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Texto para responder a questão.
O estado do Piauí abriga 7.378 indígenas
pertencentes a cinco etnias, distribuídas em sete municípios
— com destaque para Piripiri e Lagoa de São Francisco,
segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE). Os povos originários exercem um papel
crucial na história e na cultura do Piauí, em especial para a
agricultura familiar, ao produzirem alimentos em suas
próprias comunidades. Em abril deste ano, o estado tornou-se
o primeiro do Brasil a executar o PAA Indígena (Programa
de Aquisição de Alimentos), que compra a produção
agrícola dessas comunidades e a destina para entidades que
atendem famílias em situação de vulnerabilidade, com o
objetivo de reduzir os níveis de insegurança alimentar,
incentivando a produção, comercialização e aquisição de
alimentos de qualidade. Além de promover segurança
alimentar e nutricional, o PAA Indígena valoriza a
diversidade de produtos e fortalece a autonomia econômica
dos povos indígenas.
Disponível em: https://www.pi.gov.br. Acesso em: 4 jul. 2025, com adaptações.
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Texto para responder a questão.
O estado do Piauí abriga 7.378 indígenas
pertencentes a cinco etnias, distribuídas em sete municípios
— com destaque para Piripiri e Lagoa de São Francisco,
segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE). Os povos originários exercem um papel
crucial na história e na cultura do Piauí, em especial para a
agricultura familiar, ao produzirem alimentos em suas
próprias comunidades. Em abril deste ano, o estado tornou-se
o primeiro do Brasil a executar o PAA Indígena (Programa
de Aquisição de Alimentos), que compra a produção
agrícola dessas comunidades e a destina para entidades que
atendem famílias em situação de vulnerabilidade, com o
objetivo de reduzir os níveis de insegurança alimentar,
incentivando a produção, comercialização e aquisição de
alimentos de qualidade. Além de promover segurança
alimentar e nutricional, o PAA Indígena valoriza a
diversidade de produtos e fortalece a autonomia econômica
dos povos indígenas.
Disponível em: https://www.pi.gov.br. Acesso em: 4 jul. 2025, com adaptações.
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Texto para responder à questão.
A Inteligência Artificial (IA) representa uma
oportunidade única para impulsionar o desenvolvimento em
direção a um futuro mais equitativo, promovendo a
inovação, aumentando a produtividade, avançando práticas
sustentáveis e melhorando a vida das pessoas em todo o
planeta de maneira concreta.
Para atingir esse objetivo, a governança global da IA
deve mitigar riscos potenciais e atender às necessidades de
todos os países, especialmente os do Sul Global. Ela deve
operar conforme estruturas regulatórias nacionais e a Carta
das Nações Unidas, respeitar a soberania, bem como ser
representativa, orientada para o desenvolvimento, acessível,
inclusiva, dinâmica, responsiva, fundamentada na proteção
de dados pessoais, nos direitos e interesses da humanidade,
na segurança, na transparência, na sustentabilidade e
conducente à superação das crescentes brechas digitais e de
dados, dentro de e entre os países. É necessário um esforço
global coletivo para estabelecer uma governança de IA que
represente nossos valores compartilhados, mitigue riscos,
construa confiança e garanta colaboração e acesso
internacional amplo e inclusivo, incluindo capacitação para
países em desenvolvimento, com as Nações Unidas no
centro.
A proliferação de iniciativas de governança e as
visões divergentes na coordenação multilateral em nível
internacional podem agravar as assimetrias existentes e a
lacuna de legitimidade da governança global em questões
digitais, erodindo ainda mais o multilateralismo.
De forma a apoiar debate construtivo em direção a
uma abordagem mais equilibrada, nós, os líderes do BRICS,
concordamos com um conjunto de diretrizes para promover
o desenvolvimento, a implantação e o uso responsável de
tecnologias de IA para o desenvolvimento sustentável e o
crescimento inclusivo. Essas diretrizes, que se referem
estritamente ao uso da IA no domínio não militar, devem ser
aplicadas por meio das estruturas nacionais ou
internacionais aplicáveis, bem como por meio do
desenvolvimento de padrões e protocolos interoperáveis, em
processos inclusivos, transparentes e baseados em consenso.
Declaração dos Líderes do Brics sobre Governança Global da Inteligência Artificial. Disponível em: https://brics.br/pt-br/documentos/documentos-da-presidencia-brasileira. Acesso em: 6 jul. 2025.
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Texto para responder à questão.
A Inteligência Artificial (IA) representa uma
oportunidade única para impulsionar o desenvolvimento em
direção a um futuro mais equitativo, promovendo a
inovação, aumentando a produtividade, avançando práticas
sustentáveis e melhorando a vida das pessoas em todo o
planeta de maneira concreta.
