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2861788 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: DAE-Bauru
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Réquiem1 para o telefone

Se você, como eu, ainda é usuário de um exótico telefone fixo, sabe do que estou falando. É raro alguém atender às nossas ligações. Com razão: chamadas de telefones fixos tornaram-se sinônimo de telemarketing. Eu próprio, quando recebo uma, só a custo consigo manter certo humor.

Da mesma forma, sei que até os telefonemas de celular para celular passaram a ser ignorados. As pessoas hoje só se comunicam por WhatsApp. É o fim do telefone, depois de quase 150 anos de grandes serviços prestados. Em breve ninguém acreditará que, até cerca de 1990, ele era um dos bens mais valiosos do Brasil – famílias iam aos tribunais por uma linha ou um aparelho.

Um telefone correspondia a uma certa quantidade de ações da companhia telefônica. Era obrigatório declará-lo no imposto de renda. Comprá-lo levava séculos – uma linha demorava tanto para sair que se podia morrer de velhice esperando. Entrava-se em consórcios para adquiri-lo e as pessoas davam festas ao serem sorteadas. Os testamentos o incluíam entre os bens do inventariante2, junto com o carro ou o apartamento. E, nos divórcios, era tão disputado que, às vezes, o casal desistia da separação – valia a pena continuar aturando o cônjuge para não perder o telefone.

Com cruel frequência, Paulo Francis escrevia em sua coluna nos anos 80 que, em Nova York, onde ele morava, um telefone era a coisa mais fácil do mundo. Ligava-se do orelhão para a telefônica e, em uma hora, vinha um sujeito de macacão com um aparelho, plugava-o na tomada e passar bem. Morríamos de inveja e nos perguntávamos como podíamos ser tão atrasados.

E, justamente agora que podemos ter isso, não queremos mais saber do telefone.

(Ruy Castro. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 27.03.2022. Adaptado)

1 Réquiem: prece que a Igreja faz para os mortos.

2 Inventariante: responsável pela identificação, administração e partilha dos bens da herança.

Considere a seguinte passagem redigida a partir das informações do texto:

Antigamente, uma linha telefônica era algo que jamais e uma hora para outra. Por ser uma novidade, não comprá-la se não por um valor bastante elevado. Havia ainda o inconveniente de que a instalação dela poderia levar muito mais tempo do que os compradores gostariam de esperar. assim tais consumidores privados de usufruir do bem que um valor bastante razoável.

De acordo com a norma-padrão de colocação dos pronomes, as lacunas do texto devem ser preenchidas com:

 

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2861787 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: DAE-Bauru
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Réquiem1 para o telefone

Se você, como eu, ainda é usuário de um exótico telefone fixo, sabe do que estou falando. É raro alguém atender às nossas ligações. Com razão: chamadas de telefones fixos tornaram-se sinônimo de telemarketing. Eu próprio, quando recebo uma, só a custo consigo manter certo humor.

Da mesma forma, sei que até os telefonemas de celular para celular passaram a ser ignorados. As pessoas hoje só se comunicam por WhatsApp. É o fim do telefone, depois de quase 150 anos de grandes serviços prestados. Em breve ninguém acreditará que, até cerca de 1990, ele era um dos bens mais valiosos do Brasil – famílias iam aos tribunais por uma linha ou um aparelho.

Um telefone correspondia a uma certa quantidade de ações da companhia telefônica. Era obrigatório declará-lo no imposto de renda. Comprá-lo levava séculos – uma linha demorava tanto para sair que se podia morrer de velhice esperando. Entrava-se em consórcios para adquiri-lo e as pessoas davam festas ao serem sorteadas. Os testamentos o incluíam entre os bens do inventariante2, junto com o carro ou o apartamento. E, nos divórcios, era tão disputado que, às vezes, o casal desistia da separação – valia a pena continuar aturando o cônjuge para não perder o telefone.

Com cruel frequência, Paulo Francis escrevia em sua coluna nos anos 80 que, em Nova York, onde ele morava, um telefone era a coisa mais fácil do mundo. Ligava-se do orelhão para a telefônica e, em uma hora, vinha um sujeito de macacão com um aparelho, plugava-o na tomada e passar bem. Morríamos de inveja e nos perguntávamos como podíamos ser tão atrasados.

E, justamente agora que podemos ter isso, não queremos mais saber do telefone.

