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Foram encontradas 40 questões.

2307973 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Anualmente, na festa de confraternização de uma empresa, alguns de seus colaboradores são sorteados para participar de uma gincana. Ao colaborador sorteado apresentam-se três fichas retangulares e do mesmo tamanho, todas voltadas para baixo. Em cada uma delas, estão representadas as letras C, R ou M. A cada rodada da gincana, as fichas são embaralhadas e, em seguida, alinhadas, aleatoriamente. O colaborador selecionado para participar da brincadeira deve ordenar as fichas a seu gosto, mantendo as letras voltadas para baixo e tentando obter a sigla CRM. Ao desvirá-las, para cada letra que esteja na posição correta, ganhará um prêmio de R$ 500,00.

Com base nesse caso hipotético, é correto afirmar que a probabilidade de que um colaborador participante da gincana ganhe exatamente R$ 1.000,00 é igual a

 

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2307971 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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vírus cavalo de Troia ransomware
worm spyware

Assinale a alternativa que apresenta o número de malwares com capacidade de autoduplicação que constam na tabela acima.

 

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2307969 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Assinale a alternativa que apresenta o programa do Windows 10 que é equivalente à função Instantâneo, do menu Inserir do programa MS Power Point 365.

 

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2307968 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Atendimento pediátrico por telemedicina é possível?

Segundo Ana Escobar, o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática.

Pela necessidade de distanciamento social, por conta da pandemia, a telemedicina tem sido uma solução para garantir atendimento aos pacientes. Na pediatria, apesar de o primeiro contato necessitar ser presencial para avaliar a saúde das crianças, os médicos podem responder posteriores dúvidas e orientar a família por atendimento virtual ou telefônico. Segundo especialista, o tema ainda é discutido nos Conselhos de Medicina, principalmente com o foco de regulamentação, mas a telemedicina, amplamente difundida na pandemia, pode se tornar uma prática recorrente.

Em entrevista ao Jornal da USP no Ar, Ana Escobar, da faculdade de medicina da USP e coordenadora da disciplina de pediatria preventiva e social, informa que, apesar de o atendimento presencial ser fundamental, devido à proximidade com a família dos pacientes, os médicos pediatras são procurados para esclarecer dúvidas e fornecer orientações, portanto, o teleatendimento já faz parte do dia a dia dos profissionais: “Isso já é muito constante na prática pediátrica e, com a pandemia, houve um aumento da procura. Neste século 21, nós temos telefones com vídeo, o que facilita muito o contato e muitas dúvidas podem ser esclarecidas nessa nova configuração”.

A telemedicina pode impactar inclusive a saúde pública. Esse tipo de atendimento evita a necessidade de deslocamento e, no futuro, após a regulamentação, pode representar maior agilidade nas consultas médicas de prontos-socorros e Unidades Básicas de Saúde, como afirma Ana: “Evita deslocamento, evita aglomeração em pronto-socorro e evita consultas que seriam desnecessárias”.

A professora explica que o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática: “Os Conselhos de Medicina têm um desafio para orientar todos os médicos e pacientes de como isso vai se configurar daqui para a frente dentro das normas”. Para Ana, a telemedicina veio para ficar: “É um caminho que não tem mais volta, porque ajuda muito o paciente. Às vezes, é só uma dúvida ou uma situação que precisa ser esclarecida com uma conversa. Eu acho que a telemedicina veio para ficar, o que precisa agora é definir as regras”.

Internet: <https://jornal.usp.br> (com adaptações)

Na fala de Ana Escobar, “Os Conselhos de Medicina têm um desafio para orientar todos os médicos e pacientes de como isso vai se configurar daqui para a frente dentro das normas”, o acento empregado na forma verbal “têm” está

 

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2307967 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Atendimento pediátrico por telemedicina é possível?

Segundo Ana Escobar, o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática.

Pela necessidade de distanciamento social, por conta da pandemia, a telemedicina tem sido uma solução para garantir atendimento aos pacientes. Na pediatria, apesar de o primeiro contato necessitar ser presencial para avaliar a saúde das crianças, os médicos podem responder posteriores dúvidas e orientar a família por atendimento virtual ou telefônico. Segundo especialista, o tema ainda é discutido nos Conselhos de Medicina, principalmente com o foco de regulamentação, mas a telemedicina, amplamente difundida na pandemia, pode se tornar uma prática recorrente.

