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A respeito dos resultados da execução orçamentária, assinale a alternativa correta.
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| Casa das Cuecas Ltda. | Valores | Análise Vertical |
| Receita Operacional | 800 | |
| (-) Custo das Mercadorias Vendidas | (650) | |
| (=) Valor Bruto Gerado nas Operações | 150 | |
| (-) Depreciação | (10) | |
| (=) Valor Líquido | 140 | |
| (+) Receitas Financeiras | 10 | |
| (=) Valor Agregado | 150 | 100% |
| Distribuição do Valor Agregado | ||
| Empregados | (90) | 60% |
| Juros | (30) | 20% |
| Dividendos | (14) | 9,33% |
| Impostos | (6) | 4% |
| Valor Reinvestido | (10) | 6,67% |
José Carlos Marion. Análise das Demonstrações Contábeis. 4.a ed. Atlas: 2009.
Recebem o nome de demonstrações financeiras os diversos modelos de relatórios contábeis produzidos com o objetivo de atender às condições necessárias para a tomada de decisões a respeito de gastos e investimentos. Sendo assim, é correto afirmar que o modelo, com valores hipotéticos, apresentado acima corresponde a uma demonstração
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Anualmente, na festa de confraternização de uma empresa, alguns de seus colaboradores são sorteados para participar de uma gincana. Ao colaborador sorteado apresentam-se três fichas retangulares e do mesmo tamanho, todas voltadas para baixo. Em cada uma delas, estão representadas as letras C, R ou M. A cada rodada da gincana, as fichas são embaralhadas e, em seguida, alinhadas, aleatoriamente. O colaborador selecionado para participar da brincadeira deve ordenar as fichas a seu gosto, mantendo as letras voltadas para baixo e tentando obter a sigla CRM. Ao desvirá-las, para cada letra que esteja na posição correta, ganhará um prêmio de R$ 500,00.
Com base nesse caso hipotético, é correto afirmar que a probabilidade de que um colaborador participante da gincana ganhe exatamente R$ 1.000,00 é igual a
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| vírus | cavalo de Troia | ransomware |
| worm | spyware |
Assinale a alternativa que apresenta o número de malwares com capacidade de autoduplicação que constam na tabela acima.
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Assinale a alternativa que apresenta o programa do Windows 10 que é equivalente à função Instantâneo, do menu Inserir do programa MS Power Point 365.
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Atendimento pediátrico por telemedicina é possível?
Segundo Ana Escobar, o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática.
Pela necessidade de distanciamento social, por conta da pandemia, a telemedicina tem sido uma solução para garantir atendimento aos pacientes. Na pediatria, apesar de o primeiro contato necessitar ser presencial para avaliar a saúde das crianças, os médicos podem responder posteriores dúvidas e orientar a família por atendimento virtual ou telefônico. Segundo especialista, o tema ainda é discutido nos Conselhos de Medicina, principalmente com o foco de regulamentação, mas a telemedicina, amplamente difundida na pandemia, pode se tornar uma prática recorrente.
Em entrevista ao Jornal da USP no Ar, Ana Escobar, da faculdade de medicina da USP e coordenadora da disciplina de pediatria preventiva e social, informa que, apesar de o atendimento presencial ser fundamental, devido à proximidade com a família dos pacientes, os médicos pediatras são procurados para esclarecer dúvidas e fornecer orientações, portanto, o teleatendimento já faz parte do dia a dia dos profissionais: “Isso já é muito constante na prática pediátrica e, com a pandemia, houve um aumento da procura. Neste século 21, nós temos telefones com vídeo, o que facilita muito o contato e muitas dúvidas podem ser esclarecidas nessa nova configuração”.
A telemedicina pode impactar inclusive a saúde pública. Esse tipo de atendimento evita a necessidade de deslocamento e, no futuro, após a regulamentação, pode representar maior agilidade nas consultas médicas de prontos-socorros e Unidades Básicas de Saúde, como afirma Ana: “Evita deslocamento, evita aglomeração em pronto-socorro e evita consultas que seriam desnecessárias”.