(Ruy Castro. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 27.03.2022. Adaptado)

1 Réquiem: prece que a Igreja faz para os mortos.

2 Inventariante: responsável pela identificação, administração e partilha dos bens da herança.

No contexto, há emprego de palavra(s) em sentido figurado na frase:

 

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2861786 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: DAE-Bauru
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Réquiem1 para o telefone

Se você, como eu, ainda é usuário de um exótico telefone fixo, sabe do que estou falando. É raro alguém atender às nossas ligações. Com razão: chamadas de telefones fixos tornaram-se sinônimo de telemarketing. Eu próprio, quando recebo uma, só a custo consigo manter certo humor.

Da mesma forma, sei que até os telefonemas de celular para celular passaram a ser ignorados. As pessoas hoje só se comunicam por WhatsApp. É o fim do telefone, depois de quase 150 anos de grandes serviços prestados. Em breve ninguém acreditará que, até cerca de 1990, ele era um dos bens mais valiosos do Brasil – famílias iam aos tribunais por uma linha ou um aparelho.

Um telefone correspondia a uma certa quantidade de ações da companhia telefônica. Era obrigatório declará-lo no imposto de renda. Comprá-lo levava séculos – uma linha demorava tanto para sair que se podia morrer de velhice esperando. Entrava-se em consórcios para adquiri-lo e as pessoas davam festas ao serem sorteadas. Os testamentos o incluíam entre os bens do inventariante2, junto com o carro ou o apartamento. E, nos divórcios, era tão disputado que, às vezes, o casal desistia da separação – valia a pena continuar aturando o cônjuge para não perder o telefone.

Com cruel frequência, Paulo Francis escrevia em sua coluna nos anos 80 que, em Nova York, onde ele morava, um telefone era a coisa mais fácil do mundo. Ligava-se do orelhão para a telefônica e, em uma hora, vinha um sujeito de macacão com um aparelho, plugava-o na tomada e passar bem. Morríamos de inveja e nos perguntávamos como podíamos ser tão atrasados.

E, justamente agora que podemos ter isso, não queremos mais saber do telefone.

(Ruy Castro. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 27.03.2022. Adaptado)

1 Réquiem: prece que a Igreja faz para os mortos.

2 Inventariante: responsável pela identificação, administração e partilha dos bens da herança.

A expressão destacada na passagem do terceiro parágrafo “... as pessoas davam festas ao serem sorteadas.” exprime a noção de

 

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2861785 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: DAE-Bauru
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Réquiem1 para o telefone

Se você, como eu, ainda é usuário de um exótico telefone fixo, sabe do que estou falando. É raro alguém atender às nossas ligações. Com razão: chamadas de telefones fixos tornaram-se sinônimo de telemarketing. Eu próprio, quando recebo uma, só a custo consigo manter certo humor.

Da mesma forma, sei que até os telefonemas de celular para celular passaram a ser ignorados. As pessoas hoje só se comunicam por WhatsApp. É o fim do telefone, depois de quase 150 anos de grandes serviços prestados. Em breve ninguém acreditará que, até cerca de 1990, ele era um dos bens mais valiosos do Brasil – famílias iam aos tribunais por uma linha ou um aparelho.

Um telefone correspondia a uma certa quantidade de ações da companhia telefônica. Era obrigatório declará-lo no imposto de renda. Comprá-lo levava séculos – uma linha demorava tanto para sair que se podia morrer de velhice esperando. Entrava-se em consórcios para adquiri-lo e as pessoas davam festas ao serem sorteadas. Os testamentos o incluíam entre os bens do inventariante2, junto com o carro ou o apartamento. E, nos divórcios, era tão disputado que, às vezes, o casal desistia da separação – valia a pena continuar aturando o cônjuge para não perder o telefone.

Com cruel frequência, Paulo Francis escrevia em sua coluna nos anos 80 que, em Nova York, onde ele morava, um telefone era a coisa mais fácil do mundo. Ligava-se do orelhão para a telefônica e, em uma hora, vinha um sujeito de macacão com um aparelho, plugava-o na tomada e passar bem. Morríamos de inveja e nos perguntávamos como podíamos ser tão atrasados.

E, justamente agora que podemos ter isso, não queremos mais saber do telefone.

(Ruy Castro. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 27.03.2022. Adaptado)

1 Réquiem: prece que a Igreja faz para os mortos.

2 Inventariante: responsável pela identificação, administração e partilha dos bens da herança.

Conforme o primeiro parágrafo, para o autor,

 

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2861784 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: DAE-Bauru
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Réquiem1 para o telefone

Se você, como eu, ainda é usuário de um exótico telefone fixo, sabe do que estou falando. É raro alguém atender às nossas ligações. Com razão: chamadas de telefones fixos tornaram-se sinônimo de telemarketing. Eu próprio, quando recebo uma, só a custo consigo manter certo humor.

