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Foram encontradas 150 questões.

1395650 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-14
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Pela primeira vez, cai obesidade infantil nos EUA; informação e prevenção funcionam contra o mal do século
Eu, você e as torcidas do Flamengo, Corinthians, Chicago Bulls e Lakers sabemos: a obesidade é uma epidemia que assola a sociedade moderna, tanto nos países riquíssimos como em nações em desenvolvimento, como o Brasil.
A gordura em excesso traz riscos conhecidos: doenças cardíacas, diabetes e o escambau. E nosso próprio estilo de vida, cada vez mais sedentário, contribui para isso, ao lado da dieta hipercalórica e gordurosa que nos acostumamos a consumir.
Já está ficando chato escrever tudo isso, mas deixe me montar primeiro o quadro e logo chego na novidade, que é uma ótima noticia.
Antes, lembro que governos e entidades médicas de vários âmbitos têm feito programas de incentivo à atividade física e à mudança da dieta da população. Os resultados são mais ou menos, para ficar no terreno do otimismo.
PORÉM, e este é um enorme PORÉM, ao que tudo indica a informação e todo esse trabalho de prevenção estão dando resultados onde mais importa: no cuidado com o futuro da humanidade, as criancinhas deste mundão velho sem porteira.
Digo isso baseado num sensacional dado recém divulgado nos Estados Unidos. Na última década, caiu quase pela metade o índice obesidade entre crianças de dois a cinco anos. A taxa de redução, segundo a pesquisa, foi de 43%. Conforme os dados obtidos em 2012, cerca de 8% das crianças nessa faixa etária eram obesas, contra 14% de obesos dez anos antes, em 2002.
Isso é sensacional, pois aumenta a esperança de um futuro um pouco mais saudável para essas crianças. As estatísticas dizem que crianças obesas de três a cinco anos têm cinco vezes mais chances de se tornarem adultos obesos ou com excesso de peso.
Essa é a primeira vez que foi registrada uma queda significativa da taxa de obesidade em qualquer uma das faixas etárias analisadas, segundo Cynthia L. Ogden, pesquisadora do Center for Disease Control and Prevention e coordenadora do estudo, publicado no "The Journal of the American Medicai Association". São indícios, acredita ela, de que o combate à obesidade infantil está dando resultado.
Destaca ainda que não dá para sair por aí soltando rojões, pois as taxas gerais continuam na mesma, e ate aumentaram em alguns grupos populacionais, como mulheres de mais de 60 anos. Um terço dos adultos e 17% dos jovens dos Estados Unidos são obesos, aponta.
Ainda assim, a queda na taxa das crianças é promissora e pode indicar que os programas de informação e prevenção estão dando algum resultado. Há alguns números que indicam mudanças significativas nos hábitos da população.
Em relação a 1999, as crianças de hoje consomem menos calorias em refrigerantes. Um número maior de mulheres amamenta por mais tempo, o que pode gerar crianças mais saudáveis. Algumas pesquisas indicam que há uma redução na quantidade de calorias consumida por crianças na década (menos 7% para meninos e menos 4% para meninas), mas especialistas dizem que a redução é insuficiente para provocar diferença.
De qualquer forma, há luz no fim do túnel. Tomara que no Brasil as coisas também estejam funcionando desse jeito. Tomara que cada vez mais mulheres tenham condições de amamentar seus filhos por pelo menos seis meses, que haja água limpa em abundância e que as escolas orientem a criança a comer bem.
[...]
(http://rodolfolucena.blogfolha.ual.com.br/ )
A expressão "soltando rojões", em destaque no texto, relaciona-se, semanticamente, no contexto em que aparece, ao verbo:
 

