziam a verdade. Os dois experimentos sugerem que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando o tempo é curto, mas, quando o tempo não é problema, elas só mentem quando têm justificativa para fazê-lo.
Talvez Mary não devesse ter dado tanto tempo para Abraham ponderar sua resposta.
Fonte: Texto adaptado – http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/a_ciencia_da_mentira.html
Em relação à última frase do texto, analise as afirmações abaixo, assinalando V, para as verdadeiras, ou F, para as falsas.
( ) A frase retoma a pequena narração feita no primeiro parágrafo.
( ) O motivo pelo qual Mary não deveria ter dado tanto tempo para Abraham está relacionado à explicação dada no penúltimo parágrafo do texto.
( ) Mary não acredita que Abraham possa mentir para ela.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Conta contábil é a expressão qualitativa e quantitativa de atos e fatos de mesma natureza, evidenciando a composição, variação e estado do patrimônio, bem como de bens, direitos, obrigações e situações nele não compreendidas, mas que, direta ou indiretamente, possam vir a afetá-lo. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma função da conta contábil.
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729443
Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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A Demonstração Contábil aplicada ao setor público, onde são relacionados os ingressos, inclusive decorrentes de receitas originárias e derivadas, assim como os desembolsos relacionados com a ação pública, dentre outros itens, é denominada:
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Consideram-se doenças contagiosas ou incuráveis, incapacitando o servidor para o exercício da função pública, entre outras, estão:
I. Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – AIDS.
II. Esclerose múltipla.
III. Doença de Parkinson.
IV. Alienação mental.
Quais estão corretas?
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O controle interno serve como suporte do sistema de informação contábil, no sentido de minimizar riscos e dar efetividade às informações da contabilidade, visando contribuir para o alcance dos objetivos da entidade do setor público. Assinale a alternativa que NÃO contempla a finalidade do controle interno.
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- SintaxeTermos Acessórios e IndependentesTermos AcessóriosAdjunto AdnominalAdjunto Adnominal vs. Complemento Nominal
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A ciência da mentira
“Mudando para a Geico (empresa americana de seguros(I)), você realmente economiza 15% ou mais em seguros automotivos? Abraham Lincoln foi sincero?”. Assim pergunta o comercial da Geico, seguido por uma gravação em falso vintage de Mary Lincoln perguntando a seu marido: “Esse vestido deixa meus quadris grandes?”. O sincero Abraham examina o vestido, então exitam e, com seu indicador e polegar separados por um centímetro, finalmente murmura “Talvez um pouquinho”, fazendo sua mulher sair da sala, furiosa.
O humor funciona porque nós reconhecemos a pergunta de Mary como um pedido de elogio desfarçado, ou como um teste de nosso amor e fidelidade. De acordo com o livro Lying (Four Elephants Press, sem edição em português), publicado em 2013 pelo neurocientista Sam Harris, nós deveríamos dizer a verdade mesmo nessa situação: “Ao mentir, nós negamos a nossos amigos o acesso à realidade – e a ignorância resultante do ato(II) frequentemente pode prejudicá-los de maneiras que não previmos.”
Nossos amigos podem agir com base em nossa falsidade ou fracassar em problemas que poderiam ter sido resolvidos com base em boas informações. Talvez o alfaiate de Mary(III) fosse incompetente, ou talvez Mary realmente precisasse perder peso, o que a tornaria mais saudável e feliz. Além disso, de acordo com Harris, mentiras inocentes frequentemente levam a mentiras perigosas: “Em pouco tempo você poderá se comportar como a maioria das pessoas faz, sem muito esforço: obscurecendo a verdade, ou até mentindo diretamente, sem sequer pensar sobre isso. O preço é muito alto”. Uma solução prática é pensar em uma maneira de dizer a verdade com sensibilidade. Como Harris aponta, pesquisas mostram que “todas as formas de mentira – incluindo mentiras inocentes para poupar os sentimentos alheios – são associadas com relacionamentos de baixa qualidade”.
A maioria das pessoas não conta mentiras hitlerianas, mas quase todos nós obscurecemos a verdade apenas o suficiente para fazer os outros, ou nós mesmos, se sentirem melhor. Quanto nós mentimos? Cerca de 10%, de acordo com o economista comportamental Dan Ariely em seu livro A Mais Pura Verdade Sobre a Desonestidade (Campus Elsevier, 2012). Em um experimento em que os participantes resolvem quantas matrizes conseguirem em um período limitado de tempo, e são pagos por cada resposta correta, os que entregaram seus resultados ao experimentador na sala obtiveram uma média de quatro em 20. Na segunda condição, em que participantes contavam suas respostas corretas, destruíam a folha de respostas(IV) e diziam ao experimentador em outra sala quantas tinham acertado, a média foi de seis em 20 – um aumento de 10%. E o efeito persistiu mesmo quando a quantia paga por resposta correta foi aumentada de 25 centavos para 50, e depois para US$1, US$2 e até US$5. De maneira reveladora, quando o valor atingiu US$10 por resposta correta, a quantidade de mentiras diminuiu. A mentira, de acordo com Ariely, não é resultado de uma análise de custo-benefício. Ao contrário, é uma forma de auto-ilusão em que pequenas mentiras nos permitem melhorar nossa auto-imagem e ainda manter a percepção de sermos pessoas honestas. Mentiras grandes não são assim.
Os psicólogos Shaul Shalvi, Ori Eldar e Yoella Bereby-Meyer testaram a hipótese de que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando podem justificar a mentira para si mesmas. O resultado foi um artigo intitulado “Honesty Requires Time (and Lack of Justifications)” [A Sinceridade Exige Tempo (E Falta de Desculpas)], publicado em 2013 em Psychological Science. Os participantes rolaram um dado três vezes em uma situação que impedia o experimentador de ver o resultado, e foram instruídos a relatar o número obtido na primeira rolagem (Quanto maior o número, mais dinheiro eles recebiam). Ver o resultado do segundo e do terceiro rolamento dava aos participantes a oportunidade de justificar o relato de apenas o maior dos três números; como aquele número realmente tinha aparecido, era uma mentira justificada.
Alguns participantes tiveram que relatar sua resposta em 20 segundos, enquanto outros não tinham limite de tempo. Ainda que os dois grupos tenham mentido, os participantes que receberam menos tempo tinham uma tendência maior a fazê-lo. Em outro experimento, participantes rolaram o dado uma vez e relataram o resultado. Os que tinham pouco tempo, mentiam; os que tinham tempo para pensar, diziam a verdade. Os dois experimentos sugerem que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando o tempo é curto, mas, quando o tempo não é problema, elas só mentem quando têm justificativa para fazê-lo.
Talvez Mary não devesse ter dado tanto tempo para Abraham ponderar sua resposta.
Fonte: Texto adaptado – http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/a_ciencia_da_mentira.html
Analise as expressões abaixo retiradas do texto:
I. de seguros.
II. do ato.
III. de Mary.
IV. de respostas.
Quais são classificadas como adjunto adnominal, de acordo com o contexto de ocorrência?
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Qual é o volume, em m³, de uma caixa em formato de paralelepípedo cujas medidas são 80 cm de comprimento, 70 cm de largura e 50 cm de altura?
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