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Texto 3
Quem é Katalin Karikó, a bioquímica que ganhou o Nobel de Medicina
Gabriela Guido
Katalin Karikó é uma pesquisadora conhecida
principalmente por suas contribuições na criação
de vacinas de mRNA – RNA mensageiro – que
possibilitaram o desenvolvimento das vacinas
contra a Covid-19 da Pfizer-BioNTech e da
Moderna, além das doses de reforço dadas nos
últimos anos. Nesta segunda-feira (2) a húngara
conquistou o Nobel de Medicina, junto do colega
Drew Weissman, pela “impressionante
flexibilidade e rapidez de desenvolvimento e
adaptação das vacinas de mRNA”, segundo a
organização da premiação.
O Nobel destaca que mais de 13 bilhões de doses
de vacinas contra a Covid-19 já foram
administradas no mundo todo, embora esse
número também inclua vacinas sem a tecnologia
de mRNA. Hoje, Karikó é professora e
pesquisadora na Universidade de Szeged, na
Hungria, e professora temporária na Universidade
da Pensilvânia, nos EUA. Entre 2013 e 2022, foi
VP sênior da Pfizer-BioNTech no segmento de
substituição de proteínas de RNA.
Originária de uma pequena cidade na Hungria,
Karikó disse em entrevista após a premiação do
Nobel que sua mãe, que já morreu, acreditava que
um dia ela poderia receber tal reconhecimento,
mesmo quando nem conseguia uma bolsa para
manter sua pesquisa. “Ela disse: ‘mas você
trabalha tanto’. E eu disse que muitos cientistas
trabalham muito, muito duro”, disse Karikó, que
estava dormindo quando recebeu a ligação de
Estocolmo com a notícia e chegou a achar que era
uma piada.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-mulher/2023/10/quem-e-katalin-kariko-a-bioquimica-que-ganhou-o-nobel-de-medicina/ Acesso em: 16 out 2023. Fragmento.
“E eu disse que muitos cientistas trabalham muito, muito duro”,... (Linhas 29-30) O recurso à repetição dos vocábulos sublinhados no enunciado acima, estilisticamente, expressa:
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Texto 3
Quem é Katalin Karikó, a bioquímica que ganhou o Nobel de Medicina
Gabriela Guido
Katalin Karikó é uma pesquisadora conhecida
principalmente por suas contribuições na criação
de vacinas de mRNA – RNA mensageiro – que
possibilitaram o desenvolvimento das vacinas
contra a Covid-19 da Pfizer-BioNTech e da
Moderna, além das doses de reforço dadas nos
últimos anos. Nesta segunda-feira (2) a húngara
conquistou o Nobel de Medicina, junto do colega
Drew Weissman, pela “impressionante
flexibilidade e rapidez de desenvolvimento e
adaptação das vacinas de mRNA”, segundo a
organização da premiação.
O Nobel destaca que mais de 13 bilhões de doses
de vacinas contra a Covid-19 já foram
administradas no mundo todo, embora esse
número também inclua vacinas sem a tecnologia
de mRNA. Hoje, Karikó é professora e
pesquisadora na Universidade de Szeged, na
Hungria, e professora temporária na Universidade
da Pensilvânia, nos EUA. Entre 2013 e 2022, foi
VP sênior da Pfizer-BioNTech no segmento de
substituição de proteínas de RNA.
Originária de uma pequena cidade na Hungria,
Karikó disse em entrevista após a premiação do
Nobel que sua mãe, que já morreu, acreditava que
um dia ela poderia receber tal reconhecimento,
mesmo quando nem conseguia uma bolsa para
manter sua pesquisa. “Ela disse: ‘mas você
trabalha tanto’. E eu disse que muitos cientistas
trabalham muito, muito duro”, disse Karikó, que
estava dormindo quando recebeu a ligação de
Estocolmo com a notícia e chegou a achar que era
uma piada.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-mulher/2023/10/quem-e-katalin-kariko-a-bioquimica-que-ganhou-o-nobel-de-medicina/ Acesso em: 16 out 2023. Fragmento
Ainda sobre o enunciado “O Nobel destaca que mais de 13 bilhões de doses de vacinas contra a Covid-19 já foram administradas no mundo todo, embora esse número também inclua vacinas sem a tecnologia de mRNA” (Linhas 13-17), aponte a opção em que a troca de conectivo ALTERA o sentido original do enunciado acima:
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Texto 3
Quem é Katalin Karikó, a bioquímica que ganhou o Nobel de Medicina
Gabriela Guido
Katalin Karikó é uma pesquisadora conhecida
principalmente por suas contribuições na criação
de vacinas de mRNA – RNA mensageiro – que
possibilitaram o desenvolvimento das vacinas
contra a Covid-19 da Pfizer-BioNTech e da
Moderna, além das doses de reforço dadas nos
últimos anos. Nesta segunda-feira (2) a húngara
conquistou o Nobel de Medicina, junto do colega
Drew Weissman, pela “impressionante
flexibilidade e rapidez de desenvolvimento e
adaptação das vacinas de mRNA”, segundo a
organização da premiação.
O Nobel destaca que mais de 13 bilhões de doses
