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Assinale a alternativa que NÃO contempla a norma contábil que estabelece critérios de mensuração e reconhecimento para o registro contábil da Depreciação, Amortização e Exaustão.
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729094
Ano: 2015
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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De acordo com Chiavenato (2005), existem três tipos de inventários, quais sejam:
I. Inventários macros.
II. Inventários finais.
III. Inventários rotativos.
Quais estão corretos?
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Dentre as gratificações existentes, segundo o Art. 13 da referida Lei, estão:
I. Gratificação por exercício de Função de Pregoeiro (GP).
II. Gratificação por exercício de Função de Pregoeiro Auxiliar (GPAux).
III. Gratificação por Participação em Comissão de Patrimônio (GPCP).
Quais estão corretas?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Bata na madeira”
Em diferentes culturas, é comum ver pessoas fazendo alguns movimentos rituais depois de dizer ou ouvir algo que pode ser relacionado a um “mau agouro” – bater na madeira é um exemplo conhecido dessas ações de esquiva. Agora, um estudo sugere uma explicação para o comportamento supersticioso: gestos desse tipo parecem, de alguma forma, ajudar a afastar ideias negativas da mente.
Pesquisadores da Universidade de Chicago e da Universidade Nacional de Cingapura envolveram alguns voluntários numa conversa banal. Em seguida, conduziram o assunto para um tema relacionado a um infortúnio específico. Um cientista, por exemplo, comentou tragédias automobilísticas e, depois, perguntou: “Acredita que existe alguma possibilidade de que você ou alguém próximo vá sofrer um terrível acidente de carro no próximo inverno?”. Alguns voluntários tiveram de escolher uma entre três respostas neutras apresentadas pelos pesquisadores; outros optaram por uma entre três alternativas elaboradas para soarem presunçosas, como “De jeito nenhum. Ninguém que eu conheça vai passar por isso. É simplesmente impossível”. Um pré-teste já havia confirmado que na verdade esse tipo de argumentação provocava nos participantes uma sensação que pode ser descrita como “desafiar o destino”. Os indivíduos foram instruídos, então, a tentar clarear os pensamentos enquanto batiam na parte de cima ou de baixo de uma mesa de madeira ou, se quisessem, poderiam optar por não executar nenhuma ação.
Os resultados mostraram que aqueles que tinham o sentimento de ter provocado o acaso foram mais propensos a se preocupar com acidentes de carro após a conversa. Entre os que bateram na parte superior da mesa, porém, esse receio diminuiu ao mesmo nível do dos voluntários que deram respostas que não os levavam a crer que haviam testado o destino. Já os participantes que bateram embaixo do móvel ou que não realizaram nenhuma ação continuaram aflitos. Os pesquisadores testaram também outros movimentos que sugeriam aproximação ou evasão. Por exemplo, atirar uma bola – ou somente fingir – foi capaz de reverter o efeito do mau agouro percebido, enquanto apenas segurá-la não. Ao todo, cinco experimentos publicados em junho passado na “Journal of Experimental Psychology” mostram que qualquer comportamento de esquiva pode ajudar a aliviar uma mente agitada.
As ações de esquiva parecem, de acordo com os autores, ter uma espécie de efeito amortecedor sobre a imaginação. Outras perguntas revelaram que indivíduos que o executaram tendiam a manter imagens mentais de resultados negativos mais vivas do que quem teve uma reação de esquiva. Os cientistas sugerem que esses comportamentos são comuns em todas as culturas e ajudam a confortar até mesmo os não supersticiosos, na medida em que enfraquecem a representação psíquica do evento temido.
(Fonte: Texto adaptado – Revista Mente & Cérebro – fev/2015)
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os verbos, em seu contexto de ocorrência, à sua classificação quanto à predicação.
Coluna 1
1. Verbo Transitivo Direto.
2. Verbo Transitivo Indireto.
3. Verbo Transitivo Direto e Indireto.
4. Verbo Intransitivo.
5. Verbo de Ligação.
1. Verbo Transitivo Direto.
2. Verbo Transitivo Indireto.
3. Verbo Transitivo Direto e Indireto.
4. Verbo Intransitivo.
5. Verbo de Ligação.
Coluna 2
( ) conduziram.
( ) mostraram.
( ) diminuiu.