Da mesma forma, sei que até os telefonemas de celular para celular passaram a ser ignorados. As pessoas hoje só se comunicam por WhatsApp. É o fim do telefone, depois de quase 150 anos de grandes serviços prestados. Em breve ninguém acreditará que, até cerca de 1990, ele era um dos bens mais valiosos do Brasil – famílias iam aos tribunais por uma linha ou um aparelho.

Um telefone correspondia a uma certa quantidade de ações da companhia telefônica. Era obrigatório declará-lo no imposto de renda. Comprá-lo levava séculos – uma linha demorava tanto para sair que se podia morrer de velhice esperando. Entrava-se em consórcios para adquiri-lo e as pessoas davam festas ao serem sorteadas. Os testamentos o incluíam entre os bens do inventariante2, junto com o carro ou o apartamento. E, nos divórcios, era tão disputado que, às vezes, o casal desistia da separação – valia a pena continuar aturando o cônjuge para não perder o telefone.

Com cruel frequência, Paulo Francis escrevia em sua coluna nos anos 80 que, em Nova York, onde ele morava, um telefone era a coisa mais fácil do mundo. Ligava-se do orelhão para a telefônica e, em uma hora, vinha um sujeito de macacão com um aparelho, plugava-o na tomada e passar bem. Morríamos de inveja e nos perguntávamos como podíamos ser tão atrasados.

E, justamente agora que podemos ter isso, não queremos mais saber do telefone.

(Ruy Castro. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 27.03.2022. Adaptado)

1 Réquiem: prece que a Igreja faz para os mortos.

2 Inventariante: responsável pela identificação, administração e partilha dos bens da herança.

Conforme o autor,

 

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Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho a seguir.

“Algumas anotações de Da Vinci remontam ano de 1489, quando ele começa trabalhar para a corte de Milão, e tratam de temas que vão da matemática música”.

 

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Assinale a alternativa em que a frase está de acordo com a norma-padrão de concordância.

 

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A genial lista de tarefas de Leonardo Da Vinci

Desenhar Milão ou pesquisar sobre o tamanho do Sol. Eis alguns itens que não aparecem na lista de tarefas de todo mundo. Mas, claro, você não espera pendências comuns de alguém como Leonardo Da Vinci.

O renascentista era um curioso incorrigível e se aventurou na matemática, física, astronomia, arquitetura, botânica, anatomia, música… Um viciado em aprender e inventar – que também arranjava tempo livre para pintar alguma coisa. Como a Mona Lisa. O dono dessa mente sempre em atividade não podia deixar uma ideia passar em branco. Por isso, ele costumava carregar um pequeno caderno por onde fosse, para registrar sempre que algo chamasse sua atenção. Para Leonardo, era “útil constantemente observar, anotar e considerar”.

Alguns desses papéis sobrevivem até hoje. Foram colados em álbuns pelos sucessores do inventor italiano, e um deles faz parte da coleção de arte da família real britânica (a Royal Collection) desde, pelo menos, 1690. Dentro dele, está uma página bastante curiosa, com a lista de tarefas de Leonardo. Ela foi escrita por volta de 1508 e 1510, e disputa espaço na folha com uma porção de outros rabiscos (como desenhos feitos em estudos de anatomia).

As anotações de Leonardo da Vinci estão escritas no italiano do século 16, da direita para a esquerda, sem pontuação nenhuma e com símbolos enigmáticos. Graças ao historiador Toby Lester, podemos conferir alguns trechos do manuscrito:

– [Descobrir] a medida do castelo [do duque de Milão];

– Pedir ao Frade Brera [no mosteiro beneditino de Milão] que mostre o De Ponderibus [um texto medieval sobre mecânica];

– Desenhar Milão;

– Encontrar um mestre em hidráulica e fazer com que ele diga como consertar um moinho.

– [Perguntar sobre] a medida do sol que me foi prometida pelo maestro Giovanni Francese.

A lista é bastante representativa de como Leonardo da Vinci vivia de cabeça ocupada. Suas ideias se acumulavam de tal forma que ele tinha o costume de começar mais projetos do que podia dar conta. Incapaz de focar em uma coisa só ou de administrar bem seu tempo, ele era um grande procrastinador.

(Luisa Costa. Revista Superinteressante. 10.05.22. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque está empregada em sentido figurado.

 

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A genial lista de tarefas de Leonardo Da Vinci

Desenhar Milão ou pesquisar sobre o tamanho do Sol. Eis alguns itens que não aparecem na lista de tarefas de todo mundo. Mas, claro, você não espera pendências comuns de alguém como Leonardo Da Vinci.

