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Assinale a alternativa que não apresenta pena(s) disciplinar(es) aos infratores da ética profissional prevista(s) no artigo 17 do Decreto Federal n.o 44.045/1958.
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Com base na Lei Federal n.o 3.268/1957, que dispõe sobre os Conselhos de Medicina e dá outras providências, assinale a alternativa correta.
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Conforme o Código de Ética Médica, assinale a alternativa correta acerca das vedações ao médico na relação com pacientes e familiares.
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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), assinale a alternativa incorreta com relação a pandemias.
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Conforme o Decreto n.o 20.931/1932, que regula e fiscaliza o exercício da medicina e estabelece penas, assinale a alternativa que não apresenta uma vedação ao médico.
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Anualmente, na festa de confraternização de uma empresa, alguns de seus colaboradores são sorteados para participar de uma gincana. Ao colaborador sorteado apresentam-se três fichas retangulares e do mesmo tamanho, todas voltadas para baixo. Em cada uma delas, estão representadas as letras C, R ou M. A cada rodada da gincana, as fichas são embaralhadas e, em seguida, alinhadas, aleatoriamente. O colaborador selecionado para participar da brincadeira deve ordenar as fichas a seu gosto, mantendo as letras voltadas para baixo e tentando obter a sigla CRM. Ao desvirá-las, para cada letra que esteja na posição correta, ganhará um prêmio de R$ 500,00.
Com base nesse caso hipotético, é correto afirmar que a probabilidade de que um colaborador participante da gincana ganhe exatamente R$ 1.000,00 é igual a
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| vírus | cavalo de Troia | ransomware |
| worm | spyware |
Assinale a alternativa que apresenta o número de malwares com capacidade de autoduplicação que constam na tabela acima.
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Assinale a alternativa que apresenta o programa do Windows 10 que é equivalente à função Instantâneo, do menu Inserir do programa MS Power Point 365.
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Atendimento pediátrico por telemedicina é possível?
Segundo Ana Escobar, o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática.
Pela necessidade de distanciamento social, por conta da pandemia, a telemedicina tem sido uma solução para garantir atendimento aos pacientes. Na pediatria, apesar de o primeiro contato necessitar ser presencial para avaliar a saúde das crianças, os médicos podem responder posteriores dúvidas e orientar a família por atendimento virtual ou telefônico. Segundo especialista, o tema ainda é discutido nos Conselhos de Medicina, principalmente com o foco de regulamentação, mas a telemedicina, amplamente difundida na pandemia, pode se tornar uma prática recorrente.
Em entrevista ao Jornal da USP no Ar, Ana Escobar, da faculdade de medicina da USP e coordenadora da disciplina de pediatria preventiva e social, informa que, apesar de o atendimento presencial ser fundamental, devido à proximidade com a família dos pacientes, os médicos pediatras são procurados para esclarecer dúvidas e fornecer orientações, portanto, o teleatendimento já faz parte do dia a dia dos profissionais: “Isso já é muito constante na prática pediátrica e, com a pandemia, houve um aumento da procura. Neste século 21, nós temos telefones com vídeo, o que facilita muito o contato e muitas dúvidas podem ser esclarecidas nessa nova configuração”.
A telemedicina pode impactar inclusive a saúde pública. Esse tipo de atendimento evita a necessidade de deslocamento e, no futuro, após a regulamentação, pode representar maior agilidade nas consultas médicas de prontos-socorros e Unidades Básicas de Saúde, como afirma Ana: “Evita deslocamento, evita aglomeração em pronto-socorro e evita consultas que seriam desnecessárias”.
A professora explica que o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática: “Os Conselhos de Medicina têm um desafio para orientar todos os médicos e pacientes de como isso vai se configurar daqui para a frente dentro das normas”. Para Ana, a telemedicina veio para ficar: “É um caminho que não tem mais volta, porque ajuda muito o paciente. Às vezes, é só uma dúvida ou uma situação que precisa ser esclarecida com uma conversa. Eu acho que a telemedicina veio para ficar, o que precisa agora é definir as regras”.
Internet: <https://jornal.usp.br> (com adaptações)
Na fala de Ana Escobar, “Os Conselhos de Medicina têm um desafio para orientar todos os médicos e pacientes de como isso vai se configurar daqui para a frente dentro das normas”, o acento empregado na forma verbal “têm” está
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Atendimento pediátrico por telemedicina é possível?
Segundo Ana Escobar, o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática.
Pela necessidade de distanciamento social, por conta da pandemia, a telemedicina tem sido uma solução para garantir atendimento aos pacientes. Na pediatria, apesar de o primeiro contato necessitar ser presencial para avaliar a saúde das crianças, os médicos podem responder posteriores dúvidas e orientar a família por atendimento virtual ou telefônico. Segundo especialista, o tema ainda é discutido nos Conselhos de Medicina, principalmente com o foco de regulamentação, mas a telemedicina, amplamente difundida na pandemia, pode se tornar uma prática recorrente.
Em entrevista ao Jornal da USP no Ar, Ana Escobar, da faculdade de medicina da USP e coordenadora da disciplina de pediatria preventiva e social, informa que, apesar de o atendimento presencial ser fundamental, devido à proximidade com a família dos pacientes, os médicos pediatras são procurados para esclarecer dúvidas e fornecer orientações, portanto, o teleatendimento já faz parte do dia a dia dos profissionais: “Isso já é muito constante na prática pediátrica e, com a pandemia, houve um aumento da procura. Neste século 21, nós temos telefones com vídeo, o que facilita muito o contato e muitas dúvidas podem ser esclarecidas nessa nova configuração”.
A telemedicina pode impactar inclusive a saúde pública. Esse tipo de atendimento evita a necessidade de deslocamento e, no futuro, após a regulamentação, pode representar maior agilidade nas consultas médicas de prontos-socorros e Unidades Básicas de Saúde, como afirma Ana: “Evita deslocamento, evita aglomeração em pronto-socorro e evita consultas que seriam desnecessárias”.
A professora explica que o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática: “Os Conselhos de Medicina têm um desafio para orientar todos os médicos e pacientes de como isso vai se configurar daqui para a frente dentro das normas”. Para Ana, a telemedicina veio para ficar: “É um caminho que não tem mais volta, porque ajuda muito o paciente. Às vezes, é só uma dúvida ou uma situação que precisa ser esclarecida com uma conversa. Eu acho que a telemedicina veio para ficar, o que precisa agora é definir as regras”.
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O pronome demonstrativo “Esse” participa de um processo coesivo de
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