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1395430 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-14
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Pela primeira vez, cai obesidade infantil nos EUA; informação e prevenção funcionam contra o mal do século
Eu, você e as torcidas do Flamengo, Corinthians, Chicago Bulls e Lakers sabemos: a obesidade é uma epidemia que assola a sociedade moderna, tanto nos países riquíssimos como em nações em desenvolvimento, como o Brasil.
A gordura em excesso traz riscos conhecidos: doenças cardíacas, diabetes e o escambau. E nosso próprio estilo de vida, cada vez mais sedentário, contribui para isso, ao lado da dieta hipercalórica e gordurosa que nos acostumamos a consumir.
Já está ficando chato escrever tudo isso, mas deixe me montar primeiro o quadro e logo chego na novidade, que é uma ótima noticia.
Antes, lembro que governos e entidades médicas de vários âmbitos têm feito programas de incentivo à atividade física e à mudança da dieta da população. Os resultados são mais ou menos, para ficar no terreno do otimismo.
PORÉM, e este é um enorme PORÉM, ao que tudo indica a informação e todo esse trabalho de prevenção estão dando resultados onde mais importa: no cuidado com o futuro da humanidade, as criancinhas deste mundão velho sem porteira.
Digo isso baseado num sensacional dado recém divulgado nos Estados Unidos. Na última década, caiu quase pela metade o índice obesidade entre crianças de dois a cinco anos. A taxa de redução, segundo a pesquisa, foi de 43%. Conforme os dados obtidos em 2012, cerca de 8% das crianças nessa faixa etária eram obesas, contra 14% de obesos dez anos antes, em 2002.
Isso é sensacional, pois aumenta a esperança de um futuro um pouco mais saudável para essas crianças. As estatísticas dizem que crianças obesas de três a cinco anos têm cinco vezes mais chances de se tornarem adultos obesos ou com excesso de peso.
Essa é a primeira vez que foi registrada uma queda significativa da taxa de obesidade em qualquer uma das faixas etárias analisadas, segundo Cynthia L. Ogden, pesquisadora do Center for Disease Control and Prevention e coordenadora do estudo, publicado no "The Journal of the American Medicai Association". São indícios, acredita ela, de que o combate à obesidade infantil está dando resultado.
Destaca ainda que não dá para sair por aí soltando rojões, pois as taxas gerais continuam na mesma, e ate aumentaram em alguns grupos populacionais, como mulheres de mais de 60 anos. Um terço dos adultos e 17% dos jovens dos Estados Unidos são obesos, aponta.
Ainda assim, a queda na taxa das crianças é promissora e pode indicar que os programas de informação e prevenção estão dando algum resultado. Há alguns números que indicam mudanças significativas nos hábitos da população.
Em relação a 1999, as crianças de hoje consomem menos calorias em refrigerantes. Um número maior de mulheres amamenta por mais tempo, o que pode gerar crianças mais saudáveis. Algumas pesquisas indicam que há uma redução na quantidade de calorias consumida por crianças na década (menos 7% para meninos e menos 4% para meninas), mas especialistas dizem que a redução é insuficiente para provocar diferença.
De qualquer forma, há luz no fim do túnel. Tomara que no Brasil as coisas também estejam funcionando desse jeito. Tomara que cada vez mais mulheres tenham condições de amamentar seus filhos por pelo menos seis meses, que haja água limpa em abundância e que as escolas orientem a criança a comer bem.
[...]
(http://rodolfolucena.blogfolha.ual.com.br/ )
Qual conectivo poderia substituir a palavra "mas", que aparece no terceiro parágrafo, sem alterar significativamente o sentido da passagem?
 

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1395330 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-14
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Considere as seguintes afirmações, respectivamente, verdadeira e falsa:
  • Quem faz exercícios emagrece.
  • Comer chocolate todos os dias é saudável.
Dessa forma, é verdadeiro que:
 