A professora explica que o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática: “Os Conselhos de Medicina têm um desafio para orientar todos os médicos e pacientes de como isso vai se configurar daqui para a frente dentro das normas”. Para Ana, a telemedicina veio para ficar: “É um caminho que não tem mais volta, porque ajuda muito o paciente. Às vezes, é só uma dúvida ou uma situação que precisa ser esclarecida com uma conversa. Eu acho que a telemedicina veio para ficar, o que precisa agora é definir as regras”.
Internet: <https://jornal.usp.br> (com adaptações)
Na fala de Ana Escobar, “Os Conselhos de Medicina têm um desafio para orientar todos os médicos e pacientes de como isso vai se configurar daqui para a frente dentro das normas”, o acento empregado na forma verbal “têm” está
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Atendimento pediátrico por telemedicina é possível?
Segundo Ana Escobar, o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática.
Pela necessidade de distanciamento social, por conta da pandemia, a telemedicina tem sido uma solução para garantir atendimento aos pacientes. Na pediatria, apesar de o primeiro contato necessitar ser presencial para avaliar a saúde das crianças, os médicos podem responder posteriores dúvidas e orientar a família por atendimento virtual ou telefônico. Segundo especialista, o tema ainda é discutido nos Conselhos de Medicina, principalmente com o foco de regulamentação, mas a telemedicina, amplamente difundida na pandemia, pode se tornar uma prática recorrente.
Em entrevista ao Jornal da USP no Ar, Ana Escobar, da faculdade de medicina da USP e coordenadora da disciplina de pediatria preventiva e social, informa que, apesar de o atendimento presencial ser fundamental, devido à proximidade com a família dos pacientes, os médicos pediatras são procurados para esclarecer dúvidas e fornecer orientações, portanto, o teleatendimento já faz parte do dia a dia dos profissionais: “Isso já é muito constante na prática pediátrica e, com a pandemia, houve um aumento da procura. Neste século 21, nós temos telefones com vídeo, o que facilita muito o contato e muitas dúvidas podem ser esclarecidas nessa nova configuração”.
A telemedicina pode impactar inclusive a saúde pública. Esse tipo de atendimento evita a necessidade de deslocamento e, no futuro, após a regulamentação, pode representar maior agilidade nas consultas médicas de prontos-socorros e Unidades Básicas de Saúde, como afirma Ana: “Evita deslocamento, evita aglomeração em pronto-socorro e evita consultas que seriam desnecessárias”.
A professora explica que o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática: “Os Conselhos de Medicina têm um desafio para orientar todos os médicos e pacientes de como isso vai se configurar daqui para a frente dentro das normas”. Para Ana, a telemedicina veio para ficar: “É um caminho que não tem mais volta, porque ajuda muito o paciente. Às vezes, é só uma dúvida ou uma situação que precisa ser esclarecida com uma conversa. Eu acho que a telemedicina veio para ficar, o que precisa agora é definir as regras”.
Internet: <https://jornal.usp.br> (com adaptações).
O pronome demonstrativo “Esse” participa de um processo coesivo de
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Atendimento pediátrico por telemedicina é possível?
Segundo Ana Escobar, o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática.
Pela necessidade de distanciamento social, por conta da pandemia, a telemedicina tem sido uma solução para garantir atendimento aos pacientes. Na pediatria, apesar de o primeiro contato necessitar ser presencial para avaliar a saúde das crianças, os médicos podem responder posteriores dúvidas e orientar a família por atendimento virtual ou telefônico. Segundo especialista, o tema ainda é discutido nos Conselhos de Medicina, principalmente com o foco de regulamentação, mas a telemedicina, amplamente difundida na pandemia, pode se tornar uma prática recorrente.