Em entrevista ao Jornal da USP no Ar, Ana Escobar, da faculdade de medicina da USP e coordenadora da disciplina de pediatria preventiva e social, informa que, apesar de o atendimento presencial ser fundamental, devido à proximidade com a família dos pacientes, os médicos pediatras são procurados para esclarecer dúvidas e fornecer orientações, portanto, o teleatendimento já faz parte do dia a dia dos profissionais: “Isso já é muito constante na prática pediátrica e, com a pandemia, houve um aumento da procura. Neste século 21, nós temos telefones com vídeo, o que facilita muito o contato e muitas dúvidas podem ser esclarecidas nessa nova configuração”.

A telemedicina pode impactar inclusive a saúde pública. Esse tipo de atendimento evita a necessidade de deslocamento e, no futuro, após a regulamentação, pode representar maior agilidade nas consultas médicas de prontos-socorros e Unidades Básicas de Saúde, como afirma Ana: “Evita deslocamento, evita aglomeração em pronto-socorro e evita consultas que seriam desnecessárias”.

A professora explica que o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática: “Os Conselhos de Medicina têm um desafio para orientar todos os médicos e pacientes de como isso vai se configurar daqui para a frente dentro das normas”. Para Ana, a telemedicina veio para ficar: “É um caminho que não tem mais volta, porque ajuda muito o paciente. Às vezes, é só uma dúvida ou uma situação que precisa ser esclarecida com uma conversa. Eu acho que a telemedicina veio para ficar, o que precisa agora é definir as regras”.

Internet: <https://jornal.usp.br> (com adaptações).

O pronome demonstrativo “Esse” participa de um processo coesivo de

 

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2307966 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Atendimento pediátrico por telemedicina é possível?

Segundo Ana Escobar, o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática.

Pela necessidade de distanciamento social, por conta da pandemia, a telemedicina tem sido uma solução para garantir atendimento aos pacientes. Na pediatria, apesar de o primeiro contato necessitar ser presencial para avaliar a saúde das crianças, os médicos podem responder posteriores dúvidas e orientar a família por atendimento virtual ou telefônico. Segundo especialista, o tema ainda é discutido nos Conselhos de Medicina, principalmente com o foco de regulamentação, mas a telemedicina, amplamente difundida na pandemia, pode se tornar uma prática recorrente.

Em entrevista ao Jornal da USP no Ar, Ana Escobar, da faculdade de medicina da USP e coordenadora da disciplina de pediatria preventiva e social, informa que, apesar de o atendimento presencial ser fundamental, devido à proximidade com a família dos pacientes, os médicos pediatras são procurados para esclarecer dúvidas e fornecer orientações, portanto, o teleatendimento já faz parte do dia a dia dos profissionais: “Isso já é muito constante na prática pediátrica e, com a pandemia, houve um aumento da procura. Neste século 21, nós temos telefones com vídeo, o que facilita muito o contato e muitas dúvidas podem ser esclarecidas nessa nova configuração”.

A telemedicina pode impactar inclusive a saúde pública. Esse tipo de atendimento evita a necessidade de deslocamento e, no futuro, após a regulamentação, pode representar maior agilidade nas consultas médicas de prontos-socorros e Unidades Básicas de Saúde, como afirma Ana: “Evita deslocamento, evita aglomeração em pronto-socorro e evita consultas que seriam desnecessárias”.

A professora explica que o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática: “Os Conselhos de Medicina têm um desafio para orientar todos os médicos e pacientes de como isso vai se configurar daqui para a frente dentro das normas”. Para Ana, a telemedicina veio para ficar: “É um caminho que não tem mais volta, porque ajuda muito o paciente. Às vezes, é só uma dúvida ou uma situação que precisa ser esclarecida com uma conversa. Eu acho que a telemedicina veio para ficar, o que precisa agora é definir as regras”.

Internet: <https://jornal.usp.br> (com adaptações).

Em “informa que, apesar de o atendimento presencial ser fundamental, devido à proximidade com a família dos pacientes, os médicos pediatras são procurados para esclarecer dúvidas e fornecer orientações”, o sujeito da forma verbal “ser” é

 

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2307965 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Atendimento pediátrico por telemedicina é possível?

