Foram encontradas 2.975 questões.
Acerca do DF e de seus bens, julgue o item seguinte.
O DF é hierarquicamente subordinado à União.
Provas
Acerca do DF e de seus bens, julgue o item seguinte.
O Poder Legislativo do DF é exercido conjuntamente pela CLDF e pelo governador do DF.
Provas
Com relação ao processo legislativo, julgue o item que se segue.
No Senado Federal, cada legislatura tem a duração de oito anos.
Provas
Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?
O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.
Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.
Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.
Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).
Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
Em “não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo”, o sujeito, nas duas orações, reporta-se a “um príncipe prudente”, sujeito explícito da oração anterior.
Provas
Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?
O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.
Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.
Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.
Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).
Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
Entende-se da leitura do texto que mais vale um príncipe ser temido que amado, porém ele deve cuidar para que o temor de seus súditos não se transforme em ódio.
Provas
Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?
O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.
Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.
Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.
Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).
Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
Estariam garantidos a correção gramatical e o sentido original do texto caso o trecho “Enfim, não depende do príncipe ser amado” fosse assim reescrito: Enfim isso não depende de o príncipe ser amado.
Provas
Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?
O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.
Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.
Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.
Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).
Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
A expressão “ao passo que” pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido e para a correção gramatical do período, pela conjunção enquanto.
Provas
Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?
O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.
Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.
Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.
Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).
Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
A forma verbal “fazeis” e o pronome pessoal “vos” são, correta e adequadamente, empregados, na redação oficial, em concordância com a forma de tratamento Vossa Excelência, em situações de alta formalidade em que se deseje demonstrar respeito a uma autoridade.
Provas
Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?
O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.
Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.
Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.
Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).
Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
As aspas são empregadas no texto para marcar o uso de discurso direto.
Provas
Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?
O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.
Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.
Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.
Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).
Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
Em “ávidos de lucro”, a preposição “de” poderia ser substituída pela preposição por, sem prejuízo das regras de regência nominal.
Provas
Caderno Container