Em entrevista ao Jornal da USP no Ar, Ana Escobar, da faculdade de medicina da USP e coordenadora da disciplina de pediatria preventiva e social, informa que, apesar de o atendimento presencial ser fundamental, devido à proximidade com a família dos pacientes, os médicos pediatras são procurados para esclarecer dúvidas e fornecer orientações, portanto, o teleatendimento já faz parte do dia a dia dos profissionais: “Isso já é muito constante na prática pediátrica e, com a pandemia, houve um aumento da procura. Neste século 21, nós temos telefones com vídeo, o que facilita muito o contato e muitas dúvidas podem ser esclarecidas nessa nova configuração”.
A telemedicina pode impactar inclusive a saúde pública. Esse tipo de atendimento evita a necessidade de deslocamento e, no futuro, após a regulamentação, pode representar maior agilidade nas consultas médicas de prontos-socorros e Unidades Básicas de Saúde, como afirma Ana: “Evita deslocamento, evita aglomeração em pronto-socorro e evita consultas que seriam desnecessárias”.
A professora explica que o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática: “Os Conselhos de Medicina têm um desafio para orientar todos os médicos e pacientes de como isso vai se configurar daqui para a frente dentro das normas”. Para Ana, a telemedicina veio para ficar: “É um caminho que não tem mais volta, porque ajuda muito o paciente. Às vezes, é só uma dúvida ou uma situação que precisa ser esclarecida com uma conversa. Eu acho que a telemedicina veio para ficar, o que precisa agora é definir as regras”.
Internet: <https://jornal.usp.br> (com adaptações).
Em “informa que, apesar de o atendimento presencial ser fundamental, devido à proximidade com a família dos pacientes, os médicos pediatras são procurados para esclarecer dúvidas e fornecer orientações”, o sujeito da forma verbal “ser” é
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Atendimento pediátrico por telemedicina é possível?
Segundo Ana Escobar, o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática.
Pela necessidade de distanciamento social, por conta da pandemia, a telemedicina tem sido uma solução para garantir atendimento aos pacientes. Na pediatria, apesar de o primeiro contato necessitar ser presencial para avaliar a saúde das crianças, os médicos podem responder posteriores dúvidas e orientar a família por atendimento virtual ou telefônico. Segundo especialista, o tema ainda é discutido nos Conselhos de Medicina, principalmente com o foco de regulamentação, mas a telemedicina, amplamente difundida na pandemia, pode se tornar uma prática recorrente.
Em entrevista ao Jornal da USP no Ar, Ana Escobar, da faculdade de medicina da USP e coordenadora da disciplina de pediatria preventiva e social, informa que, apesar de o atendimento presencial ser fundamental, devido à proximidade com a família dos pacientes, os médicos pediatras são procurados para esclarecer dúvidas e fornecer orientações, portanto, o teleatendimento já faz parte do dia a dia dos profissionais: “Isso já é muito constante na prática pediátrica e, com a pandemia, houve um aumento da procura. Neste século 21, nós temos telefones com vídeo, o que facilita muito o contato e muitas dúvidas podem ser esclarecidas nessa nova configuração”.
A telemedicina pode impactar inclusive a saúde pública. Esse tipo de atendimento evita a necessidade de deslocamento e, no futuro, após a regulamentação, pode representar maior agilidade nas consultas médicas de prontos-socorros e Unidades Básicas de Saúde, como afirma Ana: “Evita deslocamento, evita aglomeração em pronto-socorro e evita consultas que seriam desnecessárias”.
A professora explica que o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática: “Os Conselhos de Medicina têm um desafio para orientar todos os médicos e pacientes de como isso vai se configurar daqui para a frente dentro das normas”. Para Ana, a telemedicina veio para ficar: “É um caminho que não tem mais volta, porque ajuda muito o paciente. Às vezes, é só uma dúvida ou uma situação que precisa ser esclarecida com uma conversa. Eu acho que a telemedicina veio para ficar, o que precisa agora é definir as regras”.
Internet: <https://jornal.usp.br> (com adaptações).
A locução verbal “tem sido” é um exemplo do
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No programa MS Excel 365, ao se inserir a data 01/01/1901 na célula A1 e formatá-la como Geral, será exibido o valor
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