O renascentista era um curioso incorrigível e se aventurou na matemática, física, astronomia, arquitetura, botânica, anatomia, música… Um viciado em aprender e inventar – que também arranjava tempo livre para pintar alguma coisa. Como a Mona Lisa. O dono dessa mente sempre em atividade não podia deixar uma ideia passar em branco. Por isso, ele costumava carregar um pequeno caderno por onde fosse, para registrar sempre que algo chamasse sua atenção. Para Leonardo, era “útil constantemente observar, anotar e considerar”.

Alguns desses papéis sobrevivem até hoje. Foram colados em álbuns pelos sucessores do inventor italiano, e um deles faz parte da coleção de arte da família real britânica (a Royal Collection) desde, pelo menos, 1690. Dentro dele, está uma página bastante curiosa, com a lista de tarefas de Leonardo. Ela foi escrita por volta de 1508 e 1510, e disputa espaço na folha com uma porção de outros rabiscos (como desenhos feitos em estudos de anatomia).

As anotações de Leonardo da Vinci estão escritas no italiano do século 16, da direita para a esquerda, sem pontuação nenhuma e com símbolos enigmáticos. Graças ao historiador Toby Lester, podemos conferir alguns trechos do manuscrito:

– [Descobrir] a medida do castelo [do duque de Milão];

– Pedir ao Frade Brera [no mosteiro beneditino de Milão] que mostre o De Ponderibus [um texto medieval sobre mecânica];

– Desenhar Milão;

– Encontrar um mestre em hidráulica e fazer com que ele diga como consertar um moinho.

– [Perguntar sobre] a medida do sol que me foi prometida pelo maestro Giovanni Francese.

A lista é bastante representativa de como Leonardo da Vinci vivia de cabeça ocupada. Suas ideias se acumulavam de tal forma que ele tinha o costume de começar mais projetos do que podia dar conta. Incapaz de focar em uma coisa só ou de administrar bem seu tempo, ele era um grande procrastinador.

(Luisa Costa. Revista Superinteressante. 10.05.22. Adaptado)

A respeito dos sinais de pontuação empregados no texto, pode-se afirmar que

 

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A genial lista de tarefas de Leonardo Da Vinci

Desenhar Milão ou pesquisar sobre o tamanho do Sol. Eis alguns itens que não aparecem na lista de tarefas de todo mundo. Mas, claro, você não espera pendências comuns de alguém como Leonardo Da Vinci.

O renascentista era um curioso incorrigível e se aventurou na matemática, física, astronomia, arquitetura, botânica, anatomia, música… Um viciado em aprender e inventar – que também arranjava tempo livre para pintar alguma coisa. Como a Mona Lisa. O dono dessa mente sempre em atividade não podia deixar uma ideia passar em branco. Por isso, ele costumava carregar um pequeno caderno por onde fosse, para registrar sempre que algo chamasse sua atenção. Para Leonardo, era “útil constantemente observar, anotar e considerar”.

Alguns desses papéis sobrevivem até hoje. Foram colados em álbuns pelos sucessores do inventor italiano, e um deles faz parte da coleção de arte da família real britânica (a Royal Collection) desde, pelo menos, 1690. Dentro dele, está uma página bastante curiosa, com a lista de tarefas de Leonardo. Ela foi escrita por volta de 1508 e 1510, e disputa espaço na folha com uma porção de outros rabiscos (como desenhos feitos em estudos de anatomia).

As anotações de Leonardo da Vinci estão escritas no italiano do século 16, da direita para a esquerda, sem pontuação nenhuma e com símbolos enigmáticos. Graças ao historiador Toby Lester, podemos conferir alguns trechos do manuscrito:

– [Descobrir] a medida do castelo [do duque de Milão];

– Pedir ao Frade Brera [no mosteiro beneditino de Milão] que mostre o De Ponderibus [um texto medieval sobre mecânica];

– Desenhar Milão;

– Encontrar um mestre em hidráulica e fazer com que ele diga como consertar um moinho.

– [Perguntar sobre] a medida do sol que me foi prometida pelo maestro Giovanni Francese.

A lista é bastante representativa de como Leonardo da Vinci vivia de cabeça ocupada. Suas ideias se acumulavam de tal forma que ele tinha o costume de começar mais projetos do que podia dar conta. Incapaz de focar em uma coisa só ou de administrar bem seu tempo, ele era um grande procrastinador.

(Luisa Costa. Revista Superinteressante. 10.05.22. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta explicação correta da palavra em destaque, considerando o contexto em que aparece no texto.

 

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