( ) tendiam.
( ) conduziram.
( ) mostraram.
( ) diminuiu.
( ) tendiam.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Bata na madeira”
Em diferentes culturas, é comum ver pessoas fazendo alguns movimentos rituais depois de dizer ou ouvir algo que pode ser relacionado a um “mau agouro” – bater na madeira é um exemplo conhecido dessas ações de esquiva. Agora, um estudo sugere uma explicação para o comportamento supersticioso: gestos desse tipo parecem, de alguma forma, ajudar a afastar ideias negativas da mente.
Pesquisadores da Universidade de Chicago e da Universidade Nacional de Cingapura envolveram alguns voluntários numa conversa banal. Em seguida, conduziram o assunto para um tema relacionado a um infortúnio específico. Um cientista, por exemplo, comentou tragédias automobilísticas e, depois, perguntou: “Acredita que existe alguma possibilidade de que você ou alguém próximo vá sofrer um terrível acidente de carro no próximo inverno?”. Alguns voluntários tiveram de escolher uma entre três respostas neutras apresentadas pelos pesquisadores; outros optaram por uma entre três alternativas elaboradas para soarem presunçosas, como “De jeito nenhum. Ninguém que eu conheça vai passar por isso. É simplesmente impossível”. Um pré-teste já havia confirmado que na verdade esse tipo de argumentação provocava nos participantes uma sensação que pode ser descrita como “desafiar o destino”. Os indivíduos foram instruídos, então, a tentar clarear os pensamentos enquanto batiam na parte de cima ou de baixo de uma mesa de madeira ou, se quisessem, poderiam optar por não executar nenhuma ação.
Os resultados mostraram que aqueles que tinham o sentimento de ter provocado o acaso foram mais propensos a se preocupar com acidentes de carro após a conversa. Entre os que bateram na parte superior da mesa, porém, esse receio diminuiu ao mesmo nível do dos voluntários que deram respostas que não os levavam a crer que haviam testado o destino. Já os participantes que bateram embaixo do móvel ou que não realizaram nenhuma ação continuaram aflitos. Os pesquisadores testaram também outros movimentos que sugeriam aproximação ou evasão. Por exemplo, atirar uma bola – ou somente fingir – foi capaz de reverter o efeito do mau agouro percebido, enquanto apenas segurá-la não. Ao todo, cinco experimentos publicados em junho passado na “Journal of Experimental Psychology” mostram que qualquer comportamento de esquiva pode ajudar a aliviar uma mente agitada.
As ações de esquiva parecem, de acordo com os autores, ter uma espécie de efeito amortecedor sobre a imaginação. Outras perguntas revelaram que indivíduos que o executaram tendiam a manter imagens mentais de resultados negativos mais vivas do que quem teve uma reação de esquiva. Os cientistas sugerem que esses comportamentos são comuns em todas as culturas e ajudam a confortar até mesmo os não supersticiosos, na medida em que enfraquecem a representação psíquica do evento temido.
(Fonte: Texto adaptado – Revista Mente & Cérebro – fev/2015)
Analise as afirmações abaixo sobre as ideias contidas no texto:
I. Os comportamentos supersticiosos foram provados cientificamente como eficazes na não realização dos maus agouros.
II. Apenas comportamentos muito específicos, como bater na madeira, podem ajudar a afastar pensamentos negativos da mente.
III. Mesmo aqueles que não acreditam em superstição podem acabar sendo confortados pelos comportamentos de esquiva.
Quais estão corretas?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A ciência da mentira
“Mudando para a Geico (empresa americana de seguros), você realmente economiza 15% ou mais em seguros automotivos? Abraham Lincoln foi sincero?”. Assim pergunta o comercial da Geico, seguido por uma gravação em falso vintage de Mary Lincoln perguntando a seu marido: “Esse vestido deixa meus quadris grandes?”. O sincero Abraham examina o vestido, então exitam e, com seu indicador e polegar separados por um centímetro, finalmente murmura “Talvez um pouquinho”, fazendo sua mulher sair da sala, furiosa.
