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1736409 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Não há produção de saúde sem produção de saúde mental. Logo, é preciso levar em conta que, ao se receber cuidados em saúde, devem ser consideradas as dimensões biológica, psíquica e social dos indivíduos. Se uma criança ou um adolescente apresenta algum grau de sofrimento (com angústias, medos, conflitos intensos, por exemplo), não será possível tratar a respectiva saúde sem considerar esse componente emocional/relacional significativo.

A respeito da política de atenção psicossocial à criança e ao adolescente, julgue os itens a seguir.

As demandas que chegam aos serviços de saúde mental infantojuvenil, vindas do sujeito, da família, da escola e dos serviços da rede de saúde ou da rede intersetorial, devem ser discutidas e elaboradas em conjunto pelas equipes e informadas aos familiares e aos usuários.

 

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1736408 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Não há produção de saúde sem produção de saúde mental. Logo, é preciso levar em conta que, ao se receber cuidados em saúde, devem ser consideradas as dimensões biológica, psíquica e social dos indivíduos. Se uma criança ou um adolescente apresenta algum grau de sofrimento (com angústias, medos, conflitos intensos, por exemplo), não será possível tratar a respectiva saúde sem considerar esse componente emocional/relacional significativo.

A respeito da política de atenção psicossocial à criança e ao adolescente, julgue os itens a seguir.

Com base na noção de clínica ampliada e na complexidade das intervenções em saúde mental, álcool e outras drogas, é fundamental a construção cotidiana de uma rede de profissionais, ações e serviços para a garantia do acesso de crianças, adolescentes e jovens aos cuidados nessa área, caracterizando a diretriz da política de saúde mental infantojuvenil denominada encaminhamento implicado e corresponsável.

 

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1736407 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Não há produção de saúde sem produção de saúde mental. Logo, é preciso levar em conta que, ao se receber cuidados em saúde, devem ser consideradas as dimensões biológica, psíquica e social dos indivíduos. Se uma criança ou um adolescente apresenta algum grau de sofrimento (com angústias, medos, conflitos intensos, por exemplo), não será possível tratar a respectiva saúde sem considerar esse componente emocional/relacional significativo.

A respeito da política de atenção psicossocial à criança e ao adolescente, julgue os itens a seguir.

Acolhimento universal significa que as portas dos serviços devem estar abertas a todos aqueles que chegam com alguma necessidade de saúde e de saúde mental. É imprescindível que se garanta o acolhimento da demanda (que deve ser recebida, ouvida e respondida).

 

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1736406 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, com politraumatismos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) adulto, transferido do centro cirúrgico em estado grave, após cirurgia de urgência. Chega à unidade intubado, com cateter venoso central em jugular direita, cateter vesical de demora, dreno de tórax do lado esquerdo em selo d’água. Sinais de choque hipovolêmico importante, Escala de Coma de Glasgow (ECGI) = 6, o que pode caracterizar traumatismo cranioencefálico (TCE) grave. Iniciado monitorização invasiva por PAI, eletrocardiográfica, drogas vasoativas e sedação. Na avaliação e ausculta cardíaca, evidenciaram-se bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão foi solicitado concentrado de hemácias com urgência, no entanto, devido à falha de comunicação, o sangue não foi entregue pela agência transfusional. O paciente fez uma parada cardiorrespiratória, revertida com sucesso após manobras e ressuscitação.

Com base no caso clínico apresentado, com relação à assistência de enfermagem ao paciente politraumatizado, julgue os itens a seguir.

Algumas medidas são importantes para controle da PIC como: manter cabeceira do leito elevada, manter temperatura corporal normal, evitar estímulos nocivos (como, por exemplo, aspirações excessivas, procedimentos dolorosos), evitar administração de oxigênio e manter pressão de perfusão cerebral > 70 mmHg.

