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Foram encontradas 60 questões.

1812975 Ano: 2010
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UNIFAP
Orgão: CDSA
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Marque a alternativa CORRETA tendo em vista o que dispõe o Código de Trânsito Brasileiro sobre a sinalização de trânsito.
 

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1780300 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: CDSA
QUANDO COMEÇAMOS A ERRAR?
Artigo de Leonardo Boff, publicado em outubro de 2008.
Sentimos hoje a urgência de estabelecermos uma paz perene com a Terra. Há séculos estamos em guerra contra ela. Enfrentamo-la de mil formas no intento de dominar suas forças e de aproveitar ao máximo seus serviços. Temos conseguido vitórias, mas a um preço tão alto que agora a Terra parece se voltar contra nós. Não temos nenhuma chance de ganhar dela. Ao contrário, os sinais nos dizem que devemos mudar, senão ela poderá continuar sob a luz benfazeja do sol, mas sem a nossa presença.
É tempo de fazermos um balanço e nos perguntarmos: quando começou o nosso erro? A maioria dos analistas diz que tudo começou há cerca de 10 mil anos com a revolução do neolítico, quando os seres humanos se tornaram sedentários, projetaram vilas e cidades, inventaram a agricultura, começaram com as irrigações e a domesticação dos animais. Isso lhes permitiu sair da situação de penúria de, dia após dia, garantir a alimentação necessária através e da “recolheção” de frutos. Com a nova forma de produção, criou-se o estoque de alimentos que serviu de base para montar exércitos, fazer guerras e criar impérios. Mas se desarticulou a relação de equilíbrio entre natureza e ser humano. Começou o processo de conquista do planeta que culminou, em nossos tempos, com a “tecnificação” e “artificialização” de praticamente todas as nossas relações com o meio ambiente.
Estimo, entretanto, que esse processo começou muito antes, no seio mesmo da antropogênese. Desde os seus albores, cabe distinguir três etapas na relação de ser humano com a natureza. A primeira era de interação. O ser humano interagia com o meio, sem interferir nele, aproveitando de tudo o que ele abundantemente lhe oferecia. Prevalecia o equilíbrio entre ambos. A segunda etapa foi a da intervenção. Corresponde à época em que surgiu, há cerca de 2,4 milhões de anos, o homo habilis. Este nosso ancestral começou a intervir na natureza ao usar instrumentos rudimentares como um pedaço de pau ou uma pedra para melhor se assenhorear das coisas ao seu redor. Inicia- se o
rompimento do equilíbrio original. O ser humano se sobrepõe à natureza. Esse processo se complexifica até surgir a terceira etapa, que é a da agressão. Coincide com a revolução do neolítico. Aqui se abre um caminho de aceleração na conquista da natureza. Após a revolução do neolítico, sucederam-se as várias revoluções, a industrial, a nuclear, a biotecnológica, a da informática, ao da automação e a da nanotecnologia. Sofisticaram-se cada vez mais os instrumentos de agressão, até penetrar nas partículas subatômicas (topquarks, hadrions) e no código genético dos seres vivos.
Em todo esse processo se operou um profundo deslocamento na relação. De ser inserido na natureza como parte dele, o ser humano transformouse num ser fora e acima da natureza. Seu propósito é dominá-la e tratá-la, na expressão de Francis Bacon, o formulador do método científico, como o inquisidor trata o inquirido: torturá-lo até que entregue todos os seus segredos. Esse método é vastamente imperante nas universidades e nos laboratórios.
Entretanto, a Terra é um planeta pequeno, velho e com limitados recursos. Sozinha, não consegue mais se auto-regular. O estresse pode se generalizar e assumir formas catastróficas. Temos que reconhecer nosso erro: o de termo-nos afastado dela, esquecendo que somos Terra, que ela é o único lar que possuímos e que nossa missão é cuidar dela. Devemos fazê-lo com a tecnologia que desenvolvemos, mas assimilada dentro de um paradigma de sinergia e benevolência, base da paz perpétua tão sonhada por Kant.”
http://planetafala.blogspot.com/2010/01/acao-e-reacao. Capturado em 20/03/2010
Sobre a intenção comunicativa presente no texto é CORRETO dizer que
 

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1779430 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: UNIFAP
Orgão: CDSA
Todos os crachás de uma empresa possuem uma numeração de três dígitos distintos.
Sabendo que a numeração de nenhum dos crachás começa com zero e que não existem dois crachás com a mesma numeração, quantos funcionários, no máximo, possui essa empresa?
 