O humor funciona porque nós(I) reconhecemos a pergunta de Mary como um pedido de elogio desfarçado, ou como um teste de nosso amor e fidelidade. De acordo com o livro Lying (Four Elephants Press, sem edição em português), publicado em 2013 pelo neurocientista Sam Harris, nós deveríamos dizer a verdade mesmo nessa situação: “Ao mentir, nós negamos a nossos amigos o acesso à realidade – e a ignorância resultante do ato frequentemente pode prejudicá-los de maneiras que não previmos.”
Nossos amigos podem agir com base em nossa falsidade ou fracassar em problemas que poderiam ter sido resolvidos com base em boas informações. Talvez o alfaiate de Mary fosse incompetente, ou talvez Mary realmente precisasse perder peso, o que a tornaria mais saudável e feliz. Além disso, de acordo com Harris, mentiras inocentes frequentemente(II) levam a mentiras perigosas: “Em pouco tempo você poderá se comportar como a maioria das pessoas faz, sem muito esforço: obscurecendo a verdade, ou até mentindo diretamente, sem sequer pensar sobre isso. O preço é muito alto”. Uma solução prática é pensar em uma maneira de dizer a verdade com sensibilidade. Como Harris aponta, pesquisas mostram que “todas as formas de mentira – incluindo mentiras inocentes para poupar os sentimentos alheios – são associadas com relacionamentos de baixa qualidade”.
A maioria das pessoas não conta mentiras hitlerianas, mas quase todos nós obscurecemos a verdade apenas o suficiente para fazer os outros, ou nós mesmos, se sentirem melhor. Quanto nós mentimos? Cerca de 10%, de acordo com o economista comportamental Dan Ariely em seu livro A Mais Pura Verdade Sobre a Desonestidade (Campus Elsevier, 2012). Em um experimento em que os participantes resolvem quantas matrizes conseguirem em um período limitado de tempo, e são pagos por cada resposta correta, os que entregaram seus resultados ao experimentador na sala obtiveram uma média de quatro em 20. Na segunda condição, em que participantes contavam suas respostas corretas, destruíam a folha de respostas e diziam ao experimentador em outra sala quantas tinham acertado, a média foi de seis em 20 – um aumento de 10%. E o efeito persistiu mesmo quando a quantia paga por resposta correta foi aumentada de 25 centavos para 50, e depois para US$1, US$2 e até US$5. De maneira reveladora, quando o valor atingiu US$10 por resposta correta, a quantidade de mentiras diminuiu. A mentira, de acordo com Ariely, não é resultado de uma análise de custo-benefício. Ao contrário, é uma forma de auto-ilusão em que pequenas mentiras nos permitem melhorar nossa auto-imagem e ainda manter a percepção de sermos pessoas honestas(III). Mentiras grandes não são assim.
Os psicólogos Shaul Shalvi, Ori Eldar e Yoella Bereby-Meyer testaram a hipótese de que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando podem justificar a mentira para si mesmas. O resultado foi um artigo intitulado “Honesty Requires Time (and Lack of Justifications)” [A Sinceridade Exige Tempo (E Falta de Desculpas)], publicado em 2013 em Psychological Science. Os participantes rolaram um dado três vezes em uma situação que impedia o experimentador de ver o resultado, e foram instruídos a relatar o número obtido na primeira rolagem (Quanto maior o número, mais dinheiro eles recebiam). Ver o resultado do segundo e do terceiro rolamento dava aos participantes a oportunidade de justificar o relato de apenas o maior dos três números; como aquele número realmente tinha aparecido, era uma mentira justificada.
Alguns participantes tiveram que relatar sua resposta em 20 segundos, enquanto outros não tinham limite de tempo. Ainda que os dois grupos tenham mentido, os participantes que receberam menos tempo tinham uma tendência maior a fazê-lo. Em outro experimento, participantes rolaram o dado uma vez e relataram o resultado. Os que tinham pouco tempo, mentiam; os que tinham tempo para pensar, diziam a verdade. Os dois experimentos sugerem que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando o tempo é curto, mas, quando o tempo não é problema, elas só mentem quando têm justificativa para fazê-lo.
Talvez Mary não devesse ter dado tanto tempo para Abraham ponderar sua resposta.