 

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1736405 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, com politraumatismos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) adulto, transferido do centro cirúrgico em estado grave, após cirurgia de urgência. Chega à unidade intubado, com cateter venoso central em jugular direita, cateter vesical de demora, dreno de tórax do lado esquerdo em selo d’água. Sinais de choque hipovolêmico importante, Escala de Coma de Glasgow (ECGI) = 6, o que pode caracterizar traumatismo cranioencefálico (TCE) grave. Iniciado monitorização invasiva por PAI, eletrocardiográfica, drogas vasoativas e sedação. Na avaliação e ausculta cardíaca, evidenciaram-se bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão foi solicitado concentrado de hemácias com urgência, no entanto, devido à falha de comunicação, o sangue não foi entregue pela agência transfusional. O paciente fez uma parada cardiorrespiratória, revertida com sucesso após manobras e ressuscitação.

Com base no caso clínico apresentado, com relação à assistência de enfermagem ao paciente politraumatizado, julgue os itens a seguir.

No atendimento a pacientes vítimas de trauma torácico, é importante observar sinais de tamponamento cardíaco (tríade de Beck: bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão), com realização da pericardiocentese pelo médico, quando indicado.

 

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1736396 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, com politraumatismos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) adulto, transferido do centro cirúrgico em estado grave, após cirurgia de urgência. Chega à unidade intubado, com cateter venoso central em jugular direita, cateter vesical de demora, dreno de tórax do lado esquerdo em selo d’água. Sinais de choque hipovolêmico importante, Escala de Coma de Glasgow (ECGI) = 6, o que pode caracterizar traumatismo cranioencefálico (TCE) grave. Iniciado monitorização invasiva por PAI, eletrocardiográfica, drogas vasoativas e sedação. Na avaliação e ausculta cardíaca, evidenciaram-se bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão foi solicitado concentrado de hemácias com urgência, no entanto, devido à falha de comunicação, o sangue não foi entregue pela agência transfusional. O paciente fez uma parada cardiorrespiratória, revertida com sucesso após manobras e ressuscitação.

Com base no caso clínico apresentado, com relação à assistência de enfermagem ao paciente politraumatizado, julgue os itens a seguir.

A hemotransfusão é uma prática comum no cuidado ao paciente crítico, e alguns cuidados são essenciais para garantia da segurança do paciente durante esta prática, como: verificar exames laboratoriais pré-transfusionais; conferir prescrição médica; conferir identificação do paciente (dupla checagem); providenciar acesso venoso exclusivo e calibroso e, no caso de reação transfusional, interromper imediatamente a transfusão, comunicar o médico responsável e descartar imediatamente a bolsa juntamente com o equipo.

 

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1722184 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, com politraumatismos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) adulto, transferido do centro cirúrgico em estado grave, após cirurgia de urgência. Chega à unidade intubado, com cateter venoso central em jugular direita, cateter vesical de demora, dreno de tórax do lado esquerdo em selo d’água. Sinais de choque hipovolêmico importante, Escala de Coma de Glasgow (ECGI) = 6, o que pode caracterizar traumatismo cranioencefálico (TCE) grave. Iniciado monitorização invasiva por PAI, eletrocardiográfica, drogas vasoativas e sedação. Na avaliação e ausculta cardíaca, evidenciaram-se bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão foi solicitado concentrado de hemácias com urgência, no entanto, devido à falha de comunicação, o sangue não foi entregue pela agência transfusional. O paciente fez uma parada cardiorrespiratória, revertida com sucesso após manobras e ressuscitação.

Com base no caso clínico apresentado, com relação à assistência de enfermagem ao paciente politraumatizado, julgue os itens a seguir.

As Diretrizes de 2015 da American Heart Association (AHA) para ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e atendimento cardiovascular de emergência (ACE) enfatizam a necessidade de uma RCP de alta qualidade, incluindo: frequência de compressão de 100 a 120 por minuto e profundidade de compressão mínima de 2 polegadas (5 cm) até 2,4 polegadas (6 cm), em adultos.

