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São requisitos para enquadramento no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura familiar, EXCETO:
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6.
Salvar a Amazônia está ao alcance de todos
*Janaína Dallan
10/06/2021
Todos os anos a Organização das Nações Unidas (ONU) elege um problema ambiental com o qual o planeta precisa lidar para ser o tema do Mês do Meio Ambiente. É uma forma de chamar a atenção para questões essenciais que nem sempre recebem a atenção devida. Em 2021, é a restauração de ecossistemas.
Para um país como o Brasil, que tem 60% da maior floresta tropical do mundo, esse é um assunto que não deveria sair nunca da pauta. Mas sabemos que, na prática, apesar das questões ambientais estarem ganhando cada vez mais visibilidade e relevância, especialmente com os pilares ESG, ainda está muito longe do ideal e do necessário. A começar pelo pouco conhecimento que temos sobre a Amazônia e, principalmente, a respeito do que cada um pode fazer para preservá-la. Vale lembrar que em torno de 50% das emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil são provenientes do desmatamento da Amazônia.
Sim, a preservação da Amazônia está ao alcance de todos nós, especialmente das empresas. Não dá mais para esperar que políticos façam o que deveriam fazer. Temos, claro, que votar com consciência e cobrar que façam o que é preciso, mas passou da hora de envolver o mercado nesse propósito de forma prática e intensiva. Só assim conseguiremos dar o salto necessário para interromper o processo de destruição da floresta. Ela é muito mais que um conjunto esplêndido de árvores milenares. É a maior biodiversidade do globo terrestre, com cerca de 60 mil espécies de plantas e animais — um ecossistema riquíssimo que está clamando por socorro.
E é possível que pessoas físicas e jurídicas ajudem a reverter a situação dramática de destruição que temos acompanhado nos últimos anos. O caminho é investir em projetos de REDD+ (Redução de Emissões Provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal — com o objetivo de preservar áreas imensas na Amazônia Legal que sofrem grandes pressões de desmatamento) para que avancem além dos 2 milhões de hectares atuais para a meta necessária de 50 milhões em toda a Floresta Amazônica até 2030.
Para isso, basta que cada companhia e todos os cidadãos que puderem adicionar mais uma conta de consumo a seu rol de boletos mensais decidam compensar suas emissões de CO², por meio de projetos de geração de crédito de carbono na Amazônia. Sim, é simples desse jeito, mas depende da vontade e do comprometimento de cada um. Afinal, o mercado de crédito de carbono no Brasil ainda é voluntário.
Isso quer dizer que o governo não estabelece um teto de emissão de CO², não taxa as indústrias que ultrapassarem a cota, nem controla quanto cada companhia deveria compensar. Tampouco regula esse mercado, a fim de garantir que tenha condições de se desenvolver e gerar riquezas para o país, como já fizeram Chile, Colômbia e Canadá para citar apenas três exemplos.
Portanto, temos que nos mobilizar para cada um fazer a sua parte, mas, também, para exigir que o governo federal faça a dele, que é proteger a floresta e regulamentar o mercado de créditos de carbono para aumentar os projetos de REED+. É preciso preservar a natureza e integrar as comunidades locais; e, ao mesmo tempo, promover o desenvolvimento sustentável da região.
A compensação de emissões de carbono com a política de créditos é apenas o início de um ciclo de projetos. Com a mata em pé, é possível explorar, de forma responsável, toda a potencialidade de suas riquezas naturais e culturais para diversos mercados, como saúde, cosmética e alimentação, integrando as comunidades e floresta à sociedade moderna. Os projetos de REDD+ são essenciais para conservarmos a biodiversidade, estabilidade climática e assim chegarmos a uma economia de baixo carbono.
Proteger a floresta, apesar de parecer algo distante, é muito mais barato e eficiente que qualquer projeto de reflorestamento adotado por tantas empresas. Com R$ 100 é possível preservar um hectare da Amazônia por meio de projetos de créditos de carbono voluntários. Enquanto recuperar um hectare de área desmatada custa cerca de R$ 10 mil a R$ 25 mil, dependendo da técnica utilizada. O cálculo considera apenas árvores e não contabiliza todo o ecossistema que é preservado e que, infelizmente, não se recupera com a velocidade de um replantio.