Fonte: Texto adaptado – http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/a_ciencia_da_mentira.html
Analise as seguintes palavras retiradas do texto:
I. ‘nós’.
II. ‘frequentemente’.
III. ‘honestas’ .
Quais podem ser suprimidas sem provocar qualquer alteração de sentido no texto?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A ciência da mentira
“Mudando para a Geico (empresa americana de seguros), você realmente economiza 15% ou mais em seguros automotivos? Abraham Lincoln foi sincero?”. Assim pergunta o comercial da Geico, seguido por uma gravação em falso vintage de Mary Lincoln perguntando a seu marido: “Esse vestido deixa meus quadris grandes?”. O sincero Abraham examina o vestido, então exitam e, com seu indicador e polegar separados por um centímetro, finalmente murmura “Talvez um pouquinho”, fazendo sua mulher sair da sala, furiosa.
O humor funciona porque nós reconhecemos a pergunta de Mary como um pedido de elogio desfarçado, ou como um teste de nosso amor e fidelidade. De acordo com o livro Lying (Four Elephants Press, sem edição em português), publicado em 2013 pelo neurocientista Sam Harris, nós deveríamos dizer a verdade mesmo nessa situação: “Ao mentir, nós negamos a nossos amigos o acesso à realidade – e a ignorância resultante do ato frequentemente pode prejudicá-los de maneiras que não previmos.”
Nossos amigos podem agir com base em nossa falsidade ou fracassar em problemas que poderiam ter sido resolvidos com base em boas informações. Talvez o alfaiate de Mary fosse incompetente, ou talvez Mary realmente precisasse perder peso, o que a tornaria mais saudável e feliz. Além disso, de acordo com Harris, mentiras inocentes frequentemente levam a mentiras perigosas: “Em pouco tempo você poderá se comportar como a maioria das pessoas faz, sem muito esforço: obscurecendo a verdade, ou até mentindo diretamente, sem sequer pensar sobre isso. O preço é muito alto”. Uma solução prática é pensar em uma maneira de dizer a verdade com sensibilidade. Como Harris aponta, pesquisas mostram que “todas as formas de mentira – incluindo mentiras inocentes para poupar os sentimentos alheios – são associadas com relacionamentos de baixa qualidade”.
A maioria das pessoas não conta mentiras hitlerianas, mas quase todos nós obscurecemos a verdade apenas o suficiente para fazer os outros, ou nós mesmos, se sentirem melhor. Quanto nós mentimos? Cerca de 10%, de acordo com o economista comportamental Dan Ariely em seu livro A Mais Pura Verdade Sobre a Desonestidade (Campus Elsevier, 2012). Em um experimento em que os participantes resolvem quantas matrizes conseguirem em um período limitado de tempo, e são pagos por cada resposta correta, os que entregaram seus resultados ao experimentador na sala obtiveram uma média de quatro em 20. Na segunda condição, em que participantes contavam suas respostas corretas, destruíam a folha de respostas e diziam ao experimentador em outra sala quantas tinham acertado, a média foi de seis em 20 – um aumento de 10%. E o efeito persistiu mesmo quando a quantia paga por resposta correta foi aumentada de 25 centavos para 50, e depois para US$1, US$2 e até US$5. De maneira reveladora, quando o valor atingiu US$10 por resposta correta, a quantidade de mentiras diminuiu. A mentira, de acordo com Ariely, não é resultado de uma análise de custo-benefício. Ao contrário, é uma forma de auto-ilusão em que pequenas mentiras nos permitem melhorar nossa auto-imagem e ainda manter a percepção de sermos pessoas honestas. Mentiras grandes não são assim.
Os psicólogos Shaul Shalvi, Ori Eldar e Yoella Bereby-Meyer testaram a hipótese de que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando podem justificar a mentira para si mesmas. O resultado foi um artigo intitulado “Honesty Requires Time (and Lack of Justifications)” [A Sinceridade Exige Tempo (E Falta de Desculpas)], publicado em 2013 em Psychological Science. Os participantes rolaram um dado três vezes em uma situação que impedia o experimentador de ver o resultado, e foram instruídos a relatar o número obtido na primeira rolagem (Quanto maior o número, mais dinheiro eles recebiam). Ver o resultado do segundo e do terceiro rolamento dava aos participantes a oportunidade de justificar o relato de apenas o maior dos três números; como aquele número realmente tinha aparecido, era uma mentira justificada.