 

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1722183 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, com politraumatismos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) adulto, transferido do centro cirúrgico em estado grave, após cirurgia de urgência. Chega à unidade intubado, com cateter venoso central em jugular direita, cateter vesical de demora, dreno de tórax do lado esquerdo em selo d’água. Sinais de choque hipovolêmico importante, Escala de Coma de Glasgow (ECGI) = 6, o que pode caracterizar traumatismo cranioencefálico (TCE) grave. Iniciado monitorização invasiva por PAI, eletrocardiográfica, drogas vasoativas e sedação. Na avaliação e ausculta cardíaca, evidenciaram-se bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão foi solicitado concentrado de hemácias com urgência, no entanto, devido à falha de comunicação, o sangue não foi entregue pela agência transfusional. O paciente fez uma parada cardiorrespiratória, revertida com sucesso após manobras e ressuscitação.

Com base no caso clínico apresentado, com relação à assistência de enfermagem ao paciente politraumatizado, julgue os itens a seguir.

Com relação à reanimação cardiopulmonar (RCP) de pacientes com via aérea avançada já instalada, deve-se pausar as compressões para aplicar as ventilações. A desfibrilação deve ser imediata, quando se tratar de fibrilação atrial e taquicardia ventricular sem pulso.

 

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1722182 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, com politraumatismos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) adulto, transferido do centro cirúrgico em estado grave, após cirurgia de urgência. Chega à unidade intubado, com cateter venoso central em jugular direita, cateter vesical de demora, dreno de tórax do lado esquerdo em selo d’água. Sinais de choque hipovolêmico importante, Escala de Coma de Glasgow (ECGI) = 6, o que pode caracterizar traumatismo cranioencefálico (TCE) grave. Iniciado monitorização invasiva por PAI, eletrocardiográfica, drogas vasoativas e sedação. Na avaliação e ausculta cardíaca, evidenciaram-se bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão foi solicitado concentrado de hemácias com urgência, no entanto, devido à falha de comunicação, o sangue não foi entregue pela agência transfusional. O paciente fez uma parada cardiorrespiratória, revertida com sucesso após manobras e ressuscitação.

Com base no caso clínico apresentado, com relação à assistência de enfermagem ao paciente politraumatizado, julgue os itens a seguir.

A escala de coma de Glasgow (ECGI) deve ser aplicada constantemente para avaliar o nível de consciência do paciente. A escala consiste em uma tabela de escores que pode variar entre 3 (ausência de abertura ocular, da resposta verbal e da movimentação de extremidades, após estímulos dolorosos) e 15 (sem alteração do nível de consciência). Os parâmetros avaliados são a abertura ocular, o padrão de resposta motora e o padrão de resposta verbal.

 

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1722181 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, com politraumatismos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) adulto, transferido do centro cirúrgico em estado grave, após cirurgia de urgência. Chega à unidade intubado, com cateter venoso central em jugular direita, cateter vesical de demora, dreno de tórax do lado esquerdo em selo d’água. Sinais de choque hipovolêmico importante, Escala de Coma de Glasgow (ECGI) = 6, o que pode caracterizar traumatismo cranioencefálico (TCE) grave. Iniciado monitorização invasiva por PAI, eletrocardiográfica, drogas vasoativas e sedação. Na avaliação e ausculta cardíaca, evidenciaram-se bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão foi solicitado concentrado de hemácias com urgência, no entanto, devido à falha de comunicação, o sangue não foi entregue pela agência transfusional. O paciente fez uma parada cardiorrespiratória, revertida com sucesso após manobras e ressuscitação.

Com base no caso clínico apresentado, com relação à assistência de enfermagem ao paciente politraumatizado, julgue os itens a seguir.

Na existência de TCE grave, é indispensável a monitorização da pressão intracraniana (PIC), visto que ela está diretamente relacionada à pressão de perfusão cerebral (PPC). A PIC é rigorosamente monitorada; quando elevada, ela é controlada ao se manter a oxigenação adequada, elevar a cabeceira do leito e manter o volume sanguíneo normal.

 

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