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A genial lista de tarefas de Leonardo Da Vinci
Desenhar Milão ou pesquisar sobre o tamanho do Sol. Eis alguns itens que não aparecem na lista de tarefas de todo mundo. Mas, claro, você não espera pendências comuns de alguém como Leonardo Da Vinci.
O renascentista era um curioso incorrigível e se aventurou na matemática, física, astronomia, arquitetura, botânica, anatomia, música… Um viciado em aprender e inventar – que também arranjava tempo livre para pintar alguma coisa. Como a Mona Lisa. O dono dessa mente sempre em atividade não podia deixar uma ideia passar em branco. Por isso, ele costumava carregar um pequeno caderno por onde fosse, para registrar sempre que algo chamasse sua atenção. Para Leonardo, era “útil constantemente observar, anotar e considerar”.
Alguns desses papéis sobrevivem até hoje. Foram colados em álbuns pelos sucessores do inventor italiano, e um deles faz parte da coleção de arte da família real britânica (a Royal Collection) desde, pelo menos, 1690. Dentro dele, está uma página bastante curiosa, com a lista de tarefas de Leonardo. Ela foi escrita por volta de 1508 e 1510, e disputa espaço na folha com uma porção de outros rabiscos (como desenhos feitos em estudos de anatomia).
As anotações de Leonardo da Vinci estão escritas no italiano do século 16, da direita para a esquerda, sem pontuação nenhuma e com símbolos enigmáticos. Graças ao historiador Toby Lester, podemos conferir alguns trechos do manuscrito:
– [Descobrir] a medida do castelo [do duque de Milão];
– Pedir ao Frade Brera [no mosteiro beneditino de Milão] que mostre o De Ponderibus [um texto medieval sobre mecânica];
– Desenhar Milão;
– Encontrar um mestre em hidráulica e fazer com que ele diga como consertar um moinho.
– [Perguntar sobre] a medida do sol que me foi prometida pelo maestro Giovanni Francese.
A lista é bastante representativa de como Leonardo da Vinci vivia de cabeça ocupada. Suas ideias se acumulavam de tal forma que ele tinha o costume de começar mais projetos do que podia dar conta. Incapaz de focar em uma coisa só ou de administrar bem seu tempo, ele era um grande procrastinador.
(Luisa Costa. Revista Superinteressante. 10.05.22. Adaptado)
A partir da leitura, é correto afirmar que a lista de tarefas de Leonardo Da Vinci mencionada no texto foi
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A genial lista de tarefas de Leonardo Da Vinci
Desenhar Milão ou pesquisar sobre o tamanho do Sol. Eis alguns itens que não aparecem na lista de tarefas de todo mundo. Mas, claro, você não espera pendências comuns de alguém como Leonardo Da Vinci.
O renascentista era um curioso incorrigível e se aventurou na matemática, física, astronomia, arquitetura, botânica, anatomia, música… Um viciado em aprender e inventar – que também arranjava tempo livre para pintar alguma coisa. Como a Mona Lisa. O dono dessa mente sempre em atividade não podia deixar uma ideia passar em branco. Por isso, ele costumava carregar um pequeno caderno por onde fosse, para registrar sempre que algo chamasse sua atenção. Para Leonardo, era “útil constantemente observar, anotar e considerar”.
Alguns desses papéis sobrevivem até hoje. Foram colados em álbuns pelos sucessores do inventor italiano, e um deles faz parte da coleção de arte da família real britânica (a Royal Collection) desde, pelo menos, 1690. Dentro dele, está uma página bastante curiosa, com a lista de tarefas de Leonardo. Ela foi escrita por volta de 1508 e 1510, e disputa espaço na folha com uma porção de outros rabiscos (como desenhos feitos em estudos de anatomia).
As anotações de Leonardo da Vinci estão escritas no italiano do século 16, da direita para a esquerda, sem pontuação nenhuma e com símbolos enigmáticos. Graças ao historiador Toby Lester, podemos conferir alguns trechos do manuscrito:
– [Descobrir] a medida do castelo [do duque de Milão];
– Pedir ao Frade Brera [no mosteiro beneditino de Milão] que mostre o De Ponderibus [um texto medieval sobre mecânica];
– Desenhar Milão;
– Encontrar um mestre em hidráulica e fazer com que ele diga como consertar um moinho.
– [Perguntar sobre] a medida do sol que me foi prometida pelo maestro Giovanni Francese.
A lista é bastante representativa de como Leonardo da Vinci vivia de cabeça ocupada. Suas ideias se acumulavam de tal forma que ele tinha o costume de começar mais projetos do que podia dar conta. Incapaz de focar em uma coisa só ou de administrar bem seu tempo, ele era um grande procrastinador.
(Luisa Costa. Revista Superinteressante. 10.05.22. Adaptado)
De acordo com o texto, pode-se afirmar que
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Leia a tira para responder à questão.

(Bill Watterson. O essencial de Calvin e Haroldo, 2018)
O vocábulo “originalidade”, no 4º quadro, tem como sinônimo, no contexto em que foi empregado,
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Leia a tira para responder à questão.

(Bill Watterson. O essencial de Calvin e Haroldo, 2018)
Na frase presente no 2º quadro – “É um nome que se profissionalizou” –, o pronome “que” pode ser substituído, mantendo-se o sentido original da tira, por:
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Leia a tira para responder à questão.

(Bill Watterson. O essencial de Calvin e Haroldo, 2018)
A partir da leitura da tira, é correto concluir que o efeito de humor é produzido principalmente pelo fato de que
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Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.
Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.
Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.
Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.
Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.
Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.
Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.
Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.
(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)
Os trechos Toda gente gostava de Candoca e e passarem a viver como lordes podem ser reescritos, sem alteração de sentido, da seguinte forma:
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Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.
Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.
Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.
Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.
Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.
Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.
Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.
Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.
(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)
De acordo com o emprego dos verbos no singular e no plural, está correta a alternativa:
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Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.
Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.
Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.
Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.
Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.
Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.
Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.
Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.
(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)
Leia as frases elaboradas a partir do texto.
• Naquela época, não se dava importância à educação de adultos, mas a professora de Candoca já praticava a educação de adultos com seus alunos.
• Furar poços e preparar pastos eram trabalhos que ele realizava e sabia realizar esses trabalhos bem.
De acordo com a norma-padrão de emprego dos pronomes, os trechos destacados podem ser substituídos por:
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Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.
Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.
Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.
Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.
Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.
Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.
Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.
Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.
(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)
No quarto parágrafo, em – Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás. –, o termo destacado tem sentido equivalente a
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Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.
Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.
Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.
Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.
Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.
Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.
Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.
Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.
(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)
No último parágrafo, em – Segundo, queria se casar com a irmã dele. –, a expressão destacada indica um evento
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