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1395252 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-14
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Fazer exercício ajuda a envelhecer melhor e viver mais
Alguns de nós, corredores, acabamos parecendo evangelistas, apóstolos de determinadas ideias. Saímos por aí tentando convencer os outros de que a razão é nossa: correr descalço é a solução, fazer a dieta paleolítica é o ó do borogodó, virar vegano é o caminho para a salvação e outras afirmações absolutas a que faltam corroboração científica e o saudável benefício da dúvida.
Cá comigo, eu prefiro não advogar para nada. Por experiência própria, sei o quanto fazer exercício ajuda a melhorar a qualidade de vida. Sei também o quanto pode piorar a qualidade de vida (meu rosário de lesões fala por si só ).
Quando nós falamos de exercício de necessariamente estamos nos referindo à mesma coisa __ médicos e cientistas falam quando mencionam os benefícios da atividade física ou da vida ativa. Para mim, exercício é correr percursos encabritados durante umas duas horas, quatro a seis vezes por semana. É como me sinto bem, o corpo sua e a mente voa.
Não é um critério médico, como se pode perceber por um dos mais recentes e amplos estudos sobre o impacto da atividade física na saúde e na longevidade das pessoas. Trata-se de um trabalho publicado no "British Journal of Sports Medicine", revista especializada em medicina esportiva, em que os artigos só são aceitos depois de revisados por uma junta de revisores qualificados.
A pesquisa usou informações de uma gigantesca base de dados médicos da Grã-Bretanha, o English Longitudinal Study of Ageing, que estuda o envelhecimento de dezenas de milhares de pessoas ao longo de décadas. Para avaliar o efeito da atividade física no envelhecimento, os pesquisadores selecionaram 3.454 homens e mulheres de 55 a 73 anos, que se declararam saudáveis no ano-base da pesquisa.
Eles foram separados em dois grupos, o de sedentários e o dos que tinham atividade física. Estes não eram necessariamente ultramaratonistas nem jogadores de futebol de fim de semana, tenistas amadores ou caminhantes dedicados.
Nada disso. Para se enquadrar na lista de não sedentário, bastava uma hora por semana de exercício moderado ou vigoroso. O exercício não precisava ser algo formal (corrida, aulas de ginástica, caminhada, natação); atividades como jardinagem, lavação de carro ou dança de salão já são suficientes para o sujeito ser considerado fisicamente ativo.
Feito isso, os pesquisadores voltaram a analisar as informações do mesmo grupo oito anos depois - ou seja, quando tinham de 63 a 81 anos. Quantos morreram, quantos ficaram vivos e, dos vivos, quantos passaram a fazer , . atividade física ou deixaram de praticar exercício (considerada aquela generosa definição de exercício).
Também fizeram o recenseamento do estado de saúde do grupo ao longo dos anos, baseados em diagnósticos de diabetes, doenças cardíacas, demências e outras condições graves. Para completar, os cientistas entraram em contato com os indivíduos e fizeram testes específicos de memória e capacidade de raciocínio; alguns poucos usaram por uma semana um monitor de atividades físicas, para confirmar se o registrado batia com o informado nas entrevistas.
Resumo da ópera: os que faziam atividade viveram mais (ou, colocado de outra forma, houve mais mortes entre os sedentários) e apresentaram melhores condições de saúde em geral.
Usando a linguagem do estudo: os que tinham algum tipo de atividade física conseguiram um envelhecimento mais saudável, com menor incidência de doenças crônicas, perda de memória e incapacitação física de algum tipo.
O mais legal é que os que não eram fisicamente ativos no início do estudo, mas passaram a ter alguma atividade física no período, também se beneficiaram muito. Seu risco de doenças crônicas e problemas físicos é de 1/7 dos que continuaram sedentários ou abandonaram a atividade física.
Sobre o risco de mortalidade, outros estudos já apontavam o mesmo caminho, indicando que vale a pena começar a fazer exercício mesmo em idade considerada "avançada". Um estudo que acompanhou 2.000 homens de meia idade mostrou que aqueles que iniciaram a prática de atividade física depois dos 50 anos tinham menor risco de morte nos 35 anos seguintes do que os sedentários.
A pesquisa britânica agora demonstra que os que se exercitam não apenas vivem mais, mas vivem melhor. Portanto, bora correr!
(http://rodolfolucena.blogfolha.uol.com.br/ )
Pode-se compreender, pelo contexto, que a expressão "rosário de lesões", no texto, significa:
 

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1395213 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-14
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Com relação ao armazenamento de informações, considerando inclusive as tecnologias de "nuvem", avalie as afirmações e assinale a correta.
 