Para atingir esse objetivo, a governança global da IA
deve mitigar riscos potenciais e atender às necessidades de
todos os países, especialmente os do Sul Global. Ela deve
operar conforme estruturas regulatórias nacionais e a Carta
das Nações Unidas, respeitar a soberania, bem como ser
representativa, orientada para o desenvolvimento, acessível,
inclusiva, dinâmica, responsiva, fundamentada na proteção
de dados pessoais, nos direitos e interesses da humanidade,
na segurança, na transparência, na sustentabilidade e
conducente à superação das crescentes brechas digitais e de
dados, dentro de e entre os países. É necessário um esforço
global coletivo para estabelecer uma governança de IA que
represente nossos valores compartilhados, mitigue riscos,
construa confiança e garanta colaboração e acesso
internacional amplo e inclusivo, incluindo capacitação para
países em desenvolvimento, com as Nações Unidas no
centro.
A proliferação de iniciativas de governança e as
visões divergentes na coordenação multilateral em nível
internacional podem agravar as assimetrias existentes e a
lacuna de legitimidade da governança global em questões
digitais, erodindo ainda mais o multilateralismo.
De forma a apoiar debate construtivo em direção a
uma abordagem mais equilibrada, nós, os líderes do BRICS,
concordamos com um conjunto de diretrizes para promover
o desenvolvimento, a implantação e o uso responsável de
tecnologias de IA para o desenvolvimento sustentável e o
crescimento inclusivo. Essas diretrizes, que se referem
estritamente ao uso da IA no domínio não militar, devem ser
aplicadas por meio das estruturas nacionais ou
internacionais aplicáveis, bem como por meio do
desenvolvimento de padrões e protocolos interoperáveis, em
processos inclusivos, transparentes e baseados em consenso.
Declaração dos Líderes do Brics sobre Governança Global da Inteligência Artificial. Disponível em: https://brics.br/pt-br/documentos/documentos-da-presidencia-brasileira. Acesso em: 6 jul. 2025.
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Texto para responder à questão.
A Inteligência Artificial (IA) representa uma
oportunidade única para impulsionar o desenvolvimento em
direção a um futuro mais equitativo, promovendo a
inovação, aumentando a produtividade, avançando práticas
sustentáveis e melhorando a vida das pessoas em todo o
planeta de maneira concreta.
Para atingir esse objetivo, a governança global da IA
deve mitigar riscos potenciais e atender às necessidades de
todos os países, especialmente os do Sul Global. Ela deve
operar conforme estruturas regulatórias nacionais e a Carta
das Nações Unidas, respeitar a soberania, bem como ser
representativa, orientada para o desenvolvimento, acessível,
inclusiva, dinâmica, responsiva, fundamentada na proteção
de dados pessoais, nos direitos e interesses da humanidade,
na segurança, na transparência, na sustentabilidade e
conducente à superação das crescentes brechas digitais e de
dados, dentro de e entre os países. É necessário um esforço
global coletivo para estabelecer uma governança de IA que
represente nossos valores compartilhados, mitigue riscos,
construa confiança e garanta colaboração e acesso
internacional amplo e inclusivo, incluindo capacitação para
países em desenvolvimento, com as Nações Unidas no
centro.
A proliferação de iniciativas de governança e as
visões divergentes na coordenação multilateral em nível
internacional podem agravar as assimetrias existentes e a
lacuna de legitimidade da governança global em questões
digitais, erodindo ainda mais o multilateralismo.
De forma a apoiar debate construtivo em direção a
uma abordagem mais equilibrada, nós, os líderes do BRICS,
concordamos com um conjunto de diretrizes para promover
o desenvolvimento, a implantação e o uso responsável de
tecnologias de IA para o desenvolvimento sustentável e o
crescimento inclusivo. Essas diretrizes, que se referem
estritamente ao uso da IA no domínio não militar, devem ser
aplicadas por meio das estruturas nacionais ou
internacionais aplicáveis, bem como por meio do
desenvolvimento de padrões e protocolos interoperáveis, em
processos inclusivos, transparentes e baseados em consenso.
Declaração dos Líderes do Brics sobre Governança Global da Inteligência Artificial. Disponível em: https://brics.br/pt-br/documentos/documentos-da-presidencia-brasileira. Acesso em: 6 jul. 2025.
“Para atingir esse objetivo, a governança global da IA deve mitigar riscos potenciais e atender às necessidades de todos os países, especialmente os do Sul Global. Ela deve operar conforme estruturas regulatórias nacionais e a Carta das Nações Unidas, respeitar a soberania, bem como ser representativa,”
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do trecho apresentado, assinale a alternativa correta.
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Texto para responder à questão.
