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A respeito do planejamento energético de longo prazo, assinale a afirmativa correta.
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Assinale a opção que indica o gás poluente com ação altamente oxidante, que apresenta efeitos sobre as mudanças climáticas globais.
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A poluição de ecossistemas terrestres e aquáticos, além de impactos à saúde e ao meio ambiente, traz importantes impactos econômicos.
Com relação aos impactos econômicos da poluição terrestre e aquática, analise as afirmativas a seguir.
I. O cultivo de culturas em larga escala comumente depende do uso de fertilizantes químicos e defensivos agrícolas. Embora no curto prazo o efeito econômico possa se mostrar favorável, a redução da fertilidade do solo, a perda de nutrientes e a desertificação de áreas férteis pode trazer impactos negativos no médio e longo prazo.
II. Entre os setores da economia, a indústria é o setor que mais consome água em seus processos, correspondendo a mais de 50% de toda a água utilizada no Brasil. Além do consumo, os rejeitos industriais, quando não corretamente tratados, reduzem o retorno econômico de rios e lagoas próximas, afetando, por exemplo, a pesca, o turismo e a captação de água para consumo.
III. A atividade industrial é uma fonte de poluição térmica, ao despejar, sem o tratamento adequado, água em temperatura elevada em rios e córregos. A alteração da temperatura em pontos próximos ao descarte de água pode provocar a morte de peixes, impactando as populações que dependem economicamente dos rios afetados.
Está correto o que se afirma em
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Quando se fala em serviços ecossistêmicos é importante ter em mente o conceito de função ecossistêmica. Embora não exista uma relação biunívoca, o serviço ecossistêmico pode ser considerado como o efeito de uma ou mais funções ecossistêmicas que trazem benefícios explícitos na forma de bens e serviços ao ser humano.
Com base no conceito de função ecossistêmica, a capacidade de manter os ciclos biogeoquímicos e os processos físicoatmosféricos e climatológicos, de modo a garantir as condições biosféricas apropriadas para a reprodução e a manutenção da vida em escala planetária, encaixa-se na função
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A respeito dos programas ambientais presentes nas diretrizes relativas aos projetos de pequenas centrais hidrelétricas, analise as afirmativas a seguir.
I. Deverão ser implementadas de forma sistemática, contemplando monitoramentos, programas sociais, medidas de controle ambiental entre outras.
II. O seu detalhamento deverá estar concluído para subsidiar a aprovação pelo órgão de licenciamento ambiental.
III. O detalhamento deverá conter metodologia, responsabilidade, tempo de implantação e custo total aproximado.
É correto o que se apresenta em
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A respeito da busca por uma matriz energética 100% renovável no Brasil, analise as afirmativas a seguir.
I. O investimento em plantas geradoras de grande porte tem nas termelétricas um atrativo maior para a inciativa privada, dificultando esse objetivo.
II. O mercado de carbono pode dificultar a entrada de plantas elétricas renováveis, tendo em vista que um investidor pode comprar créditos para a operação de termelétricas.
III. As plantas eólicas possuem grande potencial de expansão, devido às suas capacidades em terra e, principalmente, offshore.
Está correto o que se apresenta em
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A Lei nº 14.300/2022 institui o marco legal da microgeração e minigeração distribuída e dá outras providências. Ela estabelece que
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O mercado procura por empresas sustentáveis, que demonstram preocupação com o uso sustentável de energia.
Dentro desse contexto, edificações podem atestar sua eficiência energético por meio da obtenção do selo Procel.
Nesse contexto, assinale a opção que indica um parâmetro a ser atendido por uma edificação para obter o Selo A Procel.
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O engenheiro responsável por uma usina termelétrica analisa a programação diária de operação eletroenergética para estabelecer a produção de sua usina.
De acordo com a organização institucional do setor elétrico, assinale a instituição do setor elétrico responsável pela elaboração da programação diária.
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Read Text I and answer the eight questions that follow it:
Text I
Shock of the old: Believe it or not, battery-powered vehicles
have been around since Victorian times.
The history of the electric car is surprisingly enraging. If you imagine early electric vehicles at all (full disclosure: I didn’t until recently), it will probably be as the quixotic and possibly dangerous dream of a few eccentrics, maybe in the 1920s or 1930s, when domestic electrification became widespread. It’s easy to imagine some stiff-collared proto-Musk getting bored of hunting and affairs, eyeing his newly installed electric lights speculatively, then wreaking untold havoc and mass electrocutions. The reality is entirely different.
By 1900, a third of all cars on the road in the US were electric; we’re looking at the history of a cruelly missed opportunity, and it started astonishingly early. The Scottish engineer Robert Anderson had a go at an electric car of sorts way back in the 1830s, though his invention was somewhat stymied by the fact rechargeable batteries were not invented until 1859, making his crude carriage something of a one-trick pony (and far less useful than an actual pony).
It’s debatable whether or not Scotland was ready for this brave new world anyway: in 1842, Robert Davidson (another Scot, who had, a few years earlier, also tried his hand at an electric vehicle) saw his electric locomotive Galvani “broken by some malicious hands almost beyond repair” in Perth. The contemporary consensus was that it was attacked by railway workers fearful for their jobs.
Despite this unpromising start, electric vehicles had entered widespread commercial circulation by the start of the 20th century, particularly in the US. Electric cabs crisscrossed Manhattan, 1897’s bestselling US car was electric and, when he was shot in 1901, President McKinley was taken to hospital in an electric ambulance. London had Walter Bersey’s electric taxis, and Berlin’s fire engines went electric in 1908; the future looked bright, clean and silent.
By the 1930s, however, the tide had definitively turned against electric, cursed by range limitations and impractical charging times while petrol gained the upper hand thanks partly – and ironically – to the electric starter motor. The Horseless Age magazine, which vehemently backed the petrol non-horse, would have been delighted. There was a brief resurgence of interest in the late 1960s, when the US Congress passed a bill promoting electrical vehicle development, but nothing much actually happened until the Nissan Leaf sparked interest in 2009. Electric still isn’t quite there yet, battling infrastructure and battery problems that might have been familiar to Anderson and friends.
Adapted from The Guardian, Tuesday 24 October 2023, p. 6 https://www.theguardian.com/lifeandstyle/series/shock-of-the-old/2023/oct/24/all
Based on the text, mark the statements below as TRUE (T) or FALSE (F).
( ) The history of electric cars has been fraught with flawed assumptions.
( ) Robert Anderson’s invention in the 1830s was triggered off by the launching of rechargeable batteries.
( ) The 19th century Scottish locomotive engineer is said to have quashed social resistance.
The statements are, respectively,
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