Magna Concursos

Foram encontradas 425 questões.

Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.

Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.

Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.

Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.

Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.

Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.

Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.

Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.

(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)

No último parágrafo do texto, em – Isto por três razões. –, o pronome Isto refere-se à

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.

Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.

Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.

Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.

Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.

Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.

Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.

Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.

(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)

Considere as passagens do texto.

• Candoca sarou, andou, porém ficou manco.

Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande...

Os trechos destacados apresentam, respectivamente, as ideias de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.

Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.

Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.

Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.

Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.

Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.

Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.

Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.

(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho do texto mantém o sentido original.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.

Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.

Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.

Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.

Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.

Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.

Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.

Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.

(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)

Pelas informações do texto, é correto concluir que Candoca era uma pessoa

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Candoca era afilhado de meu avô. Tinha quebrado uma perna na roda do engenho na fazenda Paraíso, quando menino. Foi meu avô quem deu jeito e encanou com talas de taquarussu a perna. Candoca sarou, andou, porém ficou manco.

Por morte de meu avô e sem família, veio para a cidade grande e passou a fazer pequenos biscates. Onde trabalhava, comia e, se o serviço encompridava, também dormia. Ganhava seu dinheirinho. Devaneava como tantos e sonhava encontrar algum dia um pote de ouro que o deixasse rico.

Era ótima pessoa, ruivo, alegre, de olhos mansos. Toda gente gostava de Candoca e de quem ele gostava demais era de uma professora que, dedicada e paciente, antecipando a educação de adultos, lhe dera rudimentos de leitura e o ensinara a acertar pequenas contas.

Chamava a professora de mestra e tomava-lhe a bênção. Aliás, o tratamento de mestra e a bênção eram rigores de disciplina que perduraram em minha terra, Goiás.

Trabalhando de um lado para outro furando poço, preparando pasto, revirando terra para canteiros e arrancando pedra dos velhos quintais, o Candoca deu certo dia com a sonhada moringa de ouro enterrado.

Bem sonso e quietinho, tratou de esconder o achado em outro canto, só dele sabido.

Escondeu e ficou esperando Sizenando voltar de viagem para reverem juntos o achado, repartirem, transformarem a ourama em dinheiro e passarem a viver como lordes.

Isto por três razões. Primeiro, era amigo de verdade do Sizenando. Segundo, queria se casar com a irmã dele. Terceiro, pretendia um parceiro da boa sorte, pois, de acordo com as lendas: com quem descobre e aproveita ouro enterrado, pode acontecer desastre ou morrer logo.

(Cora Coralina. O tesouro da casa velha. Global editora. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que Candoca

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas