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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC
O balanço hídrico climatológico, descrito por Thorntwaite & Mather (1955), é uma das diversas maneiras de se monitorar o armazenamento de água no solo. Partindo-se do suprimento natural de água no solo simbolizado pela (P)precipitação e da demanda atmosférica simbolizada pela (ETP) evapotranspiração potencial, e contando com uma (CAD) capacidade de água disponível apropriada ao tipo de planta cultivada, o balanço hídrico climatológico fornece estimativa de (ETR) evapotranspiração real, (DEF)deficiência hídrica, de (EXC) excedente hídrico e (ARM) armazenamento de água no solo, tanto na escala diária quanto mensal. Este balanço hídrico perde precisão quando:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC
As classificações climáticas de Thorntwaite e de Koeppen apresentam maiores imprecisões ao serem utilizadas em um estado como Santa Catarina porque:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC
O zoneamento agroecológico é um instrumento de definição das áreas de aptidão climática das culturas muito utilizado no planejamento das atividades agrícolas e, conseqüentemente, da conservação do meio ambiente. Muito embora, para o Estado de Santa Catarina, a metodologia mostre que praticamente todos os parâmetros que podem influenciar o produtivo e de cuidados para com o meio ambiente foram considerados tais como clima, aptidão de uso do solo, vegetação predominante, geomorfologia, relevo, condições sócio-econômicas e altitude dentre outros, a precisão de recomendação de plantio ainda pode falhar, considerando que :
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC
Temperatura do ar, demanda atmosférica, balanço de energia e ventos são fatores climáticos que influenciam o processo de evapotranspiração. Somado a estes existem também os fatores de solo, dos quais podemos destacar a água disponível no solo. Sobre a água, pode-se afirmar que atua de acordo:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC
A fração de radiação fotossinteticamente ativa, mesmo num dia sem nuvens, varia continuadamente ao redor de um dia, juntamente com a radiação solar global. Essa variação depende do ângulo zenital do sol, com conseqüente aumento da espessura da camada da atmosfera a ser atravessada, sendo que:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC
Ao compararmos os diferentes tipos de coberturas artificiais utilizadas em cultivo protegido, tais como polietileno de baixa densidade, tela branca, tela verde, tela preta e PVC, notamos que:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC
Um dos métodos de estimativa de geada bastante empregados é a probabilidade de ocorrência do fenômeno através da diferença entre temperatura mínima do ar no abrigo e na relva, por faixas de variação dessa temperatura, ao nível mensal, considerando que nem todas as estações meteorológicas ou localidades analisadas apresentam esta última medida. Esse método é válido e bastante interessante, porém é preciso fazer algumas considerações para o emprego desta metodologia:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FEPESE
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A maior temperatura do ar que ocorre no interior de uma estufa, especialmente aquela de polietileno transparente, é fruto de um aumento no saldo de radiação e energia do meio proveniente.
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: FEPESE
Orgão: EPAGRI-SC
Várias pesquisas têm demonstrado a importância do sombreamento natural e artificial no desenvolvimento e crescimento das espécies vegetais. Uma das grandes dificuldades é saber quantos e como-se deve colocar os equipamentos meteorológicos na área em avaliação, especialmente quando se estuda sombra natural, a qual, além de não ser fixa nas diferentes horas do dia, ainda apresenta uma sombra de diferentes comprimentos conforme o espaçamento, disposição e tamanho das espécies arbóreas. Em face disso, pode-se afirmar que:
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Uma região vitícola pode ser analisada sob diversos aspectos: climático, pedológico, a interação entre genótipo (variedade) e ambiente. No entanto, atualmente se define a aptidão climática de uma região vitícola através de índices bioclimáticos. Nesse sentido, o índice graus-dia (GD) ou “soma térmica” de Winkler permite definir zonas vitícolas através do somatório de calor acumulado durante o ciclo vegetativo ou estádios considerados. Este índice bioclimático é determinado pela diferença acumulada entre:
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