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1395122 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-14
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Fazer exercício ajuda a envelhecer melhor e viver mais
Alguns de nós, corredores, acabamos parecendo evangelistas, apóstolos de determinadas ideias. Saímos por aí tentando convencer os outros de que a razão é nossa: correr descalço é a solução, fazer a dieta paleolítica é o ó do borogodó, virar vegano é o caminho para a salvação e outras afirmações absolutas a que faltam corroboração científica e o saudável benefício da dúvida.
Cá comigo, eu prefiro não advogar para nada. Por experiência própria, sei o quanto fazer exercício ajuda a melhorar a qualidade de vida. Sei também o quanto pode piorar a qualidade de vida (meu rosário de lesões fala por si só ).
Quando nós falamos de exercício de necessariamente estamos nos referindo à mesma coisa __ médicos e cientistas falam quando mencionam os benefícios da atividade física ou da vida ativa. Para mim, exercício é correr percursos encabritados durante umas duas horas, quatro a seis vezes por semana. É como me sinto bem, o corpo sua e a mente voa.
Não é um critério médico, como se pode perceber por um dos mais recentes e amplos estudos sobre o impacto da atividade física na saúde e na longevidade das pessoas. Trata-se de um trabalho publicado no "British Journal of Sports Medicine", revista especializada em medicina esportiva, em que os artigos só são aceitos depois de revisados por uma junta de revisores qualificados.
A pesquisa usou informações de uma gigantesca base de dados médicos da Grã-Bretanha, o English Longitudinal Study of Ageing, que estuda o envelhecimento de dezenas de milhares de pessoas ao longo de décadas. Para avaliar o efeito da atividade física no envelhecimento, os pesquisadores selecionaram 3.454 homens e mulheres de 55 a 73 anos, que se declararam saudáveis no ano-base da pesquisa.
Eles foram separados em dois grupos, o de sedentários e o dos que tinham atividade física. Estes não eram necessariamente ultramaratonistas nem jogadores de futebol de fim de semana, tenistas amadores ou caminhantes dedicados.
Nada disso. Para se enquadrar na lista de não sedentário, bastava uma hora por semana de exercício moderado ou vigoroso. O exercício não precisava ser algo formal (corrida, aulas de ginástica, caminhada, natação); atividades como jardinagem, lavação de carro ou dança de salão já são suficientes para o sujeito ser considerado fisicamente ativo.
Feito isso, os pesquisadores voltaram a analisar as informações do mesmo grupo oito anos depois - ou seja, quando tinham de 63 a 81 anos. Quantos morreram, quantos ficaram vivos e, dos vivos, quantos passaram a fazer , . atividade física ou deixaram de praticar exercício (considerada aquela generosa definição de exercício).
Também fizeram o recenseamento do estado de saúde do grupo ao longo dos anos, baseados em diagnósticos de diabetes, doenças cardíacas, demências e outras condições graves. Para completar, os cientistas entraram em contato com os indivíduos e fizeram testes específicos de memória e capacidade de raciocínio; alguns poucos usaram por uma semana um monitor de atividades físicas, para confirmar se o registrado batia com o informado nas entrevistas.
Resumo da ópera: os que faziam atividade viveram mais (ou, colocado de outra forma, houve mais mortes entre os sedentários) e apresentaram melhores condições de saúde em geral.
Usando a linguagem do estudo: os que tinham algum tipo de atividade física conseguiram um envelhecimento mais saudável, com menor incidência de doenças crônicas, perda de memória e incapacitação física de algum tipo.
O mais legal é que os que não eram fisicamente ativos no início do estudo, mas passaram a ter alguma atividade física no período, também se beneficiaram muito. Seu risco de doenças crônicas e problemas físicos é de 1/7 dos que continuaram sedentários ou abandonaram a atividade física.
Sobre o risco de mortalidade, outros estudos já apontavam o mesmo caminho, indicando que vale a pena começar a fazer exercício mesmo em idade considerada "avançada". Um estudo que acompanhou 2.000 homens de meia idade mostrou que aqueles que iniciaram a prática de atividade física depois dos 50 anos tinham menor risco de morte nos 35 anos seguintes do que os sedentários.
A pesquisa britânica agora demonstra que os que se exercitam não apenas vivem mais, mas vivem melhor. Portanto, bora correr!
(http://rodolfolucena.blogfolha.uol.com.br/ )
A lacuna que aparece no terceiro parágrafo, de acordo com a construção do período, seria corretamente preenchida por:
 

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1395111 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-14
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João, zelador de um condomínio com 392 apartamentos, divididos em 13 blocos, certo dia entregou 1.569 correspondências entre esses apartamentos. Diante disso, são feitas as seguintes afirmações.
I. Cada bloco tem cerca de 30 apartamentos.
II. Ao menos um apartamento recebeu 5 cartas ou mais.
III. Cada bloco recebeu mais de 100 cartas.
IV. Alguns apartamentos não receberam cartas.
A quantidade de afirmações necessariamente verdadeiras é:
 

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1394985 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-14
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Uma pessoa lançou uma moeda comum sucessivamente de 3 a 5 vezes (não se sabe ao certo). A probabilidade de essa pessoa ter obtido cara uma quantidade ímpar de vezes é de:
 