A Inteligência Artificial (IA) representa uma
oportunidade única para impulsionar o desenvolvimento em
direção a um futuro mais equitativo, promovendo a
inovação, aumentando a produtividade, avançando práticas
sustentáveis e melhorando a vida das pessoas em todo o
planeta de maneira concreta.
Para atingir esse objetivo, a governança global da IA
deve mitigar riscos potenciais e atender às necessidades de
todos os países, especialmente os do Sul Global. Ela deve
operar conforme estruturas regulatórias nacionais e a Carta
das Nações Unidas, respeitar a soberania, bem como ser
representativa, orientada para o desenvolvimento, acessível,
inclusiva, dinâmica, responsiva, fundamentada na proteção
de dados pessoais, nos direitos e interesses da humanidade,
na segurança, na transparência, na sustentabilidade e
conducente à superação das crescentes brechas digitais e de
dados, dentro de e entre os países. É necessário um esforço
global coletivo para estabelecer uma governança de IA que
represente nossos valores compartilhados, mitigue riscos,
construa confiança e garanta colaboração e acesso
internacional amplo e inclusivo, incluindo capacitação para
países em desenvolvimento, com as Nações Unidas no
centro.
A proliferação de iniciativas de governança e as
visões divergentes na coordenação multilateral em nível
internacional podem agravar as assimetrias existentes e a
lacuna de legitimidade da governança global em questões
digitais, erodindo ainda mais o multilateralismo.
De forma a apoiar debate construtivo em direção a
uma abordagem mais equilibrada, nós, os líderes do BRICS,
concordamos com um conjunto de diretrizes para promover
o desenvolvimento, a implantação e o uso responsável de
tecnologias de IA para o desenvolvimento sustentável e o
crescimento inclusivo. Essas diretrizes, que se referem
estritamente ao uso da IA no domínio não militar, devem ser
aplicadas por meio das estruturas nacionais ou
internacionais aplicáveis, bem como por meio do
desenvolvimento de padrões e protocolos interoperáveis, em
processos inclusivos, transparentes e baseados em consenso.
Declaração dos Líderes do Brics sobre Governança Global da Inteligência Artificial. Disponível em: https://brics.br/pt-br/documentos/documentos-da-presidencia-brasileira. Acesso em: 6 jul. 2025.
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Texto para responder a questão.
A associação entre a violência contra os animais e a
violência contra as pessoas tem sido uma das poderosas
linhas de discussão no campo da biopolítica, além de uma
questão premente na literatura contemporânea, a exemplo
dos livros de JM Coetzee, como A vida dos animais (1999),
no qual o escritor sul-africano aborda as questões do animal
e das relações entre humanos e outros viventes por uma
visão prismática, proporcionando um debate aberto e
matizado sobre esses tópicos nos campos da ótica, da
política e da literatura.
Em suas tramas, o autor explora os possíveis
vínculos entre a vitimização de animais e problemas sociais
humanos. Trata, dessa forma, a questão dos animais como
um desafio permanente ético para a humanidade, numa
abertura explícita ao debate contemporâneo em torno do
problema. Nesse sentido, ele se destaca como o pensador
que, no campo da literatura, mais contribuição tem dado a
esse debate em expansão em vários campos disciplinares,
propiciando novas maneiras de reconfigurar, fora dos
domínios do antropocentrismo e do especismo, o próprio
conceito de humano.
Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/287730204_A_vida_dos_outros_J_M_Coetzee_e_a_questao_dos_animais. Acesso em: 5 jul. 2025, com adaptações.
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Texto para responder a questão.
A associação entre a violência contra os animais e a
violência contra as pessoas tem sido uma das poderosas
linhas de discussão no campo da biopolítica, além de uma
questão premente na literatura contemporânea, a exemplo
dos livros de JM Coetzee, como A vida dos animais (1999),
no qual o escritor sul-africano aborda as questões do animal
e das relações entre humanos e outros viventes por uma
visão prismática, proporcionando um debate aberto e
matizado sobre esses tópicos nos campos da ótica, da
política e da literatura.
Em suas tramas, o autor explora os possíveis
vínculos entre a vitimização de animais e problemas sociais
humanos. Trata, dessa forma, a questão dos animais como
um desafio permanente ético para a humanidade, numa
abertura explícita ao debate contemporâneo em torno do
problema. Nesse sentido, ele se destaca como o pensador
que, no campo da literatura, mais contribuição tem dado a
esse debate em expansão em vários campos disciplinares,
propiciando novas maneiras de reconfigurar, fora dos
domínios do antropocentrismo e do especismo, o próprio
conceito de humano.
Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/287730204_A_vida_dos_outros_J_M_Coetzee_e_a_questao_dos_animais. Acesso em: 5 jul. 2025, com adaptações.
De acordo com o texto, o escritor JM Coetzee destaca-se como o pensador que mais contribui para o debate acerca da questão dos animais por
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