Segundo Ana Escobar, o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática.

Pela necessidade de distanciamento social, por conta da pandemia, a telemedicina tem sido uma solução para garantir atendimento aos pacientes. Na pediatria, apesar de o primeiro contato necessitar ser presencial para avaliar a saúde das crianças, os médicos podem responder posteriores dúvidas e orientar a família por atendimento virtual ou telefônico. Segundo especialista, o tema ainda é discutido nos Conselhos de Medicina, principalmente com o foco de regulamentação, mas a telemedicina, amplamente difundida na pandemia, pode se tornar uma prática recorrente.

Em entrevista ao Jornal da USP no Ar, Ana Escobar, da faculdade de medicina da USP e coordenadora da disciplina de pediatria preventiva e social, informa que, apesar de o atendimento presencial ser fundamental, devido à proximidade com a família dos pacientes, os médicos pediatras são procurados para esclarecer dúvidas e fornecer orientações, portanto, o teleatendimento já faz parte do dia a dia dos profissionais: “Isso já é muito constante na prática pediátrica e, com a pandemia, houve um aumento da procura. Neste século 21, nós temos telefones com vídeo, o que facilita muito o contato e muitas dúvidas podem ser esclarecidas nessa nova configuração”.

A telemedicina pode impactar inclusive a saúde pública. Esse tipo de atendimento evita a necessidade de deslocamento e, no futuro, após a regulamentação, pode representar maior agilidade nas consultas médicas de prontos-socorros e Unidades Básicas de Saúde, como afirma Ana: “Evita deslocamento, evita aglomeração em pronto-socorro e evita consultas que seriam desnecessárias”.

A professora explica que o atendimento médico é essencialmente presencial, mas, devido à pandemia, o atendimento por telemedicina emergiu como uma possibilidade, com caráter de exceção. Agora, cabe aos Conselhos de Medicina discutir a regulamentação da prática: “Os Conselhos de Medicina têm um desafio para orientar todos os médicos e pacientes de como isso vai se configurar daqui para a frente dentro das normas”. Para Ana, a telemedicina veio para ficar: “É um caminho que não tem mais volta, porque ajuda muito o paciente. Às vezes, é só uma dúvida ou uma situação que precisa ser esclarecida com uma conversa. Eu acho que a telemedicina veio para ficar, o que precisa agora é definir as regras”.

Internet: <https://jornal.usp.br> (com adaptações).

A locução verbal “tem sido” é um exemplo do

 

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2307963 Ano: 2020
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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O relatório resumido da execução orçamentária ajuda a compreender a situação fiscal do município, com dados sobre a execução orçamentária da receita e da despesa. A publicação desse relatório é uma exigência da Constituição Federal e as normas para sua elaboração e publicação foram estabelecidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal. O relatório de gestão fiscal, por sua vez, é um dos instrumentos criados pela Lei de Responsabilidade Fiscal, visando à transparência da gestão fiscal. O relatório de gestão fiscal objetiva o controle, o monitoramento e a publicidade do cumprimento dos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal: despesas com pessoal; dívida consolidada líquida; concessão de garantias; e contratação de operações de crédito. Acerca do relatório resumido da execução orçamentária e do relatório de gestão fiscal, previstos na Lei Complementar n.o 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), é correto afirmar que

 

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2307962 Ano: 2020
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Segundo a Lei Complementar n.o 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), em seu art. 50, a escrituração das contas, além de obedecer às demais normas de contabilidade pública, deverá observar vários outros itens, previstos na própria Lei, para a manutenção das orientações da Norma. Considerando essa informação, assinale a alternativa correta.

 

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2307961 Ano: 2020
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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As demonstrações contábeis de cada exercício financeiro deverão ser acompanhadas por anexos, outros demonstrativos exigidos por lei e pelas notas explicativas. Ao término de cada exercício financeiro, as demonstrações contábeis deverão ser publicadas com a identificação da entidade pública, com a assinatura da autoridade responsável e com a assinatura do contabilista da entidade, devidamente registrado no Conselho Regional de Contabilidade, sendo colocadas à disposição da sociedade. A Lei Complementar n.o 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), em seu art. 52, exige um desses demonstrativos financeiros aplicáveis ao Setor Público como elemento obrigatório do relatório resumido da execução orçamentária. Esse demonstrativo é o(a)

 

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