Alguns participantes tiveram que relatar sua resposta em 20 segundos, enquanto outros não tinham limite de tempo. Ainda que os dois grupos tenham mentido, os participantes que receberam menos tempo tinham uma tendência maior a fazê-lo. Em outro experimento, participantes rolaram o dado uma vez e relataram o resultado. Os que tinham pouco tempo, mentiam; os que tinham tempo para pensar, diziam a verdade. Os dois experimentos sugerem que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando o tempo é curto, mas, quando o tempo não é problema, elas só mentem quando têm justificativa para fazê-lo.
Talvez Mary não devesse ter dado tanto tempo para Abraham ponderar sua resposta.
Fonte: Texto adaptado – http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/a_ciencia_da_mentira.html
Sobre as ideias presentes no texto, analise as assertivas a seguir:
I. De acordo com todos os cientistas que estudam a mentira, mentir é um ato feito por todos os animais que são mamíferos.
II. Segundo Dan Ariely, os seres humanos mentem uma em cada cem vezes.
III. Os dados de uma pesquisa mostram que, independentemente do tempo que temos para mentir, a mentira nunca ocorre.
Quais NÃO encontram respaldo no texto?
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724641
Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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O Art. 64 da referida Lei determina competência à Câmara Municipal para legislar sobre assuntos de interesse local, suplementar à legislação federal e estadual e fiscalizar mediante controle externo:
I. A administração direta e indireta.
II. As fundações.
III. As empresas em que o Município detenha a maioria do capital social com direito a voto.
Quais estão corretas?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Encarar a mente como máquina é mais dogma que ciência
A conquista da Lua estimulou a imaginação de muita gente. Se foi possível colocar um humano em outro corpo celeste, não tardaria para que Marte fosse conquistado e, lá pelo ano 2000, colônias por todo o Universo estivessem em andamento. Boa parte da ficção científica se inspirou nela, mais preocupada com questões humanas (deslumbramento, isolamento, choque cultural) do que com a parte técnica. Hoje isso acontece com a "singularidade".
O cérebro humano ainda é uma grande incógnita. Por mais que a força bruta do desenvolvimento tecnológico leve a crer que seja possível reproduzi-lo, ainda não se chegou a um consenso a respeito do seu funcionamento. Sem saber o que é inteligência, como separá-la em camadas e decompô-la em módulos, não será possível controlá-la, melhorá-la ou dar a ela qualquer aplicação prática.
Quando se compara o cérebro ao computador, o que é comparado? Em termos de hardware, sua estrutura muda segundo o contexto, a emoção e a utilização da informação recebida. Em software, como medir sua capacidade? Pelo QI? Talento? Memória? Empatia? Agilidade? Aprendizado? Como mensurar a inteligência emocional e outras tantas propostas por teóricos como Howard Gardner?
Para piorar, mudanças anatômicas ou bioquímicas no cérebro alteram completamente alguns processos mentais enquanto mantêm outros inalterados, como bem o sabe quem acorda com vergonha do que fez, alcoolizado, na noite anterior. Isso não acontece em um computador, muito pelo contrário. Os algoritmos que conhecemos funcionam sempre da mesma maneira, pouco importa a máquina em que estejam. Seu Excel pode ser mais lerdo, mas ainda é um Excel.
A metáfora da mente como máquina está mais para dogma do que para ciência. Como um fractal, que imita a forma de planta mas não é vivo, a "inteligência artificial" ainda não é capaz de compreender o que faz. A ideia de que a vida seja computável é um velho resquício taylorista, do qual IBM e Google – não por coincidência principais patrocinadores da tecnologia – são grandes adeptos.
Máquinas "espertas" são fundamentais para o progresso, mas ainda estão longe de se tornar conscientes e deixará o mito de uma singularidade mais próximo. Mas, como todo mito, intangível.
(Fonte: texto adaptado – Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/02/1405903-opiniao-encarar-amente-como-maquina-e-mais-dogma-que-ciencia.shtml.)
Considere a seguinte frase retirada do texto:
Como um fractal, que imita a forma de planta mas não é vivo (1), a "inteligência artificial" ainda não é capaz de compreender o que faz(2)
Os itens sublinhados são classificados, correta e respectivamente, como:
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1469951
Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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O Art. 116 do referido Estatuto estabelece que, por __________ de efetivo serviço, ao funcionário que requerer, será concedida licença-prêmio de ______ meses, com retribuição pecuniária.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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