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1394949 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-14
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Fazer exercício ajuda a envelhecer melhor e viver mais
Alguns de nós, corredores, acabamos parecendo evangelistas, apóstolos de determinadas ideias. Saímos por aí tentando convencer os outros de que a razão é nossa: correr descalço é a solução, fazer a dieta paleolítica é o ó do borogodó, virar vegano é o caminho para a salvação e outras afirmações absolutas a que faltam corroboração científica e o saudável benefício da dúvida.
Cá comigo, eu prefiro não advogar para nada. Por experiência própria, sei o quanto fazer exercício ajuda a melhorar a qualidade de vida. Sei também o quanto pode piorar a qualidade de vida (meu rosário de lesões fala por si só ).
Quando nós falamos de exercício de necessariamente estamos nos referindo à mesma coisa __ médicos e cientistas falam quando mencionam os benefícios da atividade física ou da vida ativa. Para mim, exercício é correr percursos encabritados durante umas duas horas, quatro a seis vezes por semana. É como me sinto bem, o corpo sua e a mente voa.
Não é um critério médico, como se pode perceber por um dos mais recentes e amplos estudos sobre o impacto da atividade física na saúde e na longevidade das pessoas. Trata-se de um trabalho publicado no "British Journal of Sports Medicine", revista especializada em medicina esportiva, em que os artigos só são aceitos depois de revisados por uma junta de revisores qualificados.
A pesquisa usou informações de uma gigantesca base de dados médicos da Grã-Bretanha, o English Longitudinal Study of Ageing, que estuda o envelhecimento de dezenas de milhares de pessoas ao longo de décadas. Para avaliar o efeito da atividade física no envelhecimento, os pesquisadores selecionaram 3.454 homens e mulheres de 55 a 73 anos, que se declararam saudáveis no ano-base da pesquisa.
Eles foram separados em dois grupos, o de sedentários e o dos que tinham atividade física. Estes não eram necessariamente ultramaratonistas nem jogadores de futebol de fim de semana, tenistas amadores ou caminhantes dedicados.
Nada disso. Para se enquadrar na lista de não sedentário, bastava uma hora por semana de exercício moderado ou vigoroso. O exercício não precisava ser algo formal (corrida, aulas de ginástica, caminhada, natação); atividades como jardinagem, lavação de carro ou dança de salão já são suficientes para o sujeito ser considerado fisicamente ativo.
Feito isso, os pesquisadores voltaram a analisar as informações do mesmo grupo oito anos depois - ou seja, quando tinham de 63 a 81 anos. Quantos morreram, quantos ficaram vivos e, dos vivos, quantos passaram a fazer , . atividade física ou deixaram de praticar exercício (considerada aquela generosa definição de exercício).
Também fizeram o recenseamento do estado de saúde do grupo ao longo dos anos, baseados em diagnósticos de diabetes, doenças cardíacas, demências e outras condições graves. Para completar, os cientistas entraram em contato com os indivíduos e fizeram testes específicos de memória e capacidade de raciocínio; alguns poucos usaram por uma semana um monitor de atividades físicas, para confirmar se o registrado batia com o informado nas entrevistas.
Resumo da ópera: os que faziam atividade viveram mais (ou, colocado de outra forma, houve mais mortes entre os sedentários) e apresentaram melhores condições de saúde em geral.
Usando a linguagem do estudo: os que tinham algum tipo de atividade física conseguiram um envelhecimento mais saudável, com menor incidência de doenças crônicas, perda de memória e incapacitação física de algum tipo.
O mais legal é que os que não eram fisicamente ativos no início do estudo, mas passaram a ter alguma atividade física no período, também se beneficiaram muito. Seu risco de doenças crônicas e problemas físicos é de 1/7 dos que continuaram sedentários ou abandonaram a atividade física.
Sobre o risco de mortalidade, outros estudos já apontavam o mesmo caminho, indicando que vale a pena começar a fazer exercício mesmo em idade considerada "avançada". Um estudo que acompanhou 2.000 homens de meia idade mostrou que aqueles que iniciaram a prática de atividade física depois dos 50 anos tinham menor risco de morte nos 35 anos seguintes do que os sedentários.
A pesquisa britânica agora demonstra que os que se exercitam não apenas vivem mais, mas vivem melhor. Portanto, bora correr!
(http://rodolfolucena.blogfolha.uol.com.br/
Sobre o texto, de uma maneira geral, analise as afirmações.
I. A linguagem é, eminentemente, não verbal.
II. A linguagem é absolutamente impessoal, formal e rebuscada, com alguns arcaísmos.
III. Não há uso de primeira pessoa em nenhuma das passagens do texto.
Está correto o que se afirma em:
 

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1394642 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: QUADRIX
Orgão: CREF-14
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Considere a seguinte tabela verdade, na qual p e q são duas proposições lógicas:
enunciado 1394642-1
Considerando as duas primeiras colunas, podemos afirmar que os valores lógicos da última coluna, em ordem (de cima para baixo) são:
 

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