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1748990 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: CDSA
QUANDO COMEÇAMOS A ERRAR?
Artigo de Leonardo Boff, publicado em outubro de 2008.
Sentimos hoje a urgência de estabelecermos uma paz perene com a Terra. Há séculos estamos em guerra contra ela. Enfrentamo-la de mil formas no intento de dominar suas forças e de aproveitar ao máximo seus serviços. Temos conseguido vitórias, mas a um preço tão alto que agora a Terra parece se voltar contra nós. Não temos nenhuma chance de ganhar dela. Ao contrário, os sinais nos dizem que devemos mudar, senão ela poderá continuar sob a luz benfazeja do sol, mas sem a nossa presença.
É tempo de fazermos um balanço e nos perguntarmos: quando começou o nosso erro? A maioria dos analistas diz que tudo começou há cerca de 10 mil anos com a revolução do neolítico, quando os seres humanos se tornaram sedentários, projetaram vilas e cidades, inventaram a agricultura, começaram com as irrigações e a domesticação dos animais. Isso lhes permitiu sair da situação de penúria de, dia após dia, garantir a alimentação necessária através e da “recolheção” de frutos. Com a nova forma de produção, criou-se o estoque de alimentos que serviu de base para montar exércitos, fazer guerras e criar impérios. Mas se desarticulou a relação de equilíbrio entre natureza e ser humano. Começou o processo de conquista do planeta que culminou, em nossos tempos, com a “tecnificação” e “artificialização” de praticamente todas as nossas relações com o meio ambiente.
Estimo, entretanto, que esse processo começou muito antes, no seio mesmo da antropogênese. Desde os seus albores, cabe distinguir três etapas na relação de ser humano com a natureza. A primeira era de interação. O ser humano interagia com o meio, sem interferir nele, aproveitando de tudo o que ele abundantemente lhe oferecia. Prevalecia o equilíbrio entre ambos. A segunda etapa foi a da intervenção. Corresponde à época em que surgiu, há cerca de 2,4 milhões de anos, o homo habilis. Este nosso ancestral começou a intervir na natureza ao usar instrumentos rudimentares como um pedaço de pau ou uma pedra para melhor se assenhorear das coisas ao seu redor. Inicia- se o
rompimento do equilíbrio original. O ser humano se sobrepõe à natureza. Esse processo se complexifica até surgir a terceira etapa, que é a da agressão. Coincide com a revolução do neolítico. Aqui se abre um caminho de aceleração na conquista da natureza. Após a revolução do neolítico, sucederam-se as várias revoluções, a industrial, a nuclear, a biotecnológica, a da informática, ao da automação e a da nanotecnologia. Sofisticaram-se cada vez mais os instrumentos de agressão, até penetrar nas partículas subatômicas (topquarks, hadrions) e no código genético dos seres vivos.
Em todo esse processo se operou um profundo deslocamento na relação. De ser inserido na natureza como parte dele, o ser humano transformouse num ser fora e acima da natureza. Seu propósito é dominá-la e tratá-la, na expressão de Francis Bacon, o formulador do método científico, como o inquisidor trata o inquirido: torturá-lo até que entregue todos os seus segredos. Esse método é vastamente imperante nas universidades e nos laboratórios.
Entretanto, a Terra é um planeta pequeno, velho e com limitados recursos. Sozinha, não consegue mais se auto-regular. O estresse pode se generalizar e assumir formas catastróficas. Temos que reconhecer nosso erro: o de termo-nos afastado dela, esquecendo que somos Terra, que ela é o único lar que possuímos e que nossa missão é cuidar dela. Devemos fazê-lo com a tecnologia que desenvolvemos, mas assimilada dentro de um paradigma de sinergia e benevolência, base da paz perpétua tão sonhada por Kant.”
http://planetafala.blogspot.com/2010/01/acao-e-reacao. Capturado em 20/03/2010
O texto organiza-se predominantemente por meio de
 

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1733345 Ano: 2010
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: UNIFAP
Orgão: CDSA
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Analise as assertivas abaixo.
– Pessoa que em consequência dos acontecimentos ocorridos antes de 1º de Janeiro de 1951, e devido a fundados temores de perseguição por motivo de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opinião política, encontre-se fora do país de sua nacionalidade e não possa ou não queira acolher-se à proteção desse país; ou que, não tendo nacionalidade e estando fora do país onde antes teve sua residência habitual, não possa, em consequência de tais acontecimentos, ou não queira, devido a tal temor, regressar a ele.
- Pessoas ou grupos de pessoas compelidas a fugir de seus domicílios ou dos locais em que residiam habitualmente, de maneira súbita e imprevista, em consequência de conflitos armados, tensões internas, violações massivas dos direitos humanos e desastres naturais ou provocados pelo homem, e que não atravessaram uma fronteira nacional reconhecida internacionalmente.
- Toda pessoa humana com idade menor que dezoito anos, salvo se o direito do país em que ela viva estabelecer a maioridade antes.
- Pessoas que, individual ou coletivamente tenham sofrido um prejuízo, nomeadamente um atentado à sua integridade física e um sofrimento de ordem moral, uma perda material, ou um grave atentado aos seus direitos fundamentais, como consequência de atos ou de omissões violadores das leis vigor num Estado membro, incluindo as que proíbem o abuso de poder.
Faça a correta relação entre as definições acima e os respectivos membros de grupos vulneráveis elencados nos itens abaixo e marque a opção CORRETA, nos termos das normas de Direito Humanos.
 

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1725994 Ano: 2010
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: UNIFAP
Orgão: CDSA
Analise as assertivas abaixo e marque a opção CORRETA sobre a aplicação das regras de conexão e continência nos Juizados Especiais Criminais.
 

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1710157 Ano: 2010
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: UNIFAP
Orgão: CDSA
Segundo a Lei dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais (Lei nº. 9.099/95), considera-se infração penal de menor potencial ofensivo
 

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1707788 Ano: 2010
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: UNIFAP
Orgão: CDSA
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Marque a opção que retrata os principais diplomas internacionais de Direitos Humanos.
 

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1697071 Ano: 2010
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: UNIFAP
Orgão: CDSA
Pode-se definir os Direito Humanos como sendo:
 

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1683953 Ano: 2010
Disciplina: Direito Penal
Banca: UNIFAP
Orgão: CDSA
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Dentre os crimes arrolados abaixo, assinale aquele que NÃO é disciplinado pelo Código de Trânsito Brasileiro.
 

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