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Na resolução CONAMA que define os padrões de qualidade do ar, está estabelecido que a unidade de medida de concentração dos poluentes atmosféricos é o micrograma por metro cúbico (μg/mᶟ), com exceção do Monóxido de Carbono (CO), para o qual é utilizado partes por milhão (ppm). Esse instrumento legal determina ainda que as condições de referência são a temperatura de 25º C e a pressão de 760 mm de mercúrio (uma atmosfera). Assim muitas vezes é necessária a conversão entre essas unidades. Suponha que no gás de combustão de uma termelétrica a concentração de monóxido de carbono ocorreu a uma concentração de 5% por volume (50.000ppm). A massa molecular do CO é de 28g/mol.
Considerando que estão presentes as condições de referência da resolução CONAMA citada, a concentração de monóxido de carbono, em μg/mᶟ, seria de
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Em ambientes expostos a plumas de particulados, como o entorno de usinas termelétricas a carvão, é usual que a concentração de partículas totais em suspensão (PTS) seja realizada através de amostradores ativos para grandes volumes (Hi-Vol). O operador de um desses medidores inicialmente realizou a medida do peso do material filtrante limpo (antes de colocar no Hi-Vol) chegando a 15,0 gramas. Colocou o medidor em funcionamento, e verificou que a vazão inicial de passagem do ar era de 105m3/h. Após decorrer 24 horas, observou que a vazão final de passagem do ar era de 95m3/h. Imediatamente, desligou o medidor e efetuou a pesagem do material filtrante chegando a 15,96 gramas.
Considerando uma vazão média de passagem do ar, a concentração de partículas totais em suspensão do ar, em µg/m3 , é de
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Diversos são os tipos de poluentes atmosféricos emitidos pelo setor energético. Esses apresentam diferentes propriedades e consequências para a humanidade. Relacione os poluentes gasosos do ar às respectivas propriedades ou aos respectivos impactos.
1. Dióxido de enxofre (SO2)
2. Gás sulfídrico (H2S)
3. Dióxido de nitrogênio (NO2)
4. Metano (CH4)
( ) gás com odor de ovo podre em baixas concentrações e inodoro a altas concentrações.
( ) gás combustível e inodoro, que possui potencial de aquecimento global maior que o do CO2.
( ) gás de cor marrom a alaranjada, que é o principal componente na formação de névoa fotoquímica.
( ) gás incolor, que provoca asfixia intensa, possui forte odor e é altamente solúvel em água, formando um ácido.
Assinale a opção que indica a relação correta na ordem apresentada.
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De forma simplificada podemos considerar uma usina termelétrica a carvão mineral como um processo incluindo três equipamentos principais, uma caldeira, uma turbina e um alternador. Como resultado são geradas emissões de particulados e óxidos de carbono, nitrogênio e enxofre.
O dispositivo de controle bastante utilizado para reduzir a emissão do dióxido de enxofre (resultante da combustão do carvão), que usa em seu processo a injeção de reagentes básicos, é o(a)
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No que diz respeito a reações químicas de poluentes na troposfera, existe um tipo de poluição do ar conhecida por smog fotoquímico, que foi identificado pela primeira vez em Los Angeles na década de 1940. Essa poluição engloba uma série de compostos originados por reações fotoquímicas (reações químicas causadas pela luz solar).
O composto mais típico do smog que é formado a partir de precursores como os hidrocarbonetos e os óxidos de nitrogênio (NO e NO2) é o
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A Resolução CONAMA nº 237 estabelece os procedimentos e critérios para o licenciamento ambiental no Brasil. Ela detalha as responsabilidades dos órgãos ambientais e define as etapas do processo de licenciamento. Considere um projeto que visa construir uma usina solar fotovoltaica de 300MW de potência instalada no Nordeste brasileiro.
Tendo em vista que o projeto deve atender a referida resolução assinale a afirmativa correta.
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A Lei nº 14.300/2022 institui o marco legal da microgeração e minigeração distribuída e dá outras providências. Ela estabelece que
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O mercado procura por empresas sustentáveis, que demonstram preocupação com o uso sustentável de energia.
Dentro desse contexto, edificações podem atestar sua eficiência energético por meio da obtenção do selo Procel.
Nesse contexto, assinale a opção que indica um parâmetro a ser atendido por uma edificação para obter o Selo A Procel.
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O engenheiro responsável por uma usina termelétrica analisa a programação diária de operação eletroenergética para estabelecer a produção de sua usina.
De acordo com a organização institucional do setor elétrico, assinale a instituição do setor elétrico responsável pela elaboração da programação diária.
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Read Text I and answer the eight questions that follow it:
Text I
Shock of the old: Believe it or not, battery-powered vehicles
have been around since Victorian times.
The history of the electric car is surprisingly enraging. If you imagine early electric vehicles at all (full disclosure: I didn’t until recently), it will probably be as the quixotic and possibly dangerous dream of a few eccentrics, maybe in the 1920s or 1930s, when domestic electrification became widespread. It’s easy to imagine some stiff-collared proto-Musk getting bored of hunting and affairs, eyeing his newly installed electric lights speculatively, then wreaking untold havoc and mass electrocutions. The reality is entirely different.
By 1900, a third of all cars on the road in the US were electric; we’re looking at the history of a cruelly missed opportunity, and it started astonishingly early. The Scottish engineer Robert Anderson had a go at an electric car of sorts way back in the 1830s, though his invention was somewhat stymied by the fact rechargeable batteries were not invented until 1859, making his crude carriage something of a one-trick pony (and far less useful than an actual pony).
It’s debatable whether or not Scotland was ready for this brave new world anyway: in 1842, Robert Davidson (another Scot, who had, a few years earlier, also tried his hand at an electric vehicle) saw his electric locomotive Galvani “broken by some malicious hands almost beyond repair” in Perth. The contemporary consensus was that it was attacked by railway workers fearful for their jobs.
Despite this unpromising start, electric vehicles had entered widespread commercial circulation by the start of the 20th century, particularly in the US. Electric cabs crisscrossed Manhattan, 1897’s bestselling US car was electric and, when he was shot in 1901, President McKinley was taken to hospital in an electric ambulance. London had Walter Bersey’s electric taxis, and Berlin’s fire engines went electric in 1908; the future looked bright, clean and silent.
By the 1930s, however, the tide had definitively turned against electric, cursed by range limitations and impractical charging times while petrol gained the upper hand thanks partly – and ironically – to the electric starter motor. The Horseless Age magazine, which vehemently backed the petrol non-horse, would have been delighted. There was a brief resurgence of interest in the late 1960s, when the US Congress passed a bill promoting electrical vehicle development, but nothing much actually happened until the Nissan Leaf sparked interest in 2009. Electric still isn’t quite there yet, battling infrastructure and battery problems that might have been familiar to Anderson and friends.
Adapted from The Guardian, Tuesday 24 October 2023, p. 6 https://www.theguardian.com/lifeandstyle/series/shock-of-the-old/2023/oct/24/all
Based on the text, mark the statements below as TRUE (T) or FALSE (F).
( ) The history of electric cars has been fraught with flawed assumptions.
( ) Robert Anderson’s invention in the 1830s was triggered off by the launching of rechargeable batteries.
( ) The 19th century Scottish locomotive engineer is said to have quashed social resistance.
The statements are, respectively,
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