de vacinas contra a Covid-19 já foram
administradas no mundo todo, embora esse
número também inclua vacinas sem a tecnologia
de mRNA. Hoje, Karikó é professora e
pesquisadora na Universidade de Szeged, na
Hungria, e professora temporária na Universidade
da Pensilvânia, nos EUA. Entre 2013 e 2022, foi
VP sênior da Pfizer-BioNTech no segmento de
substituição de proteínas de RNA.
Originária de uma pequena cidade na Hungria,
Karikó disse em entrevista após a premiação do
Nobel que sua mãe, que já morreu, acreditava que
um dia ela poderia receber tal reconhecimento,
mesmo quando nem conseguia uma bolsa para
manter sua pesquisa. “Ela disse: ‘mas você
trabalha tanto’. E eu disse que muitos cientistas
trabalham muito, muito duro”, disse Karikó, que
estava dormindo quando recebeu a ligação de
Estocolmo com a notícia e chegou a achar que era
uma piada.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-mulher/2023/10/quem-e-katalin-kariko-a-bioquimica-que-ganhou-o-nobel-de-medicina/ Acesso em: 16 out 2023. Fragmento
“O Nobel destaca que mais de 13 bilhões de doses de vacinas contra a Covid-19 já foram administradas no mundo todo, embora esse número também inclua vacinas sem a tecnologia de mRNA.” (Linhas 13-17)
A forma verbal sublinhada no enunciado acima está na voz passiva analítica. De acordo com a norma culta, na voz passiva sintética, o enunciado teria a seguinte estrutura:
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Texto 3
Quem é Katalin Karikó, a bioquímica que ganhou o Nobel de Medicina
Gabriela Guido
Katalin Karikó é uma pesquisadora conhecida
principalmente por suas contribuições na criação
de vacinas de mRNA – RNA mensageiro – que
possibilitaram o desenvolvimento das vacinas
contra a Covid-19 da Pfizer-BioNTech e da
Moderna, além das doses de reforço dadas nos
últimos anos. Nesta segunda-feira (2) a húngara
conquistou o Nobel de Medicina, junto do colega
Drew Weissman, pela “impressionante
flexibilidade e rapidez de desenvolvimento e
adaptação das vacinas de mRNA”, segundo a
organização da premiação.
O Nobel destaca que mais de 13 bilhões de doses
de vacinas contra a Covid-19 já foram
administradas no mundo todo, embora esse
número também inclua vacinas sem a tecnologia
de mRNA. Hoje, Karikó é professora e
pesquisadora na Universidade de Szeged, na
Hungria, e professora temporária na Universidade
da Pensilvânia, nos EUA. Entre 2013 e 2022, foi
VP sênior da Pfizer-BioNTech no segmento de
substituição de proteínas de RNA.
Originária de uma pequena cidade na Hungria,
Karikó disse em entrevista após a premiação do
Nobel que sua mãe, que já morreu, acreditava que
um dia ela poderia receber tal reconhecimento,
mesmo quando nem conseguia uma bolsa para
manter sua pesquisa. “Ela disse: ‘mas você
trabalha tanto’. E eu disse que muitos cientistas
trabalham muito, muito duro”, disse Karikó, que
estava dormindo quando recebeu a ligação de
Estocolmo com a notícia e chegou a achar que era
uma piada.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-mulher/2023/10/quem-e-katalin-kariko-a-bioquimica-que-ganhou-o-nobel-de-medicina/ Acesso em: 16 out 2023. Fragmento
Em “Nesta segunda-feira (2) a húngara conquistou o Nobel de Medicina, junto do colega Drew Weissman,...”, o vocábulo sublinhado é uma forma coesiva e retoma:
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Texto 2

Disponível em: https://jeonline.com.br/noticia/21882/super-
mulheres. Acesso em:16 out 2023.
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Texto 1

Fonte: BRUM, Eliane. O menino do alto. In: ___. A vida
que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2006. p. 70-75. Fragmento.
Eliane Brum, jornalista e escritora brasileira, é autora de “crônicas-reportagem” como “O menino do alto”, que aliam a realidade dos fatos a uma linguagem poética, em um estilo bastante peculiar.
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Texto 1

Fonte: BRUM, Eliane. O menino do alto. In: ___. A vida
que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2006. p. 70-75. Fragmento.
Eliane Brum, jornalista e escritora brasileira, é autora de “crônicas-reportagem” como “O menino do alto”, que aliam a realidade dos fatos a uma linguagem poética, em um estilo bastante peculiar.
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Texto 1

Fonte: BRUM, Eliane. O menino do alto. In: ___. A vida
que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2006. p. 70-75. Fragmento.
Eliane Brum, jornalista e escritora brasileira, é autora de “crônicas-reportagem” como “O menino do alto”, que aliam a realidade dos fatos a uma linguagem poética, em um estilo bastante peculiar.
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