Há muitas empresas bem intencionadas que colocam grande volume de recursos em projetos sustentáveis, mas com baixo retorno para o meio ambiente. É possível aumentar exponencialmente a taxa de retorno e salvar a Amazônia. Por isso, proponho que usemos a provocação da ONU para assumir a parte que nos cabe na preservação de um dos ecossistemas mais importantes do mundo.
*Janaína Dallan
Engenheira florestal, membro do time de
especialistas da ONU para Mudanças Climáticas
(RIT) e CEO da Carbonext
https://www.correiobraziliense.com.br
Entre os vocábulos abaixo, extraídos do texto, um apresenta o processo de formação por derivação sufixal, formando um adjetivo com ideia de relação. Assinale-o:
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As instalações tornaram-se, ao longo dos tempos, um dos fatores mais importantes no contexto da avicultura brasileira. Dentro desse contexto, analise os itens.
I. Os galpões devem de preferência estar com a cumeeira orienta do sentido leste oeste. Com esta orientação se conseguirá que a superfície exposta a oeste seja a menor possível, evitando sobreaquecimento pela insolação nas longas tardes de verão.
II. A disposição racional dos galpões que irão constituir a exploração deve ser feita de tal modo que os galpões com aves de mesma idade devam estar afastados entre si no mínimo de 10 m, evitando assim que um atrapalhe a ventilação natural do outro.
III. O galpão retangular é mais econômico e por isto é recomendado. Para larguras superiores a 8 metros recomenda-se colocar ventilação forçada (ventiladores).
Estão CORRETOS os itens:
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Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas abaixo:
Quanto __________ a diversidade microbiana em nossos solos, _________ será a qualidade físicoquímica e ____________ a sua capacidade de degradação de moléculas tóxicas, tornando-se frágil e suscetível à baixa produção e além do aumento da incidência de pragas e doenças.
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Analise a afirmação abaixo:
“Ao longo das últimas décadas, a visão de que a economia rural é necessariamente agrícola está cada vez mais contestada por um número significativo de estudos, que evidenciam que os agricultores têm buscado desenvolver outras atividades econômicas dentro dos espaços rurais que não são eminentemente agrícolas.
NESTE SENTIDO,
No Brasil, uma série de estudos têm evidenciado que as rendas de atividades rurais não agrícolas se tornaram um fenômeno crescente nas últimas décadas.”
A afirmação acima está:
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Complete as lacuna.
No Brasil, a sociologia rural e, consequentemente as políticas de desenvolvimento rural, tiveram influências externas, primeiramente _______________ e, posteriormente, _______________.
A alternativa que completa corretamente as lacunas é:
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De acordo com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, um produto considerado orgânico, in natura ou processado, é aquele obtido em um sistema orgânico de produção agropecuária ou oriundo de processo extrativista sustentável e não prejudicial ao ecossistema local. Desse modo, no Brasil, os produtos orgânicos comercializados devem ser:
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A evolução na arquitetura de computadores é inegável, e nessa mudança os conectores de vídeo foram evoluindo, alguns se tornaram raros e outros atualmente são quase um padrão. Dentre as alternativas abaixo qual NÃO representa um conector de vídeo?
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Assinale a alternativa que apresenta frase em desacordo com a norma culta.
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- EntomologiaEntomologia Geral
- EntomologiaEntomologia e Parasitologia
- EntomologiaMétodos de Controle de Pragas
O confundimento, consiste na saturação da área de população de uma determinada praga, com o feromônio sexual, dificultando o acasalamento. Utilizando feromônios sintéticos, reduz-se a probabilidade de encontros e/ou agregação dos sexos e acasalamentos. Em algodão, é o feromônio no confundimento de P. gossipiella, com redução de até 64% na aplicação de inseticidas:
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